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Piracanjuba amplia presença nacional com aquisição da Natulact e inaugura primeira fábrica no Nordeste

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Primeira fábrica no Nordeste

O Grupo Piracanjuba anunciou a aquisição da empresa Natulact (Santa Bárbara Indústria e Comércio de Bens e Laticínios Ltda), com sede em Nossa Senhora da Glória, município do estado de Sergipe. Com isso, a companhia goiana instala sua primeira unidade fabril na Região Nordeste, elevando para oito o número de fábricas em operação no Brasil. As outras sete estão distribuídas entre o Centro-Oeste, Sul e Sudeste.

Motivações da aquisição

De acordo com o presidente do Grupo Piracanjuba, Luiz Claudio Lorenzo, a aquisição foi estratégica. A localização da Natulact, em uma das maiores bacias leiteiras do Nordeste, foi um fator decisivo, assim como a sinergia entre as duas empresas. “Será a primeira fábrica do Grupo Piracanjuba no Nordeste, reforçando a expansão da companhia na região, pois nos tornaremos mais competitivos”, destaca o executivo.

Perfil da Natulact

Com mais de três décadas de atuação, a Natulact é especializada na produção de queijos e derivados. A planta está instalada a cerca de 115 quilômetros da capital Aracaju, em uma cidade de aproximadamente 41,2 mil habitantes, segundo o IBGE. No portfólio da marca estão produtos como queijos muçarela, coalho, prato e minas frescal, além de manteiga, requeijão e soro de leite em pó.

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Continuidade e expansão da produção

Segundo a empresa, o foco inicial será manter a atual linha de produção de queijos, preservando também os demais itens. “Para o futuro, a expectativa é ampliar continuamente o portfólio e a capacidade produtiva da planta”, informou Lorenzo.

Processo de transição

O contrato de aquisição prevê a transferência total do controle da Natulact para o Grupo Piracanjuba. Inicialmente, os produtos seguirão com a marca Natulact, mas a identidade visual da Piracanjuba será incorporada de forma gradual.

A operação ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O grupo pretende manter os cerca de 260 empregos diretos da fábrica, a maioria em funções fabris, além de preservar os contratos com os fornecedores de leite locais.

Compromisso com a comunidade

O presidente do Grupo destacou a importância de realizar uma transição harmoniosa, respeitando as particularidades locais e valorizando os profissionais e fornecedores da região. “Queremos apresentar com detalhes as razões que fazem o Grupo Piracanjuba ter como propósito o cuidado que alimenta a vida, evidenciando o quão importante para nós é nutrir relações com as pessoas, a começar pelo nosso time de colaboradores e produtores de leite”, afirma Lorenzo.

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A expectativa é que a entrada do Grupo Piracanjuba contribua de forma significativa para o desenvolvimento da cadeia láctea e para o fortalecimento socioeconômico da região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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