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Delivery do interior muda de fase no Brasil

Depois de uma década competindo por presença em novas cidades, os aplicativos regionais entram em uma nova fase, a de profundidade de portfólio. À frente desse movimento, o pede.ai consolida quatro frentes integradas para o comerciante do interior: delivery, entrega, gestão e pagamentos.

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Delivery do interior muda de fase no Brasil

A disputa pelo mercado de delivery em cidades de pequeno e médio porte do Brasil entrou em uma nova fase. Depois de uma década competindo por abrangência geográfica, qual aplicativo chega primeiro a qual cidade, os principais players regionais começam a disputar profundidade de portfólio: qual deles oferece mais ferramentas e soluções para o mesmo lojista.

É uma evolução natural da chamada hiperlocalidade, a proposta de valor histórica desses aplicativos ancorada na proximidade com o comerciante local, no entendimento da cultura regional e na relação direta com o consumidor da cidade. A hiperlocalidade segue sendo o diferencial competitivo, mas agora ganha uma camada nova: a de serviços integrados ao lojista, que vão além dos pedidos.

À frente desse movimento está o grupo pede.ai, fundado em Petrolina (PE) em 2017. Em vez de apenas adicionar funcionalidades ao aplicativo de delivery, o grupo consolidou quatro frentes integradas: o pede.ai (marketplace de delivery), o leve.ai (logística last-mile), o pdv.ai (sistema de gestão para restaurantes) e o vende.ai (meios de pagamento). Ao longo de sua história, a empresa soma mais de 2,5 milhões de clientes e mais de 35 mil estabelecimentos parceiros cadastrados.

"O lojista do interior não precisa de mais um app na cidade. Precisa de uma estrutura que resolva delivery, entrega, gestão e pagamento de forma integrada, reduzindo custos e agregando soluções. Foi isso que a gente passou a construir", afirma João Neves, cofundador e CEO do pede.ai.

Como o mercado chegou aqui

Os aplicativos regionais de delivery surgiram para cobrir cidades onde as grandes plataformas não chegavam. Por anos, a competição se deu pela velocidade de expansão: o modelo de licenciamento territorial e franquias permitiu aos aplicativos regionais abrir centenas de cidades, levando o delivery a municípios que nunca haviam tido o serviço, como no caso do pede.ai.

Esse cenário começou a mudar por dois motivos. Primeiro, a chegada das plataformas como iFood e competidores internacionais como o 99Food ao interior: estes passaram a abrir operações em cidades médias, com população entre 100 mil e 500 mil habitantes, e a defesa de território pelos aplicativos regionais deixou de ser apenas geográfica. Segundo, a maturação do próprio modelo de negócio: o comerciante do interior passou a buscar mais do que um canal de vendas online e passou a precisar de ferramentas que organizassem toda a sua operação.

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"A solução de pedidos no delivery cobre apenas uma parte do faturamento da loja que passa pelo aplicativo. Salão, balcão, consumo local e outros canais ficavam fora do nosso alcance de soluções. A ampliação para gestão e pagamentos é a forma de estarmos presentes no ecossistema total do lojista, auxiliando-o em todo o negócio, não apenas nos pedidos que passam pelo app", diz Neves.

Uma régua de expansão diferente

Nascido simultaneamente em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), o pede.ai começou justamente nas duas cidades-irmãs do Vale do São Francisco, os maiores centros urbanos da região. Mas essas duas cidades são, hoje, uma exceção dentro da operação. A expansão posterior do grupo foi direcionada a cidades menores: atualmente, as demais operações do pede.ai estão concentradas em municípios de até 150 mil habitantes.

Neste ano de 2026, o pede.ai continuou a sua estratégia de expansão por meio do licenciamento territorial. Entre as praças mais recentes estão Floresta (PE), com cerca de 30 mil habitantes, e Oliveira dos Brejinhos (BA), com cerca de 20 mil — municípios que, em muitos casos, nunca tiveram um aplicativo de delivery. A diferença em relação ao passado é o que chega junto: não apenas um marketplace de pedidos, mas o ecossistema completo, com gestão, entrega e pagamento como soluções oferecidas aos comerciantes locais.

As quatro frentes do ecossistema

A arquitetura do grupo organiza o ecossistema em quatro frentes que se reforçam: cada solução atende a uma necessidade do lojista e abre porta para as outras.

O pede.ai segue como base e principal ativo de marca do ecossistema. É o marketplace de delivery multicategoria que entrega restaurantes, mercados, farmácias, água, gás, hortifruti e pet.

O leve.ai é a solução de logística last-mile do grupo. Conecta lojistas a uma rede de mais de 9 mil entregadores cadastrados em tempo real, sem exigir frota própria.

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O pdv.ai é o sistema de gestão para restaurantes do grupo. Reúne PDV, cardápio digital (delivery e QR Code), gestão de mesas, app de garçom, módulo fiscal, atendimento automatizado por WhatsApp e integrações com apps de delivery. A mensalidade é posicionada para ser uma alternativa mais acessível ao lojista do interior em comparação aos sistemas tradicionais do mercado.

O vende.ai é a frente mais nova do grupo. Posiciona-se como motor financeiro do ecossistema: maquininhas de cartão integradas e ferramentas com aceitação de crédito, débito, Pix e carteiras digitais.

O futuro do interior

Para o pede.ai, o próximo passo do delivery no interior é a integração de soluções. O comerciante deixa de lidar com um app de pedidos isolado e passa a contar com uma estrutura unificada, capaz de entregar todos os seus pedidos, não apenas os que vêm pelo marketplace, organizar o salão e o atendimento presencial, processar pagamentos e oferecer ferramentas de marketing e inteligência de dados para vender mais.

É essa visão que orienta a evolução do ecossistema: levar ao lojista da cidade pequena o mesmo conjunto de recursos disponível para grandes operações nos centros urbanos, com a facilidade de ter tudo em um só lugar.

"Estamos construindo um ecossistema de soluções pensado para o lojista, para o empreendedor da cidade do interior", pontua João Neves. "O futuro é o comerciante ter, na palma da mão, tudo o que precisa para vender mais e gerir melhor o seu negócio: da entrega ao pagamento, do salão à inteligência", acrescenta.

Sobre o Grupo pede.ai

O pede.ai é uma plataforma brasileira de tecnologia para o delivery e para o comércio do interior, fundada em 2017 em Petrolina (PE). Reúne hoje pede.ai (delivery), leve.ai (logística last-mile), pdv.ai (software de gestão) e vende.ai (pagamentos). Está presente em cerca de 200 cidades de 21 estados e soma mais de 2,5 milhões de clientes e mais de 35 mil estabelecimentos parceiros cadastrados.

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C4 Parceiros consolida crescimento no mercado de consórcios

A C4 Parceiros vem se consolidando como uma das operações comerciais de maior crescimento no mercado nacional de consórcios. Liderada por Bruno Spíndola Fernandes, a empresa mantém parcerias estratégicas com grandes administradoras, como Stellantis Consórcios, Itaú e Banco do Brasil Consórcios. Atualmente, a operação movimenta cerca de R$ 80 milhões mensais e projeta um novo ciclo de expansão no segundo semestre de 2026

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C4 Parceiros consolida crescimento no mercado de consórcios

Em um mercado cada vez mais competitivo e marcado por operações de alta performance, a C4 Parceiros vem ampliando sua atuação e consolidando sua presença no segmento de consórcios.

Com apenas 10 meses de atuação ao lado da Stellantis Consórcios, por exemplo, a empresa já possui participação relevante nas vendas da operação em nível nacional, fortalecendo sua presença comercial dentro da administradora. O avanço reforça o posicionamento estratégico da C4 no setor e evidencia um modelo de negócios voltado para escala, relacionamento e performance comercial.

Por trás dessa expansão está Bruno Spíndola Fernandes, executivo responsável pela frente comercial e pelo desenvolvimento de novas parcerias da companhia. Com atuação focada na expansão nacional da operação, Bruno participa diretamente do processo de crescimento da marca dentro do segmento de consórcios.

Crescimento sustentado por estratégia comercial

A empresa atua diretamente no fortalecimento de parceiros estratégicos de vendas, criação de campanhas comerciais e desenvolvimento de operações com foco em conversão.

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Hoje, a companhia movimenta uma média de R$ 80 milhões mensais em créditos comercializados, ampliando sua participação no segmento ao longo de 2026.

Além da parceria com a Stellantis Consórcios, a C4 também mantém operações com instituições financeiras como Itaú Consórcios e Banco do Brasil Consórcios, ampliando sua presença no mercado nacional.

Segundo Bruno Spíndola Fernandes, o crescimento da empresa é resultado de uma combinação entre visão estratégica, velocidade operacional e proximidade com os parceiros comerciais.

"Construímos uma operação muito conectada ao resultado, mas principalmente às pessoas. Nosso crescimento vem da confiança construída diariamente com nossos parceiros e da capacidade de transformar estratégia em performance", afirma Fernandes.

Nova fase e projeção de expansão

Após os resultados registrados no primeiro semestre, a C4 Parceiros prepara um novo ciclo de expansão. A expectativa da companhia é ampliar o volume atual de negócios no segundo semestre, aumentando sua participação de mercado e fortalecendo sua estrutura comercial.

O plano inclui expansão da rede de parceiros, fortalecimento operacional e novos investimentos voltados ao crescimento sustentável da empresa.

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"Estamos vivendo um momento importante da nossa trajetória. Existe potencial para crescimento e estamos estruturados para avançar nos próximos meses", destaca Bruno.

Com presença crescente junto a grandes administradoras e uma estratégia voltada à expansão nacional, a C4 Parceiros segue ampliando sua atuação no setor de consórcios no Brasil.

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