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Queda de cabelo: 5 sinais de que a perda dos fios exige atenção

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Especialista explica como identificar quando a queda deixa de fazer parte do ciclo natural e passa a indicar a necessidade de avaliação médica

 

Ver mais fios no travesseiro, no ralo do banheiro ou na escova pode gerar preocupação. Embora a queda faça parte do ciclo natural de renovação capilar, nem sempre é fácil identificar quando o processo deixa de ser considerado normal e passa a exigir atenção. Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), em 2022, apontam que cerca de 42 milhões de brasileiros convivem com algum tipo de alopecia. A condição está entre as principais causas de perda capilar e pode afetar homens e mulheres em diferentes fases da vida.

Para a Dra. Angela Helena Perretto, responsável técnica nacional da Homenz, maior rede especializada em saúde e estética masculina do Brasil, muitas pessoas só percebem a importância da saúde capilar quando começam a notar mudanças mais evidentes. “É comum que os primeiros sinais sejam ignorados ou atribuídos apenas ao envelhecimento, no entanto, algumas alterações podem indicar condições que merecem acompanhamento adequado”, explica.

A seguir, a médica destaca alguns sinais que merecem atenção:

1. Mais fios na escova ou durante a lavagem

“Uma dica simples é prestar atenção ao seu padrão habitual. Nem sempre é possível contar quantos fios são perdidos por dia, mas a maioria das pessoas percebe quando esse volume aumenta de forma significativa. Se você passou a notar mais cabelos na escova, no travesseiro ou durante a lavagem por várias semanas seguidas, vale procurar orientação médica”, orienta a especialista.

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2. Os fios estão ficando mais finos

Em muitos casos, a espessura diminui antes mesmo de ocorrer uma redução perceptível da cobertura do couro cabeludo. “Uma forma de perceber isso é observar se o cabelo perdeu volume, se o couro cabeludo está mais aparente ou se o penteado de costume já não apresenta o mesmo aspecto. Esses sinais podem indicar um afinamento progressivo”, explica a médica.

 

3. Surgiram falhas ou áreas com menor densidade

A visualização da pele em regiões antes cobertas pelos cabelos merece atenção, principalmente quando ocorre de forma gradual. “Vale acompanhar regularmente áreas como a linha frontal, as entradas e o topo da cabeça. Fotografias tiradas com alguns meses de intervalo também ajudam a perceber diferenças que costumam passar despercebidas no dia a dia”, recomenda.

 

4. Estresse e alterações hormonais

Mudanças hormonais, cirurgias, infecções, dietas muito restritivas e períodos de grande desgaste emocional podem interferir diretamente no ciclo de crescimento capilar. “Muitas vezes, a queda não acontece imediatamente após o fator desencadeante. Por isso, é importante lembrar se houve alguma alteração importante na rotina, na saúde ou na alimentação nos últimos meses”, orienta a profissional.

 

5. O quadro se mantém por mais de três meses

Embora existam episódios temporários relacionados a fatores específicos, a persistência do problema merece atenção profissional. “Se o quadro não melhora após alguns meses ou continua evoluindo, o ideal é não adiar a busca por ajuda. Quanto mais cedo a causa é descoberta, maiores costumam ser as possibilidades de controle e tratamento”, afirma.

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A médica reforça que a saúde capilar está diretamente ligada ao equilíbrio do organismo e que cada caso deve ser analisado de forma individual. “Nem toda condição possui a mesma origem e, por isso, não existe uma solução única. O ideal é procurar acompanhamento especializado, uma consulta adequada permite compreender a origem do quadro e definir a conduta mais indicada para cada pessoa”, finaliza.

 

Sobre a Homenz

A Homenz é a maior rede especializada em saúde, estética e tratamentos capilares masculinos do Brasil. Fundada em 2019, em Uberaba (MG), a empresa se tornou uma das redes que mais crescem no segmento de saúde e estética masculina no país, com dezenas de clínicas em operação e expansão acelerada em todo o território nacional. A busca por tratamentos capilares reflete uma transformação no comportamento do homem moderno, que passou a enxergar o autocuidado como parte da saúde, da autoestima e da performance pessoal. A Homenz acompanha essa evolução e acredita que cuidar da própria imagem e bem-estar é uma extensão do desenvolvimento pessoal. A rede é reconhecida pela excelência no atendimento especializado e por oferecer soluções personalizadas que combinam tecnologia de ponta, inovação e foco na experiência do cliente.

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19/6, Dia do Cinema Brasileiro: veja lista de filmes baseados na literatura nacional

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Adaptações para o cinema são uma forma de criar interesse pelos livros. Crédito da Imagem: Magnific

 

O Dia do Cinema Brasileiro é comemorado em 19 de junho, data que relembra as primeiras imagens realizadas no País, em 1898, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, por Afonso Segreto, um italiano radicado no Brasil. A bordo do navio Brésil, ele voltava da França, onde tinha concluído curso sobre a operação do cinematógrafo, aparelho que projetava cenas animadas por meio de fotografias.

Desde então, o cinema nacional oferece ao público muitas produções que marcaram época, retratando a cultura e costumes do povo. Entre elas, diversos clássicos da literatura brasileira foram adaptados para a telona. Assistir essas obras audiovisuais pode ser uma excelente forma para que estudantes se apropriem das histórias de grandes escritores, seja relembrando os enredos ou criando o gosto por essas leituras.
Impacto do audiovisual

Para além do enredo e do entretenimento, o cinema configura-se como uma linguagem multimídia complexa e potente, que articula imagem, som, trilha sonora, fotografia, roteiro, direção de arte, montagem e atuação para construir sentidos. Essa combinação de elementos permite o acesso a diferentes formas de expressão de um mesmo conteúdo, ampliando as possibilidades de compreensão e análise. Ao mesmo tempo, cada obra audiovisual apresenta um recorte cultural específico sobre os temas abordados, refletindo contextos históricos, sociais e ideológicos.
O audiovisual transcende os métodos tradicionais, ampliando não apenas o aprendizado formal, mas também o repertório cultural. “Quando levamos o cinema para a sala de aula, criamos oportunidades de discussão mais profundas sobre linguagem, estética, intenções do autor e até as diferenças entre os formatos. Isso amplia o senso crítico dos estudantes e valoriza o conteúdo literário com uma abordagem atual e envolvente”, acrescenta Letícia Cabral, professora de cinema do colégio Progresso Bilíngue de Indaiatuba (SP).
“A adaptação cinematográfica de obras literárias é uma ponte poderosa entre o texto escrito e o imaginário dos estudantes. Ao verem os personagens ganharem voz, rosto e contexto, os alunos se sentem mais motivados a ler os livros originais, pois compreendem melhor a trama e se conectam emocionalmente com a narrativa”, diz Aline Souza, bibliotecária do Brazilian International School, de São Paulo (SP).
Além disso, o cinema possibilita a retomada e a problematização de episódios históricos, movimentos culturais e interpretações literárias, contribuindo para a consolidação de um sólido arcabouço cultural. “Filmes que abordam contextos históricos, por exemplo, podem aprofundar discussões iniciadas em sala de aula; adaptações literárias favorecem comparações entre linguagens; e obras que retratam transformações sociais ampliam o repertório sociocultural”, destaca Paulo Rogerio Rodrigues de Souza, coordenador pedagógico da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP).
O cinema não apenas complementa o trabalho pedagógico, mas o potencializa. Ao dialogar com diferentes áreas do conhecimento, como História, Literatura, Filosofia, Sociologia, Artes e Linguagens, promove uma aprendizagem interdisciplinar e contextualizada. “Para além do enredo, o cinema, enquanto linguagem multimídia, mobiliza diferentes formas de expressão e, por isso, estimula de maneira consistente o pensamento crítico, a interpretação de múltiplas linguagens e a leitura simbólica da realidade”, conclui Rodrigues.
A seguir, os educadores elencam 14 filmes inspirados em obras literárias brasileiras.
1. A hora da estrela
Direção: Suzana Amaral, 1985. Classificação Indicativa: 12 anos.
Macabéa, uma migrante nordestina semianalfabeta, trabalha como datilógrafa em São Paulo. Certo dia, conhece o metalúrgico Olímpico e os dois iniciam um casto e desajeitado namoro. Inspirado no romance de Clarice Lispector, um dos mais lembrados e elogiados da escritora.
2. Ainda estou aqui
Direção: Walter Salles, 2024. Classificação indicativa: 14 Anos.
Eunice Paiva é forçada a se reinventar quando sua família sofre um ato violento do estado brasileiro. É inspirado na história real da família do ex-deputado Rubens Paiva – assassinado pelo regime militar – que virou livro pelo filho e escritor Marcelo Rubens Paiva. Foi o primeiro filme brasileiro vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional.
3. Capitães da Areia
Direção: Cecília Amado, 2011. Classificação indicativa: 14 anos.
Pedro Bala, Professor, Gato, Sem-Pernas, Boa Vida e Dora são personagens imortais de Jorge Amado e um grupo de crianças abandonadas por suas famílias, obrigadas a lutar pela sobrevivência nas ruas de Salvador, Bahia. Inspirado no livro de mesmo nome do escritor baiano.
4. Cidade de Deus
Direção: Fernando Meirelles, 2002. Classificação indicativa: 16 anos.
Buscapé, um jovem que foi criado em uma favela do Rio de Janeiro, usa a paixão pela fotografia para registrar a vida no morro e escapar do mundo do crime. Inspirado no romance de Paulo Lins, é um dos filmes brasileiros mais conhecidos no exterior.
5. Dona Flor e Seus Dois Maridos
Direção: Pedro Vasconcelos, 2017. Classificação indicativa: 16 anos.
Neste remake do filme clássico de 1976 dirigido por Bruno Barreto, a viúva Dona Flor se casa com um homem metódico, mas a saudade do falecido Vadinho é tanta que o fantasma do malandro aparece para viver com o casal. Filme inspirado na obra de Jorge Amado.
6. Inocência
Direção: Walter Lima Jr., 1983. Classificação indicativa: 12 anos.
No Brasil imperial, um médico itinerante conhece uma moça com malária por quem se apaixona, sendo correspondido. Entretanto, o pai da jovem a prometeu para um rico fazendeiro. Inspirado no romance regionalista do escritor Alfredo Maria Adriano d’Escragnolle Taunay, o Visconde de Taunay.
7. Macunaíma
Direção: Joaquim Pedro de Andrade, 1969. Classificação indicativa: 12 anos.
Nascido na Amazônia, um menino negro cresce habituado a malandragens. Certo dia, chega a São Paulo, onde, já adulto e branco, mostra ser um herói preguiçoso e sem caráter. Inspirada em uma das obras mais importantes do modernismo brasileiro, de Mário de Andrade.
8. Memórias do Cárcere
Direção: Nelson Pereira dos Santos, 1984. Classificação indicativa: 14 anos.
Baseado no romance de Graciliano Ramos. A história mostra a violenta repressão política do governo de Getúlio Vargas e a perseguição a opositores, dentre eles o próprio escritor.
9. Memórias Póstumas de Brás Cubas
Direção: André Klotzel, 2001. Classificação indicativa: 14 anos.
Após ter morrido, Brás Cubas decide narrar sua história e revisitar os fatos mais importantes de sua vida, a fim de se distrair na eternidade. A partir de então ele relembra amigos, amores e o privilégio de nunca ter precisado trabalhar na vida. Inspirado na obra prima de Machado de Assis.
10. Meu Pé de Laranja Lima
Direção: Marcos Bernstein, 2013. Classificação indicativa: 10 anos.
Zezé é um garoto de oito anos e de bom coração, que tem o costume de ter longas conversas com um pé de laranja lima que fica no quintal de sua casa. Até que um dia conhece um senhor que passa a ajudá-lo e logo se torna seu melhor amigo. Inspirado em um dos romances infantojuvenis mais conhecidos da nossa literatura, escrito por José Mauro de Vasconcelos.
11. Morte e Vida Severina
Direção: Walter Avancini, 1981. Classificação indicativa: 16 anos.
O especial produzido pela TV Globo conta, através de uma narrativa poética, a trajetória de um homem que migra da estéril caatinga para a cidade. Inspirado no poema do escritor João Cabral de Melo Neto, com músicas compostas por Chico Buarque, e conquistou o Emmy Internacional.
12. O auto da Compadecida
Direção: Guel Arraes, 2000. Classificação indicativa: 12 anos.
João Grilo, um sertanejo pobre e mentiroso, e Chicó, o mais covarde dos homens, lutam pelo pão de cada dia e enganam a todos do pequeno vilarejo de Taperoá, no sertão da Paraíba. Baseado na peça teatral de Ariano Suassuna.
13. O tempo e o Vento
Diretor: Jayme Monjardim, 2013. Classificação indicativa: 14 anos.
Amores, perdas, mudanças. A saga de duas famílias inimigas ao longo de 150 anos de história no sul do Brasil. Baseado na série literária de romances históricos do escritor brasileiro Erico Verissimo, que conta a história do Rio Grande do Sul.
14. Vidas secas
Diretor: Nelson Pereira dos Santos, 1963. Classificação indicativa: 14 anos.
No árido sertão nordestino, uma família de retirantes luta pela sobrevivência em meio a injustiças sociais, corrupção e seca contínua. Baseado no livro homônimo de Graciliano Ramos.
Os especialistas

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Aline Souza Silva dos Santos é bibliotecária, formada pela UNIFAI (2010) e pós-graduada pela FESPSP em Gestão da Informação Digital. Atuou por dez anos na Biblioteca da Aliança Francesa de São Paulo e, atualmente, é bibliotecária no Colégio BIS, onde desenvolve projetos de incentivo à leitura e acredita na biblioteca como um espaço vivo de aprendizagem e formação de leitores sensíveis, críticos e reflexivos.
Letícia Cabral é professora de Artes, Fotografia e Cinema nos Colégios Progresso Bilíngue. Formada em Comunicação Social – Midialogia pela Unicamp, também leciona Educação Midiática. Com especialização em Arte-Educação, alia fundamentação teórica a práticas criativas ao longo de 13 anos de atuação.
Paulo Rogerio Rodrigues é psicólogo, licenciado em Letras (Português e Inglês) e coordenador pedagógico da Escola Bilíngue Aubrick. Possui ampla trajetória na Educação Básica, com atuação voltada à gestão pedagógica e educacional, da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental II. É pós-graduado com MBA em Gestão Escolar e possui especializações em Educação Antirracista, Bilinguismo e Neuropsicologia, áreas que fundamentam sua prática na formação integral dos estudantes e no desenvolvimento de equipes educacionais.

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Sobre a ISP – International Schools Partnership

A International Schools Partnership (ISP) é um grupo internacional presente em 25 países, com 109 escolas privadas e mais de 92.500 estudantes em todo o mundo. A ISP apoia e capacita as instituições de ensino, desenvolvendo novos padrões de excelência em educação, para transformar as escolas em referência em suas comunidades locais e no setor educacional global. O aluno da ISP está no centro da jornada de aprendizagem e é preparado para o futuro, tendo acesso a educadores apaixonados e experientes, e ferramentas para que adquira confiança, conhecimento e habilidades; e aprimore seu aprendizado acadêmico, pessoal, social e emocional em um ambiente seguro, acolhedor e inclusivo. Para mais informações, acesse o site.

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