BRASÍLIA

Cultura

Fabrício Carpinejar participa do Sempre Um Papo na CAIXA Cultural Brasília

Publicado em

O premiado escritor gaúcho Fabrício Carpinejar é o próximo convidado do Sempre Um Papo na CAIXA Cultural Brasília. Ele participa do projeto no dia 6 de agosto, quarta-feira, às 19h30, para falar sobre seu mais recente livro, “Se eu soubesse: Para maiores de 40 anos”. Depois da conversa, mediada pelo jornalista e escritor Matheus Leitão, Carpinejar segue para uma sessão de autógrafos.

A entrada é gratuita, num patrocínio da CAIXA / Governo Federal e apoio cultural da Emgea, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura. Os ingressos ficam disponíveis uma hora antes do início do evento, e a classificação indicativa é 14 anos.

No Sempre Um Papo, Fabrício Carpinejar conversará com o público sobre seu livro “Se eu soubesse: Para maiores de 40 anos” (Editora Bertrand Brasil) e as temáticas que ele aborda, como relacionamentos, família e a passagem do tempo. Carpinejar tem mais de 50 livros publicados, entre eles “Manual do luto”; “Minha esposa tem a senha do meu celular”; “Depois é nunca”; e “Coragem de viver”. Suas obras transitam entre diversos gêneros, como crônica, poema, infantojuvenil e jornalismo literário.

“Se eu soubesse: Para maiores de 40 anos”

“Se eu soubesse” é um livro que fala sobre maturidade e sobre evoluir com paz, serenidade, amor-próprio, e capacidade de perdoar. Em tom de terapia em voz alta, em uma narrativa formada por pequenos capítulos sem títulos, Carpinejar descreve a infância nos anos 1970, a adolescência nos anos 1980, e as mudanças de costumes ao longo do tempo. A narrativa apresenta reflexões sobre reminiscências familiares, criação dos filhos, gratidão pelos pais, casamento, recomeços profissionais e pessoais. Em meio a tudo isso, surgem lições sobre dor, amor e amizade.

Leia Também:  Crash Boom acessível na Biblioteca Braille Dorina Nowill de Taguatinga

Fabrício Carpinejar nasceu em Caxias do Sul e mora em Belo Horizonte. Filho dos poetas Carlos Nejar e Maria Carpi, adotou a junção de seus sobrenomes em sua estreia poética, “As solas do sol”, de 1998. Carpinejar, definido por Luis Fernando Verissimo como uma “usina de lirismo”, recebeu em sua trajetória importantes reconhecimentos, como o Prêmio Jabuti, o Prêmio Açorianos de Literatura e o Prêmio Cecília Meireles, da União Brasileira de Escritores. Seus livros já ultrapassaram 1 milhão de exemplares vendidos.

Matheus Leitão, o mediador da conversa, tem especialização em jornalismo investigativo pela Universidade de Berkeley, na Califórnia, onde foi visiting scholar entre 2012 e 2013. Em 23 anos de carreira como jornalista, Matheus Leitão trabalhou em diversos veículos de imprensa, como Correio Braziliense, Folha de São Paulo, Rádio Globo e Portal G1. Atualmente, é colunista da revista Veja. Venceu os mais importantes distinções de jornalismo da América Latina como os prêmios Esso, Embratel, Vladimir Herzog e o SIP, da Sociedade Interamericana de Imprensa. É também autor do livro “Em nome dos pais”, que deu origem ao documentário homônimo exibido pela HBO.

Leia Também:  IgesDF orienta pacientes a manter cadastro atualizado para cirurgias

O Sempre Um Papo, criado em Belo Horizonte pelo jornalista Afonso Borges, já esteve em Brasília de 2003 a 2009, também na CAIXA Cultural. Neste período, o projeto recebeu escritores como Zuenir Ventura, Luis Fernando Verissimo, Lya Luft, Fernando Morais, entre muitos outros, em programação mensal.

Sempre Um Papo – 39 anos

Criado em 1986, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

canal no YouTube do Sempre Um Papo contém mais de 1.600 programas de uma hora cada, constituindo-se no maior e mais relevante acervo virtual da literatura brasileira. Além dos debates, seminários e cursos completam o rol de exibições, que hoje registra quase 9 milhões de visualizações.

Serviço:

Sempre Um Papo recebe Fabrício Carpinejar

Dia: 6 de agosto, quarta-feira, 19h30

Local: Caixa Cultural Brasília – SBS – Quadra 4 – Lotes 3 e 4.

Entrada gratuita com retirada de ingressos 1 hora antes do início.

Informações: www.sempreumpapo.com.br – @sempreumpapo

Advertisement

Cultura

Brasília se despede de Gê Martú, referência do teatro e cinema candango

Published

on

By

Velório do ator e diretor será realizado nesta segunda-feira (15), no Cine Brasília

 

Brasília perdeu neste fim de semana um de seus maiores nomes das artes cênicas. O ator, diretor e locutor Gê Martú morreu aos 89 anos, após complicações de saúde relacionadas a uma pneumonia. Com uma trajetória que atravessou mais de sete décadas, o artista deixa um legado fundamental para a história do teatro e do audiovisual no Distrito Federal.

A despedida será realizada nesta segunda-feira (15), das 13h às 17h, no foyer da Sala Vladimir Carvalho, no Cine Brasília. O espaço foi cedido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal em homenagem ao artista.

Nascido como Geraldo Martuchelli, Gê Martú chegou a Brasília em 1971, período em que a capital ainda consolidava sua identidade cultural. Desde então, tornou-se uma das figuras mais presentes e respeitadas da cena artística local, participando de mais de 80 peças teatrais e cerca de 60 produções cinematográficas, além de atuar como diretor, locutor e mentor de diferentes gerações de artistas.

Leia Também:  Em dezembro, nomes do teatro brasiliense são homenageados pelo Grupo Tripé

Ao longo da carreira, trabalhou com grupos amadores, universitários e profissionais, sem distinção. Reconhecido pela generosidade e pelo incentivo constante a novos talentos, ajudou a formar atores e fortalecer espaços culturais que marcaram a trajetória do teatro candango.

Para o jornalista e dramaturgo Sérgio Maggio, a história do teatro brasiliense pode ser contada a partir da trajetória de Gê Martú. “Qualquer celebração à trajetória deste homem de teatro é merecida. Pode-se contar a evolução do teatro de Brasília por meio da história de Geraldo Martuchelli. Ele é um elo entre o empenho dos amadores e o estabelecimento dos profissionais”, afirmou.

Entre seus trabalhos mais marcantes está a peça Bella Ciao, considerada um dos marcos históricos da cultura do Distrito Federal e que lhe rendeu reconhecimento como ator. Também teve participação ativa no fortalecimento de espaços independentes, como o Teatro Oficina do Perdiz, importante ponto de cultura da cidade.

Mesmo nos últimos anos, com a saúde fragilizada e em regime de home care, Gê Martú manteve-se ativo. Continuou realizando locuções, participando de produções audiovisuais e orientando artistas em leituras e ensaios. Recentemente, também colaborava na criação de uma nova peça da filha, a atriz e diretora Luciana Martuchelli.

Leia Também:  Ensaios Abertos do Festival Sinfônico no Infinu: Uma Experiência Imperdível

Ao longo da vida, o artista transitou pelo teatro, cinema, televisão e rádio, tornando-se um símbolo de dedicação à arte e à cultura de Brasília. Seu nome permanece diretamente ligado à construção da identidade cultural da capital federal e à formação de inúmeras gerações de profissionais das artes cênicas.

Continue Reading

politica

DISTRITO FEDERAL

BRASIL E MUNDO

ECONOMIA

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI