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Windlog realiza treinamento sobre Incoterms 2020

Palestra faz parte do Programa de Qualificação Técnica Wind Training – para profissionais do setor de logística

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O Programa de Qualificação Técnica Wind Training oferece palestras para profissionais do setor de logística: são mais de dez temas que podem ser abordados nos treinamentos, com o objetivo de educar esse mercado. O público-alvo, no dia 06 de outubro de 2022, foram funcionários da MSC (em sua matriz, na cidade de Santos-SP), que assistiram ao treinamento sobre INCOTERMS 2020.

Essa sigla temática do treinamento, Incoterms (Termos Internacionais de Comércio), refere-se aos direitos e deveres determinados em contrato, entre o exportador e importador. O palestrante, especialista no tema, Mauricio Welsh Carboni (MBA Internacional pela FGV e diretor-comercial da Windlog), ensinou sobre as garantias e as obrigações dos termos internacionais no setor logístico.

Estabelecidos pela Câmara Internacional do Comércio (ICC), os Incoterms definem quem vai arcar, por exemplo, com custos de frete e seguro internacional, além de deixar acordado onde a carga será entregue ou quem se responsabiliza por eventuais riscos, como uma maneira de padronizar e facilitar a negociação entre países, trazendo mais segurança para a compra e venda internacional.

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Sobre a experiência de ministrar o treinamento na matriz da MSC, Mauricio Welsh Carboni afirma: “Foi um momento muito produtivo e dinâmico. Essa iniciativa tem sido uma forma inovadora de educar o setor logístico, qualificando de forma técnica seus profissionais.”

O programa Wind Training, do qual o Incoterms faz parte, tem o objetivo de capacitar profissionais do setor por meio de treinamentos gratuitos. São oferecidos mais de 10 temas, dentre eles: carta de crédito; sinistros marítimos; feiras internacionais; definições de atividades e interações; seguro internacional; carga projeto; a influência dos países asiáticos no cenário internacional, e como a pandemia da covid-19 impulsionou a logística internacional.

Além da MSC, outras empresas, instituições governamentais e entidades já receberam os treinamentos do diretor-comercial da Windlog.

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Reforma do crédito habitacional pode redefinir acesso ao financiamento e impulsionar novo ciclo imobiliário, avalia especialista

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Para Daniel Claudino, medidas em discussão devem ampliar funding, reduzir travas operacionais e melhorar a previsibilidade do sistema

As mudanças previstas na reforma do crédito habitacional podem representar um dos ajustes mais relevantes da última década para o mercado imobiliário brasileiro. Para o especialista em mercado imobiliário Daniel Claudino, a modernização das regras tem potencial para ampliar o acesso ao financiamento, destravar projetos e reduzir assimetrias operacionais entre agentes financeiros.

Segundo Claudino, um dos pontos centrais do debate é a criação de mecanismos que ampliem a base de funding do Sistema Financeiro da Habitação, ampliando a capacidade de concessão de crédito. “O sistema depende de previsibilidade e de fontes mais robustas. Se a reforma realmente ampliar o volume disponível, veremos uma resposta rápida na ponta, especialmente nos segmentos com demanda reprimida”, afirma.

Outro eixo em discussão é a padronização de processos e a redução de travas operacionais que impactam mutuários e incorporadoras. “Há gargalos burocráticos que elevam prazos, custos e riscos. Ajustes regulatórios simples podem melhorar muito a fluidez das operações, especialmente nos financiamentos ligados à produção”, destaca o especialista.

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Para Claudino, as medidas podem mudar a dinâmica do crédito para famílias de renda média e apoiar novos ciclos regionais de crescimento. “Quando o financiamento fica mais acessível e previsível, o impacto é imediato na absorção de lançamentos. Cidades com demanda ativa, interiores com força econômica e regiões litorâneas, devem reagir primeiro”, observa.

A possível ampliação de linhas indexadas à renda ou atreladas a parâmetros mais estáveis também é vista como fator de previsibilidade. “Soluções híbridas ou indexadores mais estáveis ajudam mutuários a planejar melhor e reduzem a volatilidade. Isso tende a estimular tanto a tomada de crédito quanto o desenvolvimento de novos empreendimentos”, avalia.

O especialista reforça ainda que a reforma pode criar um ciclo virtuoso que beneficia toda a cadeia. “Se o crédito flui, o mercado responde. Produção, absorção e retomada de projetos caminham juntos. A reforma tem condições de inaugurar um ambiente mais moderno e funcional para financiamento habitacional no país”, conclui Claudino.

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