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A Arte de Viralizar

O novo luxo do marketing: por que a cultura do Nordeste é a aposta para 2026

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Você também sente que boa parte da publicidade hoje parece igual? Vídeos perfeitos demais, falas ensaiadas, rostos impecáveis e mensagens que poderiam ter sido feitas por qualquer marca, em qualquer lugar do mundo. Em meio à explosão da Inteligência Artificial e da automação criativa, talvez o verdadeiro luxo do marketing esteja justamente no oposto: aquilo que é humano, imperfeito e carregado de identidade.

Enquanto o mercado global discute limites e regulamentações para o uso da IA, a Viraliza, maior agência de marketing de influência do Nordeste, decidiu olhar para outro caminho ao pensar em 2026. Em vez de apostar apenas na tecnologia, a agência colocou no centro da estratégia algo que nenhuma máquina consegue replicar por completo: a cultura regional. E não é por romantismo, é por resultado. Conteúdos ancorados em identidade cultural chegam a converter até 70% mais do que produções com estética globalizada e genérica.

O raciocínio é simples. Vivemos a era da “perfeição artificial”. Quando tudo é polido demais, o que realmente chama atenção é o que soa verdadeiro. O Nordeste, com sua diversidade cultural, humor próprio, sotaques e referências locais, tornou-se um dos maiores pólos criativos do país. Existe ali uma linguagem que a tecnologia ainda não alcança com profundidade, porque não se aprende vivência em banco de dados.

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Vale deixar claro: não se trata de vídeos amadores ou de conteúdo improvisado. Estamos falando de produções de alto nível, pensadas estrategicamente, mas que preservam o DNA nordestino,  o jeito de falar, de contar histórias e de fazer humor. Esse tipo de narrativa gera algo raro no marketing atual: identificação real. Aquela sensação de “isso é pra mim”, que nenhuma IA, sozinha, consegue entregar.

Essa discussão ganha ainda mais peso quando olhamos para os números. A Creator Economy deve movimentar US$ 480 bilhões até 2027, segundo o Goldman Sachs. Com tanta gente disputando atenção, ser apenas mais um criador genérico deixa de ser vantagem.E há um motivo claro para isso. A IA pode até criar influenciadores virtuais com imagem impecável e dicção perfeita, mas não consegue reproduzir vivência. Não faz a piada que só quem cresceu no sertão entende, não conta uma história capaz de conectar Recife a São Paulo com naturalidade. Os grandes criadores nordestinos não vendem apenas mídia; eles vendem pertencimento. E pertencimento, hoje, é ativo raro.

O comportamento do consumidor confirma essa virada. O Edelman Trust Barometer mostra que 63% das pessoas confiam mais em influenciadores do que nas próprias marcas. Ao mesmo tempo, cresce o cansaço com conteúdos artificiais, repetidos e produzidos em massa. É nesse espaço que surge o conceito de IGC (Identity Generated Content), defendido pela Viraliza, em contraste com o tradicional UGC. Aqui, identidade vem antes do formato. O público consome como entretenimento, não como propaganda.

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Esse movimento também dialoga com uma tendência global: o crescimento do conteúdo multilocal, que nasce em um território específico, mas conversa com o país inteiro. O que é profundamente local, paradoxalmente, torna-se mais universal.

Nada disso significa rejeitar a Inteligência Artificial. Ir contra a IA não faz sentido. Ela já é parte do mercado e deve ser usada como aliada. O ponto central é o equilíbrio. A tecnologia pode escalar, otimizar e agilizar. Mas o coração das ideias continua sendo humano, feito de vivência, cultura e criatividade.

Talvez o grande aprendizado para os próximos anos seja esse: em um mundo cada vez mais automatizado, o que realmente diferencia marcas não é parecer perfeito, mas parecer real. E, nesse cenário, a cultura do Nordeste deixa de ser apenas regional para se tornar o novo luxo do marketing.

 

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Lucas Guedez no ‘Dança dos Famosos’ consolida a estratégia da Viraliza para a TV aberta

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Com o influenciador no Domingão com Huck, agência repete o case de sucesso de Alvaro e valida a migração do digital para o horário nobre como pilar de branding para marcas e emissoras.

 

A confirmação do criador de conteúdo Lucas Guedez na nova temporada do Dança dos Famosos, quadro do Domingão com Huck (TV Globo), reforça uma tendência que deixou de ser experimental para se tornar estratégica: a ocupação do horário nobre por grandes nomes da creator economy. A movimentação repete o modelo adotado na edição anterior com Alvaro, ambos representados pela Viraliza Entretenimento.

 

Para além de alcançar o público jovem e nativo digital — universo em que Guedez acumula mais de 10 milhões de seguidores —, a presença desses nomes atende à necessidade da TV aberta de criar conversação em segunda tela e rejuvenescer sua base de telespectadores.

 

Gestão de carreira e valor de marca

 

Por trás das negociações e do planejamento de transição das telas dos smartphones para o canal aberto está a Viraliza. Igor Beltrão, cofundador e diretor artístico da agência, destaca que a entrada de nomes como Alvaro e Lucas em atrações de grande apelo publicitário faz parte de uma visão estratégica de longo prazo para os agenciados. “O nosso papel na Viraliza é enxergar o influenciador além das métricas do digital e preparar uma gestão 360° para que ele ocupe espaços de grande alcance com autoridade. Quando o Alvaro esteve no Dança na edição anterior e agora com a entrada do Lucas Guedez, o mercado vê o resultado de um trabalho contínuo de posicionamento. A gente não busca apenas o pico de audiência passageiro do ‘viral’, mas sim dar essa virada estratégica na carreira do talento, transformando a audiência engajada da internet em um público fiel de TV e consolidando o artista como um nome multiplataforma”, explica Beltrão.

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Sinergia de Mídia: O ecossistema “Ganha-Ganha”

 

A integração entre a TV Globo e os criadores da Viraliza forma um ecossistema de alta atratividade para o mercado. Nessa parceria, a TV Globo contribui com seu inventário de grande alcance e relevância institucional, recebendo em troca o rejuvenescimento da audiência e a geração de tráfego em tempo real no ambiente digital. Complementarmente, os criadores da Viraliza entregam sua comunidade engajada, linguagem nativa e um alto volume de menções, obtendo como contrapartida a validação de massa e a atração de cotas de patrocínio corporativo. “A televisão ganha com o potencial de uma audiência jovem e hiperconectada. Já os nossos influenciadores encontram na Globo a oportunidade de furar a bolha, atingir marcas que só investem na mídia de massa e consagrar sua imagem perante toda a família brasileira”, conclui o executivo.

SOBRE A VIRALIZA ENTRETENIMENTO: A Viraliza é a maior agência de marketing de influência do Nordeste. Atua desde 2017 com influenciadores principalmente da área de humor, e iniciou em 2024 uma forte ampliação para atender influencers não exclusivos e também relacionados aos segmentos de moda, fitness e culinária de todo o Brasil. Seu principal diferencial é sua abordagem 360 única e humanizada. A agência não vê os influenciadores apenas como veículos de marketing, mas como artistas em potencial. Por isso, oferece suporte integral para que os influencers possam desenvolver suas habilidades e alcançar sucesso sustentável. O alcance direto atual da Viraliza ultrapassa 100 milhões de seguidores em diversas plataformas, o que reforça sua liderança em engajar e influenciar um público diversificado em todo o digital. Um de seus  sócios é também um dos maiores cases de sucesso da agência: o Álvaro (@alvxaro), um dos maiores influenciadores do Brasil no segmento de humor, e que atualmente colabora com marcas de renome mundial como Havaianas, Coca-Cola, Disney e Itaipava.

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