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ETI: 71% das redes concluíram declaração de matrículas

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Das 4.910 redes estaduais e municipais que pactuaram matrículas de tempo integral, 3.493 (71,1%) já finalizaram a etapa de declaração de matrículas para o ciclo 2024/2025 do Programa Escola em Tempo Integral. Os dados são do boletim divulgado na quarta-feira, 7 de maio, pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação (MEC). Os números correspondem a 347.280 matrículas declaradas. 

O MEC aguarda até esta sexta-feira, 9 de maio, às 23h59 (horário de Brasília), que 1.417 redes entre estados e municípios declarem as matrículas que ofertarão neste ciclo do programa. O processo é feito por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec), pela aba “Declaração”, do Módulo ETI 2024/2025.  

Acre, Espírito Santo, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Ceará e Tocantins finalizaram a etapa de declaração. Das 424.096 matrículas pactuadas pelas redes estaduais e distrital, apenas 11,1% foram declaradas. 

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Em relação às redes municipais, das 4.883 que pactuaram matrículas no âmbito do programa, 3.486 finalizaram a etapa de declaração o equivalente a 71,4%. Os municípios de até 20 mil habitantes concentram o maior percentual de entes que finalizaram a declaração (74,2%). Na sequência, as cidades de 20 mil a 50 mil habitantes, com 70,4%. As de médio porte (de 50 mil a 100 mil habitantes) somam 61,6%; e as de grande porte (acima de 100 mil habitantes) registram 54,5% de declarações de matrícula até o momento. 

Os municípios dos estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Amazonas, Tocantins e Maranhão foram os que mais declararam matrículas. Por sua vez, as secretarias municipais de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo figuram entre as que menos concluíram as declarações. 

TempointegralOETI é uma estratégiaque visainduzir a criação de matrículas emtempointegralem todas as etapas easmodalidades da educação básica. Coordenado pelaSEB/MEC, o programa buscaviabilizar o cumprimento daMeta 6 do Plano Nacional de Educação(PNE)2014-2024 (Lei nº13.005/2014), política de Estado construída pela sociedade e aprovada pelo parlamento brasileiro. 

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No primeiro ciclo do programa, executado entre 2023 e 2024, os municípios, os estados e o Distrito Federal declararam 965.121 matrículas detempointegral. Até 2026, oGovernoFederal apoiará a criação de 3,2 milhões de novas matrículas detempointegralem todas as etapas easmodalidades.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB  

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC amplia prazo de participação no Diagnóstico de Equidade Racial

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O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo de participação no Diagnóstico Equidade 2026. Agora, redes estaduais e municipais de ensino terão até o dia 15 de julho para preenchimento e envio das informações. O Diagnóstico faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e está disponível no módulo Pneerq do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Até o momento, 89% dos questionários foram enviados (totalizando 4.967 municípios e 23 estados); 2% de preenchimento em andamento e 8% de questionários não foram iniciados.  

O Diagnóstico tem o objetivo de mapear os avanços e desafios das redes na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas. 

O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.   

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Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena. 

Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.   

São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas). 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi  

Fonte: Ministério da Educação

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