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Natura transforma uma verdade da maternidade em campanha e convida o Brasil a sentir o tempo de um jeito diferente

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Com trilha inspirada na canção “I Don’t Want to Miss a Thing” reinterpretada por IZA, a campanha nasce de um movimento real e se transforma em uma homenagem para o Dia das Mães
Toda mãe já sentiu — mesmo sem nunca ter colocado em palavras. Os dias são longos. Mas os anos passam rápido demais. É a partir dessa verdade silenciosa que Natura apresenta sua campanha de Dia das Mães 2026: a Teoria da Maternidade. Um olhar sensível sobre como o tempo se transforma ao longo da jornada de ser mãe e como é no cuidado cotidiano que nascem os vínculos mais duradouros.
“Para esse Dia das Mães, queremos trazer uma reflexão sobre a passagem do tempo. Sabemos que a maternidade é feita de instantes que parecem eternos e anos que passam em um piscar de olhos. Com a campanha, reforçamos nosso papel como uma marca que entende e acolhe essa jornada da maternidade, celebrando o cuidado que permanece e se transforma em memória. É uma homenagem à presença e o afeto que o tempo não apaga”, afirma Diego CostaDiretor Sênior de Marketing da Natura.
Inspirada por vídeos de mães nas redes, IZA recria clássico internacional para campanha de Dia das Mães da Natura:
Convidada pela marca para interpretar uma nova versão do clássico “I Don’t Want to Miss a Thing” para a campanha de Dia das Mães, IZA se conectou profundamente com a proposta ao associá-la à sua própria vivência de maternidade. A canção, já conhecida do grande público, ganha novos significados ao ser atravessada por esse olhar íntimo e emocional. “Eu estava vendo vários vídeos de mães com seus filhos usando essa música… e aquilo me arrepiou. Porque essa música já é linda, mas quando você vê ela contando a história de mães e filhos, ela ganha outro sentido. Fica ainda mais forte”, comenta a artista. A partir dessa conexão, IZA revisitou a canção, trazendo essa emoção para mais perto da realidade brasileira.
Com um casting composto por mães e filhos reais, o filme percorre diferentes fases da maternidade a partir de momentos cotidianos que ganham novos significados com o passar do tempo. Entre momentos que parecem não acabar e o tempo que passa rápido demais, o conceito se revela: o tempo passa, o cuidado fica.
Para o período, Natura destaca opções de presentes que traduzem esse olhar sobre o cuidado, com foco em fragrâncias e itens que carregam significado, como o perfume Aura Alba, além de produtos das linhas Mamãe e Bebê, Tododia, Essencial e Ilía. Mais do que escolher um presente, a proposta é escolher algo que represente aquilo que realmente permanece.
Criada pela Natura, em parceria com a Galeria.ag, a campanha se desdobra para além do filme, com estratégia digital e de influência que convida o público a compartilhar suas próprias histórias, ampliando a homenagem de forma orgânica e afetiva.
Assista o filme da campanha aqui:

Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br  ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedInFacebook e Instagram.

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Nova regulamentação da Lei de Incentivo ao Esporte amplia exigências e reforça papel social dos projetos

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Atualização traz mais transparência, critérios técnicos e foco em acesso público, impactando diretamente organizações do terceiro setor

A Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) entra em um novo momento com a regulamentação do Decreto nº 12.861/2026, que atualiza as regras de funcionamento da política pública sem alterar sua estrutura central. A medida, que regulamenta a Lei Complementar nº 222/2025, reorganiza o sistema, elucida pontos que geravam dúvidas e reforça o papel do esporte como ferramenta de transformação social.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à qualificação do terceiro setor ganham ainda mais relevância. É o caso da Rede CT – Capacitação e Transformação, que atua na formação de organizações que utilizam o esporte como ferramenta de impacto social, preparando agentes e instituições para acessar e executar projetos com mais consistência e segurança dentro da LIE.

Diante das mudanças, a Rede CT tem atuado diretamente para garantir que seus participantes estejam alinhados às novas diretrizes e aptos a aplicá-las na prática. Segundo Daiany França Saldanha, coordenadora de Mentoria da Rede CT, a estratégia foi transformar as atualizações da legislação em conteúdos acessíveis e aplicáveis.

Na prática, a régua subiu. A Lei entra em uma fase mais exigente, com menos margem para erros de gestão e maior rigor técnico e documental”, afirma.

Entre as ações implementadas estão a realização de um aulão com todos os participantes da edição 2026 e a produção de uma cartilha com os principais pontos da nova regulamentação. “A nossa postura é justamente essa: ajudar para que as pessoas conheçam essas atualizações e já consigam aplicar nos seus projetos. É um trabalho muito conectado com a vivência do dia a dia. Então, acompanhamos de perto os nossos alunos para que eles estejam sempre atualizados em tudo o que se relaciona à lei. A partir dessas mudanças, organizamos esse conteúdo para ser trabalhado com eles, de forma prática”, completa.

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Entre as mudanças previstas no decreto está a atualização das nomenclaturas das categorias esportivas, que passam a ser denominadas como Formação Esportiva, Esporte para Toda a Vida e Excelência Esportiva. Mais do que uma alteração conceitual, a nova regulamentação consolida diretrizes que já vinham sendo aplicadas na prática, especialmente no que diz respeito ao caráter público dos projetos.

A inclusão social deixa de ser apenas um princípio e passa a ser uma exigência explícita. Os projetos precisam garantir acesso gratuito e aberto, o que reforça o papel da política pública como instrumento de transformação. Como consequência, projetos realizados em circuitos privados ou com públicos restritos deixam de se enquadrar nessas categorias, reforçando o compromisso da política com a inclusão social”, explica Daiany.

Outra alteração está no aprimoramento dos critérios técnicos de avaliação e na definição de regras mais claras para execução e prestação de contas. O decreto estabelece prazos mais rigorosos, amplia os mecanismos de controle e traz maior previsibilidade para investidores e proponentes.  “Não há mais espaço para inconsistências na documentação ou fragilidades na execução”, avalia.

O uso de recursos incentivados para aquisição de espaços publicitários e restringe práticas como a cobrança de beneficiários em projetos caracterizados como atividade regular, passa a ser vedado, expressamente.

No campo do financiamento, a lógica geral é mantida. Pessoas jurídicas poderão deduzir até 2% do Imposto de Renda devido até 2027, com aumento para 3% a partir de 2028. Projetos com foco em inclusão social podem alcançar até 4% de dedução. Já para pessoas físicas, o limite permanece em 7%.

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As mudanças exigem uma postura ainda mais assertiva das organizações do terceiro setor. “A era da tentativa e erro ficou ainda mais restrita. As organizações precisam chegar mais preparadas, com estrutura, clareza de propósito e capacidade técnica”, afirma Daiany.

Planejamento, gestão qualificada e acompanhamento contínuo passam a ser indispensáveis em um cenário que demanda maior consistência técnica e compromisso com resultado, pontos diretamente trabalhados por iniciativas como a Rede CT em seus ciclos de formação e mentoria. (www.capacitacaoetransformacao.org)

Com a nova regulamentação, a Lei de Incentivo ao Esporte se consolida como uma política pública mais estruturada e orientada ao impacto social. Para organizações e profissionais do setor, o momento exige atualização, adaptação e investimento em formação: fatores que podem determinar o sucesso na captação e execução de projetos nos próximos anos.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Rede CT – Capacitação e Transformação

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