BRASÍLIA

AGRONEGÓCIO

Inovação em Conectividade no Agronegócio é Destaque na Tecnoshow COMIGO 2025

Publicado em

A Bit Electronics, reconhecida por sua atuação no setor de telecomunicações para áreas rurais e remotas, reforça seu compromisso com a inovação no agronegócio ao participar da 22ª edição da Tecnoshow COMIGO 2025. O evento, que acontecerá entre os dias 7 e 11 de abril no Centro Tecnológico COMIGO, em Rio Verde (GO), reunirá as mais avançadas soluções tecnológicas para o setor agropecuário.

Fundada em 2008, com o objetivo de resolver os desafios de comunicação no campo, a Bit Electronics consolidou-se como pioneira no desenvolvimento de soluções, como repetidores de sinal 4G/5G, antenas de alta performance, internet via satélite e redes Wi-Fi de longo alcance. Em um cenário no qual apenas 37% dos imóveis rurais possuem cobertura 4G integral, de acordo com levantamento do ConectarAGRO em parceria com a UFV, a empresa se destaca por levar conectividade e eficiência digital às áreas rurais.

Durante a Tecnoshow COMIGO 2025, a Bit Electronics apresentará inovações em softwares e aplicativos voltados para a gestão e monitoramento agrícola. Entre as soluções oferecidas estão o rastreamento de maquinário, o monitoramento de aplicações químicas e a otimização da logística em tempo real, que proporcionam maior controle e produtividade ao setor. Além disso, a empresa apresentará cases de sucesso, como o Bit Star, uma solução All in One baseada no Starlink, que garante conectividade global para veículos, assegurando internet rápida e confiável, mesmo durante deslocamentos prolongados.

Leia Também:  Grandes bancos fabricam informações infundadas sobre Daniel Vorcaro

“A tecnologia no campo é a chave para um futuro sustentável e competitivo no agronegócio”, afirma Breno Serafim, diretor de tecnologia da Bit Electronics. Igor Serafim, diretor comercial, destaca a relevância do evento para fortalecer parcerias e colher feedbacks valiosos para o aprimoramento de novas soluções digitais. “Este é o momento de unir tecnologia, conectividade e inovação para criar um ecossistema digital robusto, que potencialize a eficiência operacional e a sustentabilidade das operações agrícolas”, enfatiza.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

A “terceira via” do prato brasileiro – A escalada de preços do feijão Caupi

Published

on

Feijao caupi nova era. Foto: Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

 

A “terceira via” do prato brasileiro: Por que o preço do feijão Caupi também vai subir

Lavora em estágio reprodutivo , ja se adiantando para maturação , forçada pela seca. Foto: arquivo Angelo José Mello de Aguiar

Enquanto o consumidor brasileiro monitora a disparada nos preços dos feijões carioca e preto, uma terceira alternativa fundamental para a segurança alimentar do país também entra em rota de colisão com a escassez: o Feijão Caupi.

Feijao caupi nova era. Foto: Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

Conhecido popularmente em diversas regiões como feijão-fradinho ou macassar, o Caupi é muito mais que um substituto; é a base da dieta em grande parte do Norte e Nordeste e um regulador de preços no Centro-Oeste e Sudeste. No entanto, variedades essenciais para o consumo interno — como o Nova Era, Guariba e Tumukumaque — estão desaparecendo das prateleiras com a mesma velocidade com que os preços sobem no campo.

Leia Também:  Consumo de arroz e feijão recua no Brasil, enquanto pratos prontos e saladas ganham espaço

O avanço da exportação: O “fator Índia” e o feijão Mungo

Mungo verde e Mungo preto. Foto  Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

O principal motivo para a redução da oferta de feijão Caupi no mercado interno brasileiro é o apetite do mercado asiático. Nos últimos anos, houve um crescimento explosivo na demanda da Índia pelos feijões Mungo Preto e Mungo Verde (que também pertencem à família dos caupis).
Com contratos de exportação garantidos e valores atraentes, muitos produtores optaram por substituir as áreas das variedades tradicionais. Contudo, nem mesmo esse mercado está ileso: as lavouras de Mungo Preto e Mungo Verde também sofrem com a falta severa de chuvas, o que compromete o potencial exportador e pressiona ainda mais o mercado de feijões em geral.

Quebra de Safra e o Impacto da Seca

Graneleiro da colheitadeira. Foto: Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

Além da migração de culturas, o clima severo castigou as lavouras remanescentes de safrinha. O cenário nos principais estados produtores apresenta quedas drásticas na área plantada:
Goiás: Redução de 50% na área plantada.
Tocantins: Queda de 80% na área.
Mato Grosso: Recuo de 80% na área destinada a essas variedades.
Para agravar a situação, a produtividade por hectare despencou. Onde no ano passado colhia-se uma média de 18 a 20 sacos por hectare, as estimativas atuais não passam de 10 sacos por hectare devido à seca.

Leia Também:  Preço da mandioca registra oitava queda seguida com aumento da oferta e demanda enfraquecida

 

Mercado e Preços: O alvo de R$ 200 na roça
Diante da combinação entre área reduzida e baixa produtividade, o mercado de feijão Caupi entrou em uma fase de forte valorização. Com o produto escasso, o poder de negociação se deslocou para o campo.
Atualmente, os produtores estão firmes em seu posicionamento de venda, mirando o valor de R$ 200,00 por saca de 60kg para retirada diretamente na roça. A tendência é que esses números se sustentem, dado que não há previsão de entrada de novos volumes que possam aliviar a oferta no curto prazo.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue Reading

politica

DISTRITO FEDERAL

BRASIL E MUNDO

ECONOMIA

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI