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Sementes Goiás conquista prêmio de produtividade e reforça liderança na AgroBrasília 2025

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A Sementes Goiás, empresa integrante do grupo Nutrien, chega à AgroBrasília 2025 celebrando conquistas importantes e reafirmando sua presença de destaque no setor agrícola. A companhia venceu a categoria de ciclo precoce (até 105 dias) no Concurso de Cultivares de Soja, com a cultivar DM 70IX70 I2X, que alcançou 83,91 sacas por hectare. No ciclo tardio (116 a 130 dias), também garantiu o terceiro lugar com a DM 79I81 IPRO, que rendeu 86,72 sacas por hectare.

“Essa premiação é um reconhecimento à alta performance das nossas cultivares e demonstra o nosso compromisso em entregar ao produtor rural sementes que realmente fazem a diferença no campo”, afirma Túlio Santos, diretor da Sementes Goiás.

Ele destaca ainda que a competição de cultivares é uma excelente oportunidade para os produtores da região conhecerem tecnologias adaptadas às condições do Planalto Central, com alto potencial de produtividade e retorno sobre o investimento.

Portfólio diversificado e tecnologias de alta performance

Durante a AgroBrasília, os visitantes do estande da Sementes Goiás poderão conferir um portfólio robusto de cultivares e soluções tecnológicas voltadas para maximizar a produtividade. A equipe técnica da empresa estará à disposição para orientar os produtores na escolha das sementes mais adequadas ao perfil de cada propriedade, levando em conta os diferentes ciclos de plantio e as particularidades do solo e clima da região.

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Destaque em inovação e qualidade de sementes

Com mais de 50 cultivares disponíveis no Brasil, a Sementes Goiás é referência na produção de sementes de alta qualidade, com desempenho comprovado em diversas regiões do país. A empresa também é pioneira no Tratamento de Sementes Industrial (TSI) no sudoeste goiano, fornecendo sementes prontas para o plantio, com proteção contra pragas e doenças e um arranque inicial mais vigoroso.

Capacidade produtiva e infraestrutura de ponta

A Sementes Goiás conta com capacidade de produção anual de 1,08 milhão de toneladas de sementes e possui um dos laboratórios mais modernos do setor. Esses diferenciais fortalecem a atuação da empresa como uma das principais impulsionadoras do desenvolvimento agrícola nacional e do protagonismo do Brasil no mercado global de soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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A “terceira via” do prato brasileiro – A escalada de preços do feijão Caupi

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Feijao caupi nova era. Foto: Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

 

A “terceira via” do prato brasileiro: Por que o preço do feijão Caupi também vai subir

Lavora em estágio reprodutivo , ja se adiantando para maturação , forçada pela seca. Foto: arquivo Angelo José Mello de Aguiar

Enquanto o consumidor brasileiro monitora a disparada nos preços dos feijões carioca e preto, uma terceira alternativa fundamental para a segurança alimentar do país também entra em rota de colisão com a escassez: o Feijão Caupi.

Feijao caupi nova era. Foto: Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

Conhecido popularmente em diversas regiões como feijão-fradinho ou macassar, o Caupi é muito mais que um substituto; é a base da dieta em grande parte do Norte e Nordeste e um regulador de preços no Centro-Oeste e Sudeste. No entanto, variedades essenciais para o consumo interno — como o Nova Era, Guariba e Tumukumaque — estão desaparecendo das prateleiras com a mesma velocidade com que os preços sobem no campo.

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O avanço da exportação: O “fator Índia” e o feijão Mungo

Mungo verde e Mungo preto. Foto  Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

O principal motivo para a redução da oferta de feijão Caupi no mercado interno brasileiro é o apetite do mercado asiático. Nos últimos anos, houve um crescimento explosivo na demanda da Índia pelos feijões Mungo Preto e Mungo Verde (que também pertencem à família dos caupis).
Com contratos de exportação garantidos e valores atraentes, muitos produtores optaram por substituir as áreas das variedades tradicionais. Contudo, nem mesmo esse mercado está ileso: as lavouras de Mungo Preto e Mungo Verde também sofrem com a falta severa de chuvas, o que compromete o potencial exportador e pressiona ainda mais o mercado de feijões em geral.

Quebra de Safra e o Impacto da Seca

Graneleiro da colheitadeira. Foto: Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

Além da migração de culturas, o clima severo castigou as lavouras remanescentes de safrinha. O cenário nos principais estados produtores apresenta quedas drásticas na área plantada:
Goiás: Redução de 50% na área plantada.
Tocantins: Queda de 80% na área.
Mato Grosso: Recuo de 80% na área destinada a essas variedades.
Para agravar a situação, a produtividade por hectare despencou. Onde no ano passado colhia-se uma média de 18 a 20 sacos por hectare, as estimativas atuais não passam de 10 sacos por hectare devido à seca.

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Mercado e Preços: O alvo de R$ 200 na roça
Diante da combinação entre área reduzida e baixa produtividade, o mercado de feijão Caupi entrou em uma fase de forte valorização. Com o produto escasso, o poder de negociação se deslocou para o campo.
Atualmente, os produtores estão firmes em seu posicionamento de venda, mirando o valor de R$ 200,00 por saca de 60kg para retirada diretamente na roça. A tendência é que esses números se sustentem, dado que não há previsão de entrada de novos volumes que possam aliviar a oferta no curto prazo.

 

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