BRASÍLIA

Gastronomia

Comida Di Buteco completa 25 anos de existência e 10 em Brasília

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O concurso vai de 11 de abril a 4 de maio, em 38 bares do DF  

 

É com o tema “Paixão pelo buteco” que o Comida di Buteco celebra seus 25 anos de vivências que se entrelaçam com a cultura daquele bar raiz, ou seja, que não pertence a redes e nem franquias. Em Brasília, já são 10 anos de tradição. De 11 de abril a 4 de maio, o público da capital federal tem o desafio de percorrer a cidade para provar os quitutes inéditos criados pelos 38 estabelecimentos participantes.  

 O tema deste ano será os 25 anos do Concurso no país. Além da comissão de jurados, o público também deve votar com notas de 1 a 10. Os critérios são: atendimento, temperatura da bebida, higiene e petisco. O petisco leva 70% do peso da nota e as demais categorias 10% cada uma. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados 50%. A cada edição 20% da base de participantes é renovada, oxigenando o roteiro e mantendo a competitividade sempre animada.  O brasiliense poderá desfrutar dos pratos pelo custo de R$35. 

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 A primeira etapa é regional onde a votação é feita pelo público e jurados da própria cidade. Depois de eleitos os campeões de cada circuito, um outro corpo de jurados visita e avalia os campeões para que seja eleito então, o MELHOR BUTECO DO BRASIL. Em julho, numa festa realizada em São Paulo é revelado o buteco campeão. Confira a lista dos butecos participantes e petiscos no site www.comidadibuteco.com.br 

 

 Tradição  

 O Comida di Buteco foi criado em 2000, com a finalidade de resgatar e valorizar a cozinha de raiz por meio da visibilidade aos botecos espontâneos e tradicionais. Desde 2016 elege o melhor boteco do país, no entanto, mais do que um concurso já é considerado um movimento tradicional que acontece simultaneamente de norte a sul do Brasil. 

 A edição de 2025 traz um número maior de participantes. Serão mais de 1200 butecos na disputa, em cerca de 50 municípios, distribuídos em todas as regiões do país.  

 

Impacto Socioeconômico  

 O Comida di Buteco tem como prática e missão “TRANSFORMAR VIDAS ATRAVÉS DA COZINHA DE RAIZ – BUTECO EXTENSÃO DE SUA CASA”. O denominador comum nos participantes é a presença do dono no local. São comerciantes que, junto as suas famílias, vivem do negócio e não pertencem às redes nem franquias. Lugares que levam a identidade dos seus proprietários e por isso encantam cada novo cliente. O ano de 2024 foi de recordes para a história do concurso:

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– Quase 1 milhão de fãs e 160 milhões de impressões nas redes sociais do concurso

– Cerca de 10 MM de pageviews no site 

– 150 mil turistas presentes nos circuitos

– mais de 13 mil empregos gerados   

 

Serviço:

 Período: 11 de abril até 4 de maio

Preço dos petiscos: R$35

Patrocinadores em Brasília: 

Cerveja Oficial: AMSTEL
Apresentação: McCain
Patrocinadores Nacionais: Santander/Getnet, FYS, SEBRAE 
Apoiadores: Chandon, Delta 
Apoiadores Institucionais: Setur/GDF, IESB, Bosque, Germer, Abrasel, Neooh, Boxnet, NEOOH e Piraquê 
Promoção: Globo Bsb

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Gastronomia

Peixe ou chocolate? Na Semana Santa o segredo está no equilíbrio à mesa

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Foto: Camila Mognatti

Entre o silêncio respeitoso da Sexta-feira Santa e o sabor doce que anuncia a Páscoa, a mesa do brasileiro se transforma. Peixes ganham protagonismo, enquanto o chocolate surge como tentação quase inevitável. Mas, afinal, é possível harmonizar tradição e saúde nesse período? A resposta é sim e passa menos pela restrição e mais pela consciência.

Segundo a professora Camila Mognatti, coordenadora do curso de Nutrição da Estácio Brasília, o segredo está no equilíbrio. Tanto o peixe quanto o chocolate podem fazer parte de uma alimentação saudável, desde que haja moderação e boas escolhas. Enquanto os peixes oferecem proteínas de alta qualidade, gorduras boas e nutrientes essenciais, o chocolate, especialmente o amargo com 70% de cacau ou mais, pode contribuir com antioxidantes que ajudam a reduzir o estresse no organismo.

Na tradição cristã, o consumo de peixe simboliza leveza e renovação. Do ponto de vista nutricional, essa percepção faz sentido. De fácil digestão, o alimento é fonte de proteína completa e, em algumas espécies como salmão, sardinha e atum, concentra ômega 3, gordura associada à saúde cardiovascular e à redução de inflamações. É um alimento que contribui tanto para a manutenção muscular quanto para o bom funcionamento do organismo como um todo.

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Já o chocolate, frequentemente tratado como vilão da Páscoa, pode assumir um papel mais amigável. A recomendação é priorizar versões com maior teor de cacau, menos açúcar e consumo moderado. O problema não está no chocolate em si, mas na quantidade e na frequência. Também é importante atenção aos ovos industrializados recheados, muitas vezes ricos em açúcares, gorduras e aditivos. Alternativas como barras de melhor qualidade ou versões artesanais mais simples podem ser escolhas mais equilibradas.

Cuidados

Para quem opta por substituir a carne vermelha pelo peixe durante o período, alguns cuidados são essenciais. A procedência e a conservação devem ser observadas com atenção. Peixes frescos têm odor suave, olhos brilhantes e carne firme. No preparo, métodos como grelhar, assar ou cozinhar preservam os nutrientes e evitam excessos de gordura. Frituras e molhos muito calóricos podem comprometer os benefícios do alimento.

Outro ponto importante é a composição do prato. Como o peixe possui menor teor de ferro em comparação à carne vermelha, a recomendação é combiná-lo com alimentos ricos nesse mineral, como feijões e vegetais verde escuros. Ainda assim, a especialista sugere variedade ao longo da alimentação. O ideal é fazer um rodízio entre os tipos de proteína animal.

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Nas casas com crianças, a criatividade pode ser aliada. Preparações como hambúrgueres de peixe, bolinhos caseiros ou filés assados com temperos suaves ajudam a tornar o consumo mais atrativo. Espécies como tilápia e pescada, de sabor mais delicado, costumam ter melhor aceitação. Para acompanhar, pratos coloridos com arroz, feijão, legumes e verduras garantem equilíbrio nutricional e agradam ao paladar.

No fim das contas, a Semana Santa pode e deve ser um convite ao equilíbrio. Entre tradição e saúde, entre o salgado e o doce, entre o prazer e o cuidado. Porque, à mesa, o verdadeiro sentido da data também se revela na forma como escolhemos nos nutrir.

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