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Estrutura do vídeo impulsiona vendas no TikTok Shop

Gustavo Magalhães, fundador da plataforma brasileira VYRAL, explica que o sucesso das vendas no TikTok Shop vai além da qualidade ou do preço do produto, estando ligado diretamente à estrutura do vídeo

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Estrutura do vídeo impulsiona vendas no TikTok Shop

Funcionalidade que permite a venda de diferentes tipos de produtos, o TikTok Shop completou, em maio de 2026, um ano desde que chegou aos usuários do Brasil. Segundo o site Meio&Mensagem, a plataforma viu sua receita média diária por mês (Gross Merchandise Value) crescer 102 vezes, com 58% dos perfis que encontram produtos pela rede social adquirindo por esse mesmo canal.

Roupas, livros, celulares, perfumes, brinquedos infantis e utensílios domésticos são exemplos de mercadorias comercializadas no TikTok Shop. O usuário pode fazer a compra diretamente de uma outra pessoa ou empresa pela rede social, sem precisar acessar links externos, com transportadoras parceiras sendo responsáveis pela entrega.

Gustavo Magalhães, fundador da plataforma brasileira VYRAL, explica que o sucesso das vendas não depende apenas do produto em si. A forma como o conteúdo é produzido e exibido no TikTok Shop influencia diretamente na decisão de compra, afirma ele.

"Na VYRAL, a gente analisa os vídeos que mais vendem no TikTok Shop, chegando a mais de 5 mil por dia, em um histórico de mais de R$ 500 milhões em vendas mapeadas dentro da plataforma. O que esse volume mostra é claro: vídeo que vende não tem só a ver com produto certo nem com preço certo. A estrutura do vídeo influencia muito", diz Magalhães.

Uma estratégia recorrentemente usada, segundo o especialista, é trazer um gancho visual nos primeiros três segundos de vídeo. Isto é, alguma imagem ou edição capaz de capturar a atenção do usuário e fazer com que ele assista ao material em vez de pular para o próximo.

Vídeos com bons resultados de vendas apresentam a "dor" antes do produto. O comprador vê o problema (pele oleosa, cabelo caindo, estresse, por exemplo) antes de ser apresentado ao item que está sendo comercializado pelo perfil.

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"Em termos de linguagem, o ideal é parecer um amigo falando, não uma propaganda convencional. Sem estúdio, sem trilha, sem ator. Quanto menos parece anúncio, mais converte", pontua Magalhães.

Outro padrão detectado pela VYRAL é a presença de materiais mostrando rapidamente como o produto funciona, contrapondo, por exemplo, o antes e depois do uso do item. Esse conteúdo é essencial para mostrar ao cliente que a mercadoria tem, de fato, a capacidade de atender às suas necessidades.

"O comprador do TikTok Shop não compra porque o vídeo é bom. Compra porque sentiu que aquilo resolve algo que ele já vinha pensando. O vídeo é o gatilho final, não o motivo. Quem entende isso constrói para vender", comenta Magalhães.

O especialista destaca que marcas e influenciadores podem utilizar análise de dados para otimizar conteúdos voltados ao social commerce. O foco, no entanto, não deve estar em números de alcance, visualizações ou curtidas, diz o fundador da VYRAL.

"Dado de social commerce começa em outra pergunta: qual vídeo gerou caixa. Quando a marca olha pra essa ponta, três coisas mudam. Ela para de testar tudo do zero. Os padrões dos vídeos que vendem se repetem, e é exatamente isso que deve ser mapeado todo dia. Fazendo isso, uma marca para de gastar com criador no escuro, porque consegue escolher quem replica a estrutura certa e aprende mais sobre o próprio público", detalha Magalhães.

Ele diz que há diferenças entre o comportamento do consumidor no TikTok Shop e o do e-commerce tradicional. Para ilustrar o raciocínio, o fundador da VYRAL faz uma comparação com vendas físicas.

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"O e-commerce tradicional é shopping: a pessoa entra com intenção, busca, compara, decide. Quem chega já queria comprar. TikTok Shop é feira de domingo. A pessoa estava passeando, alguém apareceu mostrando algo que ela nem sabia que existia, e comprou. A decisão acontece em segundos, dentro do vídeo", menciona Magalhães.

Até mesmo dentro do TikTok existem duas lógicas distintas de venda. Em vídeos curtos, o foco está no impulso, com produtos abaixo de R$ 67 tendo mais potencial de conversão. Já em lives é o oposto: a conversa em tempo real responde dúvidas e quebra objeções, permitindo a venda de itens mais caros que teriam dificuldade em vídeos curtos.

"A tendência mais forte é a venda por live. No TikTok Shop Brasil, as vendas ao vivo cresceram 143% no pico do fim de ano. Algumas marcas registram, em média, 2 mil pedidos por live. A live deixou de ser entretenimento e virou ponto de venda principal, especialmente em beleza, moda e suplementação", diz Magalhães, com base em dados da VYRAL.

De acordo com o especialista, o algoritmo do TikTok escolhe o que as pessoas veem pela performance do conteúdo (tempo assistido, taxa de finalização, salvamento, compartilhamento), não pelo número de seguidores de quem postou. Isso explica por que há perfis comuns faturando mais que o influenciador grande: "Quando o algoritmo premia desempenho, quem entrega conteúdo bom ganha, independentemente do tamanho da conta".

Para saber mais, basta acessar o site da VYRAL: https://vyral.com.br/

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Liberty apresenta hospital inteligente na Hospitalar 2026

MedSeek e MedTrack demonstram como inteligência artificial, interoperabilidade e gestão integrada estão transformando hospitais e sistemas de saúde no Brasil

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Liberty apresenta hospital inteligente na Hospitalar 2026

A Liberty Group participou da Hospitalar 2026, principal evento de saúde da América Latina, realizado entre os dias 19 e 22 de maio, em São Paulo. Em sua 31ª edição, a feira reuniu líderes, especialistas e empresas que estão moldando o futuro do setor, com destaque para temas como inteligência artificial, saúde digital, robótica médica e inovação hospitalar.

Durante o evento, a Liberty Group apresentou ao mercado seu conceito de Hospital Inteligente, modelo que integra inteligência artificial, computação em nuvem, interoperabilidade de dados e prontuário eletrônico para transformar a gestão hospitalar e qualificar a assistência aos pacientes.

A proposta parte da premissa de que a transformação digital da saúde vai além da informatização de processos. O Hospital Inteligente conecta informações, pessoas e tecnologias em um único ecossistema digital, permitindo decisões mais rápidas, redução de desperdícios, maior eficiência operacional e uma experiência mais segura para profissionais e pacientes.

Entre as soluções apresentadas esteve o MedTrack, ecossistema tecnológico desenvolvido para impulsionar a digitalização de hospitais e instituições públicas de saúde. Integrado ao AGHU (Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários), sistema de gestão hospitalar utilizado por instituições públicas de saúde em todo o país, o MedTrack reúne em uma única plataforma informações assistenciais, administrativas e operacionais, permitindo acompanhar filas, otimizar fluxos de atendimento, integrar unidades de saúde e simplificar processos burocráticos. A solução contribui para a modernização da gestão hospitalar e para o fortalecimento da transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS).

Outra inovação demonstrada pela Liberty foi o MedSeek, plataforma de inteligência artificial voltada ao setor de saúde. A ferramenta reúne conhecimento médico estruturado, rastreável e baseado em evidências científicas, auxiliando médicos, residentes e estudantes na busca por informações confiáveis e na tomada de decisões clínicas mais ágeis e fundamentadas. A solução também utiliza recursos de inteligência artificial preditiva e generativa, capazes de gerar resumos de prontuários em segundos, identificar padrões assistenciais e apoiar equipes médicas com informações relevantes para a condução do cuidado.

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As tecnologias já estão presentes em alguns dos mais relevantes projetos de transformação digital da saúde pública brasileira. Em parceria com o Hospital Albert Einstein, a Liberty participa da estruturação digital do Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso e da expansão desse modelo para outras unidades estratégicas administradas pelo Einstein, como os hospitais Darcy Vargas, Ipiranga e Heliópolis.

Segundo José Carlos Vasconcellos, CEO da Liberty Health, empresa do Liberty Group, a tecnologia deve ser uma aliada da assistência e da gestão. "Nossa visão é clara: construir hospitais mais inteligentes, conectados e eficientes, onde dados, interoperabilidade e inteligência artificial trabalham a favor dos profissionais de saúde e dos pacientes. É essa transformação que estamos ajudando a levar para instituições públicas e privadas em todo o Brasil", destaca.

Durante a Hospitalar 2026, o estande da empresa foi concebido como um ambiente de demonstração prática das tecnologias. Visitantes, gestores hospitalares, profissionais de saúde e parceiros puderam conhecer e testar ao vivo as soluções apresentadas.

Inteligência artificial no centro dos debates

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Além das demonstrações tecnológicas, a Hospitalar 2026 foi um espaço para discussões estratégicas sobre o futuro da saúde digital. O diretor de Estratégia da Liberty Group, Henrique Nixon, participou como palestrante em dois painéis do evento.

O primeiro debateu o papel da inteligência artificial nas emergências hospitalares e seu potencial para salvar vidas por meio de decisões mais rápidas e assertivas. O segundo abordou os desafios e oportunidades dos hospitais inteligentes, discutindo como a integração entre tecnologia e assistência humana pode contribuir para a evolução do SUS e dos sistemas de saúde brasileiros.

Segundo Nixon, os hospitais inteligentes representam uma mudança de paradigma na gestão da saúde. "Não estamos falando apenas de tecnologia, mas da capacidade de conectar dados, processos e pessoas para apoiar decisões mais rápidas, reduzir gargalos e ampliar a eficiência dos serviços de saúde. Esse é um movimento que impacta diretamente a sustentabilidade dos hospitais e a qualidade do atendimento ao cidadão", afirma.

A participação da empresa contou ainda com a presença de toda a sua liderança executiva, incluindo José Carlos Vasconcellos, CEO da Liberty Group; Alexandre Gomes, vice-presidente; Henrique Nixon, diretor de estratégia; e Marcelo Biangulo, diretor de sistemas e inovação. Também estiveram presentes Irene Correia, diretora de operações; Isabelle Raissa, diretora de governança; Silvia Batista, diretora de design de produtos; e Jimie Almeida, diretor de infraestrutura. O evento também reuniu representantes das Secretarias de Saúde de diferentes estados brasileiros.

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