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Meio Ambiente

Brasília Ambiental celebra Dia das Reservas Particulares do Patrimônio Natural com workshop

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Evento acontecerá no dia 31 de janeiro, no Centro de Práticas Sustentáveis (CPS), Jardim Botânico

No próximo dia 31 de janeiro (quarta-feira) – Dia Nacional das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), o Instituto Brasília Ambiental, em parceria com o Instituto Cerrados (IC), promoverá um ciclo de palestras com o objetivo de esclarecer e conscientizar a respeito das Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN). O evento que ocorrerá pela manhã, das 9h às 12h, no Centro de Práticas Sustentáveis (CPS), Jardim Botânico, contará com seis palestrantes entre convidados, membros do Instituto e servidores da autarquia.
A organização, que está a cargo da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Brasília Ambiental, em conjunto com o IC, solicita aos participantes do wokrshop que levem sua caneca para o café da manhã, além da garrafa de água para se hidratar no decorrer do evento.
Certificação – Em outubro de 2023, o Distrito Federal entregou seu primeiro certificado de RPPN em âmbito do Distrito Federal, denominado Reserva Jardim Botânico. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, comemorou o reconhecimento e as parcerias. “Precisamos de todo apoio possível para conseguir preservar o nosso Cerrado. O Instituto Cerrados é uma parte muito importante nessa construção, para despertarmos nas pessoas esse interesse de assumir o compromisso com o meio ambiente, que é a nossa maior vitória, pois,  somos parte do meio ambiente”.
Para o diretor do Instituto Cerrados, Yuri Salmona, as certificações das RPPNs desempenham um papel fundamental na salvaguarda dos ecossistemas. Segundo ele, uma RPPN é um dos gestos mais contundentes que um proprietário rural pode fazer, materializando sua intenção de proteger um ecossistema, especialmente do Cerrado.
“Trata-se de instrumento reconhecido, mantido e fortalecido pelo Estado, que vai garantir que determinada área da sua propriedade se mantenha eternamente protegida, assegurando uma série de serviços ecossistêmicos, como provimento de água, regulação do clima, fertilidade do solo, habitat para a flora e fauna e até mesmo a polinização de diferentes espécies”, completou Salmona.

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Serviço
Workshop Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) do Distrito Federal
Dia: 31/1/24
Horário: 9h às 12h
Local: Centro de Práticas Sustentáveis (CPS), Jardim Botânico (DF)

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Valores pagos a mais, falhas no controle de qualidade e atrasos: auditoria do TCDF aponta irregularidades em obra no Noroeste

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O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) realizou auditoria na obra do viaduto localizado no acesso ao Setor Noroeste pela Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA), na região da Asa Norte. A fiscalização apontou irregularidades na execução contratual, como pagamentos realizados com quantitativos acima dos previstos em projeto, falhas no controle tecnológico da pavimentação, irregularidades nos reajustes contratuais e atrasos no cronograma da obra. O contrato, firmado entre o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) e o Consórcio Belavia-Secol, teve valor inicial de cerca de R$ 29,6 milhões.

Segundo o relatório final da auditoria, embora parte das inconsistências inicialmente identificadas tenha sido corrigidas, permaneceram irregularidades relevantes. A equipe técnica concluiu que houve medições de serviços em quantidades superiores às previstas em projeto, especialmente em relação às larguras executadas em determinados trechos da pavimentação, além de pagamentos realizados acima dos quantitativos contratados sem cobertura contratual adequada.

Também foram constatadas falhas no controle de qualidade do asfalto. A fiscalização do TCDF apontou ausência ou baixa frequência de ensaios essenciais, deficiência na rastreabilidade dos testes executados e falta de análise técnica formal dos relatórios de controle tecnológico apresentados pela empresa executora. Segundo a auditoria, as medições vinham sendo processadas mesmo sem a adequada verificação da qualidade dos serviços executados.

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Outro achado foi o desequilíbrio na remuneração dos serviços de pavimentação asfáltica. A auditoria identificou que os insumos efetivamente utilizados pelo consórcio executor apresentavam custo inferior ao previsto no orçamento de referência adotado pela Administração. Conforme estimativa da equipe técnica, o impacto potencial das diferenças identificadas pode ultrapassar R$ 600 mil ao longo do contrato.

A auditoria também apontou atrasos na execução da obra. O prazo inicial era de dez meses consecutivos, contados a partir de outubro de 2022. De acordo com a análise do TCDF, considerando o ritmo de execução observado no período auditado, a conclusão da obra poderia ocorrer apenas em 2027. Entre as causas apontadas estão falhas no planejamento, ausência de solução eficaz para interferências com a rede elétrica, demora na remoção de redes aéreas e ritmo de execução abaixo do previsto no cronograma vigente.

Processo: 00600-00002932/2024-02-e

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