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Cresce em 45% número de participantes em eventos do Cavalo Crioulo nas regiões de expansão

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Segundo a ABCCC, parcerias estimulam aumento nas provas realizadas em Estados fora da região Sul do Brasil

Como um dos objetivos que norteiam atualmente a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), o trabalho na região de expansão – também nomeada como região 8 – conquistou importantes resultados para o crescimento da raça pelo Brasil. Em 2023, houve um aumento de 45% no número de participantes em provas oficiais e não oficiais realizadas nos Estados fora da região Sul.

No total, foram 3.727 participações de Cavalos Crioulos em eventos de diferentes modalidades que percorreram 35 municípios de nove Estados brasileiros: São Paulo, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Goiás, Distrito Federal e Bahia. Acréscimo que foi acompanhado de perto pelo time de analistas que atuam diretamente nessas regiões. Conforme o gerente de Expansão da entidade, Gérson de Medeiros, o ano foi marcado por novas parcerias além da intensificação das já concretizadas abrindo novas fronteiras. “As provas esportivas são nosso foco na região 8, na qual conseguimos apresentar a raça para as regiões que estamos trabalhando nesse projeto. Mapeamos regiões com grande potencial e iremos fazer um trabalho focado nelas neste ano. Nós temos um grande produto em mãos, nosso cavalo tem um potencial gigante de adaptação nos quatros cantos do Brasil, tentamos sempre inseri-lo da melhor forma”, observa

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As conquistas evidenciam o trabalho de inserir cada vez mais usuários e fomentar as provas, sejam elas exclusivas ou inter-raças, de diversas modalidades esportivas nas quais o Cavalo Crioulo se insere. Por exemplo, dos mais de 3,7 mil participantes do ciclo, 2,4 mil marcaram presença em provas oficiais (18% a mais que no ano anterior)  e outros 1,3 mil foram registrados em eventos ainda não oficiais (262% a mais que no ano anterior), mas que entram no radar da ABCCC para o futuro, como incentivo à entrada de novos usuários. Seguindo no desdobramento dos números, entre os estados que receberam disputas oficiais, destacam-se em crescimento Minas Gerais (457%), Bahia (53%), Goiás (44%), São Paulo (23,5%) e Mato Grosso (9%).

Além do panorama geral, alguns detalhes reforçam o retorno positivo do investimento da região de Expansão. Em eventos de grande porte, como foi o caso da Final do Circuito Norte do Mato Grosso, que obteve recordes de participantes, com mais de 120 laçadores presentes, além de agenda com Morfologia, Doma e Etapa Um Ano de Freio. Núcleos com programação intensa, como foi o caso da Associação de Criadores de Cavalos Crioulos do Distrito Federal, em Brasília, que realizou um expressivo total de 19 eventos neste ano. Outros organizadores locais também foram reconhecidos, como foi o caso do Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos Integração Norte do Mato Grosso, premiado durante a 1ª Convenção de Núcleos pelo maior número de participantes em provas do Crioulaço no período. Ainda no universo dos laçadores, veio do estado de São Paulo a cabanha mais pontuada no esporte: Fazenda Faria, de Piedade, Cabanha Laço de Ouro 2023.

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E, por fim, também os expressivos resultados da parceria entre o Cavalo Crioulo e a Liga Classe A (LCA), que em oito meses de aproximação já movimentaram mais de mil participantes em 15 provas realizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rondônia, Goiânia e Distrito Federal. Desde maio de 2023 foi firmada esta parceria com a organização, criada para unir e fortalecer os competidores do laço comprido no país. Entre conjuntos que formam duplas para a modalidade, além do Laço Criador, a soma fecha em 1.036 participantes, levando visibilidade em provas inter-raças e mostrando as características da raça Crioula em ambientes cujas portas foram abertas pela LCA.

O resultado positivo, segundo Medeiros, não poderia ser diferente. “A Liga LCA é uma fomentadora da modalidade do Laço Comprido. Essa modalidade é a que mais movimenta cavalos no país, e a parceria vem engrandecer nosso fomento. No primeiro semestre alcançamos mais de mil conjuntos em Crioulaços onde a liga é parceira. Com certeza temos planos de andar juntos e abrir novas porteiras pelo Brasil afora”, explica.

Fonte: Redação ABCCC

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Juspay e Cumbuca lançam o Open Finance Playground, um guia de implementação open-source para o Open Finance brasileiro

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A plataforma é o primeiro guia prático e detalhado para o maior estrutura de open finance do mundo. Foto: Divulgação

A Juspay, empresa global de tecnologia de pagamentos, e a Cumbuca, primeiro proxy regulatório para o Open Finance e o Pix no Brasil, lançaram hoje o Open Finance Playground: um guia de implementação open-source criado para tornar o Open Finance brasileiro acessível a qualquer desenvolvedor que queira aderir pela primeira vez.

O Brasil tem o maior programa de Open Finance do mundo, mas apenas 3% das empresas brasileiras estão conectadas a ele, contra 20% no Reino Unido. Estruturas de open banking são complexas em qualquer lugar, mas mercados como o britânico contam com anos de experiência em ferramentas, guias e recursos para desenvolvedores construídos pela comunidade. A documentação oficial brasileira foi elaborada para cumprir exigências regulatórias, mas não necessariamente ajuda desenvolvedores a dar os primeiros passos, e os índices de adoção refletem exatamente isso.

O Open Finance brasileiro em números:

. Mais de 100 milhões de clientes conectados

. 154 milhões de consentimentos ativos

. Mais de 5 bilhões de comunicações semanais entre instituições financeiras

Crescimento de quase cinco vezes no volume de iniciação de pagamentos em um ano: de R$ 3,2 bilhões (2024) para R$ 15,3 bilhões (2025)

O Playground traduz centenas de páginas de especificações regulatórias em guias com instruções diretas para implementação, cobrindo os três principais pontos de entrada do Open Finance: fluxos de consentimento, iniciação de pagamentos e acesso a dados. Cada guia é acompanhado por um simulador que mostra ao vivo quais chamadas de API estão acontecendo em cada etapa. O projeto é open-source e conta com o apoio da INIT, Associação das Iniciadores de Transação de Pagamento.

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“O Open Finance cumpre seu papel quando os desenvolvedores que criam valor no setor conseguem, de fato, acessá-lo. Reduzir o tempo e o custo de entrada para quem quer construir nesse ambiente é o caminho mais direto para fechar essa lacuna. O Open Finance Playground é exatamente o tipo de recurso prático e orientado pela comunidade que acelera a adoção de baixo para cima, e o tipo de iniciativa para a qual a INIT existe”, disse Jonatas Giovinazzo, Diretor-Presidente da INIT.

Para a Juspay, o Playground reflete tanto o desafio quanto a oportunidade de contribuir com novas soluções no mercado brasileiro. Aproveitando da autorização regulatória de Open Finance que a Cumbuca possui, a empresa conseguiu entrar no mercado brasileiro de 12 a 18 meses antes do que seria possível se tivesse construído tudo de forma independente.

Com capacidades de pagamento via Open Finance totalmente desenvolvidas, a Juspay atua ao lado da Visa e da Mastercard e atende grandes empresas no Brasil como Latam Airlines e Food2Save, com integrações nativas para Pix Biométrico e Pix Automático, ambos construídos sobre a infraestrutura de pagamentos em tempo real do país.

“O Open Finance brasileiro tem um potencial de crescimento extraordinário, e ainda exploramos muito pouco do que ele pode fazer”, afirmou Nic Marcondes, Diretor de Monitoramento de Open Finance da Cumbuca. “O Playground preenche uma lacuna que faltava: foi escrito por quem passou anos dentro da implementação e lançado de forma aberta, porque um ambiente com poucos participantes não serve a ninguém.”

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“O Pix já mostrou o que acontece quando um meio de pagamento instantâneo vira padrão, e o Brasil está exatamente nesse momento”, disse Shakthidhar Bhaskar, Diretor de Expansão para a América Latina na Juspay. “Tornar público o que aprendemos acelera esse processo. A infraestrutura fica mais valiosa quando mais pessoas conseguem construir em cima dela, e o Playground viabiliza isso.”

O Open Finance Playground está disponível em juspay.io/open-finance. O projeto é open-source e aberto a contribuições de desenvolvedores, participantes do setor e instituições financeiras que desenvolvem com base na infraestrutura de Open Finance do Brasil.

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Nota ao editor

Sobre a Juspay
A Juspay é uma empresa multinacional líder em tecnologia de pagamentos, redefinindo pagamentos para mais de 500 grandes empresas e bancos globais. Fundada em 2012, a empresa processa mais de 300 milhões de transações diárias, superando um volume total de pagamentos anual (TPV) de US$ 1 trilhão com 99,999% de confiabilidade. A Juspay é alimentada por uma rede global de mais de 1.500 especialistas em pagamentos que operam em São Francisco, Dublin, São Paulo, Dubai e Singapura.

Sobre a Cumbuca

A Cumbuca é o primeiro proxy para o ambiente regulado brasileiro. Ela permite que fintechs internacionais utilizem sua licença de pagamentos mantendo controle total sobre suas próprias operações. Liderada por uma equipe especializada em Open Finance e pagamentos, a Cumbuca tem entre seus investidores a Lightspeed e a Supera Capital.

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