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Treinar no “piloto automático” é passado. Medicina do exercício usa dados em tempo real para evitar lesões e aumentar performance

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A relação entre tecnologia e saúde entrou definitivamente nas academias. Em um cenário em que consumidores buscam treinos mais seguros, personalizados e eficientes, os chamados dispositivos “vestíveis”, conhecidos como wearables, começam a ganhar protagonismo dentro da medicina do exercício ao transformar dados fisiológicos em decisões imediatas durante o treinamento.

Frequência cardíaca, intensidade do esforço, gasto calórico e até níveis de saturação de oxigênio já podem ser monitorados em tempo real durante os exercícios, permitindo ajustes instantâneos de carga, recuperação e intensidade. Na prática, especialistas afirmam que a tecnologia reduz riscos, melhora performance e amplia a segurança, especialmente entre pessoas com restrições cardiovasculares, hipertensão ou histórico de lesões.

Segundo Clarissa Rios, CEO da DoctorFit (rede de franquias de estúdios premium de treinamento físico), a tendência representa uma mudança estrutural na forma como o treinamento físico é conduzido. “O exercício físico está deixando de ser baseado apenas em percepção subjetiva e passando a ser guiado por dados. Isso permite decisões mais precisas, seguras e individualizadas”, afirma.

A CEO, que também é especialista medica e educadora física, destaca que o monitoramento inteligente aproxima o ambiente fitness de protocolos já utilizados na medicina esportiva e no acompanhamento clínico. “Hoje conseguimos entender em tempo real como o organismo responde ao treino. Isso muda completamente a capacidade de executarmos ajustes funcionais”, explica.

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Um exemplo prático dessa evolução está sendo testado em uma unidade da própria rede no bairro do Tatuapé, em São Paulo. O studio iniciou testes com um frequencímetro capaz de monitorar, simultaneamente, frequência cardíaca, zonas de intensidade do treino, gasto calórico estimado e saturação de oxigênio.

De acordo com os dados reais coletados, os profissionais podem ajustar imediatamente a intensidade dos exercícios, o tempo de recuperação entre séries e até podem interromper temporariamente o treino em situações de alerta fisiológico, como frequência cardíaca excessivamente elevada ou baixa oxigenação.

“A tecnologia não substitui o profissional. Pelo contrário, ela potencializa a tomada de decisão. O grande diferencial está em interpretar os dados corretamente e transformar essas informações em resultados reais para o aluno”, ressalta Clarissa.

Além da performance esportiva, o monitoramento inteligente também vem sendo utilizado como ferramenta de segurança clínica.

Segundo Clarissa, alunos hipertensos ou com problemas cardíacos relatam maior confiança durante os treinos, enquanto relatórios periódicos de acompanhamento podem ser compartilhados com médicos responsáveis para auxiliar em ajustes terapêuticos.

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Outro fator que chama atenção do setor é o potencial de fidelização e engajamento. A visualização em tempo real do desempenho corporal aumenta a motivação, melhora a adesão aos treinos e cria metas mais concretas para os alunos.

Para Clarissa Rios, o avanço da tecnologia aplicada ao exercício deve acelerar nos próximos anos. “Estamos caminhando para uma era em que o treino será cada vez mais personalizado, preventivo e conectado à saúde integral. O wearable deixa de ser apenas um acessório e passa a atuar como uma ferramenta estratégica dentro da medicina do exercício”, conclui.

Sobre

A DoctorFit é uma rede de franquias de estúdios premium de treinamento físico, fundada em 2012. Com 66 unidades espalhadas pelo país, a marca se destaca pelo treinamento personalizado, com forte base científica em saúde, longevidade e prevenção. Seu método exclusivo une tecnologia, conforto e alto padrão de atendimento para entregar resultados reais e duradouros. A DoctorFit atende desde atletas até idosos e pessoas que buscam mais bem-estar, performance e qualidade de vida no dia a dia.

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Médicos Sem Fronteiras lança campanha inspirada na Copa

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Com o conceito “O nome que muda o jogo é o seu”, a organização conecta futebol e ação humanitária em nova ação de marketing

Médicos Sem Fronteiras (MSF) lança hoje, às 17h, uma campanha inédita que une a paixão pelo futebol e a solidariedade diante das crises humanitárias.  A iniciativa reforça que, assim como na Copa, há adversários a serem enfrentados todos os dias — longe dos estádios, em contextos marcados por conflitos, epidemias e desnutrição. A ação tem uma estratégia multicanal, integrando diferentes frentes de comunicação e mobilização que incluem, além do filme em canais de TV fechada e streaming, presença em cinemas mídia OOH, conteúdos em canais próprios e de parceiros nas redes sociais, relacionamento com influenciadores e embaixadores.

A campanha parte de uma ideia central: MSF entra em campo o ano inteiro com seus profissionais para salvar vidas. Em vez de explorar apenas metáforas esportivas, a organização aposta em uma conexão mais profunda e real com o público, convidando as pessoas a fazerem parte da torcida MSF e ajudarem os profissionais da organização a atuarem nas emergências e crises mais agudas pelo mundo.

Quando o nome vira conexão

O insight criativo da campanha está no uso de nomes de grandes ídolos do futebol que também são nomes reais de profissionais que trabalham nos projetos de MSF. Assim, surgem personagens como Vini, promotor de saúde, Zidane, mediador cultural, Salah, paramédico, e Pelé, enfermeiro. Eles não são os craques dos gramados, mas profissionais de MSF que driblam enormes desafios para salvar vidas.

O conceito, criado pela agência Repense, parceira de longa data de MSF, reforça que, diariamente, equipes de MSF enfrentam adversários gigantes, e que, com o apoio de doadores, é possível virar o jogo. A proposta é convocar a torcida brasileira a se tornar a torcida Médicos Sem Fronteiras e encher simbolicamente um estádio com 50 mil doadores. Afinal, doar é como torcer, tem o poder de mudar o jogo.

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Filme conecta emoção e ação humanitária

A campanha será protagonizada por um filme publicitário que apresenta esses profissionais nos projetos com cenas que mostram o trabalho em campo, enquanto a narrativa estabelece um paralelo direto com o universo do futebol, destacando que o apoio do público (no nosso caso, o doador) é essencial para mudar o resultado do jogo. O filme tem roteiro da Repense, com produção e edição da DOKS.

Assim como a energia da torcida incentiva o time, cada pessoa, cada doador de MSF tem o poder de influenciar o placar do jogo e ajudar as pessoas que mais precisam de cuidados.

Convite à mobilização

A campanha também reforça o papel dos doadores como parte fundamental dessa atuação. Ao engajar o público, MSF busca construir uma comunicação baseada no acolhimento e no senso coletivo de solidariedade.

Mais do que aproveitar o momento de visibilidade global da Copa, a campanha aposta na força da emoção para promover mobilização concreta. Em um cenário mundial marcado por múltiplas crises, MSF lembra que há vidas em jogo todos os dias. E que não podemos esperar para agir.

Uma estratégia integrada para ampliar o impacto

A campanha será sustentada por uma estratégia multicanal, desenvolvida pelo time interno de MSF em conjunto com outros parceiros da organização, integrando diferentes frentes de comunicação e mobilização. As ações incluem, além do filme em canais de TV fechada e streaming, presença em cinemas, ativos digitais, mala direta, equipes de captação de recursos nas ruas e em eventos, e uma agenda de ativações especiais, como durante a Corrida da Copa. A estratégia contempla ainda mídia OOH, conteúdos em canais próprios e de parceiros nas redes sociais, relacionamento com influenciadores e embaixadores, uma parceria com a marca de vestuário Bepop para a venda de camisas oficiais da Torcida Médicos Sem Fronteiras — disponíveis a partir de 8 de junho —, e ações de comunicação interna voltadas aos colaboradores de MSF, com o objetivo de engajar e mobilizar o público interno como parte ativa da campanha. Todas essas iniciativas atuam de forma integrada para fortalecer a visibilidade da causa e impulsionar a aquisição de novos doadores.

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Assista ao vídeo:

Ficha técnica do filme:

Agência: Repense

Cliente: Médicos Sem Fronteiras

Nome da Campanha: O nome que muda o jogo é o seu

CEO: Otavio Dias

Diretora de Negócios: Bianca Tenenberg

Atendimento: Rafaela Vieira

Direção Criativa: Daniel Chagas

Criação: Bruno Pimentel e Frederico Túlio

Produtora: DOKS FILMES

Produção executiva: Taís Quadros

Direção: Glauco Kuhnert

Pós-produção e finalização: Tatiana Andrino e Glauco Kuhnert

Locução: Lou Schmidt

Aprovação cliente: Jessica Urgandarin, Alessandra Teixeira e Fabiana Barros

MSF

É uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a milhares de pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais e socioambientais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base nas necessidades das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão de Médicos Sem Fronteiras chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos.

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