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Gargalos logísticos impõem rotas multimodais ao agronegócio

A dependência do modal rodoviário eleva o custo logístico brasileiro a 15,5% do PIB em 2025 e pressiona empresas a adotarem estratégias multimodais integradas para manter competitividade no comércio exterior.

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Gargalos logísticos impõem rotas multimodais ao agronegócio

A malha de transporte brasileira enfrenta limitações estruturais que elevam os custos logísticos do país a patamares expressivos. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Logística, o custo logístico do Brasil atingiu 15,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, um dos mais elevados entre economias emergentes, reflexo direto da dependência excessiva do modal rodoviário e da insuficiência de alternativas integradas para o escoamento da produção nacional.

No Centro-Oeste, maior polo do agronegócio brasileiro, esse cenário se intensifica. Rodovias sobrecarregadas, baixa densidade ferroviária e ausência de rotas hidroviárias estruturadas criam gargalos que afetam prazos de entrega, encarecem fretes e reduzem a competitividade das exportações em mercados internacionais cada vez mais exigentes em termos de rastreabilidade e cumprimento de lead times.

A diversificação de modais, combinando transporte rodoviário, ferroviário, hidroviário e aéreo em uma única operação integrada, tem se consolidado como alternativa para empresas que atuam no comércio exterior. A WMF Brazil International Logistics, especializada em gestão de cargas, agenciamento internacional e operações aduaneiras, adota essa abordagem como padrão operacional para atender clientes com cargas sensíveis e prazos críticos.

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"Integrar diferentes modais e adotar plataformas de monitoramento permite rotas mais inteligentes e menos vulneráveis a falhas", afirma Eduardo Massini, diretor da WMF Brazil International Logistics.

A afirmação reflete uma tendência documentada no setor: operações multimodais bem planejadas reduzem a exposição a rupturas em rotas únicas e aumentam a previsibilidade nas cadeias de suprimentos internacionais.

Para operações de importação e exportação, a combinação de modais exige tecnologia de monitoramento em tempo real e parceiros com capacidade operacional integrada. A gestão ponta a ponta do embarque ao desembaraço aduaneiro reduz riscos e otimiza custos, tornando-se diferencial estratégico para empresas que precisam manter competitividade em cadeias globais de suprimentos.

A WMF Brazil International Logistics atua nesse segmento com foco em soluções door-to-door, oferecendo suporte logístico completo para cargas nacionais e internacionais. A tendência aponta que empresas sem estratégias multimodais consolidadas enfrentarão crescentes dificuldades para atender às demandas de eficiência e rastreabilidade impostas pelo mercado global.

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Moura apresenta soluções em energia na Exposec 2026

Continuidade energética passa a ser um fator de competitividade para o setor; soluções bem dimensionadas de baterias sustentam a operação dos sistemas mais modernos e digitais.

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Moura apresenta soluções em energia na Exposec 2026

A digitalização da segurança eletrônica está mudando a forma como empresas, condomínios, residências e pequenos negócios pensam em proteção. O setor já não depende apenas de câmeras, alarmes e sensores. Hoje, a segurança opera por meio de sistemas conectados, monitoramento remoto, controle de acesso, automação predial, centrais de operação e outros equipamentos que precisam permanecer ativos mesmo em situações de instabilidade ou falta de energia. Nesse cenário em que continuidade energética passa a ser um fator de competitividade para o setor, soluções bem dimensionadas de baterias sustentam a operação dos sistemas nos momentos de falha ou interrupção no fornecimento.

Na Exposec 2026, importante evento do setor, a Moura reforça esse posicionamento ao apresentar um portfólio de baterias estacionárias diversificado e estruturado para diferentes níveis de aplicação para o setor de segurança eletrônica. Com sistemas cada vez mais conectados, como circuito fechado de televisão (CFTV), alarmes, controle de acesso, portaria remota, centrais de monitoramento e automação predial, a continuidade energética se tornou fator decisivo. Para empresas de segurança, integradores, distribuidores e operações de alta criticidade, a escolha correta da bateria impacta diretamente a confiabilidade do projeto.

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Além das linhas já consolidadas, a companhia também prepara o pré-lançamento de um sistema de armazenamento de energia de pequeno porte, voltado para residências e pequenos negócios. A solução tem aplicação estratégica em backup de energia, especialmente para manter elevadores em funcionamento em situações de falha no fornecimento elétrico. Esse tipo de uso amplia a discussão de que não se trata apenas de segurança patrimonial, mas de integridade física, acessibilidade, mobilidade interna e garantia de rotas de saída em momentos críticos.

"A segurança eletrônica entrou em uma nova fase. Quanto mais conectados, remotos e automatizados se tornam os sistemas, maior é a dependência de energia confiável. A bateria deixou de ser um item de suporte e passou a ser uma camada crítica da operação", reforça Felipe Godoy, gerente de Negócios Corporativos e Industriais da Moura.

Sistemas de backup de energia ganham relevância justamente por manterem equipamentos essenciais em funcionamento durante interrupções, como elevadores, iluminação de emergência, controle de acesso e rotas de saída.

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Uma bateria mal dimensionada, inadequada à aplicação ou sem padrão confiável de desempenho pode gerar falhas em campo, chamados recorrentes, perda de autonomia, desgaste de equipamentos, aumento de custos de manutenção e impacto direto na percepção de qualidade do serviço prestado.

"Para integradores e empresas de segurança, a escolha da bateria impacta diretamente a qualidade do projeto. Uma solução inadequada pode gerar falhas em campo, retrabalho, aumento de custos de manutenção e perda de confiança do cliente. A bateria correta protege o sistema, mas também protege a reputação de quem entrega a solução", contextualiza Felipe Godoy.

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