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O repórter por trás do meme viral “que show da Xuxa é esse?

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Quem é ele?

O repórter que aparece no vídeo que conquistou a internet e se tornou um fenômeno nas redes sociais é Paulo Roberto Amaral. Com mais de 30 anos na TV Globo, 16 como repórter, estava ainda no começo da carreira quando entrevistou a menina que desabafou diante das câmeras: “Que show da Xuxa é esse?”, Paulo acabou pegando carona no meme e gerou curiosidade sobre quem é ele? Por onde anda? O que aconteceu com a carreira?

 

Por onde anda?

Após anos de dedicação ao trabalho de repórter na Globo Rio, onde não apenas cobriu eventos importantes, mas também apresentou telejornais, Paulo foi transferido em maio de 2000 para São Paulo como executivo de jornalismo da emissora, e a partir daí trabalhou atrás das câmeras. Em 2016, decidiu seguir novos rumos e deixou a Globo, mas não se afastou do mundo da comunicação.

 

O que está fazendo? 

Atualmente, Paulo é sócio da Ageimagem Comunicação, uma empresa de comunicação e marketing com unidades no Rio de Janeiro e São Paulo. Ele dirige projetos de produção de vídeos e podcasts voltados para TV e streaming. Um de seus mais recentes trabalhos é no programa “De Malas Prontas”, exibido semanalmente no SBT, que tem conquistado a audiência tanto na TV quanto nas plataformas digitais.

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Em um depoimento sobre a viralização do meme, Paulo compartilha: “A internet, quando usada para entretenimento, é muito divertida. A fala da menina foi espontânea e, embora alguns achem que o beijo foi uma forma de chamar atenção, na verdade foi um momento que ocorreu após seu desabafo. O que muitos não sabem é que a entrevista foi resultado de um trabalho em equipe; nosso cinegrafista, Flavio Capitoni, percebeu a indignação da menina e decidimos abordá-la.”

 

Paulo revela ainda que entrevistar crianças é um desafio, mas a sinceridade e a força da menina brilharam na câmera, eternizando aquele momento que se transformou em um meme. E, como diria Sandra Annenberg, “que deselegante” seria não reconhecer a importância desse trabalho coletivo.

O repórter que ajudou a contar essa história agora desenvolve estratégias de comunicação para empresas, treinamento de mídia para profissionais e estudantes não só para a TV, mas também para as novas mídias. “É curioso ver um meme do passado. Com certeza a repercussão desse recorte da reportagem hoje foi muito maior do que quando ela foi exibida, em 1988, no Jornal Hoje”, finaliza.

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Sobre Paulo

Paulo Roberto Amaral é jornalista com uma carreira que abrange mais de três décadas na TV Globo, onde foi repórter, apresentador e diretor de telejornais, com destaque para o Jornal Hoje, onde ficou por 10 anos.

Durante seu tempo na TV Globo, ele contribuiu de maneira significativa para o jornalismo brasileiro, cobrindo uma gama de assuntos e eventos importantes.

Em 2016, Paulo decidiu deixar a TV Globo para buscar novos desafios e se juntou à Ageimagem para se dedicar ao desenvolvimento de projetos e novos negócios. Sob sua liderança, a Ageimagem consolidou uma parceria com o SBT e o SBT News para a produção de conteúdo. Demonstrando seu compromisso inabalável com a inovação e a adaptação aos novos meios de comunicação, criou o ClickTube, um hub de jornalistas no streaming. Projeto inovador que abriu novas oportunidades para jornalistas e criadores de conteúdo se conectarem e compartilharem suas histórias com um público mais amplo.

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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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