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Tecnologia embarcada em máquinas agrícolas impulsiona produtividade no campo

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O uso de tecnologias avançadas em máquinas agrícolas tem transformado a produção agrícola no Brasil, promovendo maior eficiência operacional, redução de perdas e melhor aproveitamento do tempo no campo. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que, nos últimos 20 anos, a produção de grãos no país cresceu mais de 300%, enquanto a área plantada aumentou apenas cerca de 60%.

Agricultura de precisão otimiza insumos e desempenho

Sistemas de agricultura de precisão permitem que produtores monitorem a performance das máquinas em tempo real e utilizem insumos de forma mais eficiente, elevando a produtividade das lavouras. Sensores, softwares de gestão e conectividade embarcada contribuem para decisões mais rápidas e assertivas no manejo agrícola.

Massey Ferguson destaca potência e eficiência de equipamentos

Para ilustrar o impacto da tecnologia, a Massey Ferguson, referência no mercado agrícola brasileiro, apresenta dados que mostram a força e a eficiência das máquinas que compõem seu portfólio. O objetivo é evidenciar como a inovação embarcada nos equipamentos agrícolas auxilia produtores a aumentar a produtividade e a sustentabilidade de suas operações.

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Impactos para o agronegócio brasileiro

O investimento em máquinas mais potentes e tecnológicas não só melhora o rendimento das lavouras, como também reduz custos operacionais e contribui para práticas agrícolas mais sustentáveis, fortalecendo a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado global.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

A “terceira via” do prato brasileiro – A escalada de preços do feijão Caupi

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Feijao caupi nova era. Foto: Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

 

A “terceira via” do prato brasileiro: Por que o preço do feijão Caupi também vai subir

Lavora em estágio reprodutivo , ja se adiantando para maturação , forçada pela seca. Foto: arquivo Angelo José Mello de Aguiar

Enquanto o consumidor brasileiro monitora a disparada nos preços dos feijões carioca e preto, uma terceira alternativa fundamental para a segurança alimentar do país também entra em rota de colisão com a escassez: o Feijão Caupi.

Feijao caupi nova era. Foto: Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

Conhecido popularmente em diversas regiões como feijão-fradinho ou macassar, o Caupi é muito mais que um substituto; é a base da dieta em grande parte do Norte e Nordeste e um regulador de preços no Centro-Oeste e Sudeste. No entanto, variedades essenciais para o consumo interno — como o Nova Era, Guariba e Tumukumaque — estão desaparecendo das prateleiras com a mesma velocidade com que os preços sobem no campo.

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O avanço da exportação: O “fator Índia” e o feijão Mungo

Mungo verde e Mungo preto. Foto  Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

O principal motivo para a redução da oferta de feijão Caupi no mercado interno brasileiro é o apetite do mercado asiático. Nos últimos anos, houve um crescimento explosivo na demanda da Índia pelos feijões Mungo Preto e Mungo Verde (que também pertencem à família dos caupis).
Com contratos de exportação garantidos e valores atraentes, muitos produtores optaram por substituir as áreas das variedades tradicionais. Contudo, nem mesmo esse mercado está ileso: as lavouras de Mungo Preto e Mungo Verde também sofrem com a falta severa de chuvas, o que compromete o potencial exportador e pressiona ainda mais o mercado de feijões em geral.

Quebra de Safra e o Impacto da Seca

Graneleiro da colheitadeira. Foto: Arquivo Angelo José Mello de Aguiar

Além da migração de culturas, o clima severo castigou as lavouras remanescentes de safrinha. O cenário nos principais estados produtores apresenta quedas drásticas na área plantada:
Goiás: Redução de 50% na área plantada.
Tocantins: Queda de 80% na área.
Mato Grosso: Recuo de 80% na área destinada a essas variedades.
Para agravar a situação, a produtividade por hectare despencou. Onde no ano passado colhia-se uma média de 18 a 20 sacos por hectare, as estimativas atuais não passam de 10 sacos por hectare devido à seca.

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Mercado e Preços: O alvo de R$ 200 na roça
Diante da combinação entre área reduzida e baixa produtividade, o mercado de feijão Caupi entrou em uma fase de forte valorização. Com o produto escasso, o poder de negociação se deslocou para o campo.
Atualmente, os produtores estão firmes em seu posicionamento de venda, mirando o valor de R$ 200,00 por saca de 60kg para retirada diretamente na roça. A tendência é que esses números se sustentem, dado que não há previsão de entrada de novos volumes que possam aliviar a oferta no curto prazo.

 

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