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Primeira Meia Maratona da Amazônia acontece em setembro e já soma mais de 4 mil inscritos

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Evento inédito em Belém aposta na inclusão, no protagonismo feminino e no turismo esportivo para transformar corrida em experiência única
A floresta vai ganhar novas trilhas em setembro. Marcada para acontecer pela primeira vez em Belém do Pará, a Meia Maratona da Amazônia já soma mais de 4 mil inscritos e promete entrar para o calendário nacional como uma das provas mais inclusivas e emocionantes do Brasil. Unindo esporte, cultura e natureza, o evento vai oferecer percursos de 5K, 10K e 21K, com estrutura pensada para acolher diferentes perfis de corredores.

“Queremos que essa estreia fique marcada na memória das pessoas não só como uma corrida, mas como uma experiência transformadora. A Amazônia tem força, tem história — e agora também será palco para o esporte de forma democrática e vibrante”, afirma o organizador Gustavo Fonseca.

 

Porta de entrada para novos corredores

Uma das grandes apostas da organização é a campanha “Corra sua primeira”, criada especialmente para quem nunca participou de uma prova de rua. O objetivo é desmistificar o universo das corridas e incentivar a participação de iniciantes com orientação prévia, conteúdo motivacional e suporte no dia do evento. “Cuidamos de cada detalhe para mostrar que a corrida é, sim, para todos. Desde quem caminha até quem corre profissionalmente”, explica Fonseca.

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Mulheres na liderança

Outro destaque já confirmado é a presença feminina: 56% dos inscritos são mulheres, superando a média nacional em provas de rua. A organização celebra esse protagonismo com kits personalizados, segurança reforçada e linguagem inclusiva. “As mulheres estão ocupando as pistas com força e propósito. É emocionante ver esse movimento ganhando espaço também no Norte do país”, diz o organizador.

 

Longevidade em foco

Com estrutura dedicada para atletas 60+, a prova também quer homenagear a longevidade ativa. Os veteranos contam com desconto na inscrição, pelotão especial, pontos de apoio reforçados e uma medalha exclusiva. “Eles são exemplo de superação e vitalidade. Não poderíamos deixar de criar algo especial para reconhecer esse protagonismo também”, destaca Fonseca.

 

Turismo esportivo no coração da Amazônia

Mais do que uma corrida, o evento quer promover uma conexão com a floresta e impulsionar o turismo regional. Os percursos passam por áreas icônicas de Belém, como a orla do rio e trechos com vegetação nativa, criando um cenário único. “A ideia é fazer com que cada corredor leve um pedaço da Amazônia com ele — na lembrança, nas fotos, na respiração”, completa o organizador.

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Com ações sustentáveis, como plantio de árvores e compensação de carbono, e uma forte integração com o calendário turístico da cidade, a Meia Maratona da Amazônia chega como novidade, mas já com cara de tradição.

 

Design amazônico e símbolo de chegada

O kit do evento também tem chamado atenção dos participantes. Com camisa em tecido tecnológico e arte inspirada na fauna e flora da região, ele já ganhou status de item de coleção. A medalha giratória, feita em metal fundido com acabamento premium, tem sido apontada como um dos grandes atrativos da prova, tanto pelo visual quanto pelo simbolismo.

O conjunto inclui ainda itens sustentáveis e brindes de parceiros locais. “Queríamos que o atleta levasse um pedaço da Amazônia para casa — e levasse com orgulho”, explica a equipe de design do evento.

Com apelo visual, estrutura inclusiva e um cenário incomparável, a Meia Maratona da Amazônia transforma corrida em experiência — e mostra que, na floresta, cada passo conta.

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Com novas regras do MEC, eletivas ganham papel central na formação do Ensino Médio a partir de 2026

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As escolas terão que oferecer ao menos dois itinerários formativos a partir do próximo ano. Mais do que uma exigência legal, as disciplinas eletivas representam uma mudança de paradigma: dão aos jovens liberdade para escolher, experimentar e construir o próprio futuro

A partir de 2026, todas as escolas brasileiras de Ensino Médio deverão oferecer pelo menos dois itinerários formativos, além das disciplinas obrigatórias, seguindo as orientações divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Conselho Nacional de Educação. As novas diretrizes reforçam a importância das disciplinas eletivas, que permitem aos alunos aprofundar conhecimentos em áreas de interesse e vivenciar aprendizados conectados ao mundo real.

De acordo com o MEC, a parte flexível do currículo deve contemplar elementos de matemática e suas tecnologias; linguagens e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e sociais aplicadas; e formação técnica e profissional. A proposta é dar mais sentido à escola, unindo teoria e prática e promovendo o protagonismo dos estudantes em sua própria jornada de aprendizagem.

Para o coordenador pedagógico do Ensino Médio da Heavenly International School, Marcos Morris, essa mudança representa um avanço na educação brasileira. “Quando falamos de disciplinas eletivas e itinerários formativos no Ensino Médio, estamos basicamente falando de oferecer aos estudantes oportunidades para se aprofundarem em temas que eles mesmos escolhem. As eletivas e itinerários precisam ser vistos como construção de identidade acadêmica e profissional, como se fossem um laboratório de vida real”, explica.

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Segundo ele, permitir que os jovens façam escolhas conscientes sobre o que estudar desperta autonomia, responsabilidade e visão de futuro. “Com a obrigatoriedade, as escolas terão que estruturar trilhas de verdade, não apenas disciplinas extras. É a oportunidade de atender às demandas dessa geração, que não aprende mais como nós aprendemos. Quando oferecemos eletivas bem planejadas, desenvolvemos pensamento crítico, comunicação, liderança, gestão de projetos e outras soft skills fundamentais para o mercado de trabalho”, destaca Morris.

Na Heavenly International School, essa filosofia já é realidade. A instituição oferece trilhas e eletivas que refletem o mundo real, como Empreendedorismo, Inteligência Artificial, Fotografia, Simulações Modelo ONU, Gastronomia e Escola de Negócios. O objetivo é unir uma base acadêmica sólida à liberdade de escolha, equilibrando tradição e inovação. “Trabalhamos com personalização com responsabilidade, buscando equilibrar o tradicional, ou seja, base estruturada e exigência acadêmica, com a liberdade de escolhas”, completa o coordenador.

Os resultados aparecem no engajamento e na maturidade dos alunos. É o caso de José Antônio Nóbrega e Raphael Branco Salles, estudantes da 3ª série do Ensino Médio e integrantes da eletiva Escola de Negócios. Juntos, eles criaram a Beyond, uma empresa idealizada e gerida pelos próprios estudantes, com o objetivo de aproximar o ambiente escolar do mercado. “Aqui a gente aprende na prática como desenvolver um plano de negócio, um plano de ação, entender riscos e propor soluções reais”, explica José Antônio.

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A experiência prática também transformou a forma como os alunos percebem o próprio aprendizado. Para Raphael, a diferença é clara quando compara a vivência atual com modelos mais tradicionais de ensino: “Em muitas escolas tradicionais a gente só faz prova, decora o conteúdo e depois esquece. Aqui é diferente: os professores são próximos e a escola funciona como uma verdadeira rede de apoio.”

Serviço: 

Unidade Kinder Lago Sul
SHIS QI 19 chácara 18, Brasília – DF – 71.655-730

Unidade High Lago Sul
SHIS QI 17/19 S/N – Lote Seminário, Brasília – DF – 71.645-600

Unidade Asa Norte
SGAN 606 módulo A – Asa Norte, Brasília – DF, 70.830-251

Contato:
Telefone: (61) 3366-2820

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