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Bio Extratus mira expansão nos supermercados

O Grupo Bio Extratus chega à APAS SHOW 2026 com foco em expansão do canal supermercadista, anúncio do novo parque fabril, comemoração dos 35 anos e apresentação de lançamentos das marcas Bio Extratus e Chikas, além de ativações interativas e presença de influenciadores em seu stand.

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Bio Extratus mira expansão nos supermercados

O Grupo Bio Extratus chega à APAS SHOW 2026 com foco em expansão, fortalecimento do canal supermercadista e apresentação de novidades alinhadas ao novo comportamento do consumidor de beleza. Durante a feira, que acontece entre os dias 18 e 21 de maio, em São Paulo, a empresa apresentará as marcas Bio Extratus e Chikas com lançamentos, ativações interativas, presença de influenciadores e anúncios estratégicos para o futuro da companhia.

A participação na maior feira supermercadista das Américas integra o plano de crescimento do grupo para fortalecer parcerias comerciais e ampliar sua presença no canal alimentar, considerado estratégico para os negócios da empresa, especialmente em cidades de pequeno e médio porte. O Grupo Bio Extratus possui ampla capilaridade no mercado brasileiro e forte presença nos canais de perfumaria, farma e alimentar.

Entre os destaques da feira estará a celebração dos 35 anos da Bio Extratus, além do anúncio da nova unidade fabril da empresa, prevista para ser inaugurada entre junho e julho deste ano. O novo parque industrial deverá elevar a capacidade produtiva inicial para mais de 3 milhões de unidades por mês, com potencial de expansão futura por meio da incorporação de novas tecnologias e equipamentos.

A empresa informa que o investimento na nova fábrica representa um passo estratégico para acelerar sua capacidade de inovação, ampliar competitividade e atender à crescente demanda do mercado brasileiro de beleza.

Novidades da linha Be.Use

Na APAS SHOW, a Bio Extratus apresenta três novos itens da linha Be.Use, voltada para acabamento e finalização capilar:

  • Stick Antifrizz
  • Perfume Capilar em aerossol
  • Modelador Disciplinante
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Com os lançamentos, a família Be.Use passa a contar com dez produtos dedicados ao acabamento dos fios.

O Stick Antifrizz aposta em um formato em bastão que facilita a aplicação e oferece controle de frizz aliado ao tratamento dos fios, graças à combinação de ceras e óleos vegetais.

Já o Perfume Capilar combina fragrância sofisticada, brilho e neutralização de odores, enquanto o Modelador Disciplinante assegura fixação com movimento natural, brilho acetinado e controle sem pesar os cabelos.

Segundo a empresa, os lançamentos refletem a demanda atual por produtos multifuncionais, práticos e alinhados ao estilo de vida contemporâneo do consumidor.

Parte dos produtos já está disponível no mercado nacional. Os itens Stick Antifrizz, Perfume Capilar e Shampoo a Seco chegam às lojas a partir de junho.

Chikas aposta em definição e performance para cabelos cacheados

A marca Chikas também aproveita a APAS SHOW para ampliar o portfólio da linha Combinación com dois novos produtos:

  • Modela & Fixa
  • Memorizador de Cachos

A expectativa da marca é que o Memorizador de Cachos se torne o produto destaque da linha, atendendo consumidores que buscam definição, identidade e conexão com as tendências atuais de valorização dos cabelos naturais.

Os produtos começam a chegar ao varejo a partir de 15 de maio.

Ativações e influenciadores no estande

O estande do Grupo Bio Extratus contará com uma série de experiências voltadas ao público visitante. Entre as ativações está o espaço "Camarim Be.Use", onde consumidores poderão experimentar os produtos da linha com atendimento do cabeleireiro e visagista Tony Morais.

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A programação também inclui participações de influenciadores e criadores de conteúdo como Mago dos Cabelos, Carol Babadeira, Fernanda Chaves, Andy Rodrigues, Lucas Rodrigues e Fernanda Dalben.

Além disso, especialistas em análise capilar estarão disponíveis para atendimentos técnicos e orientações personalizadas sobre cuidados com os fios e escolha de produtos.

Crescimento e sustentabilidade no centro da estratégia

A Bio Extratus projeta crescimento de 20% em 2026, impulsionado pela expansão industrial e pelos investimentos em inovação, lançamentos e comunicação das marcas.

A companhia reforça que sustentabilidade e responsabilidade social seguem como pilares estruturais do negócio. Entre as iniciativas destacadas estão o plantio de mais de 35 mil árvores, geração de energia fotovoltaica, reaproveitamento de materiais, reciclagem de resíduos, tratamento integral de efluentes e programas de inclusão social e educação continuada.

Desde 2005, a Fundação Bio Extratus mantém projetos sociais voltados ao desenvolvimento comunitário, como a Bateria Colibri, iniciativa cultural que atualmente reúne cerca de 80 participantes de diferentes idades.

As comemorações dos 35 anos da empresa continuarão ao longo de 2026 com participações em feiras, ações de relacionamento, convenções e ativações especiais em todo o país.

Serviço:

Evento: APAS SHOW 2026
Endereço: Pavilhão Azul – Rua D8 – Estande 178
Data: 18 a 21 de maio de 2026
Local: São Paulo Expo – São Paulo (SP)

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Brasília tem menos imóveis disponíveis por habitante do que qualquer outra capital brasileira: entenda por quê

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Foto: renatolaky/Pixabay

 

Existe uma contradição no coração de Brasília que nenhum urbanista conseguiu resolver em mais de seis décadas. A cidade foi planejada com precisão milimétrica, pensada para funcionar como um relógio suíço do poder e da administração pública. Mas essa mesma precisão criou um problema estrutural que o tempo só aprofundou: Brasília não tem espaço para crescer onde a demanda é maior, e a demanda nunca para de crescer. O resultado é um mercado imobiliário que opera sob uma pressão silenciosa e contínua, onde quem tem apartamentos para vender raramente precisa esperar muito por um comprador qualificado.

O tombamento que congelou a oferta

Em 1987, a Unesco inscreveu o Plano Piloto de Brasília na lista do Patrimônio Cultural da Humanidade. A distinção foi merecida e histórica. Mas ela teve uma consequência imobiliária que seus defensores jamais pretenderam e que o mercado absorveu com o tempo: o tombamento engessou a oferta de imóveis nas regiões mais valorizadas da cidade de forma permanente.

Não é possível construir novos edifícios fora das normas originais de gabarito e ocupação nas superquadras da Asa Sul e da Asa Norte. Não é possível lançar novos empreendimentos no Lago Sul ou no Lago Norte sem esbarrar em restrições que não existem em nenhuma outra capital brasileira. O estoque de imóveis nessas regiões é fixo por definição legal, e a demanda sobre esse estoque cresce a cada novo servidor que toma posse, a cada diplomata transferido, a cada família que chega a Brasília em busca de estabilidade.

O Sudoeste, bairro projetado como alternativa de expansão planejada, já está consolidado e com oferta igualmente limitada. O metro quadrado nessa região chegou a R$ 26.165 em pesquisa da Ademi-DF, tornando-o um dos endereços mais caros do Brasil por metro quadrado, superando bairros nobres de capitais maiores e mais populosas. Não é especulação. É escassez com demanda.

O déficit que os números revelam

O Distrito Federal convive com um déficit habitacional que supera 100 mil domicílios, segundo levantamento da Ademi-DF. Em uma cidade com pouco mais de 3 milhões de habitantes, esse número é expressivo. Significa que há famílias que moram em condições inadequadas, que pagam aluguel porque não encontram imóvel para comprar na faixa de preço acessível, que aguardam anos por programas habitacionais que entregam menos do que prometem.

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Esse déficit não é um problema passageiro. É estrutural. Brasília foi pensada para abrigar 500 mil pessoas e hoje acolhe seis vezes mais. O crescimento populacional das últimas décadas aconteceu principalmente nas regiões administrativas e nas cidades satélites, que absorveram a expansão que o Plano Piloto não podia receber. Mas a demanda por imóveis no Plano Piloto e nas regiões nobres do Lago não diminuiu com isso. Ao contrário, cresceu junto com a cidade.

A demanda que não depende do mercado

O que torna Brasília realmente singular entre todas as capitais brasileiras é o perfil de quem compra imóvel na cidade. Em São Paulo, a demanda imobiliária acompanha o ritmo da economia privada, das empresas que contratam, dos profissionais que migram. Em Brasília, existe uma camada de demanda que independe completamente de qualquer ciclo econômico: o funcionalismo público.

A cada novo governo, novos servidores assumem cargos. Assessores chegam de outros estados. Militares são transferidos para funções no Planalto e no Ministério da Defesa. Diplomatas retornam ao Brasil após anos no exterior. Todos eles chegam com renda formal, estável e significativamente acima da média nacional, e todos precisam de um lugar para morar. Essa base de compradores qualificados e perene é o que diferencia Brasília de qualquer outro mercado imobiliário do país. Em 2025, mesmo com a taxa Selic em patamares elevados e o crédito mais caro, o preço médio dos imóveis novos no DF subiu 12,6%, segundo dados do Sinduscon-DF. O mercado não sentiu o que outros sentiram, porque sua demanda não oscila com os juros.

O que os dados de 2026 mostram

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O mercado imobiliário do DF em 2026 convive com uma aparente contradição. O volume de unidades vendidas em 2025 registrou queda de 11,7% em relação ao ano anterior, pressionado pelos juros elevados e pela cautela do comprador de médio e alto padrão. Ao mesmo tempo, os preços seguiram subindo. É uma combinação que parece estranha à primeira vista e que faz todo sentido quando se entende a dinâmica de Brasília: menos transações, mas sem desconto. Quem precisa vender não precisa baixar o preço porque sabe que o comprador existe e vai aparecer.

Para 2026, as perspectivas melhoram. A expectativa de queda gradual da Selic ao longo do ano, combinada com a elevação do teto do Sistema Financeiro de Habitação para R$ 2,25 milhões, deve destravar operações que estavam represadas. Imóveis de médio e alto padrão em Brasília, que antes ficavam fora das condições do SFH, agora podem ser financiados com taxas mais competitivas, ampliando a base de compradores elegíveis e aquecendo um mercado que já opera com oferta escassa.

Por que quem tem apartamentos para vender em Brasília está em posição privilegiada

A escassez não é uma narrativa de marketing. É um fato verificável nas estatísticas de vacância, nos prazos de absorção dos lançamentos e na velocidade com que imóveis bem localizados saem do mercado. Quem tem apartamentos para vender nas regiões consolidadas de Brasília opera com um ativo que o tempo valoriza de forma consistente, que resiste a crises sem despencar e que atrai um perfil de comprador que raramente precisa de prazo longo para tomar uma decisão.

Brasília não é o mercado mais glamouroso do Brasil. Não tem as praias de Florianópolis nem o charme do Rio. Mas tem algo que poucos mercados imobiliários brasileiros conseguem oferecer: a certeza de que a demanda estará lá amanhã, independente de quem vencer a próxima eleição.

 

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