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‘Elogio da Loucura’, protagonizado pela atriz Leona Cavalli, chega à CAIXA Cultural de 21 a 30 de agosto

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Da obra de Erasmo de Rotterdam; Dramaturgia de Leona Cavalli e Eduardo Figueiredo; e Direção de Eduardo Figueiredo

 

A CAIXA Cultural Brasília recebe a peça ‘Elogio da Loucura’, protagonizada pela atriz Leona Cavalli e direção de Eduardo Figueiredo. O espetáculo será apresentado de 21 a 30 de agosto e tem ingressos gratuitos.

Além das apresentações, o diretor de teatro Eduardo Figueiredo ministrará, no dia 22 de agosto, a oficina “Dramaturgia da Imagem”, que explora a importância da concepção estética na encenação a partir dos espetáculos Frida y Diego e Um Beijo em Franz Kafka.

O trabalho aborda como as imagens constroem narrativas e significados distintos dentro da dramaturgia cênica. As referências incluem fotógrafos como Tim Walker, Sebastião Salgado, David LaChapelle e Jan Saudek, além das linguagens artísticas de Tadeusz Kantor e Pina Bausch.

Apresentação

A atriz Leona Cavalli e o diretor Eduardo Figueiredo, em nova parceria, são responsáveis pela adaptação da obra de Erasmo de Rotterdam, para uma versão teatral inspirada no livro ‘O Elogio da Loucura’. Erasmo de Rotterdam, o autor, viveu o final da Idade Média e o início da Idade Moderna e tornou-se um dos maiores escritores, humanistas e teólogos de todos os tempos. Ainda hoje vivemos conflitos semelhantes aos de séculos atrás; a hipocrisia e a perda dos valores da vida ainda são recorrentes.

A encenação, repleta de ironia e humor, faz várias referências à loucura, presente nas artes, na História e na sociedade. A loucura, a insanidade mental, não é definida como uma condição humana que podemos adquirir. Erasmo trata a loucura de uma forma externa ao homem, e o homem só será louco se desejar ser.

“Em um momento com tantas adversidades e repleto de inversões de valores éticos, políticos e sociais, um momento em que o homem apresenta sérios sinais de retrocesso e barbárie, a obra de Erasmo de Rotterdam nos apresenta uma importante reflexão sobre civilidade e empatia nos dias atuais”, diz o diretor Eduardo Figueiredo.

“Sempre fui apaixonada por esse texto de Erasmo de Rotterdam, inédito no teatro brasileiro, e incrivelmente atual, lúcido e necessário; por identificar a loucura como parte da condição humana, que, quando integrada, torna-se potência de transformação, arte e liberdade”, conta a atriz Leona Cavalli, que irá interpretar a Loucura.

O espetáculo é pontuado com música ao vivo, executada pelos talentosos Matheus Vieira (violoncelo) e Cika (percussão). A trilha sonora transita entre o popular e o erudito, o contemporâneo e os ritmos étnicos.

Sinopse

A obra, escrita como uma sátira à sociedade dos séculos XV e XVI, tornou-se atemporal e profundamente atual; por apresentar uma nova visão da loucura, expondo as relações de poder na sociedade, na política e na Igreja, como espelhos de si mesma.

Nessa versão para o teatro, a Loucura, interpretada pela atriz Leona Cavalli, se apresenta como personagem, mantendo a ótica, o sarcasmo e a sagacidade do conteúdo original da obra.

Como definição gramatical, loucura é insanidade; porém o autor não a representa dessa forma, mas sim como parte da estrutura do nosso mundo, que como tal, clama por ser reconhecida e aceita.

Prêmios

– O espetáculo foi indicado como “Melhor Monólogo do País” na 23° edição do Prêmio Cenym de teatro em 2024;

– A obra foi indicada em 3 categorias na Premiação FITA 2025: “Melhor Atriz”, “Melhor Trilha Sonora” e “Melhor Figurino”, saindo vitoriosa nesta última.

 

Sobre a atriz

Leona Cavalli começou sua carreira com o diretor Zé Celso Martinez Corrêa, com quem fez “Hamlet”, de Shakespeare (indicada como Melhor Atriz APCA por Ophelia), “Bacantes”, de Euripedes e “Cacilda!” do próprio Zé Celso. Ganhou Prêmio Shell por sua atuação como Geni, em “Toda Nudez Será Castigada”, de Nelson Rodrigues, e Prêmio Qualidade Brasil por Blanche Dubois, em “Um Bonde Chamado Desejo”, de Tennesse Willians; ambas dirigidas por Cibele Forjaz. Foi dirigida por Bibi Ferreira em “Viva o Demiurgo”, e por Paulo Autran, em “Vestir o Pai.” Recentemente fez os grandes sucessos “Frida Y Diego”, de Maria Adelaide Amaral, “Gatão de Meia Idade”, de Miguel Paiva e “Procuro o Homem da Minha Vida, Marido Já Tive”, dirigidos por Eduardo Figueiredo. Seus últimos trabalhos no teatro foram: “Fausto” de Marlowe, como Mephisto; dirigida novamente por Zé Celso Martines Correa e “Senhora dos Afogados” com direção de Monique Gardenberg.

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No cinema, fez os longas “Um Céu de Estrelas” (pelo qual ganhou 3 prêmios de Melhor Atriz) e “Através da Janela”, de Tata Amaral; “Amarelo Manga” de Claudio Assis (prêmio Melhor Atriz); “Cafundó”, de Paulo Betti; “Aparecida”, de Tizuka Yamazaki; “Casa da Mãe Joana 2”, de Hugo Carvana; “Carandiru”, de Hector Babenco; “Olga”, de Jaime Monjardim, entre outros. Esse ano acabou de rodar o ainda inédito “A Cerca”, de Rogerio Gomes.

Também fez diversas novelas da Rede Globo, como “Órfãos da Terra”, de Thelma Guedes e Duca Rachid; “Totalmente Demais”, de Rosane Svartman e Paulo Halm, “Amor a Vida” e “Gabriela”, de Walcyr Carrasco, “A Vida da Gente”, de Licia Manzo, “Negócio da China”, de Miguel Falabella, “Duas Caras”, de Aguinaldo Silva, “Amazônia”, de Gloria Perez (prêmio Melhor Atriz), “Belíssima”, de Silvio de Abreu, e em 2023 Leona esteve no ar interpretando a personagem Gladys, na novela da Globo “Terra e Paixão”, de Walcyr Carrasco. Seu último trabalho foi na novela “Dona de mim”, também na TV Globo.

Sobre o diretor

Eduardo Figueiredo é diretor de teatro e mestre em teatro pela USP, encenador de diversos espetáculos de sucesso e um dos principais produtores do atual teatro brasileiro – sócio da Manhas & Manias Projetos Culturais. Sócio e curador do Teatro J Safra. Produtor de dezenas de espetáculos em seu currículo.

Autor e diretor de “Só os Doentes do Coração Deveriam ser Atores”, com Antonio Petrin, e em 2012, repetiu sua parceria em outro solo com o ator em “Ser Ator”. Em 2008, foi diretor de produção do 7º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens. É idealizador e diretor de um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro: “Mulheres Alteradas”, uma adaptação do best seller de Maitena, em cartaz desde 2010 com elenco de estrelas composto por Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Samara Felippo, entre outras.

Dentre seus últimos trabalhos, podemos citar: o premiado “Frida Y Diego”, com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá; em 2016, da obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antonio Calmon; Em 2017 a comédia “Gatão de Meia-Idade”, da obra de Miguel Paiva com Oscar Magrini e Leona Cavalli no elenco; em 2018/2019 dirigiu o espetáculo ‘Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Périssé, Vicent Villari e Daniele Valente. Foi ainda diretor-geral do show inédito “Casos e canções”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música, com a atriz Eva Wilma e banda, e diretor do premiado espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri, com Anderson Di Rizzi e Maurício Machado no elenco.

Em 2020, dirige a adaptação do livro “O Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli no elenco. E roteiriza e dirige, no mesmo ano, o espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco, com direção musical de Guga Stroeter. Em 2021/ 2022, dirige a comédia “Procuro o homem de minha vida, marido já tive” da autora argentina Daniela Di Segni e dramaturgia de Claudia Valli, com grande elenco: Totia Meireles, Leona Cavalli, Grace Gianoukas e Maurício Machado – alcançando sucesso de público e crítica. Participa como diretor do projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli e grande elenco.

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Em 2023, dirige o premiado musical infantil “Hoje tem festa no Céu”, de Cintia Alves. Em 2024, estreia ‘O Veneno do Teatro ‘, texto premiado em mais de 62 países do autor espanhol Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado, também sucesso de público e crítica. Para 2026, planeja “Shakespeare em Crise”, de Thelma Guedes, novo projeto da parceria entre Eduardo Figueiredo e a atriz Leona Cavalli, e a versão brasileira do espetáculo argentino “Votemos, vizinhos alterados”, com grande elenco.

Sobre a produtora 

Com 35 espetáculos premiados no currículo, se consolidou como uma das maiores produtoras de teatro do país, atuando em todo território nacional e no exterior, ao longo desses trinta anos. Há 12 anos, a Manhas & Manias – Projetos Culturais é responsável pela gestão, administração e curadoria artística do Teatro J. Safra, em São Paulo. Ao lado da O2 Filmes, coproduziu o longa “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, dirigido por Luis Pinheiro, com Deborah Secco, Alessandra Negrini, Monica Iozzi e Maria Casadevall, entre outros atores. Também é coprodutora do projeto Cine Experience – pioneiro em levar espetáculos de teatro para telas dos cinemas. Primeiro espetáculo: “Gatão de Meia Idade”, de Miguel Paiva, com direção de Eduardo Figueiredo. Premiado cinco vezes com o “Hot Top Comunicação de Marketing”.

 

Ficha técnica:

‘Elogio da Loucura’, Da obra de Erasmo de Rotterdam

Dramaturgia: Leona Cavalli e Eduardo Figueiredo | Direção: Eduardo Figueiredo | Assistente de direção: Alex Bartelli | Elenco: Leona Cavalli | Músicos: Matheus Vieira (Violoncelo) e César Lira (Percussão) | Voz em off: Antonio Petrin | Figurinos: Kelly Siqueira e Mariana Baffa | Cenário e Adereços: Paula Mares e Kelly Siqueira |  Visagismo: Eduardo Figueiredo | Maquiagem: Thiago Baréa | Perucas: Wellington Fontenele | Light designer: Gabriele Souza | Fotos de divulgação: Henrique Butcher | Ambientação fotos de divulgação: Ricardo Ishihama | Projeto de vídeo e projeções: Jonas Golfeto | Direção musical e trilha original: Guga Stroeter | Preparação corporal e movimento cênico: Roberto Alencar | Produção executiva: Paulo Travassos | Assistente de produção: Renan Correia | Administração: Paulo Paixão | Financeiro: Thaiss Vasconcelos | Leis de Incentivo: Renata Vieira | Assessoria de imprensa: Rodrigo Machado – Território Comunicação | Correalização e produção: Manhas & Manias Projetos Culturais

SERVIÇO

[TEATRO] Elogio da Loucura, com Leona Cavalli

Local: CAIXA Cultural Brasília, SBS Q. 4 BL A Lotes 3/4 Loja 1 – Asa Sul

Temporada: 21 a 30 de agosto de 2026

Horário: de quarta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Entrada gratuita (ingressos distribuídos uma hora antes do início de cada apresentação, limitados a um por pessoa)

Classificação indicativa: 16 anos

Gênero: Tragicomédia

Duração: 80 minutos 
Sessões com acessibilidade em Libras: 22 e 29/08

Informações: (61) 3206 6456

Acesso para pessoas com deficiência

Oficina com Eduardo Figueiredo “Dramaturgia da Imagem”

Local: CAIXA Cultural Brasília – Sala Gente Arteira

Data e horário: 22 de agosto, sábado, das 16h às 18h

Duração: 120 minutos

Quantidade de participantes: 15 participantes em inscrição com a possibilidade de lista de espera

Público-alvo: Estudantes de teatro (atuação/direção), interessados em teatro e dramaturgia

Classificação indicativa para a atividade: 18 anos

Inscrições gratuitas na página do evento – site da CAIXA Cultural e no link na bio do @manhasemaniasprojetosculturais.

Link para inscrição: https://forms.g le/vDa5J6LGyg1AJVXT7

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ENTRETENIMENTO

Alceu Valença, Michel Teló, Mari Fernandez no Maior São João do Cerrado

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Programação de shows começa nesta sexta (14), ao lado da Administração de Ceilândia, e segue até domingo (16). Polos culturais funcionam normalmente

Os grandes shows do Maior São João do Cerrado começam nesta sexta-feira (14), em Ceilândia, com a apresentação de Alceu Valença, na Arena São João, montada na Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional da cidade. Um dos maiores nomes da música brasileira, o cantor pernambucano apresenta o espetáculo “80 Girassóis”, em comemoração aos seus 80 anos, reunindo sucessos que marcaram sua trajetória.

No sábado (15), será a vez de Michele Andrade, Grupo Benzadeus e Ju Marques subirem ao palco. Artista de Ceilândia, Ju Marques representa a força e a diversidade da produção musical do Distrito Federal e divide a programação com atrações de destaque nacional.

O encerramento do evento será no domingo (16), com Mari Fernandez e Michel Teló, responsável por fechar a programação do O Maior São João do Cerrado. O cantor sul-mato-grossense promete colocar o público para dançar em uma apresentação que reúne sertanejo, forró e piseiro.

Para a organizadora do evento, Edilane Oliveira, os grandes shows são uma forma de celebrar o retorno do Maior São João do Cerrado à Ceilândia em grande estilo. “A gente estava com saudade de Ceilândia e sabe que muita gente também estava com saudade do Maior São João do Cerrado. Queremos que o público sinta que está chegando a uma festa que conhece, que faz parte da cidade e que agora está de volta para matar a saudade”, afirma.

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Polos culturais

Além do grande palco na Arena São João do Cerrado, polos espalhados pela cidade garantem a diversão.

Após seis anos, o Sítio Seu João voltou a integrar a programação do evento, recriando uma comunidade típica do sertão nordestino, com construções em taipa e pau a pique, bodega, comidas típicas, música e elementos que remetem às tradições do interior. O espaço funciona na Casa do Cantador.

Na Praça do Mamulengo, montada na Praça da Bíblia, a diversão fica por conta do circo, oficinas, parque de diversões, apresentações culturais, gastronomia e atividades voltadas para crianças e adultos.

Já a Vila Borborema rememora o ambiente das tradicionais cidades do interior, com casas cenográficas, Capela de Santo Antônio, feira de artesanato e apresentações de trios de forró em um coreto. O espaço fica na praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô.

O Maior São João do Cerrado é realizado pelo Instituto Brasileiro de Integração (IBI), apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), em parceria com o Ministério do Turismo e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O projeto conta ainda com o apoio da CiaNet, Casas Bahia, JK Shopping e Administração Regional de Ceilândia.

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Serviço

Arena São João do Cerrado – Palco principal
Praça do Trabalhador – QNM 13, ao lado da Administração Regional de Ceilândia
14 a 16 de agosto | 17h às 02h

Vila Borborema
Praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô – CNN 2, Avenida Hélio Prates
7 a 16 de agosto | 14h às 22h

Sítio Seu João
Casa do Cantador – QNN 32, Ceilândia Sul (Via da Fundação Bradesco)
7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h às 23h

Praça do Mamulengo
Praça da Bíblia – QNP 19, Ceilândia Norte
7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h à 0h

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