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Suplementação Mineral Garante Eficiência Reprodutiva e Aumenta Rentabilidade do Rebanho

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Nutrição mineral é base para a produtividade do rebanho

O equilíbrio mineral na dieta bovina é um dos pilares da eficiência reprodutiva e produtiva nas fazendas. Minerais como cálcio, fósforo, zinco, cobre e selênio desempenham papéis essenciais em funções metabólicas e hormonais que afetam diretamente a fertilidade, o ganho de peso e a taxa de natalidade.

Segundo o zootecnista e diretor técnico industrial da Connan, Bruno Marson, produtores precisam redobrar a atenção para evitar deficiências nutricionais, que podem gerar perdas reprodutivas e econômicas.

“Garantir uma dieta balanceada é fundamental, pois tanto a falta quanto o excesso de minerais podem prejudicar a reprodução. Nas fêmeas, por exemplo, a deficiência pode causar baixa concepção, cios irregulares e retenção de placenta”, explica Marson.

Minerais essenciais e seus impactos na reprodução

Entre os principais minerais, o selênio se destaca por sua ação antioxidante, que protege os oócitos e o ambiente uterino, prevenindo abortos, infecções pós-parto e baixa eficiência reprodutiva.

Já o zinco é indispensável para a maturação dos espermatozoides, o desenvolvimento dos órgãos reprodutivos e a saúde hormonal dos touros. A carência desse mineral pode levar à atrofia testicular e à queda na qualidade do sêmen, especialmente em animais jovens.

“O cobre também é determinante, pois influencia tanto a fertilidade das fêmeas quanto a motilidade e a viabilidade dos espermatozoides. Além disso, a falta de fósforo reduz a fertilidade, principalmente nos machos, e compromete a saúde geral do rebanho”, observa Marson.

O especialista ressalta ainda que a ausência de cálcio, sódio e potássio afeta diretamente a funcionalidade espermática, podendo causar baixa viabilidade dos gametas e perdas gestacionais.

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Monitoramento e suplementação garantem equilíbrio nutricional

Para evitar prejuízos, é essencial realizar um monitoramento constante das pastagens e das dietas fornecidas ao rebanho. Essa prática permite identificar deficiências logo no início e aplicar suplementação mineral adequada conforme as necessidades específicas de cada lote.

“Uma suplementação bem planejada fornece os nutrientes que as pastagens, sozinhas, não conseguem suprir. Por isso, deve ser encarada não como custo, mas como investimento em eficiência reprodutiva e produtividade”, afirma o diretor da Connan.

Marson reforça que a adoção de um programa nutricional completo reflete diretamente na melhoria dos índices de fertilidade, aumento de peso à desmama e redução da idade de abate, tornando a fazenda mais competitiva e rentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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