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MFM fecha 3ª edição no HackTown com novidades

Casa MFM reuniu artistas e profissionais da indústria em três dias de showcases, debates e Song Camps, que resultaram na criação de trilhas sonoras e novas canções.

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MFM fecha 3ª edição no HackTown com novidades

A terceira edição do MFM – Mercado Futuro da Música encerrou sua programação no HackTown 2026 consolidando a Casa MFM como espaço de encontro entre quem cria, pensa e movimenta a música brasileira. Durante três dias, em Santa Rita do Sapucaí (MG), artistas, compositores, produtores, executivos, curadores e profissionais de diferentes áreas da indústria dividiram experiências, ideias e novos projetos.

A programação reuniu 18 apresentações artísticas, além de painéis, conferências, encontros profissionais e Song Camps voltados à criação de canções, trilhas para audiovisual e música para games.

Um dos destaques desta edição foi o Song Camp de Audiovisual, realizado em parceria com o SINDAV – Sindicato da Indústria do Audiovisual, que resultou na criação de duas trilhas sonoras originais, destinadas a um filme documentário e a um curta-metragem atualmente em fase de finalização.

O Song Camp de Canções também apresentou resultados concretos: duas novas obras foram compostas durante o encontro e deverão ser gravadas em breve. No último dia do evento, os trabalhos desenvolvidos nos Song Camps foram apresentados ao vivo ao público, encerrando a programação da Casa MFM e transformando o processo criativo realizado ao longo dos três dias em parte do próprio evento.

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Os showcases foram outro eixo importante da programação, apresentando diferentes linguagens e novos trabalhos da música brasileira. Entre os artistas que movimentaram a Casa MFM estiveram Ana Morais, André Prando, Pedro Emílio, Matheus Torres, Colomy e Paulo Monarco, além de outros nomes que integraram a programação artística da edição.

Nos debates e conferências, passaram pela Casa MFM profissionais como Marcos Maynard, Paulo Junqueiro, Simoninha, Dani Black, Marcelo Falcão, Bruna Campos, Dani Pepper, Pena Schmidt, Carol de Amar, Renné Chalú, Simone Marçal, Larissa Sossai, Alan Wallace, César Lemos, Daniela Fernandes, Vanessa Schutt e Daniela Souza, entre outros.

As conversas abordaram questões que estão no centro das transformações da indústria: inteligência artificial, direitos autorais, carreira e longevidade artística, curadoria, novas tecnologias, marcas e música, festivais, conferências e formação de novos mercados.

"O MFM foi criado para aproximar criação, conhecimento e mercado. Nesta edição, isso ficou ainda mais evidente: tivemos artistas se apresentando, profissionais compartilhando experiências e, ao mesmo tempo, novas músicas e trilhas sendo criadas dentro da própria Casa. O futuro da música também nasce desses encontros.", afirma Barral Lima, idealizador do MFM.

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Realizado em parceria com o HackTown, o Mercado Futuro da Música chegou à terceira edição fortalecendo sua proposta de ser uma plataforma permanente de música, conhecimento, inovação e conexões profissionais.

O MFM é idealizado por Barral Lima, com curadoria do MFM e colaboração do jornalista Sérgio Martins, Daniela Souza e Vanessa Schutt (UBC) e Carolina Daves. A coordenação geral da Casa MFM é da Casa 29 Produtora, por Carolina Daves. A edição 2026 contou com patrocínio da Copasa, por meio da Lei Rouanet, e integrou o HackTown como projeto parceiro.

MFM – Mercado Futuro da MúsicaMúsica no palco. Ideias em circulação. Mercado em movimento.

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Cartão de benefícios amplia proteção familiar para além da assistência funerária

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Descontos em saúde e serviços do dia a dia reforçam conceito de cuidado preventivo e podem contribuir para o orçamento doméstico

Com o aumento das despesas domésticas, alternativas que ajudam a reduzir gastos recorrentes têm ganhado espaço no planejamento das famílias. Entre elas estão cartões de benefícios vinculados a serviços de assistência, que oferecem descontos em áreas como saúde, bem-estar e outros serviços utilizados ao longo do mês. Além do impacto no orçamento, esse tipo de benefício pode contribuir para estimular uma cultura de prevenção, especialmente quando facilita o acesso a consultas e exames. A lógica é ampliar o conceito de proteção familiar para além de situações emergenciais ou momentos de perda.

No Campo Santo Familiar (CSF), por exemplo, todos os clientes dos planos funerários familiares têm acesso ao Cartão de Benefícios Minha Família, que reúne vantagens em uma rede de parceiros. Entre as possibilidades estão descontos em consultas e exames, farmácias, academias, cinema, educação, alimentação e estabelecimentos do varejo. A rede inclui, atualmente, parceiros como Hospital Santa Izabel, Drogarias São Paulo e Pague Menos, Selfit Academias e Cinemark, entre outros, com condições que podem variar de acordo com cada estabelecimento.

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“Hoje, quando falamos em proteção familiar, não estamos falando apenas de assistência em um momento difícil. Também falamos de soluções que possam ajudar a família no presente, inclusive com economia e acesso facilitado a serviços importantes”, afirma Samara Bastos, coordenadora de Marketing do CSF.

Segundo ela, os benefícios relacionados à saúde têm ainda um componente preventivo. “Uma consulta, um exame ou mesmo a compra recorrente de medicamentos representam despesas importantes para muitas famílias. Quando o cliente consegue condições diferenciadas para acessar esses serviços, o benefício deixa de estar relacionado apenas ao futuro e passa a fazer diferença também na rotina”, observa Samara.

Ainda segundo a coordenadora, essa oferta também ajuda a mudar a percepção sobre os próprios planos funerários. “Existe uma evolução desse conceito. O cliente passa a entender que o plano não precisa ser lembrado apenas diante de uma perda. Ele pode fazer parte do cotidiano da família e gerar benefícios concretos antes mesmo de qualquer necessidade de assistência funerária”, conclui.

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