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Happy hour com DNA japonês: conheça o Izakaya do Norū

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Novo espaço no Noroeste aposta na cultura dos botecos orientais com robatas na brasa, insumos nobres e coquetelaria com espuma de wasabi para elevar o agito da capital

O Noroeste está com um novo ponto de encontro para os amantes da gastronomia asiática e da boemia refinada. O premiado restaurante Norū Sushi expande suas operações com a inauguração do Izakaya, um espaço anexo totalmente dedicado à cultura dos tradicionais botecos japoneses. O projeto combina o clima descontraído do pós-expediente com uma culinária de alta técnica, focada em grelhados na brasa e coquetelaria autoral.

Projetado para oferecer uma imersão cultural urbana, o novo Izakaya tem como grande estrela o balcão. De lá saem as tradicionais robatas (espetinhos nipônicos) e uma seleção de petiscos quentes que unem insumos nobres e receitas clássicas, pensadas estrategicamente para harmonizar com a carta de bebidas.

Brasa e Alta Gastronomia

O menu passeia por cortes sofisticados e criações exclusivas. Entre os destaques dos pratos quentes está a Lula Recheada com Shimeji Preto (R$ 68,81), servida sobre crisp Noru e molho tarê, e o Wabi Gyu (R$ 145,81) — cortes suculentos de carne Angus selados na manteiga italiana com um toque de wasabi.

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As robatas na brasa vão desde opções casuais, como o Edamame na Grelha com Azeite Trufado (R$ 32,81) e a Robata de Shitake com Flor de Sal (R$ 34,81), até pedidas premium como a Robata de Polvo ao Curry (R$ 112,81) e o Oniguiri de King Crab na brasa (R$ 46,81). O público também pode saborear o Tako Rice (R$ 83,81), tradicional bolinho de polvo com maionese Kewpie e katsuobushi. Para o público vegetariano, a casa oferece opções dedicadas, como a Robata de Aspargos (R$ 32,81) e o Queijo Coalho com Abobrinha e Mel Trufado (R$ 40,81).

Coquetelaria com DNA Asiático

O balcão de drinks é o coração da experiência do novo Izakaya, apresentando receitas que misturam destilados ocidentais a sabores marcantes do Oriente. É o caso do Moscow Izu (R$ 38,81), uma releitura feita com sakê, xarope de gengibre, limão e uma inovadora espuma de wasabi, e do Yakuza (R$ 42,81), que leva sakê, lichia, cointreau, calda de lichia, flor de sal e cereja.

A criatividade estende-se ao Sakura (R$ 43,81) — com Jack Fire, gin, limão, xarope de gengibre, purê de yuzu e tônica ginger — e ao refrescante Cajuzen (R$ 36,81), que combina gin, caju, wasabi, purê de toranja e tônica ginger. O bar também atualiza clássicos internacionais (com preços a partir de R$ 37,81) e oferece versões exclusivas de Gin Tônica, como o Gt Noru (R$ 42,81), aromatizado com tônica ginger, zimbro, canela e laranja Bahia.

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Com uma proposta leve, informal e de altíssima qualidade, o Izakaya do Norū consolida-se como o destino ideal em Brasília para desacelerar, celebrar e esticar as noites brasilienses.

Norū Sushi

WhatsApp: (61) 99554 0336
Endereço: CLNW 10/11, Bloco B, Lojas 2 e 3, Cond. Stylo – Noroeste
Horário de funcionamento: Segunda, das 18h às 23h. De terça a sábado, das 12h às 23h30. Domingo, das 12h às 23h
Instagram: @norusushi

Fotos: 70 Mil Comunicação/ Agência Extrema

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É HOJE: Brasília recebe galeria nacional de videoartes na Casa de Cultura da América Latina; evento é gratuito

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Em cartaz de 9 a 31 de julho, a galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ ocupa simultaneamente os dois andares da CAL, de segunda a sábado, entre 10h e 19h. A entrada é gratuita.

Brasilienses e turistas são aguardados na ‘Casa de Cultura da América Latina’ (CAL), a partir desta quinta-feira, 9, às 18h, para uma homenagem especial à videoarte contemporânea produzida no país. Artistas de diferentes regiões do Brasil, convidados especiais, cineastas, djs e curadores se juntam ao público para celebrar a história da videoarte, durante a 1ª Mostra de Imagem em Movimento – MAPA.

Próximo à Praça dos Três Poderes, a Casa de Cultura da América Latina (Asa Sul de Brasília) sedia a nova temporada do MAPA, entre os dias 9 e 31 de julho, de segunda a sábado, das 10h às 19h, com entrada gratuita. Promovendo diálogos curatoriais e trocas com artistas do Maranhão, Pará e Rio de Janeiro, a exposição itinerante chega ao Distrito Federal em formato inédito, dando às boas-vindas a Galeria de Videoarte do MAPA.

A programação ocupa simultaneamente os dois andares da CAL. Para exposição, a Galeria Urucum apresenta dez videoartes em formato de curtas-documentários, enquanto a Galeria de Bolso reúne entrevistas, comentários e os bastidores da produção. Já a Galeria CAL recebe as videoinstalações que marcaram as passagens por São Luís (MA) e Belém (PA), ampliando o diálogo entre artistas, territórios e diferentes linguagens da imagem em movimento.

Em um espetáculo de ‘imagens em movimento’, o público acompanha a exibição de dez curtas: Tudo é correnteza, de Rafa Cardozo; Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah; Travessia, de Ícaro Matos; Todo trajeto, também é um rio, de Juruna; Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri; Uma Casinha no Trilho, de Acaique; História da Terra, de Dinho Araújo, Frágil Dureza, de  Inke; Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil e Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes.

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Diante de importantes marcos, a exibição chega durante as celebrações de meio século da videoarte no Brasil. Nesse sentido, o MAPA leva a paixão pela videoarte para além das primeiras pesquisas sobre tecnologias e corpos nos anos 90, e refina o olhar artístico com a inclusão de colagens e fotografias, além de pinturas digitais na produção artística.

Mostrando a força da videoarte e do videomapping pelo Brasil, o MAPA comemora a chegada em Brasília após colorir as fachadas históricas no eixo Norte e Nordeste. A exposição pelas cidades já assina 8 horas de programação e mais de 3,2 mil metros quadrados de arte exibidas, envolvendo a participação direta de 230 colaboradores e 40 organizações.

O legado histórico dá origem à identidade da galeria, que encerra um ciclo itinerante dedicado à preservação da memória ferroviária por meio da arte. De acordo com o coordenador-geral do MAPA, João Pacca, a coleção criada traz questões do presente, passado e futuro, por meio de uma linguagem acessível.

“Nós oferecemos à infraestrutura da Estrada de Ferro Carajás uma coleção de arte contemporânea que aponta para os principais representantes de sua memória e potência, formada por artistas entre o Maranhão (MA) e o Pará (PA), cada qual com sua equipe e comunidade. Eu acredito que esta edição do MAPA foi extremamente brilhante. Entender a memória ferroviária não é uma tarefa para a literalidade. A Estrada de Ferro Carajás é gigante, tanto em importância quanto em complexidade. E os artistas que convidamos ao projeto nos trouxeram retóricas absolutamente distintas que nos permite criar uma observação muito rica dessa relíquia cultural que é a ferrovia”, conclui João Pacca.

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A 1ª edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Confira abaixo os documentários e os artistas participantes:

  • Tudo é Correnteza, de Rafa Cardozo;

  • Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah;

  • Travessia, de Ícaro Matos;

  • Todo trajeto, também é um rio, de Juruna;

  • Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri;

  • Uma Casinha no Trilho, de Acaique;

  • História da Terra, de Dinho Araújo;

  • Frágil Dureza, de  Inke;

  • Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil;

  • Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes;

 

SERVIÇO

[Vernissage do MAPA em Brasília]
Quando: 9 de julho, quinta-feira;
Horários: a partir das 18h;
Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito

[Galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ em Brasília]
Quando: de 9 a 31 de julho;
Dias e horários: de segunda a sábado, entre 10h e 19h;
Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito

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