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Encontro de escritores e artistas indígenas completa 20 anos e se torna um marco

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Evento acontecerá no Museu de Arte do Rio e na Fundação Casa de Rui Barbosa entre os dias 15 e 18 de outubro, com uma programação totalmente gratuita

Completando 20 anos, o “Encontro de escritores e artistas indígenas” será realizado nos dias 15, 16 e 17 de outubro de 2025 no Museu de Arte do Rio (MAR) e no dia 18 de outubro na Fundação Casa de Rui Barbosa. Idealizado pelo escritor e educador Daniel Munduruku, com a coordenação da professora de literatura da Universidade Federal Fluminense (UFF), Claudete Daflon, em parceria com a Coordenação de Pesquisa e Políticas Culturais do Museu Nacional dos Povos Indígenas (MNPI), o evento conta com a realização do Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli) e apoio da Fundação Casa de Rui Barbosa, com o apoio do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), por meio do Museu Nacional dos Povos Indígenas, órgão científico-cultural da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A ação tem como ponto de partida o protagonismo indígena na área cultural. A programação inclui mesas de conversas, lançamentos de livros, roda de poesia, apresentações musicais, oficinas de ilustração e atividades para crianças, tudo de graça e aberto ao público.

“Ao completar seu 20º Encontro, queremos celebrar os muitos avanços que foram acontecendo na sociedade brasileira, o aumento numérico de escritores e artistas indígenas, a abertura do mercado editorial e livreiro, as políticas públicas que se desenvolveram a partir desse feito, os prêmios e reconhecimentos recebidos pelos autores e autoras, o virtuoso aumento de publicações universitárias trazendo a literatura como objeto de pesquisa, o ingresso do primeiro escritor indígena na academia brasileira de letras, entre outras tantas conquistas”, afirma Daniel Munduruku.

“O Encontro de Escritores e Artistas Indígenas é um território sagrado da literatura indígena no Brasil. Desde sua primeira edição em 2004, sob a liderança e “curandoria” do escritor Daniel Munduruku, o Encontro tem sido um ambiente não apenas de difusão e de celebração da literatura indígena. Ele é também um espaço político que reúne escritores e ilustradores, confluindo arte e literatura, criação e difusão das cosmovisões, narrativas, histórias, memórias, expressões, manifestações, artes, ofícios, saberes e fazeres dos povos indígenas do Brasil. Nestes termos, o Encontro tem sido um ambiente para o aprimoramento das políticas públicas de fomento ao livro, à leitura e à literatura, mas também para o próprio mercado editorial brasileiro. Numa leitura breve, podemos afirmar que o cenário e a produção da literatura indígena no Brasil é outro, com um número cada vez mais crescente de escritores e escritoras com títulos publicados e compondo políticas como as do PNLD Literário e PNLD Equidade do Ministério da Educação e da  Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) do Ministério da Cultura. Ou seja, o papel político e social do Encontro de Escritores e Artistas Indígenas tem sido fundamental para a promoção da bibliodiversidade, no sentido das múltiplas vozes e territórios, compreendendo a literatura como tradução da diversidade. Não há literatura brasileira sem a literatura indígena, porque, ela própria, é a expressão mais originária e ancestral de nossa formação histórica e cultural. Portanto, compreendemos este Encontro como um projeto de políticas públicas como parte do Plano Nacional de Livro e Leitura (PNLL) e nesta percepção que o MinC se insere, por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura, envolvendo a Fundação Casa de Rui Barbosa e a Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural”, enfatiza o secretário Fabiano Piúba da SEFLI/MinC.

A edição deste ano acontece ampliada, com mais participantes, e inclui atividades educativas voltadas para a formação de professores. Nos dias 15, 16 e 17, o Museu de Arte do Rio receberá mais de 30 escritores e artistas indígenas de diferentes povos e biomas do Brasil. Essa grande aldeia cultural contará com personalidades indígenas de destaque, como Gustavo Caboco, artista plástico e criador do Selo Editorial Picada; Fernanda Kaingang, advogada, escritora, arte educadora e doutora pela Universidade de Leiden-Holanda; Ademário Payayá, dramaturgo e escritor; Jaime Diakara, professor, escritor e ilustrador; Eva Potiguara, escritora; Moara Tupinambá, poeta e artista plástica; Uziel Guayné, artista plástico e escritor do Povo Maraguá/AM, as lideranças indígenas Marcos TerenaCatarina Tupi Guarani e Darlene Taukane, entre muitos outros. Na abertura oficial do evento, haverá a conferência “Vozes Ancestrais: O tênue fio entre literatura e oralidade”, com Daniel Munduruku, curador do evento, escritor, educador e fundador do Selo Uka Editoria.

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No dia 18 de outubro, último dia do encontro, acontecerá a etapa cultural na Fundação Casa de Rui Barbosa, com apresentações musicais, oficinas de ilustração, atividades para crianças, contação de histórias, roda de poesia e feira de artesanato e de livros indígenas. Será um dia cultural para toda a família.

“O encontro é um espaço de protagonismo indígena, em especial no que diz respeito à literatura e às artes. Em sua longa jornada, o encontro desembarca dessa vez em palcos importantes da cultura na cidade do Rio de Janeiro como é o caso do MAR.  Como parte da programação do Rio Capital Mundial do Livro, o Encontro de Escritores e Artistas Indígenas é um sopro de vitalidade e renovação na cena literária e artística de nosso país. Oportunidade de rever determinados processos históricos e entender que existem outras formas de conhecimento, outras línguas, outros exercícios de cultura que formam a diversidade de um país como o Brasil”, ressalta a professora Claudete Daflon, coordenadora do evento.

Segundo a diretora do Museu Nacional dos Povos Indígenas, Juliana Tupinambá, “a escrita indígena é uma flecha lançada da memória e do território. Por meio dela, nossos saberes e modos de ver o mundo ganham voz e caminho, atravessando o papel para reafirmar que seguimos vivos, criando e narrando. Escrever é também um ato de resistência contra a tentativa de nos reduzir a estereótipos ou a imagens fixadas no passado. Cada palavra escrita por mãos indígenas ajuda a desconstruir a fenotipização e a invisibilidade impostas a nossos povos. A literatura indígena é caminho para um país que reconhece sua verdadeira diversidade, livre de preconceitos e do racismo que ainda insiste em silenciar nossas histórias”.

O “XX Encontro de escritores e artistas indígenas” é executado pelo Programa de Pós-Graduação de Estudos Literatura (Universidade Federal Fluminense) e Museu Nacional dos Povos Indígenas – FUNAI, com a realização do Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e da Fundação Casa de Rui Barbosa. Apoio: Rio Capital Mundial do Livro, Biblioteca Nacional e UNESCO.

SOBRE O MUSEU DE ARTE DO RIO

O MAR é um museu da Prefeitura do Rio e a sua concepção é fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura e a Fundação Roberto Marinho. Em janeiro de 2021, o Museu de Arte do Rio passou a ser gerido pela Organização de Estados Ibero-americanos (OEI) que, em cooperação com a Secretaria Municipal de Cultura, tem apoiado as programações expositivas e educativas do MAR por meio da realização de um conjunto amplo de atividades. A OEI é um organismo internacional de cooperação que tem na cultura, na educação e na ciência os seus mandatos institucionais.

 ”Para a OEI, o Museu de Arte do Rio (MAR) é um espaço fundamental que conecta a cultura carioca ao mundo, preservando e valorizando as expressões artísticas locais. Por meio de suas exposições e iniciativas educativas, o MAR não apenas promove o acesso à cultura, mas representa um convite ao diálogo e à pluralidade, algo de extrema importância para a coesão de nossa sociedade”, comenta Rodrigo Rossi, Diretor da OEI no Brasil. Em 2024, a OEI e o Instituto Arte Cidadania (IAC) celebraram a parceria com o intuito de fortalecer as ações desenvolvidas no museu, conjugando esforços e revigorando o impacto cultural e educativo do MAR, a partir de quando o IAC passa a auxiliar na correalização da programação.

O MAR conta com o Instituto Cultural Vale como seu mantenedor, além do patrocínio Master da Equinor e da LATAM, e o patrocínio Ouro do Itaú Unibanco. A instituição conta ainda com o apoio da Globo, Machado Meyer Advogados, Cescon Barrieu e Wilson Sons, bem como com a parceria de mídia da Globo e do Canal Curta. A Escola do Olhar recebe apoio da Equinor e do Núcleo de Ideia, reforçando a missão educativa do museu. O MAR é realizado em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, o Ministério da Cultura e o Governo Federal do Brasil, contando também com os mecanismos da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei de Incentivo Municipal. Mais informações em www.museudeartedorio.org.br

 

SOBRE A FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA 

A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), vinculada ao Ministério da Cultura, é uma instituição federal dedicada à preservação, pesquisa, ensino e difusão da cultura brasileira, desenvolvendo programas de projeção nacional e internacional. Seu patrimônio reúne a casa em estilo neoclássico onde viveu Rui Barbosa, o jardim histórico tombado, sua biblioteca particular com mais de 30 mil volumes e um arquivo pessoal com cerca de 60 mil documentos. Ao todo, o acervo ultrapassa 120 mil volumes entre livros e periódicos, 9 mil folhetos de cordel, 705 metros lineares de documentos arquivísticos, 4 mil peças museológicas e mais de 9 mil objetos, compondo um amplo panorama da memória histórica, política, literária e cultural do país.O Museu Casa de Rui Barbosa preserva 1.550 peças originais, entre móveis, objetos pessoais, instrumentos musicais e veículos, além da biblioteca de Rui, com cerca de 36 mil volumes anotados por ele.

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A Biblioteca São Clemente, fundada em 1937, destaca-se pelos acervos de Direito Constitucional, História do Brasil, Literatura Brasileira e Política Cultural, reunindo ainda cerca de 10 mil folhetos de cordel e coleções particulares de autores como Manuel Bandeira, Vinícius de Moraes, Rodrigo de Souza Leão e Pedro Nava. A Biblioteca Infantojuvenil Maria Mazzetti (BIMM), criada em 1979, homenageia a educadora Maria Mazzetti e reúne cerca de 10 mil títulos, além de materiais lúdico-pedagógicos, reafirmando a valorização da literatura para crianças e jovens.

O Arquivo-Museu de Literatura Brasileira (AMLB), criado em 1972, guarda um dos maiores acervos literários do país, com arquivos de 152 escritores, como José de Alencar, Clarice Lispector, Rubem Braga e Carlos Drummond de Andrade, além de cerca de 2 mil peças museológicas. A Cátedra UNESCO de Políticas Culturais, implementada na Fundação em 2017, atua como polo avançado de estudos e articulação em políticas culturais e gestão, promovendo seminários, cursos e publicações em cooperação com instituições nacionais e internacionais, integrando a rede global de Cátedras UNESCO.

 

SOBRE O MUSEU NACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS

O Museu Nacional dos Povos Indígenas (MNPI), anteriormente conhecido como Museu do Índio, é uma instituição científico-cultural vinculada à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Criado em 19 de abril de 1953, pelo antropólogo Darcy Ribeiro,  está localizado no bairro de Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro desde dezembro de 1978. Trata-se de uma instituição pública federal, aberta a todas as pessoas interessadas em conhecer mais sobre a diversidade cultural dos 305 povos indígenas que habitam o Brasil, possuindo uma longa tradição na recepção do público espontâneo, de turmas de educandos e educadores de instituições públicas e privadas, de moradores do bairro, de famílias e de turistas de diversos lugares do mundo.

O acervo do MNPI é um dos mais importantes do gênero no mundo, dividido em três grandes áreas: Museográfico (Mais de 20.000 objetos que representam a cultura material de cerca de 150 povos indígenas brasileiros, com coleções que datam desde a década de 1940 até a atualidade); Arquivístico (Conjuntos documentais e fundos arquivísticos sobre povos indígenas, incluindo o Fundo do Serviço de Proteção aos Índios (1910-1967), reconhecido pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade);  Bibliográfico (Coleções especializadas em etnologia indígena, antropologia e política indigenista, servindo como um recurso importante para pesquisadores e acadêmicos). O Museu Nacional dos Povos Indígenas desempenha um papel insubstituível na preservação da memória e na promoção da diversidade cultural dos povos originários do Brasil. Ao integrar pesquisa, preservação e educação, e ao trabalhar em estreita colaboração com as próprias comunidades indígenas, o MNPI não apenas salvaguarda um patrimônio de valor incalculável, mas também contribui ativamente para a construção de uma sociedade mais justa, plural e consciente de suas raízes.

 

Serviço: XX Encontro de escritores e artistas indígenas

De 15 a 18 de outubro de 2025

Museu de Arte do Rio

Dia 15 de outubro de 2025, das 10h às 18h

Dia 16 de outubro de 2025, das 9h às 18h

Dia 17 de outubro de 2025, das 9h30 às 18h

Endereço: Praça Mauá, Centro, Rio de Janeiro-RJ

No 5º andar do MAR – Ingressos podem ser adquiridos gratuitamente pelo site do Sympla

Telefone: (21) 3031.2741

Entrada gratuita

 

Fundação Casa de Rui Barbosa

Dia 18 de outubro de 2025, das 10h às 16h

Rua São Clemente, 134 – Botafogo – Rio de Janeiro, RJ

Telefone: (21) 3289.4600

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Fragilidade masculina: livro rompe com mito do homem “forte” e emocionalmente inabalável

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Com uma narrativa que vai do suspense à crítica social, em “O Cidadão Incomum 3” escritor e quadrinista Pedro Ivo levanta questionamentos sobre desigualdade, poder, masculinidade e colapso social

Uma onda de calor extrema toma a capital paulista enquanto uma sequência de mortes misteriosas começa se espalha pela cidade. Todas as vítimas foram mortas sob o mesmo modus operandi: carbonizadas em ambientes fechados, sem sinais aparentes de incêndio no restante do local. Em meio ao caos social e político de um Brasil cada vez mais dividido, o super-herói Caliel tenta descobrir a origem dos próprios poderes ao mesmo tempo em que se torna alvo de conspirações, perseguições e da crescente desconfiança pública em torno de sua figura.

É diante desse cenário que o leitor é apresentado ao enredo de O cidadão incomum 3 – Experiência de quase morte. Publicada pela Editora Conrad, a obra encerra a trilogia de origem do protagonista Caliel ao combinar suspense investigativo, ficção científica, horror psicológico e crítica social em uma narrativa ambientada no Brasil contemporâneo. Ao longo da série, o escritor, quadrinista e roteirista Pedro Ivo transforma o universo dos super-heróis em uma reflexão sobre amadurecimento, responsabilidade e pertencimento.

Longe de ser um vigilante sem problemas ou defeitos, o personagem é descrito como um homem emocionalmente instável, marcado por crises de ansiedade, culpa e pelas consequências dos próprios atos. Ao descobrir que será pai, passa a lidar com responsabilidades familiares que parecem ainda mais assustadoras do que os perigos que enfrenta nas ruas. Enquanto tenta proteger Lígia, companheira que vive uma gravidez de risco, ele se questiona até onde alguém consegue permanecer humano quando se torna símbolo, ameaça e alvo ao mesmo tempo.

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Seus poderes, ao contrário da narrativa super-heroica comum, potencializam seus problemas
pessoais para muito além dos clássicos dilemas de responsabilidade do gênero. Ele talvez
goste de brincar de super-herói, mas não quer salvar o mundo. Quer o que nós queremos.
Uma vida boa. Minimamente previsível. Útil. Relevante, se possível.
(O cidadão incomum 3 – Experiência de quase morte, p. 8)

 

Conforme se aprofunda nas conspirações que cercam sua existência, Caliel mergulha em uma trama que atravessa diferentes períodos da história brasileira. Entre laboratórios clandestinos, interesses corporativos e segredos ligados à Amazônia, a narrativa conecta acontecimentos do presente ao passado político do país, em momentos que remontam à ditadura militar, ao passar por temas como exploração territorial, violência estrutural e o uso da ciência como ferramenta de poder.

Com experiência em literatura, quadrinhos e roteiro, o autor conduz a história em ritmo cinematográfico, revelando os mistérios da trama aos poucos e equilibrando ação, tensão psicológica e crítica social sem abrir mão da fluidez. Sua escrita aposta menos na idealização clássica dos super-heróis e mais na dimensão humana dos personagens, trazendo dilemas emocionais, crises de identidade e os impactos reais do poder sobre a vida cotidiana. Com ilustrações próprias e elementos metalinguísticos (como a peça teatral escrita por Caliel ao longo da trama), Pedro Ivo amplia as reflexões sobre identidade, pertencimento e a relação entre ficção e realidade, reforçando o caráter visual, autoral e artístico do projeto.

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Além dos aspectos políticos e investigativos, O cidadão incomum 3 – Experiência de quase morte amplia o universo da série ao apresentar personagens que rompem com os modelos tradicionais do gênero, como Tito, reconhecido como o primeiro super-herói trans brasileiro. Entre paranoia coletiva, relações fragilizadas e disputas de poder, o escritor transforma o heroísmo em uma lente para observar o Brasil contemporâneo e discutir questões ligadas à masculinidade, desigualdade social e pertencimento.

 

Ficha técnica:
Título:  O Cidadão Incomum 3
Subtítulo: Experiência de Quase Morte
Editora: Conrad
ISBN: 978-6558034841
Autor: Pedro Ivo
Edição: 1ªed., 2026
Páginas: 448
Preço: R$ 99,90
Onde encontrar: Amazon

Sobre o autor: Pedro Ivo é escritor, quadrinista e roteirista, criador da série literária Cidadão Incomum, universo de livros e quadrinhos que está em adaptação para o cinema pela O2 Filmes. Suas histórias combinam ficção científica, crítica social e elementos sobrenaturais para abordar temas como identidade, desigualdade e ética no Brasil contemporâneo. Também é coautor de Entre Mundos, obra de terror e sci-fi ambientada na periferia de São Paulo, cujos direitos de adaptação foram adquiridos pela Intro Pictures. Além da literatura e dos quadrinhos, desenvolve projetos narrativos que conectam audiovisual, games e novas tecnologias.

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