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IA nas telecoms: reduzindo a distância entre adoção e o ROI

Entre a pressão por resultados rápidos e o peso da dívida técnica, operadoras recorrem a parceiros como a Zup, que já apoiou multinacionais do setor em projetos críticos com Claude Code e Amazon Bedrock

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IA nas telecoms: reduzindo a distância entre adoção e o ROI

O setor de telecomunicações vive um paradoxo. De um lado, é a indústria que mais avança na adoção de inteligência artificial agêntica: 48% das empresas de telecom já implantaram sistemas de IA agêntica em pelo menos uma função central do negócio até o primeiro trimestre de 2026, contra uma média de 26% nas demais indústrias. De outro, a maioria ainda não consegue provar, em números, que esse investimento está voltando.

Uma pesquisa da NVIDIA com cerca de mil profissionais do setor mostrou que quase nove em cada dez operadoras planejam aumentar o orçamento de IA em 2026, salto em relação aos 65% registrados um ano antes, e 90% dos entrevistados afirmaram que a IA já impulsiona receita e reduz custos ao mesmo tempo. Ainda assim, analistas apontam que essa confiança não é unânime: segundo a ABI Research, os desafios recentes de monetização do 5G deixam as operadoras mais cautelosas em relação a novos investimentos em IA, e boa parte dos projetos de automação de rede segue em fase de teste, sem benchmark validado ou consenso arquitetônico que permita ganhar escala.

Onde a integração certa faz diferença

É diante desse cenário, com operadoras gigantes, com alto volume de investimento em jogo, prazos críticos e sistemas legados sensíveis, que a forma como a IA é implementada passa a pesar tanto quanto a tecnologia escolhida. Um exemplo recente ilustra o ponto: diante de um prazo crítico de entrega, a Zup Innovation, empresa brasileira de tecnologia do Grupo Itaú Unibanco, foi acionada por uma multinacional de telecomunicações para acelerar o desenvolvimento de uma plataforma usando Claude Code (CLI) e agentes de IA, recorrendo à orquestração de agentes para dar conta de um cronograma que, pelos métodos tradicionais, dificilmente seria cumprido. Como resultado, a Zup conseguiu reduzir em 97% o ciclo de desenvolvimento e ganhou 60% de agilidade operacional na força-tarefa, sem necessidade de horas extras.

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"Números como esse se tornam possíveis por causa do constante investimento em capacitação do time. Com o Claude, por exemplo, formalizamos uma aproximação neste ano, quando passamos a integrar a Claude Partner Network, da Anthropic, no track de serviços. Tivemos profissionais capacitados no uso e implementação do Claude, cobrindo desde o desenvolvimento de agentes até a padronização e conexão de dados, além de produtividade em engenharia de software assistida por IA. A certificação nos habilita a oferecer implementações customizadas de IA generativa, automação de processos, análise de documentos e assistentes inteligentes alinhados aos objetivos estratégicos de cada cliente e garantindo governança e segurança", afirma Marcos Bonas, Vice-Presidente de Engenharia, Arquitetura e Vendas da Zup.

O caso não é isolado dentro do portfólio da empresa: em outro projeto para uma multinacional de telefonia, a companhia relata ter reduzido em 50% os custos de infraestrutura em 50% utilizando Amazon Bedrock, indicando um padrão de atuação focado em operações críticas de grandes players do setor, não em pilotos pontuais.

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Para esse público, a proposta da Zup é reduzir a distância entre o estado da arte em IA generativa e sua aplicação prática dentro de operações fortemente reguladas, técnicas e de escala. "Nosso objetivo é ajudar cada cliente a diminuir a distância entre adotar IA e conseguir medir retorno sobre ela", conta Bonas.

Os números do setor deixam claro que a corrida por IA na telecom já não é mais uma questão de "se", mas de "como". Entre a pressão por resultado rápido, o peso do legado técnico e o risco de multiplicar dívida técnica com agentes mal governados, o desafio real das operadoras, sobretudo das que lidam com alto volume de investimento e infraestrutura crítica, passa a ser menos sobre escolher qual modelo de IA usar, e mais sobre com quem e como implementá-lo.

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Notícias Corporativas

Thales apresenta o HexaForce: sistema de comando e controle soberano, impulsionado por IA, para a OTAN e nações aliadas

Desenvolvido com base em uma arquitetura aberta e interoperável, projetada em conjunto com as forças armadas, o HexaForce foi testado com sucesso durante o exercício CWIX 2026 da OTAN.

O HexaForce foi desenvolvido especificamente para conflitos de alta intensidade, atendendo às necessidades de comando de mais de 100.000 militares em situações em que o ritmo operacional exige a implantação ampla e direcionada da IA.

A solução multidomínio da Thales (abrangendo operações terrestres, marítimas, aéreas, cibernéticas, espaciais e de informação) já está disponível.

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A Thales, líder global em tecnologias avançadas nas áreas de defesa, aeroespaço, cibernética e digital, anunciou o lançamento do HexaForce, seu sistema de comando e controle (C2) multidomínio de última geração, aprimorado por inteligência artificial (IA). Desenvolvido especificamente para apoiar a soberania nacional, o HexaForce responde rapidamente e com eficácia ao enorme crescimento dos dados operacionais e ao ritmo acelerado dos conflitos.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20260917412685/pt/

HexaForce_2026©Thales

HexaForce_2026©Thales

“Algumas forças armadas precisam de uma plataforma de dados dedicada, enquanto outras necessitam de interfaces operacionais entre domínios para se conectar aos aliados e complementar seus sistemas, ou de funções de comando multidomínio mais ágeis, com o uso de inteligência artificial de ponta. Com o HexaForce, a Thales oferece uma solução soberana adaptada a cada uma dessas necessidades operacionais, estabelecendo um novo referencial em C2 multidomínio para os países da OTAN e seus aliados em um cenário de intensificação dos conflitos de alta intensidade.”— Christophe Salomon, vice-presidente executivo de Comunicações Seguras e Sistemas de Informação da Thales

1. Um sistema de comando e controle multidomínio

O HexaForce opera de maneira integrada em todos os domínios operacionais: terrestre, aéreo, marítimo, cibernético, de espectro eletromagnético, espacial e de operações de informação. Com uma arquitetura resiliente e distribuída, essa plataforma coordena os sistemas existentes nas Forças Armadas nacionais e em coalizões, acelerando a tomada de decisões e garantindo vantagem operacional em todos os níveis de comando.

2. Capacidades aprimoradas impulsionadas pela IA cortAIx

O HexaForce utiliza os recursos de inteligência artificial do cortAIx, acelerador de IA da Thales que conta com 800 engenheiros e cientistas de dados trabalhando em estreita colaboração com os especialistas em defesa do Grupo.

Ao integrar modelos de linguagem de grande porte (LLMs) de última geração e inteligência artificial (IA) agêntica, o HexaForce proporciona ganhos concretos para os operadores em todas as etapas de uma missão.

  • Ciclos de planejamento mais curtos

  • Compreensão mais completa do quadro operacional

  • Compartilhamento e consolidação em tempo real de quadros situacionais táticos e operacionais

  • Tomada de decisão acelerada

  • Alocação aprimorada de efetores

  • Manutenção e suporte otimizados em campo.

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Com a utilização de IA, o HexaForce amplia drasticamente o processamento de dados e a inteligência operacional. Sua solução automatiza a análise, a correlação e a priorização de grandes volumes de dados de fontes militares, de código aberto e civis, elevando a agilidade e o ritmo das operações militares. Atualmente, fases de testes em ambiente real estão abrindo caminho para a sua implementação em larga escala, com o objetivo de elevar a capacidade de processamento de 100 para 1.000 alvos por dia.

Essa superioridade operacional se baseia diretamente no feedback operacional do Artemis.IA, uma plataforma centrada em dados implementada junto ao Ministério das Forças Armadas da França desde 2023 e que comprovou sua capacidade de processar dados de múltiplas fontes e sua escalabilidade.

3. Integração contínua dos níveis tático ao estratégico

Atualmente, o HexaForce é a única solução do mercado capaz de orquestrar todos os recursos das Forças Armadas e de seus parceiros da coalizão, abrangendo desde comandantes estratégicos até unidades táticas. Com uma rede de dados distribuída, ele é projetado para permanecer resiliente mesmo em condições de comunicação bastante prejudicadas.

4. Arquitetura aberta e interoperável

O HexaForce combina uma plataforma de software central com aplicativos de comando multidomínio. Baseada em padrões de código aberto, sua arquitetura aberta e interoperável foi rigorosamente testada, especialmente durante o exercício CWIX 2026 da OTAN. Esse projeto garante controle soberano total sobre os fluxos de dados de entrada e saída, sem exigir a exposição dos dados.

O HexaForce oferece suporte nativo aos padrões de segurança centrada em dados (DCS) e rede federada de missões (FMN). Diferentemente de sistemas fechados e proprietários, ele possibilita a integração dos parceiros tecnológicos escolhidos pelos países em um ambiente controlado e modular, proporcionando desempenho operacional máximo aliado à plena soberania nacional. Como solução aberta e multidomínio, oferece recursos completos de C2, com conectividade perfeita a sistemas legados de fornecedores terceirizados.

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5. Desenvolvido em parceria com as Forças de Linha de Frente

O HexaForce é um marco de agilidade no desenvolvimento de software militar. Criado em ciclos curtos de feedback, em colaboração com as Forças Armadas, ele integra continuamente os requisitos dos usuários finais em todas as etapas.

Sobre a Thales

 

A Thales (Euronext Paris: HO) é líder global em tecnologias avançadas para os setores de defesa, aeroespacial, cibernético e digital. Seu portfólio de produtos e serviços inovadores ajuda a superar diversos desafios relevantes, como soberania, segurança, sustentabilidade e inclusão.

 

O Grupo destina 4,5 bilhões de euros por ano para pesquisa e desenvolvimento em áreas-chave, particularmente em ambientes críticos, como inteligência artificial, cibersegurança, tecnologias quânticas e de nuvem.

 

A Thales possui mais de 85 mil funcionários em 65 países. Em 2025, o grupo registrou faturamento de 22,1 bilhões de euros.

 

 

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Imagens recentes da Thales e de suas atividades nas áreas de defesa, aeroespacial, cibernética e digital estão disponíveis na biblioteca de mídia da Thales. Para solicitações específicas, entre em contato com a equipe de relações com a imprensa.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Thales, relações com a imprensa

[email protected]

+33(0)660384892

Fonte: BUSINESS WIRE

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