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Exportações de carne suína superam R$ 7,7 bilhões no acumulado do ano

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As exportações brasileiras de carne suína bateram recorde para o mês de maio, com 129,4 mil toneladas embarcadas, um volume que gerou receita de R$ 1,51 bilhão. O resultado reforça a força do produto no mercado internacional, que acumulou 661,7 mil toneladas exportadas entre janeiro e maio, com faturamento total de R$ 7,73 bilhões. Santa Catarina permanece como o maior exportador do país, respondendo por 62,5 mil toneladas no mês.

Enquanto o exterior absorve volumes crescentes, a realidade dentro do país é de pressão sobre as margens de quem produz. O mercado doméstico atravessa um desequilíbrio entre a oferta elevada e o consumo lento, o que tem forçado a baixa nas cotações. A média nacional do quilo do animal vivo recuou para R$ 5,36 nesta semana, com os frigoríficos mantendo cautela nas compras e os preços de carcaça estacionados em R$ 8,83 no atacado.

O reflexo dessa pressão é sentido em todas as principais regiões produtoras, com quedas pontuais nas cotações do animal vivo. Em São Paulo, a arroba recuou para R$ 101,00, enquanto no Rio Grande do Sul e Santa Catarina o mercado independente viu os preços baixarem para R$ 5,10 e R$ 5,00 o quilo, respectivamente. Especialistas apostam que a melhora do consumo dependerá da maior competitividade do produto frente à carne bovina e da entrada de salários na economia nas próximas semanas, o que poderia ajudar a destravar as vendas no varejo e aliviar a pressão sobre as margens do produtor.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Modalidade de arrasto de praia supera 80% da cota de captura da tainha

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que, neste sábado (6/06), a modalidade de arrasto de praia superou 80% da cota de captura da tainha (Mugil liza) estabelecida para a temporada de pesca de 2026.

Para essa modalidade, o limite total de captura foi fixado em 1.332 toneladas, conforme previsto no art. 4º, inciso IV, da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026.

De acordo com a regulamentação vigente, a atividade será encerrada quando a captura alcançar 90% da cota estabelecida.

A medida faz parte das ações de ordenamento e gestão sustentável da pesca da tainha, com o objetivo de garantir a conservação do estoque pesqueiro e a manutenção da atividade econômica para as comunidades que dependem da espécie.

As informações são atualizadas diariamente por meio do Painel de Monitoramento da Temporada, plataforma oficial do Governo Federal destinada ao acompanhamento das capturas. Novos comunicados serão divulgados conforme a evolução dos dados de monitoramento.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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