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Circuito de arte e cultura “Fazendo Rastro” leva teatro para várias cidades de Goiás

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A circulação dos espetáculos “Hamlet na Rua” e “Família Pitanga” da Anthropos Companhia de Arte acontece de 1º de outubro a 1º de novembro, nas cidades de Goiânia, Goianésia, Caldas Novas, Mineiros, Jataí e Rio Verde. O projeto tem o incentivo do Ministério da Cultura com patrocínio do Sicoob e conta ainda com bate-papos e oficinas

 

O “Fazendo Rastro: Circuito de Arte e Cultura” é uma circulação de espetáculos feitos em Goiânia para expandir fronteiras. Na bagagem; a Anthropos Cia de Arte leva a seis cidades do interior de Goiás as peças: Hamlet na Rua e Família Pitanga. Após cada apresentação, o público vai poder participar de uma roda de conversa com o elenco e ainda se capacitar por meio de oficinas formativas. O objetivo é, literalmente, deixar rastro e criar um legado, por onde o projeto passar.

Segundo o encenador, Constantino Isidoro apresentar Hamlet na Rua, adaptação de um clássico de Shakespeare, é sair da zona de conforto. “Ir pra rua é nos desafiarmos e também buscarmos uma estética, uma capacidade de diálogo, que chame a atenção e que ofereça um entretenimento significativo e de importância para o público”.

De acordo com o diretor, Arilton Rocha, apresentar Família Pitanga em espaços públicos é uma oportunidade ímpar, pois a peça trata do cotidiano de uma família brasileira, que não tem conhecimento sobre finanças básicas. “O teatro na rua possibilita que qualquer indivíduo possa sentar, parar por alguns minutos, assistir e dentro das suas condições rever a própria vida”, argumenta.

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Hamlet na Rua

A peça narra a trágica trajetória de Hamlet que na luta para consertar o seu mundo, ultrapassa os limites da realidade, da loucura, da ficção, do poder e do amor, provocando um rastro de graves consequências que atingem todos ao seu redor.

Um grande tapete vermelho, quatro bancos, quatro atores e quatro malas compõem o espetáculo. Os atores, num “passe de mágica” , vão contando a história de Hamlet. Um mesmo objeto vai representando várias coisas, que vão aparecendo e desaparecendo. Os personagens surgem e somem, chamando então o espectador para um jogo no qual estimula a imaginação.

“A gente traz uma linguagem, que despersonaliza a ideia de um personagem fixo. O próprio Hamlet é representado por todos os atores em cena em diversos momentos. Mas, tudo isso é feito de modo que o público consiga entender todas essas mudanças ao longo dos 50 minutos de espetáculo”, explica Constantino Isidoro.

 

Família Pitanga

A peça retrata o cotidiano de uma família brasileira, que não tem conhecimento sobre finanças.  Eles estão sempre no vermelho, por causa dos gastos excessivos no cartão de crédito. Até que o filho caçula tem uma solução para reverter o quadro. Ele e o empregado da família encontram uma estratégia para acabar de vez com a gastança desnecessária.

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Sobre a montagem do espetáculo, Arilton Rocha, diz que a proposta é tratar de forma bem gostosa, trazendo uma leveza no texto, uma explicação pedagógica do teatro. “Levar para o público a importância de se ter uma compreensão sobre os gastos e sobre as atitudes no cotidiano”, finaliza.

 

Diálogos e Oficinas

“Diálogos Sobre a Encenação” é uma roda de conversa com os espectadores para explorar a percepção do público frente ao assistido, após cada apresentação. As oficinas vão acontecer, de modo separado, em ambientes públicos das escolas. Vão ser oferecidas quatro oficinas teatrais com duração de 3 horas cada. Elas vão abordar as técnicas de interpretação utilizadas na criação dos espetáculos. Essas ações formativas permitirão ampliar o intercâmbio artístico com a comunidade local.

 

Serviço

Assunto: Fazendo Rastro: Circuito de Arte e Cultura

Quando: do dia 1º de outubro ao dia 1º de novembro

Onde: Goiânia (1º a 04/10); Goianésia (11 e 12/10); Caldas Novas (18 e 19/10); Mineiros (27 a 29/10); Jataí (29 e 30/10) e Rio Verde (31/10 e 1º/11).

Mais informações: @anthroposciadearte

É de graça!

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Fez a corrida, concluiu a entrega e ficou sem pagamento? O problema que afeta trabalhadores de aplicativos acendem alerta jurídico

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Motoristas e entregadores de aplicativo podem buscar reparação em casos de retenção indevida de valores

Motoristas e entregadores que trabalham por meio de aplicativos e dependem dos repasses das plataformas para garantir sua renda devem ficar atentos a situações em que valores deixam de ser pagos, são bloqueados ou sofrem descontos sem explicação clara.

Nos últimos anos, reclamações relacionadas à retenção de valores por aplicativos têm se tornado frequentes. Em muitos casos, trabalhadores relatam que realizaram corridas ou entregas normalmente, mas não receberam o pagamento correspondente pelo serviço prestado

Especialistas orientam que, diante de qualquer divergência nos repasses, é fundamental reunir provas que possam demonstrar o problema. Entre os principais documentos estão prints das corridas ou entregas realizadas, comprovantes dos valores informados pelo aplicativo, histórico de repasses, mensagens trocadas com o suporte, extratos bancários e registros de bloqueios ou descontos efetuados pela plataforma.

De acordo com o advogado Julio Leone, a retenção injustificada de valores pode gerar o direito de cobrança dos montantes devidos por parte do trabalhador.

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“Quando o profissional realiza o serviço e o pagamento não é efetuado, ou quando há retenção de valores sem justificativa adequada, é importante buscar orientação jurídica para analisar o caso. Nenhum trabalhador deve ser prejudicado por descontos indevidos ou pela falta de transparência nos repasses realizados pelas plataformas”, afirma Julio Leone.

O advogado destaca ainda que cada situação deve ser analisada individualmente, mas ressalta que a documentação é essencial para comprovar a existência da irregularidade e fundamentar eventual pedido de reparação.

Para os profissionais que atuam por aplicativos, a recomendação é acompanhar regularmente os repasses e guardar registros de todas as atividades realizadas. Afinal, se o trabalho foi executado, o pagamento também deve ser realizado de forma correta e transparente.

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