Cultura
“Almirante Negro” ganha o palco do Teatro SESC Newton Rossi com monólogo poético
Espetáculo inspirado na trajetória de João Cândido Felisberto propõe uma experiência reflexiva sobre a luta histórica da população negra no Brasil
Nos dias 22 e 23 de maio, o Teatro SESC Newton Rossi, em Ceilândia, recebe a curta temporada do espetáculo “Almirante Negro – Mestre Sala dos Mares”, um monólogo lírico-poético que revisita a trajetória de um dos personagens mais emblemáticos da história brasileira. A montagem, contemplada pela PNAB – Política Nacional Aldir Blanc, traz à cena uma releitura sensível da vida de João Cândido Felisberto, líder da histórica Revolta da Chibata.
Com direção de Ricardo César, dramaturgia de Bruno Estrela e atuação de Otto Caetano, o espetáculo propõe uma narrativa histórica em uma imersão estética que combina poesia, memória e crítica social para provocar reflexões sobre racismo, justiça e pertencimento.
A encenação parte de uma imagem central: João Cândido confinado em um manicômio, bordando para manter a sanidade após ser perseguido pelo Estado. A partir desse ponto simbólico, o espetáculo constrói uma reflexão sobre a desumanização de corpos negros e a violência institucional que atravessa gerações. “Este monólogo não se dispõe a fazer uma narrativa histórica linear, não é um espetáculo biográfico, nos interessa muito mais expressar as fragilidades e a humanidade na figura deste herói, além de trazer as amplas conexões que o evento da revolta da chibata tem com a luta antirracista ao longo dos séculos”, explica Ricardo Cesar, diretor do projeto.
A proposta estética aposta em uma experiência sinestésica, combinando som, silêncio, canto e projeções visuais para ativar no público uma memória ancestral que vai além da narrativa racional. O objetivo é claro: provocar identificação, desconforto e reflexão. “Qualquer obra que aborda o racismo precisa provocar no público uma reflexão, para que as vítimas de racismo entendam que essa é uma luta secular e aprendam a identificar quando sofrerem algum tipo de racismo, uma vez que este tipo de violência se reinventa a medida que ele é combatido”, afirma o diretor.

Segundo Ricardo, o espetáculo busca dialogar tanto com pessoas que vivenciam o racismo quanto com aquelas que não o experimentam diretamente. “É importante também que a parte do público que não sofre racismo perceba as sutilezas desta violência e reflitam qual é o seu papel nesta luta, visto que o racismo não é uma questão apenas para quem é vítima dele, sendo assim nosso principal objetivo é provocar reflexão e identificação” destaca.
Conhecido como “Almirante Negro” e eternizado na canção O Mestre Sala dos Mares, de João Bosco e Aldir Blanc, João Cândido liderou, em 1910, um levante de marinheiros contra os castigos físicos na Marinha brasileira. O movimento resultou no fim oficial da chibata, prática brutal herdada do período escravocrata.
No entanto, a montagem evita uma abordagem linear ou puramente biográfica. Em vez disso, constrói uma narrativa fragmentada e poética, conectando a trajetória de João Cândido a uma linha ancestral de resistência negra que remonta à invasão colonial de 1500. Figuras como Zumbi dos Palmares, Dandara, Luiz Gama e Tereza de Benguela são evocadas como parte de um mesmo fluxo histórico de luta e resistência.
Esse projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e conta com o apoio do SESC, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, da Política Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura, do GDF e do Governo Federal.
Serviço
Espetáculo Almirante Negro – Mestre Sala dos Mares
Local: Teatro SESC Newton Rossi – Ceilândia
Data: 22 e 23 de maio (sexta e sábado)
Horários: 22/05 – 09:00h e 14:30h – 23/05 – 19:00h
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 14 anos
Cultura
A CAIXA CULTURAL BRASÍLIA APRESENTA EXPOSIÇÃO CIDADELA, DA ARTISTA VISUAL PARA AS INFÂNCIAS MARIA EZOU
Published
2 dias atráson
14 de maio de 2026
Créditos: Mônica Cardim
Instalação interativa convida o público a adentrar uma cidade imaginária, com universos em miniatura que remetem ao tempo das infâncias
Mais de 69.000 pessoas foram impactadas pelo projeto Cidadela, que agora traz à cidade 15 universos fantásticos, com autômatos que dão vida à pequenos objetos com cenário, iluminação, trilha sonora e dramaturgia próprias
A exposição, que já circulou por 6 estados (MG, PR, SP, RJ, CE e DF), tem expografia voltada à autonomia da criança, com obras no campo de visão dos pequenos
“As obras ritualizam o cotidiano e convocam o corpo da criança para o momento presente.
O público adentra um universo analógico, de delicadeza, encantamento e tempo expandido. Elementos sensoriais aguçam os sentidos e autômatos recriam o ritmo da natureza e das meninices. Aos adultos, o convite é experienciar a obra do ponto de vista da criança – em estatura, maravilhamento e curiosidade.” Maria Ezou
No dia 23 de maio chega à CAIXA Cultural Brasília, Cidadela, a exposição individual da artista visual Maria Ezou, que convida o público para uma experiência imersiva no universo das infâncias, suas sensações e subjetividades. O projeto Cidadela, circula o Brasil desde 2022, e, em diferentes formatos, já passou pelos estados de Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal, alcançando um público de mais de 69.000 pessoas.
A Cidadela é uma instalação interativa, que materializa uma cidade imaginária e biocêntrica, uma fortaleza onírica onde os seres humanos, seus corpos, as casas e o restante da natureza são partes de um mesmo sistema: harmônico e fantástico.
Ao chegar na exposição, o público se depara com um portal de entrada, que se assemelha à uma trama de raízes aéreas de mangue e à silhueta de uma montanha. A estrutura, que leva o nome de “estufa”, tem suportes que guardam pequenos vasos biodegradáveis com matéria orgânica, sementes e mudas de plantas nativas do bioma original da cidade de Brasília, o Cerrado, além de lápis e papel. Ali o público pode realizar suas primeiras interações com a obra, seja pelo plantio de mudas que serão destinadas à restauração ambiental ou realizando um autorretrato que integrará a galeria de novos “habitantes” da Cidadela.
Ao adentrar um pouco mais, descortina-se a cidade formada por 15 “casas-corpos” – esculturas feitas a partir do molde do tronco da própria artista, com diminutas janelas e portas em seu ventre, que dão acesso a minimundos imaginários. No interior de cada “casa-corpo”, o olhar curioso se depara com uma dramaturgia particular, dialogando com um aspecto diferente da infância, interconectado com o fluxo dos corpos e suas distintas emoções, o cotidiano das casas e as dinâmicas da natureza. Para contar cada história, o cenário e objetos, em miniatura, são animados por autômatos mecânicos e eletrônicos, pela transição de luzes e pela trilha sonora individual de cada casa, além de estímulos auditivos como o som das águas, do vento, do pisar na terra e do crepitar do fogo. Cada “casa-corpo” recebe também uma audiodescrição, que promove a acessibilidade.
Créditos: Foto 1: Mônica Cardim | Foto 2: Ivan Cruz | Foto 3: Ivan Cruz
O fio condutor das obras são as artes têxteis, que Ezou intersecciona com o teatro de animação, a arte eletrônica, o audiovisual, a literatura, as musicalidades e os autômatos artesanais. Ela ainda emprega técnicas auxiliares como marcenaria, serralheria artesanal e colagem e, por fim, as conecta a saberes como mecânica do movimento, arquitetura vernacular, biologia e agroecologia. Assim, Maria tece o enredo que resulta na narrativa maior, o mundo sonhado da Cidadela.
Para proporcionar uma experiência plena às crianças, a expografia respeita as dimensões dos pequenos, e os minimundos são localizados na altura do olhar da criança. Para os adultos, o convite é para que experimentem a Cidadela a partir do ponto de vista dos pequenos.
A exposição pretende reafirmar o corpo como espaço de autonomia e alteridade e, por isso, cada espectador escolhe sua trilha de visitação, descobrindo, em cada Casa, um universo particular e a temática inerente à infância daquela obra. Compõem a Cidadela as Casas Gestar; Infância; Memória; Amor, Raiva; Empatia; Espera; Afeto; Alegria; Proteção; Desafio; Preguiça; Liberdade; Medo e Tristeza. Em Cidadela, o corpo de Maria Ezou é o corpo do universo. Raízes, corpo, montanha. Mulher-natureza, guiada por mapas, casas e seus interiores – cartografias que apontam para a direção coletiva. Cartógrafa dos afetos, parte das espacialidades e mergulha nas infâncias como um ato político. Onde o caminhar coletivo é o único possível.
Hoje as obras de Ezou estão situadas no campo das artes visuais, da performance e da instalação, mas, nos primeiros anos de sua trajetória, produziu muitos trabalhos para o campo das artes cênicas e com teatros de grupo, assim aprendeu e aprimorou seu ofício na lógica da colaboração e coletividade. Em a Cidadela, essa dinâmica segue presente. As obras da exposição têm a concepção e realização individual de Maria Ezou, mas contam com a colaboração de outros artistas e mestres de diferentes ofícios, que, convidados por Maria, trouxeram sua especialidade para o processo de preparação das obras. Entre os 17 convidados estão André Mehmari (produtor e intérprete musical); Heloisa Pires Lima (dramaturgia do movimento); Juliana Notari (dramaturgia do movimento); Mônica Cardim (fotografia artística); Leonardo Martinelli (composição musical); Willian Oliveira (desenvolvimento dos sistemas eletrônicos); Cristina Souto (desenho de luz), entre outros.
Programação Complementar – Artes Visuais para as Infâncias e Meio Ambiente
Além da mostra, o projeto propõe atividades paralelas na área das artes visuais e meio ambiente.
A abertura (23/05), terá a presença da artista Maria Ezou, que realizará a visita mediada inaugural com o público presente. No mesmo dia (23/05) acontece a Oficina Semear Territórios livres, com plantação de sementes que formarão mudas a serem integradas como peças da exposição. A ação ministrada pela artista e o educativo da CAIXA, o Gente Arteira, convida o público para colocar a mão na massa, co-criando uma parte da exposição. Mais próximo ao término da exposição, dia 22 de agosto, às 14h, a artista Maria Ezou recebe Amara Hurtada, arte-educadora e criadora cênica, da brasiliense As Caixeiras Cia. de Bonecas para uma mesa de debates, aberta ao público, sobre arte e infância. Para encerrar a exposição, Maria Ezou realiza ainda a última visita mediada no dia 23 de agosto, às 10h, e, em seguida, – novamente, em parceria com o Gente Arteira -, ministra a última oficina aberta ao público, a Expandir Territórios Livres, que conduzirá as crianças no manuseio das mudas plantadas durante a exposição para destinação à projetos de reflorestamento. Durante todo o período da exposição haverá visita mediada para grupos com condução do Gente Arteira.
Mais informações sobre o Projeto Cidadela: https://www.exposicaocidadela.art/
Maria Ezou – Artista Visual para as Infâncias
Premiada artista, performer e educadora, Maria Ezou é porta-voz do movimento das artes visuais para as infâncias e trabalha o universo onírico e fantástico contando histórias imersivas e sensoriais. Com Licenciatura em Educação Artística (UNESP), chegou a cursar parte do Bacharelado em Artes Plásticas (FAAP) e tem formação em Cenografia. Em uma infância de liberdade, experimentação e integralidade com a natureza, Maria foi uma criança curiosa e apaixonada pelo funcionamento das coisas, dos corpos, dos fluxos e dos lugares. Encantamentos que se tornaram estruturantes em sua obra. Filha de mãe arquiteta, entrou em contato com a arquitetura vernacular muito cedo e, ainda criança, viajou com a família pela América Latina, quando conheceu as cosmogonias Inca e Maia. O avô lhe transmitiu a paixão pelos autômatos, em seu “incrível quarto de invenções”. A cozinha de sua avó materna foi uma de suas primeiras inspirações para as manualidades artísticas e a máquina de costura, de sua outra avó, daria vida às suas primeiras criações têxteis. Ezou dialoga com o biocentrismo ancestral, de seu país e continente, e é possível identificar, em sua obra, o corpo biocêntrico; as espacialidades e seus fluxos, além do aspecto político. De modo não óbvio, reverencia aspectos culturais comuns aos povos originários do Brasil e da América Latina e revisita saberes desses povos para propor um diálogo das esperanças. A lida com o tecido, entremeada com o fazer artístico – lógica presente em culturas latino-americanas – é um dos exemplos em sua obra. Os campos de atuação de Maria Ezou são as artes visuais, a performance e a instalação, com a presença recorrente de autômatos e objetos sensíveis. Ela respeita os tempos e o corpo expandido e integral das infâncias, por isso desenvolve obras analógicas e na escala das crianças. A artista das infâncias decoloniais, contempla diferentes contextos das infâncias. Entre seus trabalhos estão: Projeto Cidadela [Exposições: Cidadela-Corpo – Sesc Pompeia (2022), Cidadela Fotos – Circulação Minas Gerais, Brasília e São Paulo (2023), Cidadela – CAIXA Cultural Fortaleza, 2023/24]; Quadro bordado “Janelas do Céu”- vencedor do CONTRASTES MAB FAAP (2003); Performance “Fauna InFesta“ – exposição Augusto de Campos, no Sesc Pompéia (2016); Direção de arte dos espetáculos “A Ciranda do Villa“ – indicado aos prêmios FEMSA e Cooperativa Paulista de Teatro; “Os Saltimbancos“, (2008)- indicado ao prêmio FMSA (2008); “O Príncipe Feliz“ premiado pelo 13º Festival Cultura Inglesa (2009); “Grandes Pequeninos” Indicado ao Grammy Latino de Música (2010); “Mário e os Marias“, premiado pelo APCA de Melhor Espetáculo de Rua para Crianças (2012) e “Coágulo” – performance videoarte premiada no RUMOS Itaú Cultural (2021).
Ficha técnica
Exposição Cidadela
Maria Ezou – Concepção e realização
Colaboradores convidados
Mônica Cardim – Fotografia casa Memória
Heloisa Pires Lima – Dramaturgia do movimento e textos do Site
Juliana Notari – Dramaturgia do movimento e textos do Site
Gabriela Zuquim – Consultoria ambiental
Leonardo Martinelli – Composição musical
André Mehmari – Produção e intérprete musical
Marina Quintanilha – Animação da Casa Memória
Eduardo Salzane – Consultoria de arte mecânica
Alecsandro T Silva – Consultoria de arte mecânica
Alexandre Benedetti – Desenvolvimento dos sistemas eletrônicos
Cristina Souto – Desenho De Luz
Fábio Luiz Souza Gomes e Joseane Natali Domingos – Serralheria
Rager Luan – Modelagem das peças em fibra de vidro
Alê Noguchi – Modelagem das peças em bambu
Rita De Cassia Martins – Confecção das roupas das Casas
Mônica Cristina Rocha – Confecção casulos
Joana Bertolini De Araújo – Estagiária assistente
Wanessa Costa – Estagiária assistente
Bruno José – Ilustração site
Monica Machado – Programação Site
Laura Corcuera – Assessoria de comunicação
Itinerância CAIXA Cultural
CAIXA – Realização
Maria Ezou – Idealização, Coordenação e Direção Artística
Déborah Minardi e Sara Loiola – Produção Local
Plano Nacional “Plantar Árvores, Produzir Alimentos Saudáveis MST – Plantio Estufa
Nany Gottardi – Locomotiva Cultural – Assessoria de Imprensa
Mônica Cardim – Fotos de Divulgação
Kelly Gonçalves – Studio Âmago Mkt – Assessoria de redes sociais
Ana Muriel – Artes Gráficas
WL Serviços – Impressões Gráficas
Montagem e Iluminação – Pablo Só Montagem
Alves Tegam – Transportadora
Howden – Corretora de Seguros Seguro de obras de arte
Serviço:
Exposição Cidadela
Local: CAIXA Cultural Brasília
Endereço: SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4 – Brasília – DF
Data: de 23 de maio a 23 de agosto de 2026
Abertura oficial: Dia 23 de maio, às 10h. No dia haverá visita mediada pela artista e oficina de plantio de sementes: Oficina Semear Territórios livres
Funcionamento da exposição: Terça a Domingo, das 9h às 21h.Classificação indicativa: livre
Entrada franca
Agendamentos para grupos e escolas: 61 99922-0765
Acessibilidade: A exposição conta com o recurso de audiodescrição e acesso para pessoa com deficiência
Estacionamento gratuito para visitantes aos finais de semana e feriados, de terça a sexta disponível a partir das 18h
Programação Extra (sujeita à alteração):
Oficina Semear Territórios livres – (plantação de sementes para a abertura da exposição) – Dia 23 de maio, às 10h
Visitas mediadas pela artista – Dia 24 de maio e 23 de agosto, às 10h
Oficina Expandir Territórios Livres – (destinação das mudas plantadas durante a exposição) – 23 de agosto, às 10h
Mesa de debate sobre arte e infância com Maria Ezou (Cidadela) e Amara Hurtado (As Caixeiras Cia. de Bonecas) – 22 de agosto, às 14h
Informações: acesse o site
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

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