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“Virtuosas”, longa estrelado por Bruna Linzmeyer e Maria Galant que explora o universo das mulheres ultraconservadoras, estreia nesta quinta, 24

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Premiado no programa Goes to Cannes 2025 e na Mostra SP, trama que mistura terror social e humor ácido chega a cinemas de norte a sul do país, incluindo Florianópolis, Rio de Janeiro, Palmas, São Paulo, João Pessoa, Brasília, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte e Salvador

 

Terror social e humor ácido se encontram em uma trama que explora o universo de mulheres ultraconservadoras no filme “Virtuosas”, que estreia nesta quinta-feira, 24 de setembro, em quase 20 cidades de norte a sul do Brasil: Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Niterói, Palmas, Penedo, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. Dirigido por Cíntia Domit Bittar e protagonizado por Maria Galant e Bruna Linzmeyer, o longa leva para as telonas um retiro VIP para mulheres que se autodefinem como “virtuosas” segundo a própria interpretação de uma passagem bíblica (Provérbios 31), dialogando com o conceito contemporâneo das tradwives.
Lideradas por Virgínia Heinzel (Linzmeyer), uma coach que tem como foco o público feminino conservador e que prega sobre os valores da chamada “mulher virtuosa”, Germina (Maria Galant), Lorena (Juliana Lourenção), Bárbara (Sarah Motta) e Gorete (Brisa Marques) iniciam uma jornada em busca de suas melhores versões, mas se deparam rapidamente com crescente desconforto e tensão, sendo levadas a novos extremos. O filme conta com participação especial de Gabriel Godoy e ainda integram o elenco Nenê Borges e Fernando Bispo.
 
“O desejo de trabalhar o terror nesse contexto temático nasceu de um misto de fascínio e medo (pavor?) genuíno que sinto, como mulher feminista, do retrocesso, do negacionismo e do fundamentalismo religioso. Não há intenção de exagerar ou ridicularizar nenhuma situação e é importante dizer que boa parte do que pode soar como exagero no filme não é invenção nem distorção, e sim vem de uma pesquisa extensa em contextos reais, com falas quase reproduzidas do que foi observado,” afirma a diretora Cíntia Domit Bittar.
Antes de chegar aos cinemas, o longa foi premiado no programa Goes to Cannes 2025, uma vitrine de filmes inéditos ou em pós-produção realizada pelo Marché du Film do Festival de Cannes, que recebeu 25 títulos de 5 países. O longa também participou da Première Brasil do 27º Festival do Rio, e venceu o Prêmio Netflix na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
 
“Virtuosas” tem produção da Novelo Filmes em coprodução com a Olhar Filmes, que assina a distribuição com a Filmes do Estação e produção associada da Cajamanga. O projeto foi viabilizado com recursos do edital Prêmio Catarinense de Cinema, da Lei Paulo Gustavo e do FSA.
 
SINOPSE
Um retiro VIP promete aperfeiçoar mulheres em busca de sua melhor versão, sob as regras de uma fé que não admite falhas. Mas essa jornada virtuosa acaba se revelando absurda e perigosa.
 Ficha Técnica:
“Virtuosas” (Dir. Cíntia Domit Bittar / Ficção / 86’ / Brasil / 2025) 
Roteiro: Cíntia Domit Bittar e Fernanda de Capua
Elenco: Bruna Linzmeyer, Juliana Lourenção, Maria Galant, Sarah Motta, Brisa Marques
Empresa Produtora: Novelo Filmes
Produção: Ana Paula Mendes, Cíntia Domit Bittar
Coprodução: Olhar Filmes
Produção Associada: Cajamanga
Direção de Fotografia: Gabriel Rinaldi
Montagem: Cíntia Domit Bittar
Direção de Arte: Dicezar Leandro
Figurino: César Martins
Som: Daniel Becker (Som direto), Tiago Bello (Desenho de Som e Mixagem)
Música: Pedro Santiago, Daniel Becker
Distribuição: Olhar Filmes e Filmes do Estação
Sobre a Novelo Filmes – Criada em 2010, a Novelo Filmes é uma produtora audiovisual liderada por mulheres e sediada em Florianópolis, Santa Catarina. Ao longo dos anos, pela constante circulação de distintas obras autorais em festivais de cinema no Brasil e no exterior, se consolidou como uma referência no sul do país e, em especial, no estado catarinense. A Novelo Filmes trouxe prêmios inéditos para Santa Catarina, como o de Melhor Curta no Festival do Rio (“Qual Queijo Você Quer?, 2011); Melhor Curta no Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias (“Baile”, 2019); Prix CCAS du court-métrage – Prix des Électriciens Gaziers no Festival CINÉLATINO – Rencontres de Toulouse (“Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim” 2018), entre outros. Dois de seus curtas já foram finalistas do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Nonna e Baile, sendo que este ainda foi qualificado ao Oscar 2021. No primeiro semestre de 2025, a produtora exibiu a série documental “Quero ser Veg”, na TV Brasil e em agosto deste ano produziu o telefilme “Um Dia Extraordinário”, em coprodução com a Globo Filmes, que alcançou mais de 17,3 milhões de pessoas na Tela Quente da TV Globo.
Seu primeiro longa-metragem de ficção, Virtuosas, estreou na Première Brasil do Festival do Rio 2025 e foi selecionado para a 49ª Mostra de SP. Para além de desenvolver e produzir filmes de ficção e documentário com sólida carreira em festivais e licenciados para canais de televisão como Canal Brasil, Canal Curta, NBC Itália, Arte 1, France TV, History Channel, entre outras, a Novelo Filmes também realiza ações formativas, a exemplo do selo “Novelo Encontros”, que já trouxe para Florianópolis diversas palestras e oficinas práticas de temas inerentes ao fazer audiovisual.
 
Sobre a diretora Cíntia Domit Bittar – Cíntia Domit Bittar cresceu em Caçador, interior de Santa Catarina, e formou-se em Cinema (UNISUL, 2004-2007). Frequentemente, desempenha as funções de roteiro, direção e montagem em suas obras, sendo o longa-metragem “VIRTUOSAS” seu primeiro longa de ficção, com lançamento nos cinemas em Setembro de 2026. Cíntia está com três outros longas em pós-produção: o documentário “GUGIE” e as ficções de terror “CASARÃO” e “RECANTO”. No início de 2026, o telefilme “UM DIA EXTRAORDINÁRIO”, também de sua autoria, alcançou mais de 17,3 milhões de pessoas na Tela Quente da TV Globo. O marco inicial de sua carreira como diretora profissional se deu em  2011, quando seu  primeiro trabalho  venceu como Melhor Curta no Festival do Rio. Desde então, a cineasta tem forte presença em festivais nacionais e internacionais, com curtas de ficção e documentário. BAILE, sua ficção curta mais recente, foi qualificada ao Oscar 2021, ao vencer como melhor curta no 60º FICCI. Atuante na política audiovisual, é Membra do Conselho Superior do Cinema / MinC (2023-2027), Membra do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (2026-2028), vice-presidente do Santacine – Sindicato da Indústria Audiovisual de Santa Catarina e integrante do + Mulheres Lideranças do Audiovisual Brasileiro. Integrou a chapa fundadora da API – Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro, onde esteve na diretoria por três mandatos (2019 – 2024).
 
Sobre a Olhar Filmes – A Olhar Filmes é uma distribuidora e produtora de obras independentes focada na diversidade do audiovisual nacional e estrangeiro. Desde a sua fundação, em 2017, na cidade de Curitiba, lançou mais de 40 obras no mercado brasileiro e tem se consolidado como uma distribuidora especializada no lançamento de filmes LGBTQIAPN+ e com causas, principalmente, títulos voltados ao público jovem. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é Político” de Alice Riff, “Nóis por Nóis” de Aly Muritiba e Jandir Santin, “Ferrugem” de Aly Muritiba, “Os Primeiros Soldados” de Rodrigo de Oliveira, “Alice Júnior” de Gil Baroni, “Meu Nome é Daniel” e “Assexybilidade” de Daniel Gonçalves, “Vento Seco” de Daniel Nolasco, “A Mesma Parte de Um Homem” de Ana Johann, “UÝRA, A Retoma da Floresta” de Juliana Curi, “Rafiki” da diretora queniana Wanuri Kahiu, “Praia Formosa” de Julia De Simone, “O Silêncio das Ostras” de Marcos Pimentel, “Apenas Coisas Boas” de Daniel Nolasco, e “Herança de Narcisa”, de Clarissa Appelt e Daniel Dias.
Sobre a Filmes do Estação – A distribuidora do Grupo Estação, a Filmes do Estação foi fundada em 1990 e  é responsável por inúmeros lançamentos de filmes independentes, brasileiros e internacionais de sucesso de público e crítica, com mais de 300 títulos lançados e relançamento de diversas coleções de clássicos.
Em 2024, três dos seus lançamentos fizeram parte das listas de melhores do ano: o documentário francês “Orlando, Minha Biografia Política”, de Paul B. Preciado; “O Diabo na Rua no Meio do Redemunho”, de Bia Lessa; e “Malu”, de Pedro Freire, premiado por Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante (Carol Duarte e Juliana Carneiro da Cunha) no Festival do Rio e com três prêmios no Grande Otelo 2025, oferecido pela Academia Brasileira de Cinema, sendo de Melhor Primeira Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Atriz Coadjuvante para Juliana Carneiro da Cunha.
No primeiro semestre de 2025, lançou 15 filmes internacionais, com destaque para o indiano “Sempre Garotas”, da diretora Suchi Talati, vencedor do Prêmio do Público de Melhor Filme e do Prêmio Especial do Júri de Melhor Atriz no Festival Sundance de 2024; e para o mais recente filme do renomado diretor Costa-Gavras, “Uma Bela Vida”, uma delicada e iluminadora reflexão sobre o fim da  vida,  que já ultrapassou 35.000 espectadores. Entre os clássicos, começou com “Em Busca do Ouro”, de Charlie Chaplin, e agora retoma seu projeto de coleções com a recém-lançada mostra Truffaut Por Completo, assim como o lançamento da coleção Agnès Varda ainda em 2025.
Para 2026, a Filmes do Estação prepara o lançamento de grandes títulos, como o “As Vitrines”, novo longa da diretora e roteirista Flavia Castro; “A Cronologia da Água”, primeira direção de Kristen Stewart, que estreou na Mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes; e o longa documental Palestino “Put Your Soul in Your Hand and Walk”, que estreou na Mostra ACID Cannes. A distribuidora possui diversas parcerias com projetos ainda em fase de desenvolvimento, de forma a pensar estratégias de lançamento dos filmes desde o seu início. Mais informações nos perfis do Instagram e TikTok: @filmesdoestacao.

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Da autoajuda à misoginia: como comunidades digitais transforma frustrações masculinas em ressentimento e audiência

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Especialista em Ciências Sociais explica como a chamada ‘machosfera’ explora solidão e insegurança de jovens, enquanto algoritmos e modelos de monetização potencializam discursos extremos

 

Uma busca por mais autoestima, disciplina ou confiança pode ser o ponto de partida para jovens que acabam entrando em comunidades digitais associadas à chamada ‘machosfera’. O fenômeno reúne grupos e influenciadores que discutem masculinidade, relacionamentos e gênero e, segundo o professor Lucas de Souza, dos cursos de Ciências Sociais da UNIASSELVI, pode transformar experiências como solidão, rejeição e insegurança em discursos de ressentimento contra mulheres.

A machosfera reúne grupos distintos, como comunidades chamadas ‘Red Pill’, ‘MGTOW’ e ‘incels’, que apresentam interpretações específicas sobre as relações entre homens e mulheres. Para o professor, o principal elemento que aproxima essas comunidades não é simplesmente o fato de reunirem homens solteiros ou insatisfeitos com relacionamentos, mas a construção de uma explicação específica para as frustrações vividas por seus integrantes.

“O ponto principal é a produção de uma interpretação distorcida da masculinidade e das relações de gênero. Esses discursos transformam experiências muito complexas, como a solidão, rejeição, insegurança, dificuldade econômica, ausência de vínculos e sensação de fracasso, em narrativas onde existe um culpado bem definido: as mulheres e as transformações nas relações de gênero”, explica.

Lucas destaca que essa lógica pode ser especialmente atraente para jovens que sentem não corresponder às expectativas associadas à masculinidade. Desde cedo, meninos são ensinados a serem fortes, seguros, bem-sucedidos, sexualmente competentes e emocionalmente controlados. Quando percebem que não conseguem atingir esse modelo, podem interpretar uma dificuldade específica como um fracasso da própria identidade.

“Quando esse jovem fracassa diante dessas expectativas, ele pode sentir que não está apenas fracassando em uma situação específica, ele pode, e geralmente vai sentir, que está fracassando enquanto homem”, afirma.

É nesse momento, segundo o professor, que essas comunidades oferecem pertencimento e uma explicação aparentemente simples para problemas complexos. “A machosfera vai oferecer uma saída que é perversa. Porque ela diz: ‘você continua sendo um homem legítimo: o problema são as mulheres, o feminismo, os homens considerados superiores, a sociedade’. Ou seja, o indivíduo não é o problema, mas sim todo um sistema que está impedindo ele de conseguir aquilo que ‘merece’. A frustração é real, mas a explicação oferecida é, no mínimo, distorcida. E o pior: esse discurso é, ao mesmo tempo, simplista e sedutor”, diz.

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Autoajuda e radicalização

Esse processo pode ser ampliado pelos algoritmos das plataformas digitais, o que, segundo o professor da UNIASSELVI, é um dos aspectos mais preocupantes. “É preocupante não porque o algoritmo tenha necessariamente a intenção de produzir alguém misógino, mas porque sistemas de recomendação tendem a aprender aquilo que mantém a atenção das pessoas. O jovem pode começar assistindo a um vídeo sobre academia ou confiança. Depois recebe conteúdo sobre ‘como ser mais atraente’. Em seguida aparece uma explicação sobre ‘homens de alto valor’. Depois vem a ideia de que ‘as mulheres só procuram determinados homens’. E assim vão surgindo conteúdos cada vez mais agressivos, que podem parecer apenas uma continuação lógica daquilo que ele já estava assistindo, mas não são”, afirma.

Outro problema acontece quando frustrações passam a ser explicadas por teorias que tratam as mulheres como um grupo homogêneo. “Alguns desses grupos deixam de perceber as mulheres como pessoas com história, desejos, contradições e demais características próprias de cada indivíduo, e passam a serem percebidas como uma categoria previsível, que seguem ‘regras universais’, como a ideia de que elas estariam sempre procurando homens mais ricos, mais fortes, mais altos, mais desejáveis ou socialmente superiores. Assim, os homens aprendem a avaliar permanentemente se são suficientemente fortes, desejáveis, competentes, viris ou bem-sucedidos. A machosfera captura justamente essa insegurança e transforma ela em uma espécie de vigilância permanente sobre as mulheres e sobre si próprio”, explica.

Lucas destaca que existe uma contradição importante nessa lógica. “Um discurso que promete libertar o homem daquilo que ele chama de ‘dominação feminina’ pode produzir justamente mais controle, mais desconfiança e mais ansiedade. O homem passa a entrar na relação não para conhecer aquela mulher concreta, mas para descobrir se ela corresponde àquilo que a teoria disse que ela seria. Então não há uma experiência real, só uma confirmação do que ele, previamente, já esperava”.

Por isso, segundo ele, a responsabilidade por essa desconfiança não pode ser colocada sobre as mulheres. “Não cabe às mulheres provar constantemente que não são aquilo que a machosfera diz que elas são. Quem precisa rever essa lógica são os homens que estão sendo ensinados a interpretar qualquer frustração afetiva como confirmação de uma ‘teoria geral sobre as mulheres’”, ressalta.

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Educação antes da radicalização

Para o professor, enfrentar esse fenômeno exige mais do que retirar jovens desses espaços depois que eles já foram influenciados. A escola precisa participar da formação sobre masculinidade, relações de gênero, afetividade e letramento digital.

A proposta, segundo Lucas, não é estabelecer um novo modelo obrigatório de masculinidade, mas ampliar as possibilidades para que os meninos não associem seu valor exclusivamente à força, ao sucesso, ao controle emocional ou à conquista sexual. Arte, literatura, cinema, esporte e outros espaços de convivência também podem ajudar a oferecer repertórios e formas de pertencimento diferentes das encontradas em comunidades baseadas no ressentimento.

“A questão não é simplesmente retirar o jovem desses círculos. É oferecer outras formas de pertencimento, outras formas de aprender o que pode significar ser homem, porque existem formas de exercer a masculinidade que não passam por essa construção quase utópica. Se o único lugar onde ele encontra reconhecimento é uma comunidade que transforma a dor dele em ódio, nós não podemos nos surpreender quando esse ódio se torna identidade. Precisamos oferecer outros lugares onde eles possam pertencer, falar, criar, ler, assistir a filmes, fazer música, praticar esportes, conversar e, principalmente, descobrir que não existe uma maneira única de ser homem”, conclui.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

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