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Cultura

Rima Forte celebra 20 anos fortalecendo a cultura Hip Hop nas periferias do Distrito Federal

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O tradicional projeto Rima Forte chega à marca de 20 anos consolidado como um dos maiores movimentos culturais de resistência, protagonismo juvenil e valorização da cultura periférica no Distrito Federal. Nascido nas ruas do Recanto das Emas, o projeto ultrapassou o universo das batalhas de rima e se tornou referência na promoção da arte urbana, da educação popular e da inclusão social através do Hip Hop.

Idealizado por Garcez, conhecido artisticamente como Garcez (@garcezzap), pioneiro das batalhas de rima no Distrito Federal e presidente da ONG REC CREW, o Rima Forte abriu, ao longo de duas décadas, espaço para centenas de jovens artistas periféricos desenvolverem seus talentos, ocuparem espaços culturais e fortalecerem suas identidades por meio da música, da poesia e da arte urbana.

A edição comemorativa de 20 anos reafirma o compromisso do projeto com a valorização da potência criativa das quebradas, promovendo oportunidades, pertencimento e transformação social para jovens das periferias do DF.

Batalhas de rima reúnem grandes nomes da cena nacional

A programação contará com batalhas de rima e apresentações de importantes nomes do cenário Hip Hop brasileiro. Entre os convidados confirmados estão Perigx, multicampeão nacional com mais de 300 títulos; Pedog MC; Valle MC; Hate RCT; Galeno MC; Fugazzi e Tito Noleto, reconhecido por suas rimas políticas e de crítica social.

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“Garcez Convida” destaca artistas da cultura periférica

Além das batalhas, o público poderá acompanhar o show especial “Garcez Convida”, reunindo artistas que fazem parte da construção da cultura periférica no DF. Entre eles estão Markão Aborígine, artista com mais de 25 anos de carreira, e Gustavo Henrique RCT.

A sonorização do evento ficará por conta dos DJs DJ Caio Hot e DJ Liso, que prometem sets reunindo clássicos e sucessos contemporâneos do Rap nacional e internacional.

Graffiti e arte urbana também fazem parte da celebração

As artes visuais também terão destaque durante a programação com intervenções de graffiti assinadas por Soneka e NATI, importantes referências da arte urbana brasiliense.

Cultura periférica como instrumento de transformação

Ao longo de sua trajetória, o Rima Forte se consolidou como ferramenta de resistência cultural, educação popular e fortalecimento da cidadania nas periferias do Distrito Federal. O projeto conecta juventude periférica à arte, à identidade e ao pertencimento, contribuindo diretamente para a consolidação do movimento Hip Hop no DF.

Mais do que entretenimento, o Rima Forte representa a força da cultura produzida nas quebradas, mostrando que a arte urbana segue sendo instrumento de transformação social, voz política e oportunidade para milhares de jovens.

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CIDADES

Lei de Jorge Vianna assegura proteção a profissionais que atuam nos cuidados de alunos da rede pública

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A Lei nº 7.889/2026, de autoria do deputado distrital Jorge Vianna, garante o fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para monitores educacionais, educadores sociais voluntários e profissionais que atuam diretamente nos cuidados de higiene e assistência aos alunos da rede pública.

A medida beneficia especialmente quem trabalha na educação infantil e no atendimento de estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida, garantindo mais segurança e condições adequadas de trabalho.
A nova legislação assegura itens como luvas, máscaras, aventais impermeáveis, gorros descartáveis e álcool 70%, protegendo os profissionais contra contaminações durante atividades como troca de roupas, fraldas e higienização.
Jorge ressalta

“Bom, com essa lei agora a gente garante que esses profissionais tenham direito aos EPIs. Não tem sentido eles estão atendendo crianças, atendendo jovens e adultos sem nenhum tipo de proteção.
Lembrando que nós temos crianças e adultos que podem evacuar, nós temos crianças que podem se sujar nas atividades, que precisam tomar banho. Então, o principal foco é o atendimento a essas crianças que precisam de higiene corporal.
Nós estamos falando de banho, mas de repente uma criança ou adulto vomite.
Crianças que tem excesso de salivação que chama sialorreia.
Como é que o profissional vai poder fazer uma higiene sem usar pelo menos uma luva, um capote, um avental.
Ou seja, é uma ação que demorou pra ser reconhecida.
Até que eu soube do problema e pedi providência, espero que a Secretaria de Educação implante isso o mais rápido possível.”

A iniciativa nasceu da luta da categoria e reforça a defesa do deputado Jorge Vianna pelos profissionais da educação pública. Com a promulgação da lei, o fornecimento de EPIs passa a ser um direito garantido no DF.

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