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Falhas no ponto de venda comprometem experiência do shopper

A EVER Trade Marketing, referência em execução e inteligência no ponto de venda, analisou que a desconexão entre a comunicação da marca e a experiência do consumidor nas lojas pode comprometer a conversão e a fidelização. Rupturas, baixa visibilidade, informações de promoção pouco claras e falta de orientação são apontados como principais fatores que afetam a percepção do shopper.

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Falhas no ponto de venda comprometem experiência do shopper

Investimentos em comunicação, mídia e tecnologia podem perder eficiência quando a experiência encontrada pelo consumidor no ponto de venda (PDV) não corresponde à expectativa criada pela marca. Ruptura, baixa visibilidade, informações pouco claras sobre promoções e falta de orientação durante a jornada estão entre os fatores que podem interferir diretamente na percepção, na conversão e na fidelização do shopper.

A avaliação é da EVER Trade Marketing, referência em execução e inteligência no ponto de venda. Para a companhia, colocar o cliente no centro da estratégia exige atenção à forma como campanhas, lançamentos e propostas de valor chegam à loja e são percebidos no momento da decisão de compra.

"Uma marca pode construir uma estratégia consistente de comunicação e gerar interesse antes mesmo de o consumidor chegar à loja, mas o desafio é garantir que essa promessa seja reconhecida quando ele encontra o produto. Disponibilidade, exposição, preço e orientação precisam estar alinhados para que a experiência faça sentido ao longo de toda a jornada", afirma Julio Bastos, diretor-executivo comercial da EVER Trade Marketing.

Execução influencia a experiência do shopper

No ambiente físico, desvios aparentemente operacionais podem comprometer os resultados. Uma campanha pode aumentar a procura por uma linha de produtos, mas a ruptura impede a conversão, ou um lançamento pode chegar ao mercado com forte investimento em comunicação e apresentar baixa visibilidade na loja. Da mesma forma, uma promoção pode perder efetividade quando preço e condições não estão apresentados de maneira clara.

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Em categorias que demandam maior nível de informação, o preparo das equipes também influencia a decisão. Promotores, supervisores e profissionais de campo acompanham de perto dúvidas recorrentes, reação à exposição, produtos que despertam interesse e obstáculos encontrados durante a compra.

Segundo Bastos, essa proximidade produz informações que complementam os indicadores tradicionais de execução. "Quem está no campo identifica sinais que nem sempre aparecem imediatamente nos relatórios. Quando essa percepção é combinada a dados de cobertura, ruptura, disponibilidade e desempenho por loja, indústria e varejo ganham uma leitura mais completa para corrigir desvios e responder com maior agilidade às mudanças do shopper", explica.

Dados ajudam a definir prioridades no varejo

O avanço da tecnologia ampliou a capacidade de acompanhar a execução com maior nível de detalhe. Dados coletados no ponto de venda podem indicar, por exemplo, grupos de lojas com necessidade de maior frequência de visitas, regiões com problemas recorrentes de disponibilidade ou diferenças entre o mix definido para uma rede e o perfil de consumo local.

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Para a EVER, o valor dessas informações está na capacidade de orientar decisões sobre alocação de recursos, priorização de lojas, ajustes de rota e atuação das equipes.

"Monitorar indicadores é uma etapa importante, mas a informação precisa chegar à operação. A combinação entre análise, inteligência e leitura de campo permite direcionar esforços para os pontos de venda com maior potencial e ajustar a execução de acordo com a realidade encontrada em cada loja", acrescenta Bastos.

Na avaliação da EVER, aproximar marketing, comercial, trade e operação é um dos principais desafios para garantir consistência na experiência. Para o consumidor, ferramentas de BI, roteirização ou gestão operacional não são visíveis; o que ele percebe é se encontrou o produto, compreendeu a oferta e conseguiu concluir sua compra de forma satisfatória.

"A experiência do shopper é construída em diferentes pontos de contato. No varejo, ela também depende da qualidade com que a estratégia chega à loja e, por isso, colocar o cliente no centro exige coerência entre aquilo que a marca planeja, a forma como executa e aquilo que o consumidor efetivamente encontra durante sua jornada", conclui Julio Bastos.

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Quaise Energy selecionada para receber até US$ 25 milhões em apoio do Departamento de Energia dos EUA para avançar com a primeira usina geotérmica comercial de temperatura ultra-elevada do mundo

O Projeto Obsidian da Quaise — um Sistema Geotérmico Aprimorado (EGS) de temperatura ultra-elevada em escala comercial — foi selecionado para receber financiamento federal como parte de uma iniciativa de US$ 99 milhões do DOE para impulsionar o desenvolvimento de energia geotérmica em todos os Estados Unidos

Apoia a conclusão do primeiro conjunto de três poços no Projeto Obsidian, visando gerar mais de 25 megawatts de potência elétrica bruta

A equipe do projeto inclui o Pacific Northwest National Laboratory, o Lawrence Berkeley National Laboratory e a Oregon State University

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A Quaise Energy, desenvolvedora líder em energia geotérmica de temperatura ultra-elevada em escala industrial, anunciou hoje que foi selecionada pelo Departamento de Energia dos EUA (DOE) para receber até US$ 25 milhões em financiamento, no âmbito da oportunidade de financiamento para “Testes de Campo Geotérmicos de Próxima Geração e Caracterização e Confirmação de Recursos Geotérmicos”. Esse apoio aproxima os EUA da comercialização de Sistemas Geotérmicos Aprimorados (EGS) de temperatura ultra-elevada — uma tecnologia capaz de liberar energia limpa e firme a partir de rochas quentes situadas sob praticamente qualquer região do país.

O financiamento impulsionará o Projeto Obsidian, a primeira usina geotérmica comercial de temperatura ultra-elevada do mundo, localizada no centro do Oregon. Ele apoiará a análise dos resultados de perfuração, estimulação e fluxo dos dois primeiros poços, visando otimizar um terceiro poço no local do projeto. A configuração de três poços tem como alvo temperaturas médias de reservatório superiores a 300°C e foi projetada para demonstrar uma capacidade de geração de energia elétrica bruta superior a 25 megawatts. O financiamento do DOE também permitirá que a Quaise e seus parceiros de pesquisa coletem, analisem e compartilhem dados de campo provenientes da perfuração, estimulação e testes de fluxo, estabelecendo um modelo replicável para ajudar a viabilizar o desenvolvimento futuro de EGS.

“Este apoio do DOE é um reconhecimento do que estamos construindo na Quaise e do progresso que estamos alcançando no setor, incluindo o poço de confirmação que está sendo perfurado atualmente no Projeto Obsidian”, afirmou Carlos Araque, CEO e presidente da Quaise Energy. “Nossa ambição sempre foi tornar a energia geotérmica de temperatura ultra-elevada uma realidade comercial, e o Projeto Obsidian é onde concretizamos essa promessa pela primeira vez.”

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O Projeto Obsidian, atualmente em construção ao sul de Bend, Oregon, está localizado sobre um dos recursos geotérmicos mais extensivamente estudados dos Estados Unidos. Prevê-se que o projeto forneça energia à rede do Noroeste do Pacífico pela primeira vez em 2030, com potencial de expansão para até um gigawatt de eletricidade.

Os dados obtidos com esses três poços orientarão diretamente as perfurações subsequentes no local. Utilizando EGS e técnicas avançadas de perfuração, a Quaise planeja perfurar, no Projeto Obsidian, o poço mais quente do Hemisfério Ocidental, atingindo temperaturas superiores a 400°C — acima da faixa operacional dos atuais projetos geotérmicos comerciais. Espera-se que a primeira fase do projeto gere mais de 50 megawatts de energia elétrica até 2030.

O valor total do financiamento proposto pelo DOE está sujeito à conclusão das negociações do acordo. A equipe do projeto inclui especialistas do Pacific Northwest National Laboratory, do Lawrence Berkeley National Laboratory e da Oregon State University.

A seleção ocorre após a Quaise concluir, em agosto de 2026, uma rodada de financiamento Série B de US$ 180 milhões — liderada pela Nabors Industries e pela Prelude Ventures, com a participação da JERA Co., Inc. e da Idemitsu Kosan — destinada a financiar o Projeto Obsidian.

Sobre a Quaise Energy

A Quaise Energy está desbloqueando o calor profundo da Terra para fornecer energia limpa, confiável e de carga de base em larga escala — praticamente em qualquer lugar do mundo. Atuando tanto como inovadora tecnológica quanto como desenvolvedora de projetos, a Quaise cria e opera soluções que aproveitam a energia geotérmica superquente encontrada em grandes profundidades, possibilitando uma geração de energia capaz de rivalizar com a capacidade das usinas nucleares e de combustíveis fósseis mais eficientes da atualidade. Com sua tecnologia de perfuração por ondas milimétricas, desenvolvida após mais de uma década de pesquisas no Massachusetts Institute of Technology (MIT), a missão da Quaise é tornar a energia geotérmica superquente um pilar do sistema energético moderno, oferecendo energia acessível e com emissão zero de carbono, além de verdadeira independência energética para comunidades e nações em todo o mundo. https://www.quaise.com/

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Declaração sobre Perspectivas Futuras:

Este comunicado à imprensa contém declarações prospectivas, incluindo declarações sobre o desempenho financeiro futuro, planos de negócios e expectativas da Companhia. Tais declarações prospectivas baseiam-se em premissas consideradas razoáveis ​​pela Companhia no momento em que foram feitas. Não há garantia de que tais declarações se mostrarão precisas, e os resultados reais podem diferir materialmente daqueles expressos ou implícitos neste documento devido a diversos riscos, incertezas e outros fatores. Recomenda-se aos leitores que não depositem confiança indevida nessas declarações prospectivas, as quais refletem a situação apenas na data deste comunicado e baseiam-se nas premissas mencionadas. A Companhia não assume qualquer obrigação de atualizar ou revisar quaisquer declarações prospectivas, seja em decorrência de novas informações, eventos futuros ou de outra forma, exceto conforme exigido pela legislação aplicável.

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Contato:

Contato para a Imprensa:

Diane Hughes

Vice-presidente de Marketing e Comunicação, Quaise Energy

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Fonte: BUSINESS WIRE

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