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Imersão SMY nos EUA discute crescimento no YouTube

Empresários participaram da imersão promovida por João Adolfo nos Estados Unidos, com foco em estratégias de crescimento, produção de conteúdo e monetização no YouTube.

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Imersão SMY nos EUA discute crescimento no YouTube

Promovida pelo especialista em criação e desenvolvimento de canais no YouTube, João Adolfo de Souza, a edição internacional da Imersão SMY ocorreu em Orlando (EUA) no dia 1º de abril. O encontro reuniu empresários para discutir estratégias de crescimento no YouTube, com foco em visibilidade e autoridade. A proposta da imersão foi analisar a longevidade e a qualidade dos conteúdos na plataforma em comparação com outras redes sociais.

De acordo com João Adolfo, em plataformas como o Instagram, alguns formatos de conteúdo, como os stories, permanecem disponíveis por apenas 24 horas, enquanto vídeos no YouTube podem continuar gerando leads, autoridade e receita por longos períodos. Ele também destaca que a monetização em dólar ainda é pouco explorada por empreendedores brasileiros.

"O insight mais interessante foi perceber que o YouTube não atrai qualquer pessoa: ele atrai pessoas que estavam ativamente buscando uma solução. Isso muda o jogo comercial de qualquer negócio", analisa.

Sobre a escolha do local, a realização do evento nos Estados Unidos foi estratégica. Por se tratar de uma plataforma global, promover o encontro no país reforça a dimensão internacional do YouTube.

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Além disso, o especialista ressalta que o mercado norte-americano ocupa posição central no empreendedorismo digital e avalia que a vivência nesse ambiente pode contribuir para mudanças de perspectiva entre os participantes.

Abordagem estratégica e aplicação prática

João Adolfo de Souza compartilha que, durante o evento, o YouTube foi trabalhado de forma ampla e sistêmica, desde o posicionamento estratégico do canal até sua monetização e integração ao negócio do empreendedor.

A imersão abordou diferentes pilares da plataforma, como definição de nicho, estratégia de conteúdo, cronograma de publicação, SEO, crescimento de audiência e conversão em receita.

"Não ensinamos YouTube isolado do negócio. Ensinamos como o YouTube se torna o maior ativo de aquisição de clientes que uma empresa pode ter. Cada pilar trabalhado na imersão foi pensado para gerar resultado prático, não teoria", afirma.

"Além disso, o tempo de vídeo cria profundidade de relacionamento. Em 10, 20, 30 minutos de conteúdo, o lead já te conhece, já confia em você, já te vê como autoridade. Isso reduz o ciclo de vendas e eleva o ticket que o cliente está disposto a pagar", detalha.

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Expansão do modelo de negócio

Recentemente, João Adolfo de Souza passou por uma transição de atuação como pessoa física para a criação da JA Educação, empresa que reúne seu ecossistema educacional. Segundo o executivo, uma das demandas atuais do mercado é por estruturas de ensino mais completas, com tecnologia, equipe especializada e acompanhamento contínuo.

Nesse contexto, ele informa que a criação da empresa buscou organizar e ampliar as iniciativas já desenvolvidas, oferecendo aos alunos acesso a um conjunto de recursos, como metodologia própria, ferramentas de inteligência artificial, mentoria e suporte.

O executivo acrescenta ainda que, em menos de dois anos e meio, consolidou sua atuação no segmento de YouTube no Brasil, período em que passou a gerenciar 21 canais ativos, que somam mais de 6,5 milhões de inscritos.

"Não ensinamos teoria, ensinamos o que está funcionando agora, com dados reais dos nossos próprios canais. Além disso, desenvolvemos uma plataforma de inteligência artificial brasileira específica para YouTube, o yTubeGênesis", conclui.

Para mais informações, basta acessar: https://ojoaoadolfooficial.com.br/

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Universidade Autônoma de Sinaloa (UAS) divulga estudo sobre os impactos econômicos positivos do projeto Pacifico Mexinol no norte de Sinaloa

O estudo, entre outros fatores, estima que, para cada emprego criado pela Pacifico Mexinol, são gerados, em média, oito empregos adicionais na economia em geral, e que o PIB do México aumentará em mais de US$ 2 bilhões durante a construção.

O estudo é o primeiro do gênero sobre impacto econômico em nível estadual no México, e sua metodologia pode ser replicada globalmente em outros setores e regiões.

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Como parte de um esforço conjunto contínuo entre os setores acadêmico e comercial, decorrente de um Acordo de Colaboração entre a Universidade Autônoma de Sinaloa (UAS) e a Pacifico Mexinol (uma subsidiária da Transition Industries) assinado em 2024, a UAS divulgou os resultados do estudo de efeitos econômicos da maior usina de metanol de ultrabaixo carbono do mundo, localizada perto de Topolobampo, Ahome, Sinaloa.

O projeto da Pacifico Mexinol está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, pois promove o uso de energia limpa, a reutilização de águas residuais tratadas e a mitigação das mudanças climáticas. Ele protege os ecossistemas locais e gerará milhares de empregos na região. Mais do que a construção de infraestrutura industrial, o projeto é um catalisador para o crescimento econômico do norte de Sinaloa e do México.

O estudo estimou os efeitos econômicos diretos e indiretos do investimento do projeto, considerando emprego, renda, valor agregado e bem-estar social. Também foram identificadas oportunidades de desenvolvimento regional e propostas estratégias para garantir a sustentabilidade do projeto e sua integração harmoniosa com o ambiente socioeconômico local.

O estudo estima que, durante os quatro anos de construção, o projeto gerará 4.500 empregos diretos e 660 indiretos por ano em Sinaloa e cerca de 8.000 empregos diretos e 4.000 indiretos em todo o país. Durante a fase de operação, que terá duração de 30 anos, a unidade terá aproximadamente 1.400 empregos diretos e indiretos anualmente de forma contínua.

O estudo também avalia aumentos totais de salários estimados em 3,3 bilhões de pesos em Sinaloa e 3,2 bilhões de pesos no restante do país; enquanto o PIB de Sinaloa poderia crescer 15 bilhões de pesos e o do restante do país 14 bilhões de pesos, totalizando quase 30 bilhões de pesos (2 bilhões de dólares) em nível nacional durante a construção.

O estudo da UAS não apenas mede os empregos diretos no setor, mas também estima como a renda de todos os setores crescerá com a construção da planta Pacifico Mexinol. Para cada emprego direto gerado durante a construção, outros seis são criados, e para cada emprego gerado durante a operação, outros 11 são criados.

O estudo foi conduzido pela UAS por meio da Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação, do Escritório de Transferência de Tecnologia e da Faculdade de Ciências Econômicas e Sociais, sob a liderança do Dr. Luis Armando Becerra Pérez, economista com vasta experiência em energia renovável e desenvolvimento sustentável.

“Acredito que o investimento estrangeiro deve complementar o investimento doméstico e, se quisermos desenvolver as regiões do México — neste caso, Sinaloa especificamente — precisamos que projetos desse tipo cheguem… e sejam avaliados com uma perspectiva de longo prazo. Se quisermos que nossas regiões avancem, se quisermos que nossos filhos e netos tenham maiores oportunidades de desenvolvimento, precisamos pensar com esse horizonte em mente. Distritos industriais ao redor do mundo não se desenvolvem sem que as pessoas se engajem e compartilhem uma visão de futuro”, afirmou o Dr. Becerra.

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De modo geral, o estudo é uma ferramenta essencial para garantir que o desenvolvimento industrial resulte em bem-estar compartilhado e crescimento equitativo.

“Ao identificar oportunidades de desenvolvimento local, necessidades sociais e riscos potenciais, o relatório contribui para a elaboração de estratégias que promovem a integração harmoniosa do projeto com seu entorno, no âmbito do Programa de Boa Vizinhança da Pacifico Mexinol e da Avaliação de Impacto Ambiental e Social (ESIA) do Projeto, alinhada à IFC, voltada para a inclusão econômica, a participação comunitária e o respeito aos direitos das populações locais”, afirma Karin Nunan, especialista reconhecida globalmente em Direitos Humanos e Questões Socioeconômicas e chefe global de Assuntos Corporativos da Transition Industries.

O estudo fornece dados que complementam e ajudam a visualizar a cadeia de valor econômico defendida pela Pacifico Mexinol há tempos por meio de seu Plano de Conteúdo Local, que exige que todos os contratados maximizem a contratação de mão de obra local primeiro no município de Ahome, depois em Sinaloa e, por fim, no México. O projeto tem como objetivo uma taxa de emprego nacional de 90% durante a construção e a operação.

A análise foi desenvolvida por meio de uma combinação de três abordagens complementares:

1) econometria estrutural, para modelar relações causais entre variáveis econômicas-chave;

2) aprendizado de máquina, para detectar padrões complexos em grandes volumes de dados e simular cenários futuros, e;

3) matriz de insumo-produto, para estimar os efeitos multiplicadores do projeto na economia regional.

Considerando que, antes deste estudo, os simuladores econômicos existiam apenas em nível nacional no México, a UAS colaborou com o Instituto Nacional de Estatística, Geografia e Informática (INEGI) para adaptar modelos e parâmetros ao contexto local, aumentando assim a precisão do estudo.

Sobre o Projeto

A Pacifico Mexinol foi concebida como uma instalação de última geração dentro do modelo Net Zero, com uma engenharia voltada para a eliminação da pegada de carbono do processo. Com um investimento superior a US$ 3,3 bilhões, o projeto busca transformar a produção de metanol — insumo essencial para a economia global — de maneira sustentável e competitiva.

Quando entrar em operação, a instalação produzirá 6.140 toneladas métricas de metanol verde e azul por dia, utilizando tecnologias de ponta, como a NX-AdWinMethanol Zero, baseada em insumos renováveis e ecologicamente corretos. Ela está localizada a aproximadamente 9 km do porto de Topolobampo e próxima ao gasoduto proveniente do Texas, nos Estados Unidos.

O projeto utilizará a infraestrutura existente no porto e incorporará uma solução inovadora de gestão hídrica, aproveitando as águas residuais da cidade de Los Mochis, que se tornarão uma fonte de receita para o município de Ahome. Dessa forma, elimina-se a pressão sobre o abastecimento de água doce normalmente gerada por novas empresas.

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A decisão da Mexinol de utilizar água residuária segundo o “tratar-usar-repor” impede que a planta concorra com outros usos do recurso e protege a Baía de Ohuira, pois não haverá descarte de efluentes.

A empresa também utilizará eletricidade proveniente de fontes renováveis por meio de CELs (Certificados de Energia Limpa), garantindo que seu consumo de eletricidade seja sustentável e cumprindo sua missão de aproveitar a tecnologia e a inovação para produzir metanol de forma segura e eficiente, ao mesmo tempo em que minimiza o impacto ambiental e participa ativamente da transição para um planeta com baixas emissões de carbono.

Sobre a Universidade Autônoma de Sinaloa (UAS)

A Universidade Autônoma de Sinaloa (a terceira maior universidade pública do país) é um espaço acadêmico, científico, tecnológico, esportivo e cultural no qual diversas expressões do pensamento universal coexistem harmoniosamente. O cultivo da ciência, da tecnologia e das humanidades se traduz em atividades acadêmicas cada vez mais vigorosas.

Por meio da Diretoria-Geral de Pesquisa e Pós-Graduação e do Escritório de Transferência de Tecnologia, vinculados a esta diretoria, a UAS busca proteger as invenções geradas na instituição e promover a transferência de conhecimento que contribua para o desenvolvimento econômico da região, do país e do mundo. Para informações adicionais, envie um e-mail para [email protected].

O Dr. Luis Armando Becerra Pérez é doutor em Economia pela Universidade Autônoma da Baixa Califórnia (UABC) e possui pós-doutorado em Energias Renováveis e Sustentabilidade. Ele é mestre em Economia pela UNAM e bacharel em Economia pela UAS. Atualmente, ele é professor e pesquisador em tempo integral na Faculdade de Ciências Econômicas e Sociais da UAS, além de ser membro do Sistema Nacional de Pesquisadores (SNI) no nível II. Seus estudos se concentram em bioenergia, economia ambiental e desenvolvimento sustentável, e ele possui publicações de destaque em revistas nacionais e internacionais. Ele realizou residências acadêmicas em universidades internacionais, como Yale e Harvard, bem como em instituições no Canadá, na Colômbia e no Brasil. Além disso, foi agraciado com o Prêmio de Jornalismo do Estado de Sinaloa.

Sobre a Transition Industries

A Transition Industries LLC, sediada em Houston, no Texas, desenvolve projetos de metanol e hidrogênio verdes em escala global, com zero emissões de carbono, na América do Norte, com o objetivo de combater as mudanças climáticas e promover a sustentabilidade ambiental e social. Para obter informações adicionais sobre a Pacifico Mexinol ou a Transition Industries, entre em contato pelo e-mail [email protected].

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Karin Nunan

Diretora Global de Relações Corporativas

[email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

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