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‘Quinze Dias’ chega aos cinemas de todo o país nesta quinta-feira, 18 de junho

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Protagonizado por Miguel Lallo e Diego Lira, o filme conta a jornada de autodescoberta de um jovem tímido e inseguro

A aguardada adaptação cinematográfica do best-seller “Quinze Dias”, de Vitor Martins, estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 18 de junho. A nova produção nacional focada no público jovem adulto promete ser um romance acolhedor e emocionante enquanto aborda com sensibilidade temas como gordofobia, bullying, identidade, aceitação e o primeiro amor na juventude.

Na trama, Felipe (Miguel Lallo) está pronto para aproveitar suas férias em paz, sem sair de seu quarto e maratonar muitas séries. Mas, ele não contava que sua mãe Rita (Débora Falabella) aceitaria hospedar o vizinho Caio (Diego Lira) por 15 dias enquanto os pais dele viajam. Com esse novo visitante dentro de casa, os planos de Felipe vão por água abaixo. E é aí que se inicia uma nova etapa em sua vida. Completam o elenco Mika Soeiro, Bel Moreira, Mariana Santos, Olivia Araujo, Márcio Vito, João Pedro Chaseliov e participação especial de Fernando Caruso, Silvio Guindane e Augusto Madeira.

“Quinze Dias” é dirigido por Daniel Lieff, com roteiro de Ray Tavares e Vitor Brandt. Produzido pela Conspiração e distribuído pela Manequim Filmes, o longa tem produção de Renata Brandão e Juliana Capelini, com patrocínio master do Nubank e apoio do BNDES.

 

Sinopse

Felipe é um garoto gordo e tímido que sofre bullying na escola. Ele aguarda pelas férias de julho desde o início das aulas. Afastado dos colegas que o maltratam, Felipe finalmente vai poder se dedicar somente ao que gosta: livros e séries. Mas as coisas fogem do controle quando sua mãe informa que concordou em hospedar o vizinho Caio por longos quinze dias, enquanto seus pais viajam. Felipe entra em desespero porque Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e talvez ainda seja). Inseguro, Felipe não sabe como interagir com o vizinho. Os dias que prometiam paz e tranquilidade acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, fazendo Felipe mergulhar em todas suas questões e inseguranças. Apesar das diferenças, ou por causa delas, os dois acabam se reaproximando e vivendo uma jornada de autodescoberta mútua.

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Ficha Técnica

Produção: Conspiração

Distribuição: Manequim Filmes

Patrocínio Master: Nubank

Dirigido por Daniel Lieff

Roteiro de Ray Tavares e Vitor Brandt

Produzido por Renata Brandão, Juliana Capelini

Produtora Executiva: Tania Pacheco

Coprodutores Executivos: Clarisse Goulart, Adriana Basbaum, Marcos Penido,

Gerência Executiva: Ana Leticia Leite, Patrícia Tudesco, Monica Zennaro, Raquel Leiko, Maria Paula Carvalho, Paula Lima

Direção de Fotografia: Daniel Primo

Direção de Arte: Nathalia Siqueira

Supervisor de Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto

Figurino: Ana Avelar

Caracterização: Mariah de Freitas

Supervisão de Efeitos Visuais: Claudio Peralta

Produtora Delegada: Lili Nogueira

Produtores de Elenco: Diogo Ferreira

Montagem: Eduardo Hartung

Colorista: Sergio Pasqualino

Som Direto: Pedro Sá Earp

Desenho de Som e Mixagem: Armando Torres Jr. e Caio Guerin

Trilha Sonora Original: Érico Theobaldo e Remi Chatain

Elenco: Miguel Lallo, Diego Lira, Débora Falabella, Mika Soeiro, Bel Moreira, Mariana Santos, Olivia Araujo, Márcio Vito, João Pedro Chaseliov participação especial Fernando Caruso, Silvio Guindane e Augusto Madeira.

 

Sobre a Conspiração

Com 10 indicações ao Emmy International, a Conspiração é a produtora independente na América Latina, com maior número de indicações a premiação e vencedora da categoria Melhor Comédia com “A Mulher Invisível”. É coprodutora do vencedor do Oscar® de Melhor Filme Internacional e Globo de Ouro® de Melhor Atriz – Drama,”Ainda Estou Aqui”. É realizadora de séries de sucesso como “FIM” (Globoplay), “Sob Pressão” (TV Globo), “DOM” (Prime Video), “Anitta: Made in Honório” (Netflix), “Detetives do Prédio Azul” (Gloob) e “1 Contra Todos” (Fox), além de séries de não-ficção como “Viajando com Os Gil” (Prime Video), “Angélica: 50 & Tanto” (Globoplay) e “Se Eu Fosse Luisa Sonza” (Netflix). No cinema, participou de festivais renomados como Cannes, Berlim, Sundance, Veneza e Toronto, e responsável por sucessos de bilheteria como “Eu Tu Eles” (Menção especial de Un Certain Regard), “2 Filhos de Francisco” – ambos indicações oficiais do Brasil ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro -, “Vai Que Cola”, “O Auto da Compadecida 2” e “Vitória”. Atualmente, lança “Velhos Bandidos” e trabalha em novos títulos, incluindo “Emergência 53”, “No Jardim do Ogro”, “Os Corretores”, “Quinze Dias” e “Bajo Presión”, adaptação do “Sob Pressão” no México.

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Sobre a Manequim Filmes

A Manequim Filmes é o selo comercial de distribuição do grupo Vitrine e tem como objetivo alcançar grandes audiências para os melhores filmes brasileiros. Com três anos de atuação, a Manequim já se consolidou no mercado audiovisual com a maior bilheteria nacional de 2023: “Nosso Sonho – A História de Claudinho e Buchecha”. Para os próximos lançamentos, a Manequim tem no line-up os filmes “O Rei da Internet”, história do hacker brasileiro Daniel Nascimento; e “Quinze Dias”, baseado no bestseller de Vítor Martins.

O Grupo Vitrine Filmes, em 15 anos de atuação, já distribuiu mais de 250 filmes. Entre seus maiores sucessos estão “Aquarius”, “Bacurau”, “A Vida Invisível”, e “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, Entre os documentários, a distribuidora lançou “Retratos Fantasmas”, “Divinas Divas”, “O Processo” e “Amigo Secreto”. Em 2025, a Vitrine já lançou “Baby”, de Marcelo Caetano, exibido em Cannes, “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro, vencedor do Urso de Prata em Berlim, e “O Agente Secreto”, novo longa de Kleber Mendonça Filho com Wagner Moura, que está concorrendo ao Oscar em quatro categorias.

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Romance “Apenas Coisas Boas”, de Daniel Nolasco, tem pré-estreia gratuita em Brasília

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Nesta quarta-feira (17), às 20h, produção premiada será exibida gratuitamente no Cinesystem Casa Park

Olhar Filmes apresenta a pré-estreia do novo filme do diretor Daniel Nolasco, “Apenas Coisas Boas”, em Brasília.

A produção, que conta a história de dois homens que se apaixonam e ficam juntos por mais de 40 anos, tendo como cenário Goiás, um dos estados mais conservadores do Brasil, oferece um olhar íntimo sobre vivências marginalizadas e propõe uma reflexão intimista sobre como conquistas sociais e mudanças no comportamento e na percepção da sociedade contemporânea influenciam na vida cotidiana de um casal homoafetivo.

A exibição é gratuita e ocorre nesta quarta-feira (17), às 20h, no Cinesystem Casa Park (SGCV Shopping Casa Park – Guará). A classificação é 18 anos.

A sessão contará com a presença do diretor Daniel Nolasco, da produtora Cecília Brito e dos atores Lucas Drummond Fernando Libonatti .

No dia 19 de junho, “Apenas Coisas Boas” tem pré-estreia em Anápolis, no 9º DIGO – Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás, às 19h, no Cine Prime do AnaShopping. Ingressos à venda pelo Sympla.

Sinopse: No município de Catalão, em uma paisagem rural, Antonio, interpretado por Lucas Drummond, é um fazendeiro que vive sozinho e isolado, cuidando dos afazeres de sua pequena fazenda. Seu destino cruza com o de Marcelo, vivido por Liev Carlos, um motociclista solitário que sofre um acidente ao passar pela região. Desacordado, ele é resgatado por Antonio, que cuida de seus ferimentos e o abriga durante sua recuperação, dando início a uma história de amor que transforma, desestabiliza e provoca rupturas em cada um deles.

“Apenas Coisas Boas” chega aos cinemas no dia 25 de junho, na semana em que é comemorado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ (28).

 

Prêmios

“Apenas Coisas Boas” teve sua estreia mundial no Festival de Guadalajara, no México, em 2025. No Brasil, o filme foi lançado no 14º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, na Mostra Competitiva Brasileira, levando os prêmios de Melhor Roteiro, Melhor Som e Melhor Direção de Arte. A produção ainda foi premiada no Frameline Completion Fund, fundo norte-americano destinado a filmes com temática LGBTQ+.

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No For Rainbow Fortaleza, em 2025, o longa levou os prêmios de Melhor Ator (Lucas Drummond) e Melhor Direção de Arte. Já no QueerCineMad, Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ de Madrid, recebeu menção especial de Melhor Atriz (Renata Carvalho), no último ano. No Mix Brasil São Paulo 2025, o longa levou menção especial na Competição Nacional de Longas-Metragens, e no Reelout Queer Film Festival Kingston deste ano, recebeu o prêmio de Melhor Ator (Lucas Drummond).

“Apenas Coisas Boas” é uma produção da Rensga Filmes, em coprodução com a Caprisciana Produções, com distribuição nacional exclusiva da Olhar Filmes em parceria com a RioFilme. Este projeto é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Governo Federal, operacionalizados pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

Ficha Técnica:
“Apenas Coisas Boas” (Brasil | 2025 | 104’)
Produtora: Rensga Filmes
Direção e Roteiro: Daniel Nolasco
ElencoLucas Drummond, Fernando Libonati, Liev Carlos, Renata Carvalho, Igor Leoni, Guilherme Théo, Norval Berbari, Lizz Miranda, Brenda Oliveira.
Produção executiva: Cecília Brito
Produção: Cecília Brito, Daniel Nolasco, Hans Spelzon
Fotografia: Larry Machado
Edição: Will Domingos, Edt.
Direção de arte: Marcus Takatsuka
Figurino: Rafaelly Godoy
Desenho de som: Guile Martins
Mixagem: Jesse Marmo
Som direto: Naja Sodré, Daniel Nolasco
Distribuição: Olhar Filmes
Classificação: 18 anos
TrailerApenas Coisas Boas | Trailer Oficial

 

Sobre Daniel Nolasco: Bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense e em História pela Universidade Federal de Goiás, Daniel Nolasco escreveu e dirigiu mais de 10 curtas-metragens, exibidos e premiados em vários festivais nacionais e internacionais. Seu primeiro longa-metragem de ficção, “Vento Seco” (2020), fez sua estreia na Mostra Panorama do 70º Festival Internacional de Cinema de Berlim.

Rensga Filmes: É uma produtora cultural de Goiânia que tem como sócios Cecília Brito e Daniel Nolasco. Especializada em produções independentes que buscam sempre a diversidade como pilar de suas obras. Entre os trabalhos mais representativos da produtora estão os curtas-metragens “Sr. Raposo” e “O Cavalo de Pedro”, e o longa-metragem documentário “Mr. Leather”, ambos do diretor Daniel Nolasco, que juntos foram exibidos em diversos festivais nacionais e internacionais. “Apenas Coisas Boas” é o primeiro filme de ficção da produtora.

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Sobre a Olhar Filmes – Nascida do desejo de buscar a pluralidade de experiências, visões de mundo e diversidade, a Olhar Filmes busca transpor fronteiras que limitam a ficcionalidade e a realidade, levando as produções a outros olhares, com o objetivo de sensibilizar e provocar reflexão, promovendo filmes que dialogam com a contemporaneidade, a multiplicidade de realidades e narrativas. Os filmes distribuídos pela Olhar já marcaram presença em vários festivais nacionais e internacionais, ganhando prêmios em muitos deles, como Festival de Cannes, Sundance Film Festival, San Sebastian, Festival de Berlim, Festival de Rotterdam, BFI London, Dok Leipzig, Frameline, Indie Lisboa, Festival de Gramado, Mostra São Paulo, Festival do Rio, dentre outros, somando mais de 700 participações e 150 prêmios. Contribuindo para o crescimento do cinema brasileiro, a Olhar Filmes já distribuiu filmes no BRasil e outras partes do mundo, e, recentemente, lançou sua própria plataforma de exibição, a OlharPlay, com catálogo vasto com muitos dos seus pais, além da disponibilidade nas plataformas populares de streaming, Globoplay, Telecine, Netflix, Mubi, Prime Video e Apple TV. Entre os títulos lançados pela Olhar, destacam-se os filmes “Meu Corpo é Político” de Alice Riff; “Nóis por Nóis”, de Aly Muritiba e Jandir Santin; “Os Primeiros Soldados” de Rodrigo de Oliveira; “Alice Júnior” de Gil Baroni;“Meu Nome é Daniel” e “Assexybilidade” de Daniel Gonçalves; “Vento Seco” de Daniel Nolasco; “A Mesma Parte de Um Homem” de Ana Johann; “UÝRA, A Retomada da Floresta” de Juliana Curi; “Rafiki” da diretora queniana Wanuri Kahiu; e “Praia Formosa” de Julia De Simone. Mais informações no site oficial: www.olharfilmes.com.br .

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