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Festival GO Film exibe filmes no Cine Ouro

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Começa neste domingo (17/11) e segue até quarta (20/11) a celebração do Cinema em 24 horas. Dezenas de filmes feitos em um único dia vão ser exibidos, nas mostras competitivas do festival. O público vai poder participar também de bate-papos, palestras e conferir a pré-estreia do documentário “Aldo Baldin – uma vida pela música”, com a presença do diretor Yves Goulart. Toda a programação é gratuita!

 

A 5ª edição do GO Film – Goiânia Film Festival tem o apoio do Edital Nº 8/2023 Formação e Difusão Audiovisual da Lei Federal Paulo Gustavo e promete surpreender o público, que aprecia a 7ª arte. Para essa edição, 29 curtas-metragens foram selecionados para serem exibidos na telona do Cine Cultura. Os filmes das mostras competitivas são inéditos, até mesmo porque cumpriram o regulamento de produção em 24 horas.

O desafio feito às equipes inscritas no GO Film aconteceu no último sábado (9/11). Cada equipe teve que criar um filme de três minutos com o tema “Femme Fatale”, utilizando um chapéu de aba como objeto de cena e um plano detalhe na boca. O processo de produção foi intenso durante as 24 horas. Das 69 inscrições recebidas, apenas 12 equipes conseguiram completar o desafio de entregarem para a organização do festival os curtas finalizados.

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Segundo o diretor do GO Film, Cristiano Sousa, os locais de filmagens foram variados, o que traz uma rica diversidade cultural para o cinema. “Goiânia se destacou como o principal cenário, com oito filmes realizados, isso representa 72,73% do total. O ambiente urbano oferece uma base sólida para explorar a complexidade da Femme Fatale, permitindo que as narrativas se conectem com o espírito vibrante da cidade”, complementa.

As outras cidades participantes são Lagoa Santa (MG), Brasília (DF) , Campo Grande (MS), Senador Canedo (GO), São Paulo (SP) e São Carlos (SP). Locais distintos que também vão contribuir com a mostra competitiva, no caso de Lagoa Santa o curta “Livre, Leve e Solta”, capturou a beleza natural do ambiente; Campo Grande com “Noite”, adicionou uma profundidade noturna à temática, enquanto Senador Canedo e São Paulo contribuíram com “Olhos de Gatos” e “Preto no Branco”, respectivamente. Por último, “Agora, Quando” – que foi filmado em São Carlos apresenta diversidade, ao conjunto da mostra. Na mostra não competitiva, “A Luz que Há em Mim” complementa a seleção com um olhar sensível sobre a identidade e auto aceitação.

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Exibição de longas

O documentário “Aldo Baldin – Uma Vida pela Música”, dirigido por Yves Goulart é um dos destaques do 5º GO Film. O longa-metragem tem 114 minutos, de uma narrativa que celebra a vida e a obra do renomado músico Aldo Baldin. A mostra de longas terá ainda “Cantos Escuros: A Herança de Pietra”, de Henrique Nuzzi. O filme apresenta uma deliciosa viagem pela música e tradições brasileiras, em 90 minutos.

 

Serviço

Assunto: 5º GO Film exibe filmes feitos em 24 horas

Quando: domingo (17/11) até quarta (20/11)

Onde: Cine Ouro (R. 3, 1016 – St. Central, Goiânia – GO)

Ingressos:  Sympla

Mais informações: Site do Festival ou @gofilmfestival

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Juspay e Cumbuca lançam o Open Finance Playground, um guia de implementação open-source para o Open Finance brasileiro

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A plataforma é o primeiro guia prático e detalhado para o maior estrutura de open finance do mundo. Foto: Divulgação

A Juspay, empresa global de tecnologia de pagamentos, e a Cumbuca, primeiro proxy regulatório para o Open Finance e o Pix no Brasil, lançaram hoje o Open Finance Playground: um guia de implementação open-source criado para tornar o Open Finance brasileiro acessível a qualquer desenvolvedor que queira aderir pela primeira vez.

O Brasil tem o maior programa de Open Finance do mundo, mas apenas 3% das empresas brasileiras estão conectadas a ele, contra 20% no Reino Unido. Estruturas de open banking são complexas em qualquer lugar, mas mercados como o britânico contam com anos de experiência em ferramentas, guias e recursos para desenvolvedores construídos pela comunidade. A documentação oficial brasileira foi elaborada para cumprir exigências regulatórias, mas não necessariamente ajuda desenvolvedores a dar os primeiros passos, e os índices de adoção refletem exatamente isso.

O Open Finance brasileiro em números:

. Mais de 100 milhões de clientes conectados

. 154 milhões de consentimentos ativos

. Mais de 5 bilhões de comunicações semanais entre instituições financeiras

Crescimento de quase cinco vezes no volume de iniciação de pagamentos em um ano: de R$ 3,2 bilhões (2024) para R$ 15,3 bilhões (2025)

O Playground traduz centenas de páginas de especificações regulatórias em guias com instruções diretas para implementação, cobrindo os três principais pontos de entrada do Open Finance: fluxos de consentimento, iniciação de pagamentos e acesso a dados. Cada guia é acompanhado por um simulador que mostra ao vivo quais chamadas de API estão acontecendo em cada etapa. O projeto é open-source e conta com o apoio da INIT, Associação das Iniciadores de Transação de Pagamento.

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“O Open Finance cumpre seu papel quando os desenvolvedores que criam valor no setor conseguem, de fato, acessá-lo. Reduzir o tempo e o custo de entrada para quem quer construir nesse ambiente é o caminho mais direto para fechar essa lacuna. O Open Finance Playground é exatamente o tipo de recurso prático e orientado pela comunidade que acelera a adoção de baixo para cima, e o tipo de iniciativa para a qual a INIT existe”, disse Jonatas Giovinazzo, Diretor-Presidente da INIT.

Para a Juspay, o Playground reflete tanto o desafio quanto a oportunidade de contribuir com novas soluções no mercado brasileiro. Aproveitando da autorização regulatória de Open Finance que a Cumbuca possui, a empresa conseguiu entrar no mercado brasileiro de 12 a 18 meses antes do que seria possível se tivesse construído tudo de forma independente.

Com capacidades de pagamento via Open Finance totalmente desenvolvidas, a Juspay atua ao lado da Visa e da Mastercard e atende grandes empresas no Brasil como Latam Airlines e Food2Save, com integrações nativas para Pix Biométrico e Pix Automático, ambos construídos sobre a infraestrutura de pagamentos em tempo real do país.

“O Open Finance brasileiro tem um potencial de crescimento extraordinário, e ainda exploramos muito pouco do que ele pode fazer”, afirmou Nic Marcondes, Diretor de Monitoramento de Open Finance da Cumbuca. “O Playground preenche uma lacuna que faltava: foi escrito por quem passou anos dentro da implementação e lançado de forma aberta, porque um ambiente com poucos participantes não serve a ninguém.”

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“O Pix já mostrou o que acontece quando um meio de pagamento instantâneo vira padrão, e o Brasil está exatamente nesse momento”, disse Shakthidhar Bhaskar, Diretor de Expansão para a América Latina na Juspay. “Tornar público o que aprendemos acelera esse processo. A infraestrutura fica mais valiosa quando mais pessoas conseguem construir em cima dela, e o Playground viabiliza isso.”

O Open Finance Playground está disponível em juspay.io/open-finance. O projeto é open-source e aberto a contribuições de desenvolvedores, participantes do setor e instituições financeiras que desenvolvem com base na infraestrutura de Open Finance do Brasil.

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Nota ao editor

Sobre a Juspay
A Juspay é uma empresa multinacional líder em tecnologia de pagamentos, redefinindo pagamentos para mais de 500 grandes empresas e bancos globais. Fundada em 2012, a empresa processa mais de 300 milhões de transações diárias, superando um volume total de pagamentos anual (TPV) de US$ 1 trilhão com 99,999% de confiabilidade. A Juspay é alimentada por uma rede global de mais de 1.500 especialistas em pagamentos que operam em São Francisco, Dublin, São Paulo, Dubai e Singapura.

Sobre a Cumbuca

A Cumbuca é o primeiro proxy para o ambiente regulado brasileiro. Ela permite que fintechs internacionais utilizem sua licença de pagamentos mantendo controle total sobre suas próprias operações. Liderada por uma equipe especializada em Open Finance e pagamentos, a Cumbuca tem entre seus investidores a Lightspeed e a Supera Capital.

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