Internacional
Presidente da República do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev: “O Cazaquistão entrou em uma nova fase de modernização”
– O senhor fala frequentemente sobre a importância crescente do trânsito e da logística para o Cazaquistão. O senhor considerou essa área de trabalho uma prioridade. O que foi feito para desenvolver essa área? Quais são os planos?
– Para o nosso país, o fortalecimento do seu potencial logístico e de trânsito é uma tarefa de importância estratégica. Sem saída direta para o mar, o Cazaquistão está, no entanto, localizado no centro do continente eurasiano, no cruzamento da maioria das principais vias de trânsito. Esta é uma grande vantagem, que devemos saber aproveitar em benefício do país. Existe a visão e o desejo de transformar o Cazaquistão no porto de transporte (hub) da Eurásia, que é a principal direção do trabalho futuro neste setor.
Nesse sentido, destaco a importância da entrada em operação da nova ferrovia Dostyk-Moyinty, que permitirá aumentar em cinco vezes o volume de transporte de carga entre a China e a Europa nessa rota. Nossos planos incluem a entrada em operação das novas ferrovias “Moyinty – Kyzylzhar”, “Bakhty – Ayagoz” e “Darbaza – Maktaaral”. No total, esperamos construir e modernizar 5 mil e reformar 11 mil quilômetros de ferrovias existentes até 2030.
A construção da rodovia “Centro – Oeste” é muito importante, pois reduzirá a distância entre a capital e as regiões ocidentais em mais de 500 quilômetros.
Conseguimos criar uma extensa rede de transportes que ultrapassa as fronteiras nacionais. Apesar de estar afastado do transporte marítimo, o Cazaquistão formou uma rede de terminais de carga que se estende do Mar Amarelo ao Mar Negro. Atravessam o nosso território 12 corredores de transporte internacionais: 5 ferroviários e 7 rodoviários, pelos quais são realizados até 85% dos transportes terrestres de mercadorias entre a China e a Europa.
É claro que tudo isso não significa que podemos contar com lucros fáceis. A concorrência neste setor está se intensificando, uma vez que o transporte e a logística se tornaram parte integrante da geopolítica. Este tema está firmemente inserido na agenda das negociações de alto nível, o que determina sua excepcional importância para o Cazaquistão.
Nosso país participa ativamente do desenvolvimento do megaprojeto chinês “Um Cinturão, Uma Rota”, do corredor “Norte-Sul” e também da rota de transporte transcaspiana, ou “Corredor Central”. Consideramos promissoras as transportações pela rota “Rússia – Cazaquistão – Turcomenistão – Irã” com acesso aos portos marítimos. Saudamos a adesão da China ao trabalho do “Corredor Central”.
Em geral, o potencial nessa área é grande. A questão aqui não é apenas a infraestrutura. Nesse ponto fundamental, praticamente todos os setores da nossa economia convergem. Portanto, o governo tem a tarefa de construir centros de transporte e logística com infraestrutura de engenharia e serviços modernos, modernizar e reformar portos marítimos, aeroportos, estações ferroviárias, bem como criar um ecossistema digital eficaz.
– O segundo semestre de 2025 foi marcante para a política externa do Cazaquistão. Você é um dos poucos líderes mundiais que visitou Pequim, Washington, Moscou, Ancara, Abu Dhabi, Tashkent, Dushanbe, Bishkek, Ashgabat e Tóquio em um curto espaço de tempo. Há especulações de que você está sendo considerado como mediador em grandes conflitos internacionais. O que você tem a dizer sobre isso?
– A agenda lotada de eventos de política externa no mais alto nível mostra o aumento da autoridade do Cazaquistão e sua importância como sujeito do direito internacional. Além das visitas ao exterior, Astana recebeu líderes de países influentes da Ásia, Europa e Oriente Médio.
Por trás de cada negociação estão questões cruciais de cooperação econômica e de investimentos, bem como de interação na arena mundial. No ano passado, foram assinados documentos no valor de mais de 70 bilhões de dólares com o objetivo de desenvolver setores prioritários da nossa economia.
Situado no centro da Eurásia, o Cazaquistão não deve permanecer como um observador externo, especialmente neste momento conturbado. Devemos ter nosso próprio ponto de vista, uma posição ponderada sobre questões-chave das relações internacionais. Por isso, na sessão comemorativa da Assembleia Geral da ONU, expus detalhadamente a posição do Cazaquistão sobre a reforma dessa organização global universal.
Não tenho qualquer desejo de atuar como mediador em disputas internacionais, assim como não tenho vontade de voltar a trabalhar na ONU, apesar das sondagens de vários países. Mas participo de consultas e discussões fechadas, tanto mais que os chefes de vários Estados se interessam pela minha opinião. Não preciso da cobertura da mídia para esse importante trabalho, estou longe do populismo. Parece que esse ponto também é importante para os participantes das consultas nos bastidores.
– Este ano, o Cazaquistão comemorará uma data marcante: o 35º aniversário da independência. Em termos históricos, isso é, obviamente, um instante, mas para alguns países e, naturalmente, para as pessoas, é um longo período. Como você avalia o caminho percorrido pelo Cazaquistão e para onde estamos indo?
– Como testemunha direta e participante da construção do Estado, posso dizer que, ao longo desses anos, foi feito um trabalho muito grande em prol da independência do Cazaquistão. Sim, além dos sucessos, houve também erros. Como poderia ser diferente? Mas, ainda assim, foi um caminho espinhoso por um terreno desconhecido. Havia muitos apoiadores do Cazaquistão em todo o mundo, mas também não faltavam inimigos. No início dos anos 90, prevalecia no exterior a opinião de que os cazaques não teriam sucesso, porque a situação demográfica e a herança política e econômica soviética não favoreciam a construção de um Estado bem-sucedido.
A realidade refutou as previsões. O Cazaquistão se tornou um Estado bem-sucedido, com uma economia em desenvolvimento dinâmico e posições internacionais de prestígio. Mas ainda há um trabalho colossal pela frente, que deve ser realizado tanto por pessoas experientes quanto pelos jovens.
– O que você espera de 2026, em termos de desenvolvimento do Cazaquistão? Que eventos importantes nos aguardam, que objetivos você gostaria de alcançar?
– Como já disse, este ano haverá muito trabalho. Começa uma nova etapa de transformação política em grande escala, com o avanço das reformas econômicas.
A modernização do país deve se tornar verdadeiramente irreversível, mudando profundamente a essência e a aparência da nossa sociedade. Nossos cidadãos terão que se adaptar às realidades da nova era. Não é uma tarefa fácil. Mas nosso povo, especialmente os jovens, está à altura do desafio. Estou convencido disso.
Declaro este ano como o Ano da Digitalização e da Inteligência Artificial. É uma chance histórica para o nosso país, já falamos sobre isso. A transformação digital e a implementação da inteligência artificial abrem novas oportunidades para o desenvolvimento da economia e de muitas outras áreas da vida – desde a administração pública até a educação e a medicina.
O 35º aniversário da Independência é uma data marcante. É uma oportunidade para avaliar criticamente o caminho percorrido e desenvolver novos planos. É importante não transformar o aniversário em uma campanha festiva, ele deve se tornar um símbolo do progresso do Cazaquistão.
Como presidente, certamente me dedicarei à campanha “Taza Qazaqstan”. Esse trabalho é de enorme importância, pois se trata da preservação de recursos, da pureza de intenções, da rejeição da ociosidade, da importância do autodesenvolvimento, da responsabilidade comum, da bondade e da caridade. Por iniciativa do nosso país, a Organização das Nações Unidas declarou este ano como o Ano Internacional dos Voluntários, o que está em total sintonia com a ideia do “Taza Qazaqstan”.
Considero esse movimento popular uma ação ideológica extremamente importante, pois a pureza carrega um significado profundo e multifacetado. A pureza é o antônimo semântico da destruição, tanto nas mentes quanto na “terra”. A pureza deve se tornar a espinha dorsal da nossa mentalidade nacional.
– As pessoas também se interessam pela sua personalidade. Parece que você não gosta de expor sua vida privada. Por exemplo, dizem que você é atento à palavra escrita, incrivelmente perseverante. Acho que há muitas perguntas sobre sua personalidade. Resumindo, quem é você em termos de espírito e caráter?
– No ano passado, completei 50 anos de serviço público. Em setembro de 1975, entrei pela primeira vez no Ministério das Relações Exteriores da URSS. Minha primeira especialização foi em estudos chineses, o que exige muita perseverança. De fato, tenho habilidade para trabalhar com textos, não suporto má estilística e, principalmente, erros de digitação. Todos no aparato sabem que trabalho pessoalmente em todos os discursos, incluindo mensagens, artigos e até cartas a colegas.
Minha vida consciente está ligada ao serviço público, que exige autodisciplina, responsabilidade e sistematicidade. Isso influenciou meu caráter e minha visão de mundo. Portanto, à sua pergunta “Quem é você?”, responderei brevemente: um estadista.
Entrevistou
Bauyrzhan BABAJANULY
Jornal «Turkistan», 5 de janeiro de 2026, n.º 1 (1638)
Internacional
Kwibuka32 na CLDF marca memória, respeito e reflexão sobre o genocídio em Ruanda
Published
2 semanas atráson
7 de abril de 2026
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) sediou, na manhã desta terça-feira (7/4), a cerimônia oficial do Kwibuka32, que marca os 32 anos do genocídio de 1994 contra os tutsi em Ruanda. O evento, realizado em parceria com a Embaixada de Ruanda, reuniu parlamentares, diplomatas, acadêmicos, representantes do governo brasileiro e da sociedade civil em um ato de memória, reflexão e reafirmação do compromisso com a prevenção de novas atrocidades.

Em nome do governo e do povo de Ruanda, o embaixador agradeceu à deputada Doutora Jane e aos membros da CLDF pela “graciosa acolhida” e pelo apoio à realização da solenidade. Também participaram o decano do Corpo Diplomático Africano, embaixador de Camarões, Martin Agbor Mbeng; o representante da Secretaria para África e Oriente Médio do Itamaraty, conselheiro Márcio dos Anjos; embaixadores e embaixatrizes, além de servidores de órgãos do governo brasileiro.
Foram destacados ainda como convidados o professor Jean Pierre Karegeye, que viajou especialmente para o evento, e Jeanne Celestine Lakin, sobrevivente do genocídio, cujo depoimento em vídeo foi exibido como testemunho pessoal e instrumento de preservação da memória.
A cerimônia integra o calendário internacional do Kwibuka — palavra em kinyarwanda que significa “lembrar” — e coincide com o Dia Internacional de Reflexão sobre o Genocídio contra os Tutsi em Ruanda, estabelecido pela Organização das Nações Unidas.

Genocídio planejado: décadas de discriminação e desumanização
Em seu discurso, o embaixador ressaltou que o genocídio de 1994 “não foi um surto repentino de violência”, mas o resultado de décadas de divisão, discriminação e desumanização sistematicamente enraizadas na sociedade ruandesa.
Ele lembrou que as bases do genocídio remontam ao período colonial, quando identidades foram formalizadas e politizadas, estabelecendo estruturas de exclusão e desigualdade. A partir de 1959, repetidos ciclos de violência e perseguição forçaram muitos tutsi ao exílio. Nas décadas seguintes, práticas discriminatórias e narrativas de ódio foram institucionalizadas e normalizadas, configurando um sistema comparável a um regime de apartheid.
No início dos anos 1990, esse cenário se transformou em uma estrutura organizada, sustentada por propaganda extremista, milícias e preparação deliberada da violência, culminando no genocídio contra os tutsi. Em cerca de cem dias, mais de um milhão de pessoas foram assassinadas, deixando o país devastado, comunidades destruídas e “a própria humanidade testada em seu núcleo”, nas palavras do representante ruandês.
Reconstrução, reconciliação e “Nunca mais” como política de Estado
O embaixador destacou que as reflexões sobre o passado estão diretamente ligadas ao caminho trilhado por Ruanda desde 1994. Após o fim do genocídio, em julho daquele ano, com a vitória da Frente Patriótica Ruandesa, o país se viu diante de um dilema decisivo: optar pela vingança ou por uma rota diferente.
“Ruan¬deses escolheram a unidade, a reconciliação e a construção nacional”, afirmou. Essa escolha se materializou na criação do Governo de Unidade Nacional, em julho de 1994, com o compromisso de reconstruir o país com base na inclusão e na coesão, rompendo com as divisões que haviam conduzido à tragédia.
Ao longo dos anos, essa orientação foi traduzida em políticas concretas, como a criação, em 1999, da Comissão Nacional de Unidade e Reconciliação, focada em diálogo e coesão social, e a implementação, em 2002, dos tribunais comunitários de Gacaca, que permitiram um modelo de justiça participativa, com responsabilização e envolvimento direto das comunidades.
Segundo o embaixador, a Ruanda de hoje demonstra que a recuperação é possível, mesmo após um trauma dessa magnitude, quando há liderança comprometida, instituições fortes e foco em coesão social. Ele acrescentou, porém, que a vigilância precisa ser permanente, pois os fatores que levam ao genocídio podem reaparecer se não forem enfrentados: “Em Ruanda, ‘Nunca Mais’ não é apenas um slogan, mas um compromisso duradouro”, disse, lembrando declaração do presidente Paul Kagame, durante o Kwibuka21, de que “Ruanda mudou para melhor e para sempre”.
Falhas da comunidade internacional e riscos atuais na região dos Grandes Lagos
Diante de parlamentares e representantes do governo brasileiro, o embaixador afirmou que o Dia Internacional de Reflexão sobre o Genocídio contra os Tutsi não é uma questão apenas de Ruanda, nem um fardo exclusivo de sobreviventes. Segundo ele, a presença de autoridades brasileiras e diplomatas na CLDF demonstra que “lembrança e responsabilidade são partilhadas pela comunidade internacional”.
O diplomata chamou atenção para perguntas que continuam a desafiar governos e instituições: se as lições daquela história foram realmente aprendidas, se a “responsabilidade de proteger” em situações de crimes contra a humanidade está sendo cumprida e se as instituições estão preparadas para agir com rapidez diante de riscos evidentes.
Ele lembrou que, em 1994 e nos anos anteriores, havia sinais claros de alerta, mas a comunidade internacional falhou em agir. “Não se nomeou o crime, não se impediu o genocídio. A história registrará para sempre esse fracasso”, afirmou, destacando que essa omissão deve servir de lição para situações atuais.
O embaixador citou, em particular, a instabilidade no leste da República Democrática do Congo e a atuação de grupos armados, incluindo a FDLR, organização criada por perpetradores do genocídio contra os tutsi, como motivo de preocupação permanente. Ele mencionou a persistência de ideologias extremistas e narrativas de divisão dirigidas contra comunidades tutsi na região, como os Banyamulenge, que seguem alimentando episódios de violência, perseguição e deslocamentos.
Desinformação, negação e o papel do Brasil na prevenção de atrocidades
Outro ponto central do discurso foi o alerta contra a distorção histórica e a negação do genocídio. De acordo com o embaixador, a prevenção exige clareza sobre o significado jurídico de genocídio: a intenção de destruir, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso.
“Esforços de negar ou minimizar o que ocorreu em 1994 ferem a dignidade das vítimas e dos sobreviventes e enfraquecem as bases da prevenção”, afirmou. Na era digital, acrescentou, a disseminação rápida de desinformação e discursos de ódio torna o desafio ainda mais complexo, reforçando a necessidade de educação, memória e responsabilidade no espaço público.
O representante ruandês defendeu investimentos contínuos em educação, diálogo, fortalecimento institucional e cooperação internacional. Ele ressaltou o papel de países como o Brasil, que têm tradição de diálogo e atuação multilateral, no apoio a iniciativas pela paz, pela compreensão mútua e pela prevenção de atrocidades em massa.
O embaixador também agradeceu especialmente a Brasília, São Paulo e Goiânia pela criação, em parques públicos, dos monumentos Chama da Esperança, em memória das vítimas do genocídio contra os tutsi. Segundo ele, esses gestos são “sinais concretos de solidariedade com o povo de Ruanda e de compromisso compartilhado com a lembrança e com o ‘nunca mais’”.
Ao encerrar a cerimônia na CLDF, o diplomata agradeceu a presença de todos, classificando-a como prova de solidariedade com Ruanda e de compromisso comum com a memória e a prevenção de genocídios.

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