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Parse Biosciences e bit.bio anunciam aliança histórica

Desvendando o destino celular: Aliança impulsionará a medicina preditiva orientada por IA e a produção de células humanas

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A Parse Biosciences, líder no fornecimento de soluções escaláveis ​​e acessíveis de sequenciamento de células individuais, anunciou hoje uma aliança com a bit.bio para criar um mapa abrangente da identidade celular impulsionada por fatores de transcrição, abrangendo tanto o estado quanto o destino celular. Este mapa servirá como base para o desenvolvimento de modelos altamente precisos e relevantes para humanos em larga escala. Ao imitar com precisão as respostas biológicas in vivo, esses modelos avançarão significativamente a descoberta preditiva de medicamentos e o desenvolvimento terapêutico.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260527795801/pt/

A aliança aproveitará técnicas de ponta em transcriptômica causal massivamente paralela, que permite aos cientistas testar milhares de variáveis ​​genéticas simultaneamente para entender o que impulsiona o comportamento celular. A bit.bio contribuirá com sua tecnologia de programação celular líder do setor, opti-ox™, bem como com sua plataforma proprietária Discovery, The Cell Foundry™, e a Parse com sua tecnologia escalável de célula única, Evercode™. O resultado será a construção de um conjunto de dados inédito da bit.bio, baseado em dados proprietários existentes, que mapeia como entradas genéticas específicas levam a resultados biológicos específicos. Em última análise, esse conjunto de dados orientará não apenas a bit.bio, mas toda a indústria sobre como as terapias são projetadas e as células humanas produzidas em escala, além de alimentar modelos de IA que podem prever como as células respondem a medicamentos ou doenças.

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“As células operam com base em código e, ao mapear como fatores de transcrição específicos ditam o destino celular, estamos desvendando esse sistema operacional. Essa colaboração não apenas gera dados; ela fornece um mapa fundamental para que a bit.bio escale modelos relevantes para humanos e alimente sistemas preditivos de IA, aproximando todo o campo da replicação confiável e, portanto, da previsão da biologia humana”, comenta Przemek Obloj, CEO da bit.bio.

“Os pesquisadores precisam de insights que possam traduzir em impacto”, afirma Charlie Roco, PhD, cofundador e diretor de Tecnologia da Parse Biosciences. “Nossa estreita aliança com a bit.bio criará conjuntos de dados fundamentais que estabelecerão ligações causais claras entre alterações genéticas e resultados biológicos, o tipo de informação que a medicina preditiva precisa, mas raramente teve.”

Para saber mais sobre como esses dados moldarão o futuro da modelagem e da produção em biologia preditiva, participe do webinar da Parse no dia 17 de junho, às 7h (horário do Pacífico).

Sobre a bit.bio

A bit.bio, líder global em tecnologia de programação celular, cria células e modelos funcionais e relevantes para humanos em escala industrial para acelerar a pesquisa, a descoberta e o desenvolvimento de medicamentos, além de facilitar a adoção de Novas Metodologias de Abordagem (NAMs). O desenvolvimento de produtos é impulsionado por sua plataforma de descoberta com inteligência artificial, que identifica combinações exclusivas de fatores de transcrição para programar os tipos celulares desejados, e por sua tecnologia patenteada opti-ox™, que converte com precisão células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs) nesses tipos celulares, garantindo pureza, consistência e escalabilidade sem precedentes. O portfólio crescente de ioCells da bit.bio compreende mais de 50 produtos, incluindo ioWild Type Cells, ioDisease Model Cells, ioCRISPR-Ready Cells e ioTracker Cells.

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Desde que se separou da Universidade de Cambridge em 2016, a bit.bio captou mais de US$ 200 milhões de investidores líderes, incluindo Arch Venture, BlueYard Capital, Charles River Laboratories, Foresite Capital, M&G, Milky Way, National Resilience e Tencent.

Sobre a Parse Biosciences

A Parse Biosciences, uma empresa da QIAGEN, é uma empresa global de ciências da vida cuja missão é acelerar o progresso na saúde humana e na pesquisa científica. Capacitando pesquisadores a realizar o sequenciamento de células individuais com escala e facilidade sem precedentes, sua abordagem pioneira possibilitou descobertas inovadoras no tratamento do câncer, reparo de tecidos, terapia com células-tronco, doenças renais e hepáticas, desenvolvimento cerebral e sistema imunológico.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Kaitie Kramer

[email protected] | +1-858-504-0455

Fonte: BUSINESS WIRE

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Reforma tributária muda rotina de quem importa

A transição para CBS e IBS começa a exigir revisão de sistemas, documentos fiscais e processos de importação. Para empresas que dependem de produtos, insumos, máquinas e componentes importados, a adaptação será essencial para evitar atrasos, custos adicionais e inconsistências operacionais.

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Reforma tributária muda rotina de quem importa

A Reforma Tributária do Consumo começa a sair do campo da discussão legislativa e a entrar na rotina prática das empresas que importam produtos no Brasil. A chegada da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) deve exigir revisão de sistemas, documentos fiscais, cadastros, classificação de mercadorias, formação de preço e processos internos ligados ao comércio exterior.

Segundo a Receita Federal, 2026 é o ano-teste da CBS e do IBS. Nesse período, os novos tributos terão alíquotas de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS, com compensação em relação ao PIS e à Cofins no mesmo período de apuração. A fase faz parte da transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo, que seguirá até 2033.

Para o público geral, o impacto aparece de forma indireta, mas concreta. Produtos importados, peças, máquinas, medicamentos, alimentos, eletrônicos e insumos usados pela indústria dependem de uma cadeia que envolve documentação, tributos, sistemas oficiais, transporte, armazenagem e desembaraço aduaneiro. Quando essa engrenagem não está ajustada, o risco é de atraso, custo extra e perda de previsibilidade para empresas e consumidores.

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A mudança ocorre em um momento de forte movimentação do comércio exterior brasileiro. Em 2025, a corrente de comércio do país chegou a US$ 629,1 bilhões, com exportações de US$ 348,7 bilhões e importações recordes de US$ 280,4 bilhões, segundo dados do MDIC/Secex.

Além da adaptação tributária, as empresas também enfrentam mudanças operacionais no processo de importação. O Portal Siscomex informa que o desligamento gradual da Declaração de Importação (DI) e a migração para a Declaração Única de Importação (DUIMP) seguem cronograma oficial, com etapas já previstas para operações em diferentes modais e situações específicas.

Para José Carlos Raposo Barbosa, presidente da Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros (Feaduaneiros), a Reforma Tributária não se limita à mudança na cobrança de impostos: "Para quem importa, a Reforma Tributária não será apenas uma mudança de imposto. Ela exige revisão de sistemas, documentos, classificações, processos fiscais e integração com a operação aduaneira. O risco para as empresas está justamente na falta de preparação: uma informação incorreta ou um processo mal ajustado pode gerar atraso, custo adicional e perda de competitividade".

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Nesse cenário, o despachante aduaneiro assume papel estratégico ainda mais relevante nas operações das empresas, atuando como elo entre a legislação, os sistemas oficiais, a documentação exigida, os órgãos intervenientes e a operacionalização do despacho de cargas. Para importadores que ainda enxergam a área aduaneira apenas sob a ótica burocrática, a transição tributária evidencia a importância do planejamento técnico e tributário desde as etapas iniciais da operação.

De acordo com a Feaduaneiros, o principal desafio será evitar que a complexidade da transição se transforme em gargalo operacional. Isso inclui revisar cadastros, ajustar informações fiscais, acompanhar o cronograma oficial da DUIMP, alinhar equipes internas e garantir que a empresa esteja preparada para cumprir as novas exigências sem comprometer prazos e custos.

A entidade avalia que a competitividade no comércio exterior dependerá cada vez mais da capacidade das empresas de integrar áreas fiscal, logística, contábil, tecnológica e aduaneira. Em um ambiente de transição, previsibilidade e conformidade deixam de ser apenas temas técnicos e passam a afetar diretamente o custo e a eficiência das operações.

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