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Site do Ministério da Saúde é reconhecido como fonte confiável sobre vacinação

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O site oficial do Ministério da Saúde foi reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como parte da Vaccine Safety Net (VSN), uma rede internacional de portais que oferecem informações confiáveis e baseadas em evidências sobre a segurança das vacinas.

A decisão foi comunicada pela OMS após a avaliação do portal, que comprovou o cumprimento dos critérios estabelecidos pelo Global Advisory Committee on Vaccine Safety (GACVS). Esses critérios incluem transparência, clareza no conteúdo, atualização frequente das informações, acessibilidade, segurança digital e compromisso com boas práticas de divulgação científica.

Com a inclusão, o site do Ministério da Saúde passa a exibir o selo da VSN, que funciona como um selo de qualidade internacional para páginas que disponibilizam informações confiáveis sobre vacinação. A iniciativa visa auxiliar usuários da internet em todo o mundo a identificar conteúdos seguros, contribuindo para o fortalecimento da confiança da população nas vacinas.

Segundo a OMS, a avaliação destacou o “forte foco em saúde pública e a ampla oferta de informações sobre a segurança das vacinas” presentes no portal brasileiro.

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Para o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o Brasil vive novos tempos. “A ciência voltou e estamos conseguindo recuperar a credibilidade nacional e internacional. Nosso trabalho é, e sempre será, pautado em evidências científicas e na transparência das informações”, afirmou.

Padilha destacou ainda os avanços na imunização: “Estamos revertendo seis anos de quedas na vacinação infantil, com aumento da cobertura em todas as 16 vacinas desde 2023. Com novas ferramentas, como a caderneta digital e o programa Saúde na Escola, seguimos ampliando a prevenção, mas ainda temos o desafio de recuperar plenamente a cultura da vacinação no Brasil.”

O ministro também ressaltou a importância do reconhecimento internacional: “Fazer parte da rede VSN significa que o conteúdo nacional sobre vacinas foi reconhecido como seguro, confiável e de qualidade, fortalecendo a confiança da população e reafirmando o compromisso do SUS com a saúde pública.”

A Vaccine Safety Net reúne atualmente dezenas de sites de instituições de diferentes países, todos comprometidos em disponibilizar dados claros, atualizados e baseados em evidências científicas. A adesão do Brasil reforça o papel do Ministério da Saúde na promoção da informação de qualidade e no combate à desinformação sobre vacinas. Essa conquista coloca o Brasil lado a lado com os maiores centros de referência em vacinas do mundo!

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Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Brasil e México discutem plataformas conjuntas para desenvolvimento e produção de tecnologias em saúde

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Em agenda internacional na Cidade do México nesta terça-feira (22), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou a BIRMEX, empresa mexicana que produz, compra e distribui medicamentos e produtos biológicos. O encontro tratou da cooperação entre os dois países para desenvolver plataformas conjuntas de pesquisa, produção e transferência de tecnologia em saúde, com destaque para vacinas com tecnologia de RNA mensageiro (mRNA).

A parceria foi firmada em agosto de 2025, quando a Fiocruz, a empresa e o Ministério da Saúde do México estabeleceram um acordo para desenvolver pesquisas e promover a troca de conhecimentos e tecnologias na área. A iniciativa prevê visitas técnicas, intercâmbio entre pesquisadores, realização de seminários, capacitação de profissionais e busca conjunta de recursos para o desenvolvimento dos projetos.

“Temos hoje quatro ou cinco grandes laboratórios públicos no Brasil com capacidade de incorporar novas tecnologias. Esse é um desafio importante para nós, porque a transferência de tecnologia exige investimentos em equipamentos e infraestrutura. Temos todo o interesse em construir plataformas comuns, bilaterais, que possam significar um país exportar para o outro e também acompanhar conjuntamente o desenvolvimento dessas tecnologias”, destacou o ministro.

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A cooperação também prevê a possibilidade de desenvolver projetos conjuntos e estabelecer plataformas comuns entre os dois países, com troca de informações e acompanhamento do desenvolvimento de tecnologias. A proposta inclui diferentes etapas, da pesquisa e dos estudos clínicos à produção e à transferência de tecnologia, além da possibilidade de intercâmbio de produtos e conhecimentos entre Brasil e México.

O RNA mensageiro é uma tecnologia que orienta as células do organismo a produzir uma proteína capaz de estimular a defesa contra uma doença. A mesma tecnologia pode ser adaptada para diferentes vacinas, o que amplia as possibilidades de desenvolvimento de novos imunizantes.

Produção nacional

Projetos de desenvolvimento de plataformas de mRNA estão em andamento no país, com participação da Fiocruz, do Instituto Butantan e do Centro de Competência em Vacinas da UFMG (CTV-RNA). Os projetos contam com R$ 210 milhões em recursos do Ministério da Saúde.

Na Fiocruz, está em desenvolvimento uma vacina candidata contra a Covid-19, autorizada pela Anvisa para iniciar estudos clínicos como dose de reforço. O imunizante utiliza tecnologia de mRNA desenvolvida no país. Também estão em andamento estudos para produção de outras vacinas, para leishmaniose e tuberculose, na plataforma mRNA da Fiocruz. A planta piloto conta com certificação de Boas Práticas de Fabricação.

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A Fiocruz participa do Programa Global de Transferência de Tecnologia de RNAm da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da iniciativa do Fundo de Patentes de Medicamentos, com um produto aprovado para a realização de estudos clínicos.

No Butantan, os recursos apoiam a implantação de uma unidade para produção de vacinas de mRNA, inicialmente voltadas para Covid-19 e raiva. Na UFMG, estão em desenvolvimento projetos contra dengue, malária, doença de Chagas, leishmaniose visceral e influenza, além de aplicações terapêuticas, incluindo imunoterapia contra o câncer.

A tecnologia de mRNA pode ser utilizada no desenvolvimento de diferentes imunizantes e adaptada conforme o alvo da vacina. O desenvolvimento de plataformas desse tipo envolve pesquisa, estudos clínicos, produção e transferência de tecnologia.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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