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Ministro André de Paula participa de visita à fábrica de fertilizantes na Bahia após retomada das operações

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participa às 13h desta quinta-feira (14) de visita à Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), em Camaçari (BA), que retomou suas operações em janeiro de 2026.

Com investimento de R$ 100 milhões, a unidade possui capacidade de produção de 1.300 toneladas diárias de ureia, volume equivalente a aproximadamente 5% da demanda nacional. A retomada das atividades também possibilita a geração de 900 empregos diretos e 2.700 indiretos.

Os fertilizantes são insumos essenciais para a manutenção e ampliação da produtividade agrícola brasileira, contribuindo diretamente para a segurança alimentar. A fábrica havia sido hibernada pela Petrobras em 2019, durante o processo de desinvestimentos da companhia, e voltou a operar no contexto da reativação das plantas de fertilizantes nitrogenados no país.

SERVIÇO

Visita à fábrica de fertilizantes da Bahia após retomada das operações

Data: quinta-feira, 14 de maio de 2026

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Horário: 13h

Local: Fafen-BA

CREDENCIAMENTO

Os profissionais de imprensa com credenciamento aprovado deverão retirar as credenciais no local do evento, entre 11h30 e 12h30.

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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AGRONEGÓCIO

Agro tem superávit de R$ 55 bilhões e amplia liderança nas exportações

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Impulsionado pelo desempenho do agronegócio, Mato Grosso registrou saldo comercial positivo de aproximadamente R$ 55,2 bilhões entre janeiro e abril de 2026 e manteve a liderança nacional entre os estados com maior superávit da balança comercial brasileira. Os dados foram divulgados pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) no Boletim Mensal de Conjuntura Econômica de maio.

O resultado consolida o peso estratégico do estado dentro da economia brasileira e reforça a dependência nacional do desempenho do agro mato-grossense para sustentação das exportações e entrada de divisas no país.

Segundo o levantamento, Mato Grosso já havia encerrado 2025 com superávit comercial de cerca de R$ 137,8 bilhões, valor equivalente a 40,5% de todo o saldo comercial brasileiro no período.

A força do resultado continua diretamente ligada ao agronegócio. Soja, milho e carne bovina seguem como os principais motores das exportações estaduais e sustentam boa parte da geração de riqueza no estado.

De acordo com o Imea, o agronegócio respondeu sozinho por mais de 43% de todo o saldo comercial brasileiro no período analisado, evidenciando a centralidade de Mato Grosso para a balança comercial nacional.

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Segundo analistas do Imea, os números refletem o protagonismo crescente do estado no comércio internacional. O resultado mostra como Mato Grosso segue sendo um dos principais motores das exportações brasileiras, reforçando a relevância do estado para a sustentação das exportações nacionais e para a entrada de moeda estrangeira na economia brasileira.

Além do impacto nas exportações, o boletim aponta avanço também na geração de empregos formais ligados ao agronegócio. Ao final de 2025, o setor contabilizava 437,1 mil empregos formais em Mato Grosso. Em março deste ano, o número avançou para 444,2 mil trabalhadores com carteira assinada, crescimento de 1,61% e geração de pouco mais de 7 mil novas vagas no período.

Com isso, o agronegócio passou a responder por 37,5% de todos os empregos formais do estado, consolidando sua posição como principal eixo econômico de Mato Grosso. O desempenho ocorre em meio a um cenário internacional ainda marcado por volatilidade nos preços das commodities, tensões comerciais e novas barreiras sanitárias impostas por mercados importadores. Mesmo assim, o estado segue ampliando exportações e fortalecendo sua participação na balança comercial brasileira.

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Analistas avaliam que a combinação entre alta produtividade agrícola, expansão da infraestrutura logística e crescimento da demanda internacional por alimentos deve manter Mato Grosso como principal potência exportadora do agronegócio brasileiro nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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