BRASÍLIA

Notícias Corporativas

Em cenário de juros altos, aluguel de máquinas se consolida

Mercado de locação de equipamentos deve crescer 7% em 2026 e reforça exigência por implementos portáteis mais duráveis, aponta engenheiro da Bristol.

Publicado em

Em cenário de juros altos, aluguel de máquinas se consolida

O mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos deve movimentar cerca de R$ 52,9 bilhões em 2026, alta de 7% sobre o ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas (Analoc). O setor reúne aproximadamente 50 mil empresas e gera mais de 200 mil empregos diretos no país, com uma penetração média de cerca de 40% em relação à propriedade de equipamentos. Isso indica que alugar já é, para boa parte do mercado, uma alternativa consolidada à compra. Parte desse avanço é explicada pelo cenário de juros elevados, que torna o financiamento de equipamentos mais caro e leva empresas de diferentes portes a preservar capital optando pela locação em vez da aquisição direta.

Esse crescimento não se restringe às máquinas de grande porte: também impulsiona a demanda por implementos portáteis, usados em atividades como perfuração de solo, cravação de postes e cortes em campo, operações comuns em obras de infraestrutura, energia e propriedades rurais. Diferente dos equipamentos de grande porte, esses implementos costumam ser operados por equipes de campo, muitas vezes em condições variáveis de solo, clima e logística. Isso exige um padrão diferente de robustez: o equipamento precisa funcionar de forma confiável ainda que esteja fora de um ambiente controlado, com manutenção simples e disponibilidade de peças de reposição.

Leia Também:  Mavenir e TextNow Premiadas com Melhor MVNO e Colaboração da Indústria no MVNOs World Awards

Além do desempenho técnico, esse tipo de operação requer cuidados que consideram as normas de segurança do trabalho, já que o uso é feito por operadores em campo e não em ambientes fixos de operação, como plantas industriais. Equipamentos como perfuratrizes e martelos hidráulicos, por exemplo, precisam seguir exigências específicas de segurança operacional, o que reforça a importância de fabricantes atentos tanto à durabilidade quanto à conformidade regulatória de seus produtos.

"Equipamentos portáteis de perfuração ou corte trabalham em condições muito mais expostas do que uma máquina estacionária. Eles passam de mão em mão, rodam em diferentes frentes de trabalho e não podem depender de uma manutenção sofisticada para continuar operando", explica Matheus K. Leite, engenheiro mecânico e gerente de produtos industriais na indústria Bristol.

Segundo Leite, que atua na área de produtos industriais desde 2022 e possui MBA em Gestão de Projetos e Metodologias Ágeis pela PUCRS, o critério técnico que mais pesa nesse tipo de equipamento é a previsibilidade operacional. "Nem sempre compensa ter um equipamento potente que exige um processo complexo de manutenção. O que faz diferença no campo, muitas vezes, é a máquina continuar funcionando com o mínimo de suporte técnico disponível, respeitando as normas de segurança da operação", completa. Para o engenheiro, esse cuidado com a simplicidade de manutenção também impacta diretamente a gestão de frotas por parte de locadoras, que precisam equilibrar disponibilidade de equipamento com custo operacional.

Leia Também:  Imóvel ganha força como legado para futuras gerações

Esse tipo de exigência tem levado fabricantes nacionais a investir em desenvolvimento contínuo de produto e modernização de processos produtivos. É o caso da Bristol, indústria brasileira fundada em 1973, em São Jerônimo (RS), que fabrica perfuratrizes hidráulicas, perfuradores de solo, martelos hidráulicos e implementos para motosserra. A empresa mantém operações em conformidade com a Norma Regulamentadora NR-12 e normas técnicas ABNT, ISO e IEC aplicáveis a seus equipamentos, e possui presença em mais de 8 mil pontos de revenda autorizados no Brasil e em outros países.

O engenheiro acredita que, para o setor, a tendência é que o avanço da economia de locação continue pressionando fabricantes por equipamentos portáteis mais duráveis, de manutenção simplificada e adequados à realidade de uso intensivo em campo — fator que deve pesar cada vez mais na escolha de locadoras e operadores.

Advertisement

Notícias Corporativas

Cartão de benefícios amplia proteção familiar para além da assistência funerária

Published

on

 

Descontos em saúde e serviços do dia a dia reforçam conceito de cuidado preventivo e podem contribuir para o orçamento doméstico

Com o aumento das despesas domésticas, alternativas que ajudam a reduzir gastos recorrentes têm ganhado espaço no planejamento das famílias. Entre elas estão cartões de benefícios vinculados a serviços de assistência, que oferecem descontos em áreas como saúde, bem-estar e outros serviços utilizados ao longo do mês. Além do impacto no orçamento, esse tipo de benefício pode contribuir para estimular uma cultura de prevenção, especialmente quando facilita o acesso a consultas e exames. A lógica é ampliar o conceito de proteção familiar para além de situações emergenciais ou momentos de perda.

No Campo Santo Familiar (CSF), por exemplo, todos os clientes dos planos funerários familiares têm acesso ao Cartão de Benefícios Minha Família, que reúne vantagens em uma rede de parceiros. Entre as possibilidades estão descontos em consultas e exames, farmácias, academias, cinema, educação, alimentação e estabelecimentos do varejo. A rede inclui, atualmente, parceiros como Hospital Santa Izabel, Drogarias São Paulo e Pague Menos, Selfit Academias e Cinemark, entre outros, com condições que podem variar de acordo com cada estabelecimento.

Leia Também:  Plataforma monday.com amplia programa de parceiros com IA

“Hoje, quando falamos em proteção familiar, não estamos falando apenas de assistência em um momento difícil. Também falamos de soluções que possam ajudar a família no presente, inclusive com economia e acesso facilitado a serviços importantes”, afirma Samara Bastos, coordenadora de Marketing do CSF.

Segundo ela, os benefícios relacionados à saúde têm ainda um componente preventivo. “Uma consulta, um exame ou mesmo a compra recorrente de medicamentos representam despesas importantes para muitas famílias. Quando o cliente consegue condições diferenciadas para acessar esses serviços, o benefício deixa de estar relacionado apenas ao futuro e passa a fazer diferença também na rotina”, observa Samara.

Ainda segundo a coordenadora, essa oferta também ajuda a mudar a percepção sobre os próprios planos funerários. “Existe uma evolução desse conceito. O cliente passa a entender que o plano não precisa ser lembrado apenas diante de uma perda. Ele pode fazer parte do cotidiano da família e gerar benefícios concretos antes mesmo de qualquer necessidade de assistência funerária”, conclui.

Continue Reading

politica

DISTRITO FEDERAL

BRASIL E MUNDO

ECONOMIA

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Botão WhatsApp - Canal TI
Botão WhatsApp - Canal TI