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Acordo cria céu único sul‑americano e amplia concorrência

Brasil, Argentina, Chile e Paraguai assinaram memorando em Assunção para criar o Céu Único Sul‑Americano, inspirado no modelo europeu. O acordo visa integrar o espaço aéreo, permitir a sétima liberdade do ar, atrair companhias low‑cost e ampliar rotas regionais, com possibilidade de adesão do Uruguai.

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Acordo cria céu único sul‑americano e amplia concorrência

O governo brasileiro, juntamente com as autoridades da Argentina, Chile e Paraguai, assinou em Assunção um memorando de entendimento que estabelece as diretrizes para a criação do Céu Único Sul‑Americano. O documento define a integração do espaço aéreo regional, a adoção da sétima liberdade do ar e a abertura para novas operadoras, com o objetivo de ampliar a oferta de rotas e reduzir os preços das passagens.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a atual estrutura de mercado, dominada por três grandes companhias – Latam, Gol e Azul – limita a concorrência e eleva os custos operacionais em um território quase duas vezes maior que o da Europa. O ministro ressaltou que a falta de concorrência impacta diretamente as tarifas e a conectividade nacional.

O acordo prevê que companhias de países signatários possam operar voos diretos entre duas nações da região sem que a rota tenha origem ou destino no país da operadora, conforme a sétima liberdade do ar. Na prática, uma empresa argentina poderia realizar voos comerciais entre Brasil e Paraguai, enquanto uma companhia paraguaia ou chilena poderia operar conexões diretas entre Brasil e Argentina. Operadoras brasileiras também ganharão o direito de transportar passageiros entre outros países da região, como entre Buenos Aires e Santiago.

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A iniciativa busca atrair low‑costs que já atuam na América do Sul, como as chilenas JetSmart e Sky Airline, para ampliar suas operações no Brasil. O Uruguai manifestou interesse em aderir ao acordo, e a proposta permanece aberta a outros países vizinhos.

Adriana Noguti, diretora de Comunicação e Marketing da RTSC, holding de investimentos nos setores imobiliário, turístico e energia renovável, avaliou que a entrada de novas operadoras e rotas alternativas pode liberar o potencial reprimido do transporte aéreo sul‑americano e impulsionar o turismo regional, especialmente no Brasil.

Um grupo de trabalho será criado com prazo de 12 meses para elaborar propostas formais e harmonizar as regulações entre os países. Entre os temas centrais estão a igualdade de condições operacionais, o respeito às normas trabalhistas locais e a observância dos códigos de defesa do consumidor.

Especialistas apontam que, embora a sétima liberdade represente um avanço para voos internacionais, o impacto mais significativo sobre a concorrência doméstica dependerá da liberalização da cabotagem, coberta pelas oitava e nona liberdades do ar, que permitem a empresas estrangeiras operar rotas internas, como São Paulo–Rio de Janeiro.

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Ronei Glanzmann, CEO da MoveInfra e ex‑secretário nacional de Aviação Civil, considerou o memorando um primeiro passo relevante, mas destacou a necessidade de evoluir para a permissão de voos domésticos por operadores estrangeiros.

A alteração da cabotagem exige aprovação do Congresso Nacional, pois a prática está atualmente proibida pelo Código Brasileiro de Aeronáutica. O memorando já inclui a realização de estudos para avaliar futuras etapas de liberalização.

Analistas de mercado veem a abertura do setor como um mecanismo para pressionar as tarifas para baixo, especialmente diante da volatilidade dos preços do combustível de aviação (QAV). A medida também pode melhorar a utilização da infraestrutura aeroportuária nacional, que registrou 130 milhões de passageiros no último ano e projeta 140 milhões em 2026.

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TIMELAB desenvolve prancha alisadora OEM/ODM que atinge 200°C em três pontos de medição distintos em 15 segundos

Testes realizados a 230 V com ajuste de 260°C confirmaram temperaturas de pelo menos 200°C após 15 segundos em todos os três pontos de medição da placa (frontal, central e traseiro), e não apenas em um único ponto.

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A TIMELAB Co., Ltd., uma fabricante japonesa de aparelhos de beleza (atuando nos modelos OEM/ODM), desenvolveu uma prancha alisadora destinada à personalização OEM/ODM para marcas internacionais de cuidados capilares e para o mercado profissional. Em testes realizados a 230 V com ajuste de 260°C, todos os três pontos de medição da placa atingiram pelo menos 200°C após 15 segundos.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260914464040/pt/

Testes de temperatura em três pontos da placa

Uma unidade desenvolvida para o mercado europeu, com temperatura máxima de 260°C, foi testada a 230 V. Quinze segundos após ser ligada, as leituras nas partes frontal, central e traseira foram de 212,5°C, 227,5°C e 200,0°C, respectivamente. A partir de aproximadamente 60 segundos, as diferenças de temperatura entre os três pontos diminuíram, indicando uma tendência de estabilidade.

Controle preciso de temperatura

Um sensor NTC localizado dentro do elemento de aquecimento de cerâmica metálica (MCH) detecta a temperatura. Um microcontrolador (MCU) lê o sinal e ajusta a potência do aquecedor. Os elementos de aquecimento MCH superior e inferior são controlados de forma independente, garantindo temperaturas estáveis ​​após o aquecimento rápido.

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Cinco funções de proteção

A unidade de desenvolvimento incorpora:

  1. Um fusível de 6,3 A para proteção contra curto-circuito ou sobrecorrente

  2. Corte automático de energia acima de 270 V CA

  3. Corte automático de energia abaixo de 85 V CA

  4. Proteção contra superaquecimento de primeiro estágio, caso a temperatura da placa ultrapasse 280°C

  5. Proteção contra superaquecimento de segundo estágio, por meio de um interruptor de proteção térmica de 300°C

Personalização OEM/ODM

A TIMELAB personaliza o design, o formato da placa, os materiais, o tratamento de superfície, as configurações de temperatura, a tensão e os plugues. A empresa recebe consultas de marcas internacionais, fabricantes e distribuidores.

Nota: Os dados de temperatura são valores de referência de fábrica, obtidos a partir de uma unidade de desenvolvimento testada a 230 V. Os resultados podem variar dependendo das condições de operação, tensão de alimentação, método de medição e variações individuais de cada unidade. O limite máximo de 260°C aplica-se à especificação para o mercado europeu. As especificações finais, critérios de inspeção, normas e certificações serão definidos de acordo com as regulamentações do mercado de destino e os requisitos acordados.

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Sobre a TIMELAB

A TIMELAB oferece serviços integrados de OEM/ODM para pranchas alisadoras, secadores de cabelo e dispositivos de beleza, abrangendo desde o planejamento até a produção e inspeção.

Empresa: TIMELAB Co., Ltd.

Diretora Representante: Yoko Oguchi

Endereço: Sala 301, 2-5-18 Chojamachi, Naka-ku, Yokohama, Kanagawa 231-0033, Japão

Fundação: Maio de 2015

Site: https://www.timelab.co.jp/en/

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Contato para Mídia e OEM/ODM

Koichi Oguchi, Vendas Internacionais de OEM/ODM

Tel: +81-45-900-2330

E-mail: [email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

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