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HEADLY Fashion Week promove desfile inspirado no Outubro Rosa em Goiânia

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Evento será realizado no dia 18 de outubro, no K Hotel, e reunirá modelos, marcas, estilistas e novos talentos em uma noite dedicada à moda, à criatividade e à conscientização sobre o câncer de mama

Goiânia receberá, no dia 18 de outubro de 2026, uma nova edição da HEADLY Fashion Week. O desfile será realizado no K Hotel, reunindo modelos, marcas, estilistas, produtores e profissionais ligados ao mercado da moda.

Inspirada no Outubro Rosa, campanha mundial de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, a edição pretende transformar a passarela em um espaço de valorização da mulher e de reflexão sobre os cuidados com a saúde.

A programação deverá apresentar coleções e produções de marcas autorais, estilistas, designers e novos criadores. A proposta é aproximar o público do universo da moda e, ao mesmo tempo, utilizar a visibilidade do evento para fortalecer uma causa de relevante interesse social.

Moda com propósito

Segundo a organização, a escolha do Outubro Rosa como tema busca demonstrar que a moda também pode comunicar mensagens, estimular conversas e colaborar com ações de conscientização.

A passarela será utilizada como espaço de expressão artística e valorização feminina, combinando beleza, criatividade, representatividade e informação. A iniciativa também pretende ampliar a visibilidade de profissionais e empreendedores que trabalham em diferentes áreas do segmento.

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O evento marca a continuidade de um projeto que já realizou cinco edições. Ao longo dessa trajetória, a HEADLY Fashion Week vem reunindo diferentes perfis de modelos, marcas e criadores, oferecendo oportunidades de experiência profissional, divulgação e conexão com o mercado.

Desenvolvimento de novos talentos

A HEADLY atua nos segmentos de moda, entretenimento e produção de eventos, com atividades voltadas à descoberta, preparação e direcionamento de novos talentos.

Por meio da HEADLY Models, a empresa trabalha com modelos de diferentes perfis e faixas etárias, preparando-os para participarem de desfiles, campanhas publicitárias, editoriais, catálogos, eventos, produções audiovisuais e trabalhos comerciais.

A proposta, segundo a empresa, é não limitar a experiência dos participantes a uma única apresentação na passarela. O trabalho inclui orientação de imagem, postura profissional, preparação para castings e acompanhamento do desenvolvimento de carreira.

Outro núcleo da empresa é a HEADLY Preparation, responsável pelo treinamento e pela preparação dos talentos. As atividades podem abordar passarela, postura, apresentação pessoal, comunicação, comportamento profissional e posicionamento no mercado.

Gestão e criação

A gestão estratégica e a direção geral dos projetos são conduzidas pelo CEO Adrian  Headly, que também atua no relacionamento com parceiros, na expansão da marca e na criação de oportunidades para modelos e profissionais do setor.

A direção criativa está sob a responsabilidade de Alessandra Rodriguez, que participa da construção artística dos projetos, do desenvolvimento da imagem dos talentos e da criação de conceitos para editoriais, desfiles e eventos.

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A estrutura administrativa é conduzida por Rossi Headly , responsável pela organização interna, pelo acompanhamento dos modelos, pelo atendimento e pelo suporte operacional aos projetos desenvolvidos pela empresa.

Conexões e oportunidades

Além de apresentar tendências e produções de moda, a HEADLY Fashion Week busca funcionar como uma plataforma de encontro entre modelos, marcas, criadores, produtores e empresas.

Para quem está começando, a participação pode representar contato com profissionais do setor e experiência de passarela. Para marcas e estilistas, o evento oferece um espaço para apresentação de coleções, fortalecimento de identidade e aproximação com o público.

Com a nova edição em Goiânia, a HEADLY pretende reforçar sua atuação na descoberta e preparação de talentos, unindo moda, empreendedorismo e produção cultural.

A expectativa é de que o desfile de 18 de outubro proporcione uma noite de elegância e criatividade, mas também ajude a lembrar que a prevenção, a informação e o diagnóstico precoce são fundamentais no enfrentamento ao câncer de mama.

Serviço

Evento: HEADLY Fashion Week
Tema: Outubro Rosa
Data: 18 de outubro de 2026
Local: K Hotel
Cidade: Goiânia, Goiás

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Moda

Network Ori traduz ancestralidade, propósito e a construção de novas narrativas na creator economy

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A network liderada por Allyson Petrech carrega no próprio nome uma conexão com ancestralidade, espiritualidade e o propósito de potencializar pessoas, culturas e negócios

Antes de se tornar o nome de uma agência dedicada ao desenvolvimento de creators, artistas e projetos de comunicação, Ori já carregava um significado diretamente conectado à trajetória de seu fundador e CEO, Allyson Petrech. De origem yorùbá, a palavra Ori pode ser compreendida como “cabeça” e está associada à dimensão interior e espiritual do indivíduo, à consciência, ao destino e ao lugar de onde partem escolhas e caminhos.

Para Allyson, escolher o nome não foi uma decisão de branding. Foi consequência de anos de dedicação à sua espiritualidade e da tentativa de construir um negócio capaz de conciliar crescimento econômico, cultura, propósito e desenvolvimento humano.

“Ser Ori, para mim, não é se apropriar de um termo tradicional das religiões de matrizes afro-brasileiras. É honrar tudo o que vem junto com essa palavra. Existe um fundamento que me acompanha e que me lembra constantemente de onde eu venho, do que estou construindo e da responsabilidade que existe nesse processo. E essa construção passa necessariamente pelas conexões e pelos relacionamentos. Ser network está no nosso DNA. Queremos que a Ori seja cada vez mais um hub capaz de aproximar pessoas, talentos, marcas e diferentes agentes do mercado, criando relações que gerem oportunidades e movimentem a cultura no nosso país. Tudo isso valorizando a identidade e a diversidade brasileira, porque acreditamos que conectar pessoas também é uma forma de ampliar espaços, fortalecer narrativas e construir novos caminhos”, afirma Allyson Petrech, CEO da Ori.

Um nome que nasceu antes da empresa

A origem da agência também está ligada a um momento de transformação pessoal de Allyson. Depois de enfrentar perdas familiares, mudanças e desafios em diferentes áreas da vida, o empresário conta que foi durante uma tarde de meditação em um parque que começou a enxergar um novo caminho profissional.

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Naquele momento, antes mesmo de existir uma estrutura empresarial definida, nasceu a ideia de criar um espaço que pudesse conectar pessoas, desenvolver talentos e transformar histórias individuais em possibilidades concretas.

“A Ori nasce em um parque, em uma tarde de meditação em que eu não encontrava mais saída para a minha vida. Depois de tantas perdas familiares, desafios e mudanças, eu pedi que minha ancestralidade me orientasse e me mostrasse um caminho. Quando olho para o que construímos hoje, entendo que a empresa também é resultado desse processo”, relembra.

Essa origem acabou influenciando diretamente a maneira como Allyson passou a pensar o papel da agência. Se, por um lado, a Ori está inserida em um mercado que precisa gerar receita, estruturar negócios e responder às dinâmicas econômicas, por outro, existe a preocupação de não permitir que o crescimento financeiro apague os fundamentos que deram origem ao projeto.

Entre propósito e negócio

Essa conciliação aparece na própria atuação da agência. A proposta é utilizar comunicação, cultura e inteligência de mercado para potencializar artistas e creators, ao mesmo tempo em que aproxima marcas de comunidades, comportamentos e narrativas que ajudam a compreender a sociedade contemporânea.

Para Allyson, esse equilíbrio é também um dos principais desafios da construção da Ori.

“A Ori é um negócio e está dentro de uma realidade capitalista, em que existe a necessidade de gerar receita e crescer. O desafio sempre foi entender como fazer isso sem abandonar aquilo que fundamenta a empresa. Como transformar ideias em algo material, ajudar artistas a construírem seus sonhos, dar espaço a narrativas culturais e de diversidade e, ao mesmo tempo, criar negócios consistentes”, explica.

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Nesse processo, a ancestralidade não aparece apenas como referência simbólica. Ela influencia a visão de Allyson sobre liderança, desenvolvimento de pessoas e construção de relações profissionais.

A ideia de criação presente no significado que ele atribui a Ori se manifesta no desenvolvimento de talentos, no crescimento da equipe e na busca por projetos capazes de conectar marcas a diferentes contextos culturais.

“Hoje, a Ori conecta pessoas, movimenta e potencializa. Eu cresço, meu time cresce, nossos artistas se desenvolvem e as marcas conseguem aproveitar essa inteligência de conexão e cultura para ampliar suas próprias conversas. Para mim, Ori é exatamente esse espaço que cria, constrói e se reinventa”, destaca o CEO.

Uma empresa ainda em construção

Mesmo com o crescimento da operação, Allyson considera que a identidade da Ori continua em desenvolvimento. A transformação, segundo ele, faz parte da própria essência que pretende preservar para a empresa.

Mais do que chegar a um formato definitivo, o objetivo é construir estruturas sólidas sem perder a capacidade de acompanhar as mudanças da cultura, da comunicação e da creator economy.

“Eu sinto que a gente ainda está no começo desse grande corpo que a Ori está construindo. Existe muito trabalho, transformação e ajuste pela frente. Mas acredito que estamos construindo uma narrativa muito interessante a partir da nossa base: entendendo de onde a Ori vem, o que ela representa e para onde queremos levá-la”, conclui Allyson.

Para o empresário, carregar esse nome é também uma forma permanente de lembrar que crescimento e propósito não precisam ocupar lados opostos. Na Ori, a ambição é justamente fazer com que desenvolvimento econômico, potência criativa, ancestralidade e transformação caminhem dentro de uma mesma história.

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