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Tecnologia brasileira reduz em 50% os custos com troca de óleo em máquinas agrícolas

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Uma nova tecnologia desenvolvida pela Ultra Clean Brasil promete revolucionar o setor agrícola ao proporcionar 50% de economia na troca de óleo das máquinas. Trata-se do UC System, um sistema de limpeza a seco que remove 100% da sujeira das mangueiras hidráulicas em menos de um segundo.

Projétil tecnológico substitui métodos convencionais

Diferente das soluções tradicionais, que utilizam espumas comuns, o UC System adota um projétil tecnológico exclusivo que realiza a limpeza de forma extremamente rápida e eficiente, sem a necessidade de líquidos ou longos processos.

Redução de danos e aumento da eficiência

Segundo Bruno Ract, diretor de marketing da Ultra Clean Brasil, a tecnologia atua na remoção de sujidades e partículas contaminantes que ficam presas nas mangueiras hidráulicas. Essas impurezas são responsáveis por diversos problemas no sistema hidráulico das máquinas, como:

  • Quebra de componentes
  • Paradas não programadas
  • Queda de até 20% na eficiência operacional
  • Troca prematura do óleo

Com o sistema limpo, é possível dobrar a vida útil do óleo hidráulico, gerando economia direta para o produtor rural.

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Exclusividade na limpeza profunda

O diferencial da tecnologia está na fórmula exclusiva do projétil, que combina densidade e porosidade ideais para alcançar até mesmo a sujeira impregnada nas paredes internas das mangueiras.

“Graças ao tempo de desenvolvimento e aprimoramento da tecnologia, o UC System é hoje a única solução no mercado capaz de remover de forma completa a contaminação nas mangueiras hidráulicas de máquinas agrícolas”, destaca Ract.

Com essa inovação, a Ultra Clean Brasil contribui para aumentar a eficiência e reduzir custos de manutenção na rotina do campo, oferecendo uma solução prática e de alto desempenho para os desafios da agricultura moderna.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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