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Após terremoto na Venezuela, previsão de Chaline Grazik viraliza nas redes

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Após o terremoto de magnitude 7,1 que atingiu a Venezuela, a vidente Chaline Grazik voltou aos assuntos mais comentados entre seus seguidores ao resgatar um vídeo publicado dias antes do ocorrido, no qual fazia alertas sobre a possibilidade de uma grande fatalidade.

Durante a leitura espiritual, Chaline afirmou sentir uma energia intensa envolvendo os próximos acontecimentos e declarou que “algum acontecimento fatal” poderia ocorrer. Em outro momento, disse que percebia um cenário de tensão, com pessoas correndo, confusão e um ambiente carregado por “espíritos ruins”.

“Tem algum acontecimento que vai acontecer… essa carta da torre está me preocupando. O cavaleiro me vem muito uma sensação de gente correndo, pessoas talvez atacadas ou brigando para correr”, afirmou durante a transmissão.

Na mesma leitura, a espiritualista também comentou sobre a Copa do Mundo. Segundo ela, um país favorito ao título carregaria um “histórico de manipulação”, interpretação baseada nas cartas que, segundo sua leitura, poderiam indicar acordos de bastidores.

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O tremor foi registrado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos e atingiu a região norte da Venezuela, sendo sentido em diversas cidades, incluindo Caracas. O evento provocou destruição, mobilizou equipes de resgate e levou as autoridades a emitirem alertas de emergência, incluindo alerta de tsunami nas primeiras horas.

Assista aqui: https://www.instagram.com/reel/DZ_WxcUhv9w/?igsh=eTRsa3AwZTIweGVk

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Aos 49 anos, Itajacira Silva quebra padrões e leva o Brasil ao Miss Dreams International

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Executiva de multinacional, mãe solo e voluntária social, ela foi coroada Miss Brasil Curvy Dreams e representa o país no concurso internacional em outubro. Uma trajetória que desafia o que o universo da beleza sempre acreditou saber sobre tempo

Existe um roteiro não escrito nos concursos de beleza. Ele prescreve juventude, prescreve leveza, prescreve uma biografia sem arestas. Itajacira Maria da Silva, 49 anos, moradora de São Bernardo do Campo, não seguiu nenhuma dessas instruções. E ganhou.

Coroada Miss Brasil Curvy Dreams pela agência Lumega, ela se torna uma das representantes oficiais do país no Miss Dreams International, concurso previsto para outubro que reúne mulheres de diversos países em torno de uma proposta deliberadamente distante dos padrões tradicionais do setor: diversidade de corpos, pluralidade de histórias, beleza entendida como algo que não expira.

A trajetória de Itajacira não foi construída para caber num palco. Ela perdeu a mãe ainda na infância, reconstruiu a vida após o fim do casamento, criou sozinha o filho Enzo e seguiu uma carreira executiva em multinacional, sem abrir mão de nenhum desses papéis. A beleza curvy chegou depois, como linguagem para uma narrativa que já existia. A coroa, como consequência.

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Fora dos concursos, ela mantém parceria com o projeto Nas Ruas SP, iniciativa de acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Não é filantropia de palco. É parte constitutiva de quem ela é, e talvez seja o dado mais revelador de uma mulher que aprendeu, cedo e da forma mais dura, o que significa não ter para onde ir.

A idade, que em outros contextos seria tratada como obstáculo ou curiosidade, aqui é o argumento. Itajacira não chegou aos 49 anos apesar de tudo. Chegou por causa de tudo. Cada recomeço, cada escolha feita no escuro, cada ano vivido sem atalho compõe a pessoa que subiu ao palco e convenceu uma banca inteira de que aquela coroa tinha um lugar certo para estar.

“Não peçam permissão para ocupar os espaços que são seus por direito. Nunca é tarde para se reinventar, assumir as rédeas da própria vida e realizar os seus maiores sonhos.”

O Miss Dreams International acontece em outubro. Para Itajacira Silva, não é a chegada. É mais um ponto numa linha que ela vem desenhando há décadas, com as ferramentas que tinha disponíveis, em condições que exigiam mais do que talento. O mundo da beleza costuma celebrar quem chegou primeiro. Ela chegou depois, e chegou inteira.

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“Aos 49 anos, não estou chegando tarde. Estou chegando no tempo que a minha história precisou para ser contada.”

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