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3º Fórum Planeta Campo 2023 será quinta em São Paulo

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No dia 9 de novembro, na cidade de São Paulo, será realziado o 3º Fórum Planeta Campo 2023. Este evento reunirá autoridades, líderes do setor agropecuário, representantes da academia e da sociedade civil em torno de seis painéis temáticos.

Dentre os tópicos abordados, destacam-se o mercado de carbono, bioinsumos, certificações, métricas, relações internacionais e interações com os consumidores, com o objetivo de buscar soluções e políticas públicas que melhorem a posição do Brasil nas discussões sobre sustentabilidade no campo.

O evento se inicia com uma visão geral sobre os desafios e oportunidades enfrentados pelo setor na trajetória em direção à sustentabilidade. Em seguida, o fórum se integra à agenda da COP28, a conferência mundial que ocorrerá no final deste mês, em Dubai.

Os painéis abordarão temas como certificações, métricas para avaliação das emissões do agronegócio e as barreiras comerciais no contexto das “Novas Regras do Jogo: Problemas ou Oportunidades para o Agro”. A tendência global de instituições financeiras em apoiar práticas sustentáveis com incentivos financeiros e fiscais também será discutida em um dos painéis.

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Além disso, o evento analisará o mercado de créditos de carbono e sua regulamentação, bem como as soluções biológicas na produção agrícola. O último painel será dedicado a explorar os desafios de comunicar a sustentabilidade no agronegócio para os segmentos B2B (business-to-business) e B2C (business-to-consumer).

O encerramento do fórum incluirá a cerimônia de premiação da segunda edição do Prêmio Planeta Campo, que reconhece práticas sustentáveis na agricultura, pecuária e agroindústria, enfatizando resultados ambientais, sociais e econômicos positivos. Este ano, mais de 100 projetos foram inscritos, e serão premiados três agricultores e três pecuaristas de diferentes portes, juntamente com uma agroindústria.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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