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Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga 2026 reúne criadores, provas e negócios em Tatuí (SP)

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A cidade de Tatuí, no interior de São Paulo, será palco da 48ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga entre os dias 4 e 12 de julho de 2026. Promovido pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM), o evento é considerado o mais importante do calendário oficial da raça e deve reunir criadores, expositores, treinadores, competidores e investidores de diversas regiões do país.

Reconhecido como uma das principais vitrines da equinocultura nacional, o encontro tem como objetivo valorizar a excelência genética, a funcionalidade e a tradição do Mangalarga, raça que se consolidou como referência entre os cavalos de sela brasileiros.

Programação reúne julgamentos, provas e atividades técnicas

Durante nove dias de programação, os participantes acompanharão uma agenda diversificada, composta por julgamentos de morfologia e andamento, provas funcionais, leilões, demonstrações técnicas e atividades voltadas ao fortalecimento da cadeia produtiva do cavalo.

As competições têm início no dia 4 de julho, a partir das 13h, com a realização das Provas Sociais. Na sequência, às 18h, acontece a disputa de Ranch Sorting, modalidade que vem ganhando destaque entre os praticantes de esportes equestres.

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Já no dia 5 de julho, às 8h, será realizado o tradicional Poeirão, considerado uma das atrações mais aguardadas pelos participantes e público presente.

A cerimônia oficial de abertura da 48ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga está programada para o dia 10 de julho, às 12h30, reunindo autoridades, lideranças do setor e representantes da criação nacional.

Evento fortalece mercado e integração do setor equino

Além das avaliações técnicas e das disputas esportivas, a exposição também desempenha papel estratégico para o desenvolvimento da equinocultura brasileira. O encontro proporciona oportunidades de networking, geração de negócios e intercâmbio de conhecimento entre profissionais ligados à criação, treinamento, comercialização e investimento em animais da raça.

De acordo com o presidente da ABCCRM, Fernando Tardioli, a Exposição Nacional vai além das competições e se consolida como um importante ambiente para o fortalecimento do mercado.

Segundo ele, o evento promove a aproximação entre criadores, técnicos, investidores e demais agentes do setor, contribuindo para o crescimento sustentável da raça Mangalarga e para a expansão das oportunidades de negócios relacionadas ao segmento.

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Mangalarga reforça protagonismo na equinocultura brasileira

Considerado uma das mais tradicionais raças equinas do Brasil, o Mangalarga se destaca pela versatilidade, conforto de marcha, resistência e aptidão para diferentes modalidades esportivas e atividades de lazer.

A realização da Exposição Nacional reforça a importância da raça para a equinocultura nacional e evidencia os avanços obtidos pelos programas de seleção genética, manejo e treinamento desenvolvidos pelos criadores brasileiros ao longo das últimas décadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Radar Digital Brasília estreia “Agro no Radar” com debate sobre segurança, armas e proteção ao produtor rural brasileiro

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O Radar Digital Brasília lançou oficialmente o primeiro episódio do programa Agro no Radar, novo espaço dedicado aos principais temas que impactam o agronegócio brasileiro. Na estreia, a jornalista e apresentadora Silvana Scórsin recebeu o advogado criminalista, professor e ex-delegado da Polícia Civil do Distrito Federal, Dr. Ailton Zouk, para discutir uma questão central para o setor: o produtor rural brasileiro está realmente protegido?

A entrevista abordou temas sensíveis e atuais, como a crescente insegurança no campo, os crimes mais frequentes praticados contra produtores rurais, a legislação sobre armas de fogo, a legítima defesa, os conflitos fundiários e os impactos emocionais enfrentados pelos trabalhadores rurais.

Insegurança e isolamento no campo

Logo no início do programa, o Dr. Ailton Zouk destacou a vulnerabilidade enfrentada por milhares de produtores rurais que vivem em áreas distantes dos centros urbanos, onde o tempo de resposta das forças de segurança costuma ser elevado.

Segundo ele, o fortalecimento da segurança rural exige investimentos em inteligência, tecnologia e estruturas especializadas, incluindo o uso de drones, monitoramento remoto e policiamento direcionado às demandas do campo.

Os crimes que mais atingem o agronegócio

Durante a entrevista, foram destacados os principais crimes enfrentados atualmente pelos produtores rurais brasileiros, entre eles:

  • Furto e abate clandestino de animais (abigeato);
  • Furto de combustíveis e insumos agrícolas;
  • Roubo e furto de máquinas e equipamentos;
  • Danos ao patrimônio e invasões de propriedades;
  • Estelionatos relacionados à compra e venda de gado.
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O especialista ressaltou que muitos desses crimes causam prejuízos financeiros expressivos e comprometem a continuidade da atividade produtiva.

Armas de fogo e legítima defesa

Outro tema de destaque foi o direito à posse e ao porte de armas no meio rural. O Dr. Ailton explicou as diferenças entre posse e porte, alertando para situações em que produtores acabam respondendo criminalmente por desconhecimento da legislação.

A entrevista também abordou os limites da legítima defesa. Segundo o especialista, a reação a uma agressão deve ser proporcional e moderada, uma vez que o excesso pode descaracterizar a legítima defesa e gerar responsabilização criminal.

Além disso, ele destacou a importância de preservar o local da ocorrência e acionar imediatamente as autoridades policiais.

Conflitos fundiários e reintegração de posse

Os conflitos envolvendo invasões de propriedades rurais também foram discutidos. O ex-delegado explicou os instrumentos jurídicos disponíveis para proteção da posse e da propriedade, esclarecendo em quais situações o chamado “desforço imediato” pode ser aplicado e como funcionam os processos de reintegração de posse.

Segundo ele, a comprovação documental da propriedade e a atuação rápida dos proprietários são fatores decisivos para a defesa de seus direitos.

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Saúde mental no campo também preocupa

Na parte final da entrevista, o programa abordou um tema ainda pouco discutido no agronegócio: a saúde mental dos produtores rurais.

O Dr. Ailton destacou que a combinação entre insegurança, conflitos, endividamento, isolamento e pressão econômica tem contribuído para o aumento do sofrimento emocional e dos casos de depressão e suicídio no meio rural.

Para ele, as políticas públicas destinadas ao agronegócio precisam considerar não apenas a proteção patrimonial e jurídica, mas também a proteção da saúde física e emocional dos trabalhadores do campo.

Um novo espaço para discutir o agro brasileiro

Com o lançamento do Agro no Radar, o Radar Digital Brasília amplia sua cobertura jornalística e cria um espaço permanente para discutir os desafios, oportunidades e transformações do agronegócio brasileiro, reunindo especialistas, produtores, pesquisadores e representantes do setor.

O episódio completo já está disponível no canal oficial do Radar Digital Brasília no YouTube.

📺 Assista, compartilhe e acompanhe o Agro no Radar.

 

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