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Novo modelo de atendimento dobra emissão de carteiras de identidade

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Em dois dias com o novo modelo de funcionamento, os postos de identificação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) já emitiram quase 2 mil carteiras de identidade diárias, dobrando a quantidade de atendimento por agendamento. Desde terça-feira (11), a exigência de marcação de horário para emissão do documento de identificação nas unidades da PCDF foi suspensa.
“Normalmente, nas nove unidades de atendimento da PCDF e nos sete postos do Na Hora emitíamos mil carteiras por dia, 22 mil por mês, e agora já dobramos a quantidade de atendimento nesses dois dias, para quase 2 mil carteiras diárias. Infelizmente era um problema crônico, mas agora estamos conseguindo dar vazão a essa demanda reprimida”, destaca a diretora adjunta do Instituto de Identificação da Polícia Civil, Vanessa Spagnolo.
Além da suspensão do agendamento, a corporação estendeu o serviço em todos os postos de atendimento, anexos às delegacias de polícia, em dias úteis, das 7h às 20h30. Até então, o atendimento se encerrava às 19h. “As estatísticas mostram que nesses meses de julho e agosto, por conta das férias escolares, a demanda aumenta. Então, ampliamos o horário de atendimento para manhã, tarde e norte, além disso temos também as ações pontuais nos finais de semana”, enfatiza a diretora.
A dona de casa Núbia Cristina, 38 anos, que emitiu a carteira de identidade na tarde dessa quinta-feira (13) na 32ª Delegacia de Polícia de Samambaia, era só alegria. Segundo ela, estava há cinco meses tentando fazer o agendamento pelo site da PCDF. “Vim cedinho e peguei uma senha para retirar a segunda via da minha RG e deu certo, e ainda peguei senha para voltar à tarde para minha filha de 16 anos. No fim, conseguimos emitir a dela e dos meus outros dois filhos de 7 anos, então eu achei maravilhoso o atendimento. Estava há bastante tempo tentando”, diz.O economiário Cleber Coimbra, 49, também foi um dos moradores da cidade que teve acesso ao serviço. “Estou precisando tirar o passaporte e precisava de uma nova RG, peguei a senha pela manhã e voltei à tarde para ser atendido. Fiquei sabendo que antes era mais demorado e foi uma grata surpresa resolver tudo hoje”, destaca.

Onde buscar atendimento

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A Polícia Civil dispõe de postos de identificação biométrica nas seguintes delegacias:

→ 1ª DP – Asa Sul
→ 3ª DP – Cruzeiro
→ 4ª DP – Guará
→ 6ª DP – Paranoá
→ 16ª DP – Planaltina
→ 27ª DP – Recanto das Emas
→ 32ª DP – Samambaia
→ 33ª DP – Santa Maria
→ 30ª DP – São Sebastião

Já o atendimento nas agências do Na Hora ocorrerá das 7h às 19h, com agendamento por meio do site da PCDF. Também será utilizada a Unidade Técnica de Atendimento Móvel em apoio para maior disponibilização de vagas para atendimento.A primeira via do registro civil é gratuita. A segunda tem um custo de R$ 42. É necessário apresentar a certidão de nascimento e de casamento, além do CPF. Quem quiser incluir outros documentos, como CNH, Carteira de Trabalho e Título de Eleitor, deve apresentar os originais. Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas neste link.

Para os casos de atendimento mediante agendamento, o requerente deverá se apresentar com 15 minutos de antecedência para verificação prévia da documentação. Em caso de comparecimento após o horário agendado, será considerada ausência.

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Programa DNA do Brasil propõe novo modelo de gestão pública integrada com foco em dados e desenvolvimento humano

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Iniciativa testada no Distrito Federal aposta na articulação entre educação, saúde e assistência social para fortalecer políticas públicas nos territórios

A integração entre áreas estratégicas e o uso qualificado de dados têm ganhado espaço nas discussões sobre eficiência na gestão pública no Brasil. O tema esteve no centro do seminário do Programa DNA do Brasil – Saúde na Escola, realizado em abril, em Brasília, reunindo gestores, especialistas e representantes institucionais para debater caminhos mais estruturados para o desenvolvimento humano no país.

O encontro discutiu a necessidade de ampliar a articulação entre educação, saúde, assistência social e justiça, com foco em ações coordenadas e baseadas em indicadores.

É nesse contexto que o Programa DNA do Brasil – Saúde na Escola vem sendo apresentado como uma alternativa prática para fortalecer a gestão pública integrada. A metodologia, desenvolvida a partir de experiências consolidadas no esporte educacional, hoje funciona como uma plataforma voltada ao planejamento, monitoramento e qualificação de políticas públicas, alinhada a instrumentos nacionais como SAEB, IDEB, FUNDEB, VAAR e às diretrizes do Programa Saúde na Escola.

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O modelo reúne tecnologia, monitoramento contínuo e leitura territorial para mapear demandas específicas de cada localidade. A proposta permite antecipar necessidades e direcionar ações preventivas em áreas como saúde bucal, aspectos psicossociais e projeto de vida de estudantes.

Para Wilson Cardoso, presidente do IDECACE, o desafio está em superar a fragmentação entre diferentes setores da administração pública.

“É preciso avançar para uma gestão pública orientada por evidências e capaz de conectar diferentes áreas em torno de objetivos comuns. O Programa DNA do Brasil nasce justamente com esse propósito”, afirma.

Além do diagnóstico e acompanhamento técnico, a iniciativa investe na formação de profissionais que atuam diretamente na execução das políticas públicas. O objetivo é fortalecer a atuação local, ampliar o diálogo entre equipes e qualificar a tomada de decisão.

Experiência no Distrito Federal impulsiona expansão

O Distrito Federal tem sido o principal campo de implementação da metodologia, com atuação em equipamentos públicos estratégicos, como os CEUs das Artes, em Ceilândia. A experiência tem servido para ajustes operacionais, avaliação de impacto e consolidação do modelo.

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A participação de especialistas e representantes de instituições como o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação durante o seminário reforçou a discussão sobre o papel dos indicadores na formulação de políticas públicas mais eficientes.

Com mais de duas décadas de atuação e impacto direto sobre mais de 350 mil crianças e adolescentes, o IDECACE, responsável pela construção metodológica do programa, trabalha agora na ampliação nacional da iniciativa.

A proposta é consolidar um modelo de gestão pública baseado em integração, prevenção e uso estratégico de dados, com potencial de aplicação em diferentes territórios do país.

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