Ministro de Relações Exteriores de Bangladesh visita Brasília

Shahriar Alam visitou Brasília no mês de julho e se encontrou como o Ministro Carlos Franca. Na ocasião, a jornalista Fabiana Ceyhan entrevistou o Ministro de Relacões Exteriores na residência da Embaixadora Sadia Faizunnesa

Embaixadora Sadia Faizunnesa em seu discurso

Como o senhor avalia as relações entre Brasil e Bangladesh. Devo dizer-lhe que eu mesma estive em Bangladesh em 2018 visitando o acampamento Rohingya. Se o senhor puder falar sobre isso, o que senhor espera do Brasil nesse caso também, por favor.

Obrigado. Quero dizer, nós, é claro, Bangladesh está em uma passagem no momento, acabamos de nos graduar do status de LDC para país de renda média. E este é o ano em particular em que Bangladesh está entregando os mega projetos que realizamos há 5 a 8 anos. Usina nuclear, túnel do metrô sob o rio, eletrificação 100% rural e obtendo realmente 100 zonas econômicas gradualmente.

Então, você sabe, Bangladesh está decolando . Nossa conectividade com a América Latina está na lista. Conectividade significa não apenas conectividade física de todas as pessoas, mas empresas. Depois de investir nisso ou estabelecer esta Embaixada de Bangladesh aqui, não tivemos esse plano com visitas de alto nível. Então esta é a primeira visita do Ministério das Relações Exteriores.

Espero que provavelmente haja uma pós-eleitoral porque, você sabe, o ano eleitoral é um ano desafiador, mas nossos negócios e crescimento aumentou mesmo assim. E esperamos dobrar esse volume de negócios de 2 bilhões para 4 bilhões nos próximos cinco anos. E o Brasil é um mercado fantástico. A recuperação pós-covid enfrenta agora um novo obstáculo em termos das consequências da guerra na Ucrânia. Mas estamos na mesma página. Nós concordamos e conversamos sobre a cooperação internacional em fóruns multilaterais, especialmente na ONU. Por isso, estamos buscando o apoio do Brasil para que Bangladesh possa trabalhar em estreita colaboração com o Mercosul como órgão regional de comércio.

Sobre o Mercosul

Você sabe, o Mercosul pode ser uma força muito forte. E para o Brasil, há incentivos suficientes. Bangladesh está entre os países asiáticos que estão crescendo. Bangladesh está crescendo mais rápido. Mesmo durante a pandemia, mantivemos um crescimento superior a 5%. Então isso é fenomenal. E Bangladesh está se tornando um mercado de 170 milhões de pessoas e muitos produtos agrícolas que compramos do Brasil. Nós precisamos mais deles. Então isso é incentivo do Brasil. E para Bangladesh, é um novo mercado. Então, o governo precisa lidar. Estou liderando uma delegação de negócios também e eles estão dialogando com seus colegas tentando encontrar novas oportunidades.





Fonte: Fabiana Ceyhan – brasiliainfoco

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Vice-Ministro de Relações Exteriores da Polônia Marcin Przydacz visita Brasília

Marcin Przydacz, vice-ministro des Relações Exteriores da Polônia, está em visita oficial ao Brasil, e se reuniu na segunda-feira com o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, para uma reunião de consultas políticas.
Segundo informacões oficiais, foram discutidas as relações econômicas entre os dois países, além do quadro geopolítico mundial e o conflito Rússia e Ucrânia.

Uma das outras pautas do ministro foi o encontro com cerca de 20 jornalistas convidados da ABRAJINTER e outros onde foram abordados assuntos como diplomacia, conflito, situacão da Ucrânia . Marcin aproveitou a ocasião para agradecer o Brasil pela ajuda humanitária a Ucrânia, ao ser questionado pela editora do Brasília in Foco, Jornalista Fabiana Ceyhan, sobre o que espera do Brasil, ele foi enfático ao dizer que o Brasil continue votando na ONU em favor da resolucão e cessar fogo da Rússia, como fez anteriormente nas sessões oficiais das Nacões Unidas.

Coletiva de imprensa ( exclusiva para jornalistas)
Fonte:Fabiana Ceyhan – brasiliainfoco
 
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Embaixada da Turquia comemora o Dia da Unidade Nacional

Nesta sexta-feira (15), o embaixador da Turquia no Brasil, Murat Yavuz Ateş, recebeu convidados e a imprensa na residência oficial para celebração do Dia da Democracia Turca e da Unidade Nacional.

Na solenidade, o diplomata fez um discurso de aproximadamente 10 minutos onde falou sobre a importância do dia. Além da fala, foi exibido um vídeo com as principais imagens e informações sobre os acontecimentos no fatídico dia. No discurso do Embaixador ele explicou a todos o que aconteceu no dia, as consequências dos atos de tentativa de golpe e a reacão do povo turco que foi para as ruas defender o governo.

No Evento estavam Jornalistas, Diplomatas e cidadãos turcos

 Seis anos atrás, em 15 de julho de 2016, membros da organização terrorista FETO dentro das Forças Armadas Turcas tentaram um golpe para derrubar o governo democraticamente eleito e o parlamento da Turquia. Seu objetivo era estabelecer um regime radical, fundamentalista, leal apenas ao seu líder Fetullah Gülen.

Eles confiscaram aviões de combate e tanques, e abriram fogo sobre a população civil. No entanto, encontraram uma resistência feroz por parte de pessoas de todos os setores da sociedade. Cidadãos comuns foram para as ruas e pararam os tanques renegados e os soldados terroristas. No processo, os terroristas da FETÖ mataram 251 pessoas e feriram outras milhares. O prédio do parlamento foi bombardeado enquanto os parlamentares estavam em sessão. Eventualmente, elementos terroristas da FETÖ foram capturados e levados à justiça.  

No final daquele dia, a democracia e a unidade nacional prevaleceram. A democracia foi salva e a unidade nacional da Turquia destruiu uma trama de terror que visava dominar o país. Assim, foi decidido comemorar este evento como o “dia da democracia e da unidade nacional” da Turquia. ”Comentou Murat Ates

No dia 15 de julho de 2016, um grupo de revolucionários tentaram tomar o poder através de um golpe de Estado, o qual não se concretizou.Apesar de a tentativa não ter tido êxito, propriedades foram danificadas, mais de 1.400 pessoas ficaram feridas e 265 pessoas morreram.

Cidadãos Turcos Halil Ceyhan, Yasemin Ceyhan, Fabiana Ceyhan e Embaixador Murat Ates

Na capital turca, o Parlamento Nacional e o Palácio Presidencial foram bombardeados. Tiros também foram ouvidos perto dos principais aeroportos de Ancara e Istambul.A fim de controlar a situação, o presidente Erdoğan convocou a população para que tomassem as ruas para darem uma resposta aos golpistas. Milhares de pessoas foram as ruas para se manifestar contra as forças golpistas.

À 1h da manhã do dia 16 de julho, foi reportado que as tropas golpistas estavam se retirando do aeroporto internacional de Atatürk frente a chegada de forças leais ao presidente. Ao amanhecer, o próprio Erdoğan chegou a Istambul. Praticamente ao mesmo tempo, um helicóptero UH-60 levando militares golpistas (ao menos oito) deixaram o país rumo a Grécia. Todos os oficiais foram presos quando pousaram por lá.

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Foto: Jornalista Silvana Scórsin, Capital em Foco, jornalista Vivian Chagas – Revista Liberata e o jornalista Milton Atanazio – Portal10 – Membros da ABRAJINTER

Fonte:Fabiana Ceyhan- brasiliainfoco

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Embaixada da Suíça comemora o Bicentenário do Brasil em Brasília

BRASIL + SUÍÇA
200 anos juntos

No dia 07 de julho a Embaixada da Suíça no Brasil recebeu convidados suíços e brasileiros para celebrar a sua data nacional no ano do Bicentenário do Brasil. Na ocasião, foi inaugurada a exposição “Brasil + Suíça: 200 anos juntos”.

Entrada da Embaixada

A exposição foi baseada na historia de personalidades e instituições suíças que tiveram um impacto ao longo de dois séculos da história brasileira e das relações bilaterais. Antes de chegar ao local da festa os convidados passaram por um espaco de 150 metros, vivenciando as biografias e atividades desses suíços e suíços-brasileiros em suas respectivas
áreas: ciência, arte e cultura, economia e educação.

A exposição mostrou , além de contribuições significativas para o Brasil, exemplos da forte cooperação entre os dois países.
Entre as personalidades destacadas, estavam presentes no evento Ernst Götsch, cientista e agricultor, pai da agricultura sintrópica, e o casal Adriana e Alberto Eisenhardt fundadores da ” Associação Casa dos Curumins “, que desenvolvem projetos sociais no distrito
de Pedreira na grande São Paulo e também marcaram presenca.

Convidados suíços com trabalho expressivo no Brasil

A Banda dos Curumins, fruto do projeto “Casa dos Curumins “, animou a festa apresentando no palco, especialmente criado para a ocasião, um espetáculo musical vibrante. A banda possui um vasto repertório com releituras de clássicos brasileiros e outras canções autorais. O grupo em breve participará do Festival de Jazz de Lugano.

Banda Curumins

A atracão gastronômica foi o famoso queijo raclete suíço, servido com batatas assadas e na entrada da festa um stand do chocolate da marca Lindt presenteando os convidados.

No discurso proferido em português perfeito, o Embaixador Pietro Lazzeri falou da importância das relacões entre a Suíça e o Brasil e disse que se sente uma brasiliense candango por gostar muito de Brasília e do Brasil em geral. O público presente gostou muito da simpatia do diplomata.

Fonte: Fabiana Ceyhan – brasiliainfoco

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Grupo de amizade Brasil-Cazaquistão é lançado em Brasília

Foi realizada na Embaixada do Cazaquistão em Brasília a Assembleia Constituinte do Fórum de Amizade Cazaquistão-Brasil, associação pública de cooperação no campo da cultura, educação e causas humanitárias.

Em seu discurso de abertura, o Embaixador do Cazaquistão no Brasil, Bolat Nussupov, falou sobre as conquistas das relações comerciais, econômicas, culturais e humanitárias cazaque-brasileiras e destacou que agora a Embaixada recebeu um sólido apoio na abertura do Cazaquistão-Brasil Fórum da Amizade o que permitirá ao público brasileiro conhecer a história, as tradições e a cultura do Cazaquistão, e também dará um novo impulso não apenas ao intercâmbio cultural e humanitário, mas também a todo o espectro das relações bilaterais.

A sociedade também contribuirá para um maior reconhecimento do Brasil no Cazaquistão por meio da implementação de projetos conjuntos.

jornalista Fabiana Ceyhan- Membro do Fórum Brasil- Cazaquistão

Por sua vez, o Presidente do Fórum, Ulisses Riedel, valorizando muito o potencial da Sociedade de Amizade estabelecida, destacou que isso seria uma grande oportunidade para popularizar o Cazaquistão na região sul-americana e desenvolver laços culturais, humanitários e educacionais.

O Presidente Ulisses Riedel também disse que está muito satisfeito por ser um participante regular no Congresso de Líderes das Religiões Mundiais e Tradicionais em Nur-Sultan e está feliz em visitar o Cazaquistão novamente em 14 e 15 de setembro deste ano.

Ulisses Riedel – Presidente do Fórum Brasil- Cazaquistão
Membros da ABRAJINTER entregam honraria ao Embaixador do Cazaquistão no Brasil , Bolat Nussupov.

Na ocasião os membros da Associação Brasileira de Jornalistas das Áreas Internacional e Diplomática entregaram o título de ” Ambassador of the year 2022″ honraria entregue a embaixadores que tem uma forte interação com jornalistas brasileiros.

jornalistas presentes no eventoFonte: Fabiana Ceyhan – brasiliainfoco
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POLARIZAÇÃO – NEM ESQUERDA E NEM DIREITA, O BRASIL.

Foto: web/divulgação

Por Silvana Scórsin

Há algum tempo e mais contundente desde que o ex presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva voltou a ser elegível, por anulações de seus processos pelo Supremo Tribunal Federal -STF, o país entrou no que podemos chamar de polarização extrema (concentração de extremos). O ex-presidente Lula e o presidente Jair Bolsonaro se tornaram, segundo pesquisas divulgadas em vários veículos de comunicação, os dois únicos e prováveis candidatos que se enfrentarão em primeiro e possível segundo turno,  mesmo com a candidatura de outros vários atores da política nacional, como Ciro Gomes (PDT) , José Maria Eymael (Democracia Cristã), Luiz Felipe D’Avila ( Partido NOVO), Leonardo Péricles ( UP), Luciano Bivar (PSL), Pablo Marçal (PROS), Simone Tebet ( MDB), Sofia Manzano ( PCB)  e Vera Lúcia (PSTU).

Os dois principais candidatos representam ideologias de esquerda e direita, com eleitores que beiram o extremismo. Nada bom! A tal polarização entre eles, na maioria das vezes representa o grau de rejeição pessoal a cada lado, sendo uma disputa entre “dois grupos”, ou seja, uma sociedade divida com pouca intenção de discussão e diálogo. E a democracia? Lutamos tanto pelo direito de discutir, de sermos ouvidos, por uma legitimidade, para acabarmos sucumbindo a aceitar regras e normas de conduta serem quebradas, violadas. O viés ideológico deveria ser apenas um norteador de nossas convicções políticas e não uma bandeira de quem tá certo ou errado. Deveríamos buscar argumentos fundamentados em escolhas com consciência, o pleno conhecimento das plataformas de ideias e planos apresentadas em debates e outras exposições midiáticas de candidatos.  Saúde, segurança, educação, mobilidade, fome entre tantas outras, são diretrizes fundamentais para o planejamento dos governantes, prioridades de todas as sociedades. Todas essas demandas nascem em pequenas comunidades, onde surgem os líderes que iniciam uma história de conquistas pelo bem comum. Bem comum, aliás, é a finalidade, objetivo de todos os candidatos, que construíram seus legados de forma a garantir que todos sejam beneficiados por melhorias socioeconômicas.

Mas a polarização tem sido vista como um fenômeno mundial resultado do crescimento das redes sociais e da tal inteligência virtual que agrega comunidades com perfis similares, não só de preferências musicais, alimentares e outros, mas também por ideologias. Daí a cultura do “cancelamento” – se não estiver de acordo com o grupo, é banido, expulso e nem sempre com tolerância.

A polarização é um desserviço à nação, dela resultam a intolerância, a busca cega por fatos e informações que estejam apenas de acordo com desejado, tira a essência do bem comum e parte para o “nós e eles”. Tira do jogo aqueles virtualmente desprovidos e também tira do centro da questão, problemas e demandas de ordem social econômica (saúde, educação, transporte e segurança, etc.)  para questões apenas de cunho moral (legalização do aborto ou educação sexual nas escolas, etc.) Nesse sentido, ficaremos cada vez mais atolados em nossas reivindicações, por que o processo decisório é embargado a todo o momento por um dos lados.

Enfim, combater a polarização e voltar a debater ideias, pode ser um sinal de evolução no processo da democracia conquistada por todos. Nada de clichê falar em união, no sentido de buscar a tolerância, entender as divergências com um toque de parcimônia, de respeito ao outro. Tudo isso é uma maneira de estar em vantagem em curto tempo para toda a sociedade.  Então, nem eu e nem eles, mas o Brasil.

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As “regras do jogo” no financiamento das campanhas políticas.

Foto: web/divulgação

Em 2017, após uma série de acontecimentos nas esferas legislativa e judiciária para vedar o financiamento de campanhas políticas com recursos do setor jurídico privado, foi editado a Lei 13/487/17 que cria o Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (FEFC), ou simplesmente Fundo Eleitoral. Diferentemente do Fundo Partidário, este último é um repasse mensal feito aos partidos políticos, enquanto que o FEFC é constituído por dotações orçamentárias da União somente em ano eleitoral.

As campanhas eleitorais no Brasil custam muito, pois é preciso que os candidatos divulguem suas metas e planos de governo em diversos veículos de comunicação, além de panfletos, santinhos, espaços para eventos, equipes capacitadas e equipamentos diversos. A intenção do TSE em vedar doação de dinheiro de empresas privadas nas campanhas políticas é de não permitir que  grande parte de empresários do setor econômico interfiram nos processos políticos do País. São também proibidos por Lei de doarem dinheiro para campanhas eleitorais, os Órgãos da Administração pública, empresas detentoras de concessões públicas, sindicatos e entidades de classe, entidades religiosas, empresas sem fins lucrativos que recebam recursos do exterior e Ongs e OCIPS.

Porém, ficou permitido que doações de pessoas físicas, do setor privado possam fazer doações conforme as regras do TSE, que são:

10% de seus rendimentos brutos:  os cidadãos podem doar a campanhas, auferidos no máximo até o ano anterior à eleição.

Bens pessoais estimáveis em dinheiro: pessoas físicas também podem doar ou emprestardiretamente aos candidatos.

Limite do valor das doações – de R$ 50 mil (2014) para R$ 40 mil (2018) por pessoa física. 

– Plataformas de crowdfunding: famosa “vaquinha” da era digital, é o denominado financiamento coletivo.

O Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (FEFC) ou Fundo Eleitoral são recursos públicos do Tesouro Nacional destinados ao financiamento das campanhas eleitorais dos candidatos. O orçamento do Fundo Eleitoral é votado pelo Congresso Nacional no mesmo ano das eleições. O Valor do orçamento aprovado é então rateado entre os partidos políticos para o financiamento das campanhas de seus candidatos.   

Este ano, mesmo com muita discussão por parte, tanto da sociedade como também de alguns líderes de partidos na Câmara e Senado, o valor aprovado foi de mais de 4 bilhões de reais, ou precisamente R$ 4.961.519.777,00, o maior valor desde a criação da Lei em 2017.

Os partidos deverão prestar contas de cada centavo gasto em suas campanhas com o fundo que receberam e se houver sobra, o dinheiro deve ser devolvido ao Tesouro Nacional.

Na última semana, o Tribunal Superior Eleitoral, divulgou a quantia destinada a cada partido, acesse  Tabela

Os 4 bilhões foram distribuídos entre as 32 legendas dos partidos políticos registrados no TSE, com critérios específicos, como: do total de recursos do Fundo Eleitoral, 2% são distribuídos igualitariamente entre os partidos. A partir daí, o restante é distribuído conforme a representação da legenda no Congresso Nacional: 35% são destinados às agremiações que elegeram pelo menos um deputado federal, na proporção dos votos obtidos na última eleição geral; 48% são distribuídos proporcionalmente à representação de cada legenda na Câmara dos Deputados; e os 15% restantes são divididos entre os partidos com base na proporção da representação no Senado Federal, conforme definidos na legislação eleitoral. A distribuição dos valores aos diretórios nacionais das legendas que compõem (federações partidárias) deverá ocorrer proporcionalmente ao montante ao qual cada sigla tem direito.

Três federações partidárias estão aptas a participar das eleições gerais de outubro: Federação PSDB Cidadania, integrada pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e pelo Cidadania; Federação PSOL Rede, que reúne o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e a Rede Sustentabilidade (Rede); e Federação Brasil da Esperança (FE Brasil), integrada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e Partido Verde (PV).

O União Brasil (União), sigla resultante da fusão do Democratas (DEM) com o Partido Social Liberal (PSL), receberá o maior montante, com mais de R$ 782 milhões, logo após está o Partido dos Trabalhadores (PT), com pouco mais de R$ 503 milhões, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), com R$ 363 milhões, o Partido Social Democrático (PSD), com R$ 349 milhões e o Progressistas, com aproximadamente R$ 344 milhões. Juntas, essas cinco legendas respondem por 47,24% dos recursos distribuídos.

Até agora, só o partido NOVO renunciou ao repasse e o valor correspondente ao Partido foi revertido para o Tesouro Nacional.

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Banda de rock lança música com a linguagem neutra

De carona na linguagem neutra, a música “Namorade”, mais recente lançamento da banda Velhas Virgens, foi pensada para naturalizar o afeto entre as diferentes orientações de gênero, exaltadas nessa terça-feira, 28, data em que o mundo comemora o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+.

“Porque, afinal de contas, importante é afabilidade, fraternidade, afinidade, interesse, romance, lance, fidelidade… fe-li-ci-da-de! E tudo isso termina com “e”, como Namorade”, defende a banda que nasceu na década de 80. Os tempos eram outros, mas para Alexandre Cavalo, compositor da canção ao lado de Paulão de Carvalho, o artista não deve ficar preso ao passado. Por isso, no decorrer dos anos, a banda vem se atualizando e compreendendo sua responsabilidade para lidar com determinados temas.

“O artista não pode se dar ao luxo de ficar preso ao passado. O mundo muda e precisa de uma combatividade. Cabe ao artista também dar um passinho para frente para entender melhor o que está acontecendo com o mundo no atual contexto e todos esses movimentos que são importantes”, avalia Alexandre. O músico defende ainda que inserir temas como a linguagem neutra muito utilizada por membros da comunidade LGBTQIA+ cumpre o papel de naturalizar a vivência dessas pessoas.

“Estamos em 2022 e isso já deveria estar bastante claro na cabeça das pessoas. Acredito que deveria ser visto com naturalidade e não ter uma briga por conta disso. A pessoa é o que ela é ou quiser ser e não há nada de errado. A pessoa não tem que se prender a uma coisa em que ela não se sente bem com isso”, reflete.

A banda Velhas Virgens é composta por, além de Alexandre e Paulão, Juliana Kosso, Tuca Paiva, Simon Brow e Fil Cirilo. O single “Namorade” tem ainda a produção de Gabriel Fernandes. O lançamento ficou por conta de Gabaju Recorde e 74E. Já a capa tem arte de Juliana de Vechi, que misturou cores da bandeira da comunidade não-binária. A canção pode ser ouvida nas principais plataformas de streaming e no YouTube.

Linguagem neutra nos vestibulares

A professora de redação Letícia Flores explica que a Língua Portuguesa, assim como qualquer outra língua, é um código, e a linguagem neutra é um código que serve aos falantes no processo de comunicação. “Se a língua serve ao falante, ela vai evoluindo, se transformando de acordo com a necessidade das pessoas. Por isso, é natural que a linguagem neutra ganhe força”, afirma.

No contexto escolar, a professora de redação acredita que é questão de tempo para que professores passem a falar sobre a linguagem neutra nas salas de aula. “Na minha opinião, o caminho é esse. Os professores vão precisar de um didatismo para ficar claro para esses jovens, e até mesmo para os pais, que é dever do professor, em seu papel social, não só transmitir conteúdo, mas de apresentar e explicar a ocorrência da linguagem neutra na nossa língua. Agora, esse conteúdo não pode chegar na sala de aula de qualquer forma. Isso tem que ser planejado porque essa linguagem ainda é considerada um desvio da norma padrão”, salienta a profissional.

Em vestibulares, como Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a professora explica que a correção da redação está submetida à norma padrão da Língua Portuguesa. Nesse caso, a linguagem neutra ainda é vista como desvio de linguagem, um vício da norma padrão, e tratando-se de uma prova o aluno está submetido às normas padrões da língua.

“Pode ser que o aluno perca ponto por usar a linguagem neutra no Enem. A penalização de cada competência acontece de 40 em 40 pontos, então você vai de 0 a 200 para cada competência e vai somando de acordo com a qualidade textual em relação a essas competências. Na dúvida, é melhor não arriscar”, defende a professora.

Linguagem neutra e linguagem inclusiva

“Elu”, “ile”, “amigue”, “namorade” e “todxs”. Se em algum momento você passar por termos como esse, a intenção da mensagem é incluir todos os públicos através da linguagem neutra, mais utilizada por pessoas da comunidade LGBTQIA+, em especial, as que identificam com o gênero neutro ou não-binário – ou seja, pessoas que não se sentem representadas por estereótipos do gênero masculino ou feminino. Não há, então, uma “binariedade”, podendo transitar entre ambas as expressões e identidade de gênero. Há quem se sente bem e atende tanto pelos pronomes femininos ou masculinos e há quem defenda adaptação da língua portuguesa.

Já a linguagem inclusiva não tem como finalidade a modificação das palavras. A intenção aqui é eliminar traços sexistas na comunicação. Um exemplo disso é quando o gênero masculino é considerado o correto para identificar um determinado grupo, mesmo ele sendo também composto por mulheres. É comum nesses casos se falar, como por exemplo, “boa noite a todos e a todas”.

A linguagem inclusiva também pode ser feita a partir da inclusão de termos que se refiram à coletividade, como aponta o portal Politize!.

  • Por exemplo: usar “a juventude” ao invés de “os jovens”, “pessoas beneficiárias” ao invés de “beneficiários”, “diretoria” ao invés de “os diretores”, etc.
  • Escolher substantivos que representam instituições ao invés de indivíduos: “classe política” ao invés de “os políticos”, “população indígena” ao invés de “os índios”, “poder judiciário” ao invés de “os juízes”, etc.
  • Reformular tempos verbais para que as frases sejam mais inclusivas e menos sexistas: “se tiver uma melhor formação, a polícia será menos racista” ao invés de “se os policiais tivessem uma formação melhor, o racismo diminuiria”, etc.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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Evento beneficente promovido pela Embaixada do Gabão reúne cerca de 600 pessoas em Brasília 

Em um evento realizado com fins de doacão para causas sociais, a Embaixada do Gabão em Brasília, promoveu no dia 25 de junho, a “Feijoada do Bem”. Participaram do evento, empresários, jornalistas, grupos de associacões com trabalho importante nas causas sociais em Brasília e muitos embaixadores e representantes do corpo diplomático.

Os idealizadores do evento foram o Embaixador do Gabão no Brasil, Jacques Michel Moudoute-Bell e a Embaixatriz, Presidente do Grupo Amigos do Gabão e Coordenadora da Ação Social da Embaixada, Julie-Pascale Moudoute-Bell, com o apoio de vários parceiros. A instituicao beneficiada que cuida de pessoas em estado de vulnerabilidade é Associação Padre Júlio Negrizzolo – APJN

Embaixador de Cabo Verde, esposa e Embaixadora do Vietna com os anfitriões da Festa

O evento aconteceu na ASBAC, em Brasília e reuniu cerca de 600 convidados que adquiririam os convites e puderam também participar de vários sorteios com brindes doados por parceiros para ajudar na organizacao do evento.

Embaixatriz do Gabão Julie e patroneses do evento.

O Gabão

O país pertence ao continente africano, mais especificamente à África Central, e tem como capital a cidade de Libreville. A língua oficial é a francesa, e a região é reconhecida principalmente pelo famoso Parque Nacional Loango, de Akanda, e o de Lopé, além das festividades e ânimo de seu povo — alegria que compartilha com o Brasil em sua cultura.

Embaixador do Gabão no Brasil, Jacques Michel Moudoute-Bell e a Embaixatriz, Presidente do Grupo Amigos do Gabão e Coordenadora da Ação Social da Embaixada, Julie-Pascale Moudoute-Bell 
Recepcionistas voluntárias vestidas a carater
Padre agradece pelo apoio á associacao Júlio Negrizzolo
Representantes do Corpo diplomático em Brasília
Embaixatriz Julie a Colunista Social Jane Godoy e amigas 
Grupo de voluntários da Associaçao Padre Júlio Negrizzolo
Jornalistas da Abrajinter 

A festa foi bem animada, além da feijoada, os amigos do Gabão puderam desfrutar de muita diversão, 

Fonte: Fabiana Ceyhan brasiliainfoco

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Embaixada da Coreia realiza grande concerto em Brasília

Fabiana Ceyhan

Em comemoração aos 200 anos de independência e aos 60 anos da UnB, a Embaixada da Coreia do Sul, organizou um grande concerto na UnB com um público de mais de 600 pessoas.

A Orquestra de Brasília recebeu duas convidadas sul- coreanas para o espetáculo. A soprano Yae-Eun Christina Seo que trabalha em Paris e veio ao Brasil pela primeira vez e a violinista Hyu-Kyung Jung

O resultado da interação cultural foi um sucesso aplaudido de pé por todos os presentes, entre eles estudantes, jornalistas, professores e intelectuais.

O Embaixador Lim ki Mo abriu o evento parabenizando o Brasil e falando da importância das relações bilaterais entre os países.

Após o concerto, um show de uma banda brasileira e um jantar com comidas típicas da Coreia foi servido aos convidados e o Embaixador cantou música sertaneja e entreteu os convidados

A organização do Evento foi da BRK eventos e Buffet

Fonte: Fabiana Ceyhan-brasiliainfoco

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