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Make B. leva teste de 18 horas para Cannes com Thaila Ayala

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Marca transforma a intensa agenda do festival francês em demonstração real de performance da Base Make B. Mate Salicylic, acompanhando a atriz ao longo de um dia repleto de compromissos

Como transformar um atributo técnico de produto em experiência cultural e conversa relevante? Foi a partir dessa provocação que Make B. desembarcou em Cannes ao lado de Thaila Ayala para colocar à prova, em tempo real, a performance da Base Make B. Mate Salicylic: até 18 horas de controle da oleosidade e maquiagem intacta que não derrete e não transfere.

Em uma ação criada pela AlmapBBDO para conectar branding, influência e experimentação, a ação transforma um atributo técnico de produto em conteúdo, entretenimento e experimentação em tempo real. Ao utilizar Cannes, um dos territórios mais aspiracionais da cultura e do entretenimento, como palco da iniciativa, Make B. traduz a proposta de longa duração da Base Mate Salicylic em uma demonstração prática, acompanhando a rotina intensa de Thaila Ayala ao longo do festival.

Durante a ação, a atriz publica conteúdos em diferentes momentos do dia, registrando os bastidores de sua rotina em Cannes e reforçando, em tempo real, a narrativa de longa duração da base.

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A narrativa se constrói organicamente ao longo do dia, culminando em um ensaio fotográfico realizado após as 18 horas de uso da maquiagem, evidenciando a permanência da pele intacta mesmo após uma maratona de compromissos, eventos e exposições típicas de Cannes.

Com fórmula desenvolvida especialmente para peles mistas e oleosas, Make B. Mate Salicylic combina maquiagem e tratamento com ácido salicílico, oferecendo acabamento mate aveludado, cobertura média construível, resistência ao suor e controle da oleosidade por até 18 horas, sem craquelar ou exigir retoques frequentes. A base ainda integra um portfólio de 42 tonalidades, pensado para maior adequação aos diferentes tons e subtons de pele.

“Acreditamos que performance se constrói na experiência e não apenas no discurso. Por isso, pensamos essa ação como uma forma de acompanhar o produto em um contexto real de uso, evidenciando sua durabilidade ao longo de diferentes momentos do dia e reforçando uma demanda cada vez mais presente na maquiagem: aliar alta performance, conforto e sofisticação”, comenta Carolina Carrasco, diretora de Branding e Comunicação do Boticário.

SERVIÇO:

Base Líquida Make B. Mate Salicylic 30g – Preço sugerido: R$99,90
Disponível em 42 tons

Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.
*Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem;

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** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.

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Tecnologia otimiza vagas em condomínios, oficinas mecânicas e concessionárias

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Tecnologia criada para otimizar garagens se consolida no Brasil e já impacta o mercado imobiliário, reduzindo custos e ampliando soluções para falta de estacionamento

A crescente escassez de vagas de estacionamento nas grandes cidades brasileiras tem impulsionado o uso de duplicadores de garagem — equipamentos que permitem estacionar dois veículos no espaço de uma única vaga. A solução, já consolidada em mercados internacionais, ganha força no Brasil ao atender tanto demandas de condomínios quanto de consumidores individuais, além de influenciar diretamente o planejamento da construção civil.

Origem internacional e adaptação ao mercado brasileiro

A tecnologia dos duplicadores de vagas surgiu na Europa e no Japão nos anos 1980, em resposta à limitação de espaço urbano e ao alto custo de expansão de garagens subterrâneas. A proposta era simples: dobrar a capacidade sem ampliar a área construída.

No Brasil, a adoção começou de forma mais tímida, com equipamentos importados. Com o tempo, no entanto, o setor evoluiu para soluções adaptadas à realidade local, marcada por variações no tamanho das vagas, pé-direito irregular e diversidade de veículos.

Segundo Flavio Fornasier, CEO da Emaster Elevadores Automotivos, essa adaptação foi essencial para o avanço do segmento. “Percebemos rapidamente que o Brasil tem suas próprias particularidades. Atuamos nesse mercado há mais de 10 anos e começamos com produtos importados, que atendiam bem no início, mas as diferenças locais — como vagas fora do padrão europeu, pé-direito variável e veículos de portes distintos — exigiram uma mudança de abordagem. Isso nos levou a trabalhar com soluções nacionais, com muito mais flexibilidade para adaptar cada projeto à realidade de cada cliente”, afirma.

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Pressão urbana e custos impulsionam demanda

O aumento do valor do metro quadrado nas cidades é um dos principais fatores por trás da expansão dos duplicadores. Construir novos níveis de garagem envolve escavação, mão de obra especializada e maior tempo de obra — fatores que encarecem significativamente os empreendimentos.

Nesse contexto, o duplicador surge como alternativa mais acessível. Ele permite ampliar o número de vagas sem alterar a estrutura do prédio, reduzindo custos e simplificando o processo construtivo.

Além disso, exigências legais também contribuem para a demanda. Em muitos municípios, há um número mínimo de vagas por unidade habitacional para aprovação de projetos. Incorporar duplicadores ajuda construtoras a atender essas normas sem expandir a área construída.

Mudança cultural no setor imobiliário

Se antes o duplicador era visto como solução emergencial, hoje ele começa a ser integrado desde a fase inicial dos projetos arquitetônicos. Essa mudança indica uma maturidade maior do mercado.

Arquitetos e engenheiros passaram a incluir os duplicadores já na fase de anteprojeto. Isso melhora o resultado técnico e reduz custos”, explica Flavio Fornasier.

Essa antecipação permite prever elementos fundamentais, como altura adequada do pé-direito, infraestrutura elétrica e reforços estruturais. Em muitos casos, isso evita adaptações posteriores, que podem ser mais complexas e caras.

Novos perfis de consumidores ampliam o mercado

O público interessado também mudou. Além de condomínios residenciais, cresce a procura por parte de colecionadores de veículos, que buscam soluções para armazenar múltiplos carros com segurança e organização.

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Nesse segmento, o duplicador deixa de ser apenas funcional e passa a integrar o conceito de garagem planejada. “Para colecionadores, não é só sobre espaço. É sobre cuidar e valorizar os veículos. A garagem vira um ambiente de destaque”, diz o executivo da Emaster.

Também há demanda em condomínios já entregues, embora nesses casos a instalação dependa de condições específicas, como altura mínima e aprovação em assembleia.

Limitações técnicas e critérios de uso

Segundo Flavio Fornasier, apesar das vantagens, o uso de duplicadores exige cuidados técnicos. “O pé-direito mínimo recomendado gira em torno de 3 metros, podendo chegar a mais de 3,4 metros para acomodar SUVs — veículos cada vez mais comuns no Brasil”.

Além disso, o piso deve ser nivelado e a instalação precisa seguir normas técnicas, incluindo a emissão de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). A manutenção periódica também é essencial para garantir segurança e durabilidade, que pode ultrapassar 30 anos.

Cidades densas e imóveis com espaços reduzidos

A expansão dos duplicadores de vagas reflete uma combinação de fatores urbanos, econômicos e culturais. Em um cenário de cidades mais densas e imóveis com espaço reduzido, a tecnologia se consolida como alternativa viável para otimizar garagens.

Mais do que uma solução pontual, o equipamento já influencia a forma como empreendimentos são projetados e como consumidores lidam com o uso do espaço. A tendência é que sua adoção continue crescendo, acompanhando a transformação das dinâmicas urbanas no país.

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