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4º Fórum Coexistir coloca inclusão no centro do debate

Evento reuniu especialistas para discutir diversidade, segurança psicológica, racismo e desigualdade, destacando a importância de transformar culturas e práticas organizacionais.

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4º Fórum Coexistir coloca inclusão no centro do debate

Diversidade não se resume à presença de pessoas diferentes. Para que haja inclusão, é preciso criar ambientes em que possam se expressar, participar, se desenvolver e ter acesso a oportunidades. Essa foi uma das principais reflexões do 4º Fórum Coexistir – Diversidade e Inclusão, realizado em 23/09, em São Paulo, pelo Programa Coexistir, na sede do Siemaco-SP.

Organizado em parceria com o Sincovaga-SP, com apoio da FecomercioSP, Siemaco-SP e Nurap, o evento teve como tema "Transformando pessoas, organizações e a sociedade" e reuniu Filipe Roloff, especialista em Diversidade, Equidade e Inclusão, e o sociólogo Jessé Souza. A programação terminou com perguntas do público, mediadas pela jornalista Aline Morais.

Transformação começa pelo indivíduo

Após a abertura, Filipe Roloff levou a discussão sobre diversidade ao comportamento individual e à cultura organizacional. Defendeu que a transformação começa pelo reconhecimento dos próprios preconceitos e de como influenciam decisões.

"Precisamos primeiro olhar para nós mesmos para conseguir, de fato, fazer um trabalho bem-feito de diversidade em uma organização", avaliou.

Um dos conceitos apresentados foi o "afeto estratégico", reflexão sobre como sentimentos e reações diante do diferente influenciam comportamentos. Para Roloff, ser inclusivo exige consciência sobre esses afetos e decisão de não permitir que raiva, rejeição ou desinteresse determinem como uma pessoa é tratada. "É na estratégia de como nos afetamos pelas pessoas, de forma consciente, que conseguimos ser pessoas mais inclusivas".

Segurança psicológica e o "direito de errar"

Outro destaque foi a relação entre diversidade, pertencimento e segurança psicológica. Roloff chamou atenção para o fato de que pessoas de grupos historicamente discriminados podem ter seus erros interpretados de maneira diferente nas organizações.

O especialista defendeu ainda que a inclusão seja encarada pelas empresas como responsabilidade e estratégia de gestão. "Inclusão é gasto e estratégia. Inclusive dá para fazer coisas incríveis, gastando muito pouco em diversidade e inclusão", afirmou.

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Roloff destacou a importância dos grupos de afinidade e coletivos como instrumentos de mudança cultural. Segundo ele, esses grupos podem criar "rachaduras no sistema" e abrir espaço para novas formas de pertencimento e participação.

Racismo, desigualdade e a construção dos preconceitos

Na sequência, Jessé Souza ampliou a discussão para as raízes sociais e culturais da desigualdade. Refletiu sobre como as sociedades constroem hierarquias de valor e como essas classificações influenciam a percepção dos grupos.

Para Souza, uma das chaves para compreender o racismo está no processo de desumanização. "Racismo é quando você reduz o outro a corpo. Você está animalizando essa pessoa, está dizendo que ela não tem respeito."

A partir dessa perspectiva, o pesquisador afirmou que mecanismos semelhantes podem atingir outros grupos. Trabalhadores, mulheres e pessoas de grupos historicamente discriminados podem ser definidos por uma única característica, em detrimento de sua humanidade.

Como o preconceito é aprendido

Outro aspecto abordado por Souza foi como valores sociais são incorporados desde os primeiros anos de vida. Segundo ele, as pessoas absorvem, muitas vezes inconscientemente, sistemas de classificação presentes na família e na sociedade. "A gente não percebe como a sociedade funciona. E ela já está automatizada dentro de nós como indivíduos", frisou.

Para o pesquisador, compreender esse processo é fundamental para enfrentar desigualdades, pois preconceitos são produzidos não apenas por atitudes individuais, mas também por estruturas e instituições. Ele questionou a ideia de que a superação das desigualdades dependa exclusivamente da ascensão individual.

Da presença ao pertencimento

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A conexão entre as duas palestras trouxe um ponto central: ter diversidade e produzir inclusão são processos diferentes.

Enquanto Jessé Souza discutiu os mecanismos sociais que produzem e perpetuam hierarquias, Filipe Roloff levou a questão ao cotidiano das organizações, mostrando como liderança, comportamento, pertencimento e segurança psicológica interferem na experiência das pessoas.

A discussão reforçou a necessidade de transformar diversidade em prática, proposta central do Fórum: aproximar reflexão e prática e estimular mudanças nas organizações.

Ao final, os especialistas responderam a perguntas do público sobre responsabilidade das organizações, liderança, preconceitos, oportunidades e caminhos para transformar a cultura institucional.

A mediação foi conduzida pela jornalista Aline Morais. Ela encerrou o encontro destacando a importância da construção coletiva. "É preciso tomar um posicionamento, pois não é mais possível ficar em cima do muro quando o assunto é diversidade e inclusão", reforçou.

Coexistir: transformação que continua

No encerramento, Maria de Fátima e Silva, coordenadora do Programa Coexistir, destacou que a transformação depende do envolvimento de cada pessoa e da compreensão sobre seu papel nesse processo.

"Mesmo que alguém pense: ‘Eu sou só a pessoa que faz a entrevista’, é preciso saber que não contratamos apenas uma parte da pessoa, mas o ser humano como um todo. Quando começamos a olhar dessa forma, já estamos no caminho certo", afirmou. "Essa transformação precisa fazer parte das atitudes cotidianas e não depender de uma determinação institucional".

O 4º Fórum Coexistir – Diversidade e Inclusão encerrou a edição reforçando a proposta de transformar reflexão em prática e estimular mudanças nas pessoas, organizações e sociedade. Na próxima edição serão apresentados os resultados da pesquisa Panorama Coexistir da Diversidade e Inclusão nas Empresas 2026, lançada no evento.

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Thales apresenta estrutura global para proteger organizações críticas contra ataques de IA de fronteira

 A Thales acredita que os modelos de IA de fronteira exigem uma revolução no ritmo da defesa cibernética: embora os fundamentos da cibersegurança continuem válidos, eles agora precisam ser executados na velocidade da máquina, sem jamais abrir mão do julgamento humano nas decisões cruciais.Hoje, a Thales apresentou uma estrutura de ponta a ponta para ajudar organizações críticas a combater uma nova geração de ameaças cibernéticas, abrangendo segurança de aplicações, detecção e resposta, uma plataforma global de defesa cibernética, avaliação contínua e resiliência de ativos críticos.À medida que adversários atacam, se adaptam e se multiplicam na velocidade da máquina, simplesmente acumular ferramentas isoladas já não é suficiente. A Thales posiciona a defesa automatizada e impulsionada por IA, sob supervisão humana, como uma evolução essencial da defesa cibernética.

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Durante o Thales Cyber ​​Summit, realizado em Paris (França), a Thales apresentou hoje uma resposta global aos desafios criados pelos modelos de IA de fronteira. A capacidade de raciocínio, a autonomia e a escala desses sistemas de ponta superam em muito as gerações anteriores, podendo acelerar a descoberta de vulnerabilidades, o desenvolvimento de exploits e a execução de ataques cibernéticos na velocidade da máquina. Isso marca uma mudança na IA: de uma ferramenta que auxilia humanos para uma que atua de forma autônoma, remodelando o cenário de ameaças para as organizações, especialmente para aquelas que operam sistemas críticos.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20261001973525/pt/

©Thales

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“Os modelos de IA de fronteira representam um novo ponto de inflexão para a cibersegurança. O desafio não é apenas tecnológico; trata-se de ajudar as organizações a agir antes que os riscos se materializem, compreender as implicações, avaliar sua exposição e, caso um ataque ainda assim tenha sucesso, garantir resiliência e rápida recuperação. Ao combinar tecnologias avançadas com serviços estratégicos e operacionais de cibersegurança, nossa ambição é fornecer aos clientes os insights, a expertise e o suporte contínuo necessários para navegar nessa nova realidade com confiança”, afirmou Philippe Vallée,vice-presidente executivo de Cibersegurança e Identidade Digital da Thales.

A Thales acredita que a combinação de tecnologia avançada e conhecimento humano é essencial para interpretar ameaças emergentes, compreender a exposição, tomar decisões informadas e traduzi-las em ações operacionais eficazes. A tecnologia por si só não será suficiente para enfrentar essa mudança, uma vez que as capacidades evoluem à velocidade das máquinas.

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Ajudar os clientes a passar de medidas reativas para um modelo de resiliência continuamente testado

Esta estrutura liderada por serviços está estruturada em torno de cinco blocos de construção interconectados: proteção do ambiente de aplicações, detecção e resposta aprimoradas por IA, uma plataforma convergente de defesa cibernética, testes contínuos e avaliação de risco, e a proteção e resiliência de ativos críticos. Sua força não está em um único componente, mas na interligação automatizada entre eles, permitindo que informações sobre ameaças, vulnerabilidades, exposição, detecção, remediação e prova de eficácia circulem continuamente por toda a cadeia.

Parcerias estratégicas com fornecedores líderes de tecnologia

A Thales trabalha com fornecedores líderes de tecnologia para aprimorar a avaliação e mitigação de ameaças cibernéticas avançadas potencializadas por IA. Por meio de um único parceiro confiável, os clientes obtêm acesso privilegiado a recursos de IA de última geração projetados especificamente para segurança cibernética.

Como membro do programa Fairwind, do Google, a Thales permitirá que indústrias críticas se beneficiem das mais recentes inovações do Google em IA aplicada à cibersegurança, incluindo Gemini 3.8 Flash Cyber ​​e a ferramenta CodeMender.

Para saber mais sobre a abordagem global da Thales para combater ataques de modelos de IA de fronteira, acesse esta página. Segurança cibernética para modelos de IA de fronteira | Serviços de segurança cibernética | Thales

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Sobre a Thales

A Thales (Euronext Paris: HO) é líder global em tecnologias avançadas para os setores de Defesa, Aeroespacial e Cibernético e Digital. Seu portfólio de produtos e serviços inovadores ajuda a enfrentar diversos desafios importantes: soberania, segurança, sustentabilidade e inclusão.

O Grupo aloca € 4,5 bilhões por ano em pesquisa e desenvolvimento em áreas-chave, particularmente em ambientes críticos, como tecnologias de inteligência artificial, segurança cibernética, computação quântica e na nuvem. A Thales tem mais de 85.000 funcionários em 65 países. Em 2025, o Grupo gerou vendas de € 22,1 bilhões.

Imagens recentes da Thales e suas atividades de Defesa, Aeroespacial, e Cibernética e Digital podem ser encontradas na biblioteca de mídia da Thales. Para solicitações específicas, contate a equipe de relações com a imprensa.

ACESSE

Thales Group

Produtos de segurança cibernética | Grupo Thales

Soluções de segurança cibernética | Grupo Thales

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Contato:

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Thales, Relações com a Mídia

Segurança e Cibersegurança

Marion Bonnet

+33 (0) 6 60 38 48 92

[email protected]

Fonte: BUSINESS WIRE

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